RFP Form 2

Prompt

Elabore um questionário detalhado de RFP (Request for Proposal) para avaliar 5 fornecedores de software com base nos seguintes critérios técnicos e de qualidade:

1. Alinhamento com as Tecnologias Definidas:
. Quais tecnologias são suportadas pela solução proposta?
. Como a solução se integra às nossas tecnologias existentes (APIs, bancos de dados, etc.)?
. Quais são os requisitos de infraestrutura para a solução?

2. Definição da Arquitetura de Solução:
. Descreva a arquitetura geral da solução proposta.
. Como a solução é escalável e flexível para atender a demandas futuras?
. Quais são os principais componentes da solução e como eles interagem?

3.Segurança e Compliance:
. Quais medidas de segurança são implementadas para proteger os dados dos usuários e garantir a conformidade com regulamentações relevantes (LGPD, GDPR, etc.)?
. Como a solução previne e responde a incidentes de segurança?
. Quais certificações ou padrões de segurança a solução adere (ISO 27001, etc.)?

4. Arquitetura de Dados:
. Descreva o modelo de dados utilizado pela solução.
.Como os dados são armazenados, processados e transferidos?
. Quais são as políticas de retenção e exclusão de dados?

5. Requisitos Não-Funcionais:
. Quais são as métricas de performance esperadas (tempo de resposta, throughput, etc.)?
. Como a solução atende a requisitos de usabilidade, acessibilidade e internacionalização?
. Quais são as estratégias para garantir a disponibilidade e a recuperação de desastres?

6. Estratégia de Implementação:
. Descreva o plano de implementação proposto, incluindo cronograma e marcos importantes.
. Quais são os principais riscos associados à implementação e como eles serão mitigados?
. Como será realizada a transferência de conhecimento para a equipe interna?

7. Operação e Sustentação:
. Quais são os requisitos para a operação e manutenção contínua da solução?
. Como serão tratados os problemas e solicitações de mudança após a implementação?
. Quais são os planos para atualizações e melhorias futuras?

8. Análise de Riscos:
. Identifique os principais riscos associados à solução proposta e como eles serão mitigados.
. Quais são os planos de contingência em caso de falhas críticas ou outros cenários adversos?

9. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software:
. Descreva o processo de desenvolvimento de software utilizado pelo fornecedor.
. Quais são as práticas de garantia de qualidade implementadas durante o ciclo de vida de desenvolvimento?
. Como são tratados os testes, a revisão de código e a integração contínua?

Fique à vontade para adicionar tópicos que achar importantes.

Por favor, forneça respostas detalhadas para cada um desses pontos, incluindo exemplos e referências a normas ou melhores práticas quando aplicável. O objetivo é avaliar a capacidade do fornecedor de entregar uma solução de software de alta qualidade, performance, confiabilidade e segurança.

Abacus (GPT – 5.1)

Questionário de RFP – Avaliação Técnica e de Qualidade de Fornecedores de Software

Abaixo está um modelo de questionário estruturado para ser enviado aos 5 fornecedores.
Ele está organizado por seções, com perguntas detalhadas, espaço esperado de resposta e, quando útil, exemplos e referências a normas/boas práticas.

Sugestão de uso:

  • Mantenha as perguntas como estão e, se quiser, acrescente uma coluna numa planilha para “Peso” e outra para “Nota (0–5)” por fornecedor.
  • Adapte termos entre colchetes [] à realidade da sua empresa (ex.: [stack atual], [SLA desejado], etc.).

1. Alinhamento com as Tecnologias Definidas

1.1 Tecnologias suportadas

  • Liste todas as tecnologias, linguagens, frameworks, bancos de dados e serviços de nuvem suportados pela solução, indicando o papel de cada uma.
    • Exemplo de resposta esperada:
      • Backend: Java 17 (Spring Boot), Node.js 20
      • Frontend: React 18, Angular 16
      • Banco de dados: PostgreSQL 15, MongoDB 7
      • Cloud: AWS (EKS, RDS, S3), Azure (AKS, Azure SQL)

1.2 Integração com tecnologias existentes

  • Descreva como a solução se integra às tecnologias atuais da nossa organização, incluindo:
    • APIs REST/GraphQL existentes (mecanismo de autenticação, versionamento, formatos de payload, etc.)
    • Bancos de dados legados (ex.: Oracle, SQL Server, mainframe)
    • Ferramentas de mensageria (ex.: Kafka, RabbitMQ)
    • Ferramentas de monitoramento (ex.: Prometheus, Grafana, Datadog, New Relic)
  • Indique padrões e protocolos utilizados (ex.: REST, gRPC, Webhooks, JMS, AMQP, OAuth 2.0, OpenID Connect, SAML).
  • Forneça exemplos de projetos anteriores em que vocês realizaram integrações semelhantes.

1.3 Requisitos de infraestrutura

  • Detalhe os requisitos de infraestrutura para a solução:
    • Capacidade de servidores (CPU, memória, armazenamento, rede)
    • Dependências de sistema operacional e middleware (ex.: Linux, Windows Server, Nginx, Istio, Service Mesh)
    • Requisitos específicos de nuvem (AWS, Azure, GCP ou on-premises)
  • Indique se há suporte a:
    • Contêineres (Docker)
    • Orquestração (Kubernetes, OpenShift)
    • Infraestrutura como código (Terraform, Ansible, CloudFormation)

1.4 Aderência ao nosso stack alvo

  • Explique o grau de aderência da solução ao nosso stack preferencial ([descrever brevemente o stack preferencial na RFP, se houver]) e os impactos de eventuais divergências (ex.: necessidade de equipe especializada, curva de aprendizado, licenciamento).

2. Definição da Arquitetura de Solução

2.1 Arquitetura geral da solução

  • Descreva a arquitetura em alto nível, incluindo:
    • Padrão arquitetural (ex.: monolito modular, microserviços, event-driven, hexagonal, clean architecture)
    • Camadas principais (apresentação, negócio, dados, integração)
  • Anexe diagramas de arquitetura (C4 model – Context, Container, Component – se possível).

2.2 Escalabilidade e flexibilidade

  • Explique como a solução escala horizontal e/ou verticalmente.
  • Descreva mecanismos de:
    • Balanceamento de carga
    • Auto-scaling (ex.: HPA em Kubernetes)
    • Particionamento/sharding de dados, caching (Redis, CDN etc.)
  • Indique como a solução suporta:
    • Crescimento no número de usuários
    • Aumento de volume de dados
    • Adição de novos módulos/funcionalidades sem afetar o core (modularidade, design orientado a domínio – DDD, por exemplo).

2.3 Componentes e interações

  • Liste os principais componentes/microserviços da solução e descreva:
    • Responsabilidades
    • Interfaces expostas (APIs, filas, tópicos de eventos)
    • Protocolos de comunicação (HTTP/HTTPS, gRPC, mensageria)
  • Descreva dependências externas (serviços de terceiros, gateways de pagamento, provedores de login etc.) e como são tratadas falhas (timeouts, retries, circuit breaker – ex.: Resilience4j, Istio).

2.4 Padrões e boas práticas arquiteturais

  • Indique quais padrões e boas práticas são adotados (ex.: 12-Factor App, SOLID, DDD, CQRS, Event Sourcing) e como são aplicados na solução proposta.

3. Segurança e Compliance

3.1 Medidas de segurança e conformidade (LGPD, GDPR, etc.)

  • Descreva as medidas de segurança técnica e organizacional adotadas:
    • Criptografia em trânsito (TLS 1.2+; uso de HTTPS obrigatório; HSTS)
    • Criptografia em repouso (ex.: AES-256 em bancos e storage)
    • Gestão de identidades e acessos (IAM, RBAC/ABAC, MFA)
    • Segregação de ambientes (desenvolvimento, homologação, produção)
  • Explique como a solução suporta requisitos da LGPD/GDPR, incluindo:
    • Registro de tratamento de dados pessoais
    • Consentimento e revogação
    • Relatórios para titulares (portabilidade, acesso, correção, exclusão)
    • Minimização de dados e privacy by design/by default

3.2 Prevenção e resposta a incidentes de segurança

  • Detalhe o processo de gestão de incidentes:
    • Detecção e monitoramento de ameaças (SIEM, IDS/IPS, WAF)
    • Tempo médio de detecção e resposta (MTTD/MTTR)
    • Fluxo de comunicação de incidentes com o cliente (SLA de notificação, canais)
  • Indique se existe um plano formal de resposta a incidentes (IRP) alinhado a boas práticas como NIST SP 800-61.

3.3 Certificações e padrões de segurança

  • Liste certificações e auditorias relevantes, como:
    • ISO 27001, ISO 27017, ISO 27018
    • SOC 2 (Type I / II)
    • PCI-DSS (se aplicável)
  • Descreva a abrangência dessas certificações (serviço, data center, empresa inteira).
  • Informe a frequência de auditorias e se relatórios podem ser compartilhados sob NDA.

3.4 Desenvolvimento seguro (Security by Design)

  • Explique como práticas de desenvolvimento seguro são incorporadas, por exemplo:
    • OWASP Top 10, OWASP ASVS
    • Revisão de segurança de código, SAST/DAST, análise de dependências (SCA)
    • Treinamentos de segurança para desenvolvedores.

4. Arquitetura de Dados

4.1 Modelo de dados

  • Descreva o modelo de dados em alto nível, incluindo:
    • Tipos de bancos utilizados (relacional, NoSQL, time series, data lake)
    • Principais entidades/tabelas e relacionamentos críticos
  • Indique se há alinhamento com padrões de modelagem (ex.: 3FN, Data Vault, dimensional – star/snowflake).

4.2 Armazenamento, processamento e transferência de dados

  • Explique como os dados são:
    • Armazenados (bancos, storage em nuvem, formatos – JSON, Avro, Parquet)
    • Processados (batch, near real-time, streaming – ex.: Kafka, Spark, Flink)
    • Transferidos entre componentes e para sistemas externos (ETL/ELT, APIs, integrações).
  • Descreva mecanismos de:
    • Anonimização/pseudonimização
    • Máscara de dados em ambientes não produtivos
    • Logs e trilhas de auditoria (quem acessou o quê, quando).

4.3 Políticas de retenção e exclusão de dados

  • Descreva:
    • Regras de retenção de dados (por tipo: dados transacionais, logs, backups)
    • Mecanismos e prazos para exclusão/anonimização de dados pessoais ou sensíveis, em conformidade com LGPD/GDPR
    • Como é implementado o direito ao esquecimento.

4.4 Qualidade e governança de dados

  • Indique ferramentas e processos para garantir qualidade de dados:
    • Validações, regras de integridade, deduplicação
    • Catálogo de dados, dicionário de dados
  • Cite se existe governança formal de dados (Data Steward, Data Owner, comitê de dados, políticas documentadas).

5. Requisitos Não-Funcionais

5.1 Performance

  • Informe as métricas de performance alvo para a solução em cenários realistas, por exemplo:
    • Tempo de resposta p95 / p99 por tipo de operação
    • Throughput (requisições por segundo, transações por minuto)
  • Descreva metodologia de testes de performance e carga (ferramentas como JMeter, Gatling, k6 etc.) e compartilhe resultados ou benchmarks de projetos similares, se possível.

5.2 Usabilidade, acessibilidade e internacionalização

  • Explique como a solução aborda:
    • Usabilidade (testes com usuários, UX research, design system, guidelines)
    • Acessibilidade, com referência a normas (ex.: WCAG 2.1 AA) e recursos implementados (teclado, leitores de tela, contraste, legendas)
    • Internacionalização (i18n/l10n): suporte a múltiplos idiomas, formatação de datas, moedas, fuso horário.

5.3 Disponibilidade e recuperação de desastres

  • Indique o nível de disponibilidade oferecido (por exemplo, 99,5%, 99,9%) e como é alcançado (multi-AZ, cluster redundante, failover automático).
  • Descreva o plano de recuperação de desastres (DRP):
    • RPO (Recovery Point Objective) e RTO (Recovery Time Objective)
    • Mecanismos de backup e restore, testes periódicos de recuperação
    • Estratégia de alta disponibilidade (HA), redundância de componentes críticos.

5.4 Manutenibilidade e extensibilidade

  • Descreva práticas que facilitam manutenção e evolução da solução:
    • Modularidade, padrões de projeto, documentação técnica e de código
    • Cobertura de testes automatizados
    • Políticas de versionamento de APIs (semver, depreciação programada).

6. Estratégia de Implementação

6.1 Plano de implementação e cronograma

  • Apresente um plano de implementação detalhado contendo:
    • Fases (ex.: discovery, desenho de solução, desenvolvimento, testes, go-live, hypercare)
    • Marcos (milestones) e entregáveis principais
    • Estimativa de esforço por fase (homem-horas ou homem-dias) e duração total do projeto.

6.2 Gestão de riscos de implementação

  • Identifique os principais riscos da implementação (ex.: dependência de terceiros, complexidade de integrações, mudança organizacional) e apresente plano de mitigação para cada um.
  • Descreva sua abordagem de gestão de riscos (matriz de riscos, revisões periódicas, comitês de decisão).

6.3 Transferência de conhecimento

  • Explique como será realizada a capacitação da equipe interna:
    • Treinamentos (presenciais/online), workshops práticos, sessões gravadas
    • Documentação entregue (manuais de operação, guias de arquitetura, runbooks)
    • Plano de handover no final do projeto (quantidade de horas de shadowing / suporte reforçado).

6.4 Modelo de gestão de projeto

  • Descreva o framework de gestão de projeto utilizado (ex.: Scrum, Kanban, SAFe, PMBOK) e como será feita a governança com o cliente:
    • Frequência de reuniões de status
    • Indicadores de progresso (burn-down, earned value, etc.)
    • Ferramentas (Jira, Azure DevOps, Trello, MS Project).

7. Operação e Sustentação

7.1 Operação e manutenção contínua

  • Detalhe o modelo de suporte oferecido:
    • Horário de atendimento (8×5, 24×7)
    • Canais (portal, e-mail, telefone, chat)
    • SLAs por tipo de incidente (crítico, alto, médio, baixo).

7.2 Tratamento de problemas e mudanças

  • Descreva o processo de:
    • Registro, triagem e resolução de incidentes (ITIL Incident Management)
    • Gestão de problemas recorrentes (Problem Management)
    • Gestão de mudanças (Change Management) – uso de CAB, janelas de manutenção, rollback plan.

7.3 Atualizações, patches e roadmap de produto

  • Explique a política de:
    • Atualizações corretivas (bugfix, patches de segurança)
    • Atualizações evolutivas (novas funcionalidades)
  • Informe:
    • Frequência de releases
    • Como as atualizações são comunicadas e planejadas com o cliente
    • Se existe roadmap público ou compartilhável e participação do cliente em priorização.

7.4 Monitoramento e observabilidade

  • Descreva como são monitorados:
    • Logs, métricas, traces distribuídos
    • Dashboards e alertas (ferramentas e exemplos)
  • Indique se há suporte a conceitos de observabilidade (tracing, correlation IDs, SLOs/SLIs).

8. Análise de Riscos

8.1 Principais riscos da solução

  • Liste os principais riscos técnicos, de negócio e operacionais da solução proposta, por exemplo:
    • Dependência de tecnologia proprietária
    • Vendor lock-in (nuvem, banco de dados específico)
    • Complexidade regulatória
  • Para cada risco, indique:
    • Probabilidade
    • Impacto
    • Ações de mitigação propostas.

8.2 Planos de contingência

  • Descreva os planos de contingência para:
    • Falhas críticas de infraestrutura (indisponibilidade de data center, problemas generalizados de nuvem)
    • Falhas de componentes centrais da solução
    • Indisponibilidade do próprio fornecedor (ex.: problemas financeiros, aquisição, saída de mercado).

8.3 Continuidade de negócios (BCP)

  • Informe se existe um plano de continuidade de negócios (Business Continuity Plan) formal, alinhado a normas como ISO 22301, e como ele se relaciona aos serviços prestados.

9. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software

9.1 Processo de desenvolvimento de software

  • Descreva o SDLC adotado:
    • Modelos (ágil, híbrido, cascata)
    • Ritos (sprints, dailies, reviews, retrospectives)
    • Definição de pronto (Definition of Done) e de iniciado (Definition of Ready).

9.2 Garantia de qualidade (QA)

  • Explique as práticas de QA utilizadas:
    • Tipos de testes (unitários, integrados, funcionais, regressão, segurança, performance, usabilidade)
    • Cobertura de testes automáticos (métrica alvo, ex.: mínimo 70% de cobertura unitária em módulos críticos)
    • Ambiente(s) de teste e práticas de homologação com o cliente.

9.3 Testes, revisão de código e integração contínua

  • Detalhe o processo de:
    • Revisão de código (code review, pair programming, pull requests)
    • Integração contínua/entrega contínua (CI/CD):
      • Ferramentas (ex.: GitLab CI, GitHub Actions, Azure DevOps, Jenkins)
      • Gate de qualidade (build, testes automatizados, análise estática, verificação de vulnerabilidades)
    • Gestão de branches (GitFlow, trunk-based, etc.).

9.4 Gestão de requisitos e mudanças funcionais

  • Descreva como são gerenciados requisitos ao longo do projeto:
    • Ferramentas (Jira, Azure DevOps Boards, etc.)
    • Processo de priorização (Product Owner, comitês de priorização)
    • Controle de escopo e de backlog.

10. Equipe, Experiência e Referências (tópico adicional recomendado)

10.1 Composição da equipe

  • Descreva a equipe que será alocada:
    • Papéis (arquitetos, desenvolvedores, QA, DevOps, analistas de negócios, gestor de projeto)
    • Senioridade e experiência média por função.

10.2 Experiência em projetos similares

  • Liste pelo menos 3 casos de uso/projetos similares em escopo e complexidade, com:
    • Setor de atuação do cliente
    • Escala (número de usuários, volume de dados)
    • Principais desafios e como foram superados.

10.3 Referências de clientes

  • Forneça contatos ou depoimentos de clientes (quando possível) que possam ser consultados para validar a experiência e qualidade do fornecedor.

11. Modelo Comercial e Contratual (opcional, não-técnico, mas útil)

11.1 Modelo de licenciamento e custos

  • Descrever o modelo de licenciamento (SaaS, on-prem, híbrido, assinatura por usuário/módulo/uso etc.) e os principais componentes de custo.

11.2 SLAs e penalidades

  • Apresentar os SLAs propostos (disponibilidade, tempo de atendimento e solução) e penalidades em caso de não cumprimento.

Se quiser, posso no próximo passo:

  • Transformar este questionário em uma planilha (com colunas de peso/nota) ou
  • Adaptar o conteúdo para um documento formal de RFP (com introdução, escopo, instruções de envio, critérios de avaliação e pontuação).

 

Prompt

Adaptar o conteúdo para um documento formal de RFP

Abacus

MODELO DE RFP – SOLUÇÃO DE SOFTWARE

(Adaptado em formato de documento formal – pronto para copiar/colar em Word ou PDF)


1. Apresentação

A [NOME DA EMPRESA] convida fornecedores qualificados de soluções de software a apresentarem propostas em resposta a esta Request for Proposal (RFP), com o objetivo de selecionar um parceiro capaz de entregar uma solução de alta qualidade, performance, confiabilidade e segurança, alinhada às necessidades de negócio e à arquitetura tecnológica da organização.

Este documento descreve o escopo, os requisitos técnicos e não-técnicos, bem como as instruções para preparação e submissão das propostas.


2. Objetivo da RFP

O objetivo desta RFP é:

  • Avaliar e comparar até 5 fornecedores de software com base em critérios técnicos, de qualidade, segurança, operação e modelo comercial;
  • Selecionar o fornecedor que apresentar a melhor combinação de:
    • Aderência técnica à nossa arquitetura e stack tecnológico;
    • Robustez em segurança, privacidade e compliance (incluindo LGPD/GDPR);
    • Capacidade de entrega e histórico comprovado;
    • Modelo de sustentação, evolução e suporte;
    • Condições comerciais competitivas.

3. Escopo da Solução

A solução objeto desta RFP deverá, em linhas gerais:

  • Atender aos requisitos funcionais e não-funcionais definidos pela [NOME DA EMPRESA];
  • Integrar-se com sistemas e plataformas já existentes (APIs, bancos de dados, mensageria, monitoramento etc.);
  • Atender a requisitos de segurança da informação, proteção de dados pessoais e compliance regulatório;
  • Possibilitar operação contínua, monitoramento, manutenção e evolução de forma sustentável;
  • Ser escalável e flexível para suportar futuras demandas de negócio e volume.

Detalhes técnicos específicos serão descritos nas seções de requisitos a seguir.


4. Instruções Gerais aos Proponentes

4.1. Partes envolvidas
  • Contratante: [NOME DA EMPRESA]
  • Contato principal (RFP): [NOME / E-MAIL / TELEFONE]
4.2. Cronograma indicativo
  • Publicação da RFP: [DATA]
  • Prazo para envio de dúvidas: [DATA]
  • Resposta consolidada às dúvidas: [DATA]
  • Prazo limite para submissão das propostas: [DATA]
  • Período de análise e avaliação: [DATA–DATA]
  • Apresentações/demonstrações (se aplicável): [DATA–DATA]
  • Comunicação do fornecedor selecionado: [DATA]

(As datas acima são indicativas e podem ser ajustadas pela Contratante.)

4.3. Formato e envio da proposta
  • A proposta deve ser enviada em formato eletrônico (PDF ou DOCX), para o e-mail: [E-MAIL PARA ENVIO];
  • O assunto do e-mail deve conter: “RFP – Solução de Software – [NOME DO FORNECEDOR]”;
  • A proposta deve conter, no mínimo:
    • Carta de apresentação e resumo executivo;
    • Respostas estruturadas a todas as seções de requisitos desta RFP;
    • Informações sobre o fornecedor, equipe e experiência;
    • Proposta comercial detalhada;
    • Condições contratuais relevantes.
4.4. Idioma
  • A proposta deverá ser apresentada em português. Documentos de apoio em inglês poderão ser aceitos, desde que acompanhados de resumo em português.
4.5. Dúvidas e esclarecimentos
  • Todas as dúvidas deverão ser enviadas por escrito para [E-MAIL DE CONTATO];
  • As respostas serão consolidadas e compartilhadas com todos os participantes, preservando a confidencialidade dos proponentes.
4.6. Confidencialidade
  • As informações contidas nesta RFP são confidenciais e não poderão ser compartilhadas com terceiros sem autorização prévia por escrito da [NOME DA EMPRESA];
  • Recomenda-se que o fornecedor identifique, em sua proposta, eventuais informações confidenciais.

5. Critérios de Avaliação

A avaliação das propostas considerará, de forma combinada, os seguintes blocos:

  1. Aderência técnica e arquitetural (Seções 7 a 9 deste documento);
  2. Segurança, compliance e qualidade de software;
  3. Plano de implementação, operação e sustentação;
  4. Equipe, experiência e referências;
  5. Modelo comercial e contratual.

A Contratante poderá atribuir pesos diferenciados a cada bloco e utilizar matriz de pontuação interna. Como referência, sugere-se a seguinte distribuição (ajustável pela Contratante):

  • Aderência técnica e arquitetura: 30%
  • Segurança, dados e requisitos não-funcionais: 25%
  • Implementação, operação e sustentação: 20%
  • Equipe, experiência, referências: 10%
  • Modelo comercial (preço, SLA, condições): 15%

6. Estrutura da Resposta Técnica

Solicita-se que o fornecedor organize a resposta técnica seguindo a mesma estrutura de seções abaixo (7 a 12), respondendo objetivamente a cada ponto.

Para facilitar a avaliação, recomenda-se:

  • Identificar claramente cada item (ex.: “7.1”, “7.2” etc.);
  • Anexar diagramas, documentos de arquitetura, certificados e relatórios de auditoria quando aplicável;
  • Referenciar normas e boas práticas adotadas (ex.: ISO, OWASP, NIST, ITIL, COBIT etc.).

7. Alinhamento com as Tecnologias Definidas

7.1 Tecnologias suportadas pela solução proposta
Descrever:

  • Linguagens, frameworks, bancos de dados, plataformas de nuvem, middleware etc.;
  • Papéis de cada tecnologia na solução;
  • Versões atualmente suportadas.

7.2 Integração com tecnologias existentes da [NOME DA EMPRESA]
Descrever:

  • Como a solução se integra a:
    • APIs REST/GraphQL e serviços existentes;
    • Bancos de dados legados;
    • Ferramentas de mensageria e monitoramento;
  • Padrões/protocolos usados (REST, gRPC, OAuth 2.0, OIDC, SAML, AMQP etc.);
  • Exemplos de integrações semelhantes já realizadas.

7.3 Requisitos de infraestrutura
Descrever:

  • Requisitos de servidores (CPU, RAM, storage, rede);
  • Requisitos de SO, middleware, contêineres e orquestração (Docker, Kubernetes, etc.);
  • Suporte a nuvem pública, privada ou on-premises;
  • Uso de infraestrutura como código (Terraform, Ansible etc.), se houver.

7.4 Aderência ao stack alvo da Contratante
Explicar:

  • Grau de compatibilidade com o stack tecnológico preferencial;
  • Eventuais gaps e seus impactos (curva de aprendizado, necessidade de skills específicos, licenças adicionais).

8. Definição da Arquitetura de Solução

8.1 Arquitetura geral da solução proposta
Descrever:

  • Padrão arquitetural (monolito modular, microserviços, event-driven, hexagonal etc.);
  • Principais camadas (apresentação, negócio, dados, integração);
  • Anexar diagramas (preferencialmente modelo C4: Context, Container, Component).

8.2 Escalabilidade e flexibilidade
Descrever:

  • Estratégias de escalabilidade (horizontal/vertical, auto-scaling, balanceamento de carga);
  • Mecanismos de cache, particionamento de dados e uso de CDN;
  • Capacidade de suportar aumento de usuários, dados e novos módulos.

8.3 Componentes e interações
Descrever:

  • Principais componentes/microserviços, suas responsabilidades e interfaces expostas;
  • Protocolos de comunicação (HTTP/HTTPS, gRPC, mensageria);
  • Dependências externas e tratamento de falhas (retries, timeout, circuit breaker etc.).

8.4 Padrões e boas práticas arquiteturais
Informar:

  • Padrões adotados (12-Factor App, SOLID, DDD, CQRS, Event Sourcing etc.);
  • Como são aplicados na solução proposta.

9. Segurança, Compliance e Arquitetura de Dados

9.1 Medidas de segurança e conformidade (LGPD, GDPR, etc.)
Descrever:

  • Criptografia em trânsito e em repouso;
  • Gestão de identidades e acessos (IAM, RBAC/ABAC, MFA);
  • Atendimentos a LGPD/GDPR: consentimento, minimização, direitos dos titulares, privacy by design/default.

9.2 Prevenção e resposta a incidentes
Descrever:

  • Ferramentas e processos de monitoramento e detecção (SIEM, IDS/IPS, WAF);
  • Processo de resposta a incidentes (baseado em NIST ou equivalente, se aplicável);
  • SLAs de notificação e comunicação com a Contratante.

9.3 Certificações e padrões de segurança
Listar:

  • Certificações: ex. ISO 27001, ISO 27017, ISO 27018, SOC 2, PCI-DSS etc.;
  • Abrangência e periodicidade de auditorias;
  • Disponibilidade de relatórios sob NDA.

9.4 Arquitetura de dados e modelo de dados
Descrever:

  • Tipos de bancos utilizados;
  • Modelo de dados em alto nível (principais entidades, relacionamentos);
  • Padrões de modelagem adotados.

9.5 Armazenamento, processamento e transferência de dados
Descrever:

  • Onde e como os dados são armazenados e processados (batch, streaming, near real-time);
  • Formatos de dados (JSON, Avro, Parquet etc.);
  • Mecanismos de anonimização, pseudonimização e máscara em ambientes não produtivos;
  • Logs e trilhas de auditoria.

9.6 Políticas de retenção, exclusão e governança de dados
Descrever:

  • Regras de retenção para diferentes tipos de dados;
  • Mecanismos para exclusão/anonimização e direito ao esquecimento;
  • Estrutura de governança de dados (papéis, políticas, catálogo/dicionário de dados).

10. Requisitos Não-Funcionais

10.1 Performance
Informar:

  • Metas de tempo de resposta (p95, p99) por tipo de operação;
  • Capacidade de throughput;
  • Metodologias e ferramentas de testes de performance e carga, incluindo exemplos/benchmarks.

10.2 Usabilidade, acessibilidade e internacionalização
Descrever:

  • Abordagem de UX (design system, testes com usuários, guidelines);
  • Conformidade com normas de acessibilidade (ex. WCAG 2.1 AA) e recursos oferecidos;
  • Suporte a múltiplos idiomas, moedas, formatos de data/hora e fusos horários.

10.3 Disponibilidade e recuperação de desastres
Descrever:

  • Nível de disponibilidade proposto (SLAs, ex. 99,5%, 99,9%);
  • Estratégias de alta disponibilidade e redundância;
  • Plano de recuperação de desastres (RPO, RTO, testes periódicos).

10.4 Manutenibilidade e extensibilidade
Descrever:

  • Práticas de desenvolvimento que facilitam manutenção (modularidade, padrões de projeto);
  • Políticas de versionamento de APIs e depreciação de funcionalidades;
  • Cobertura de testes automatizados desejada/alcançada.

11. Estratégia de Implementação, Operação e Sustentação

11.1 Plano de implementação
Descrever:

  • Fases do projeto, principais entregáveis e marcos;
  • Estimativas de esforço e duração total;
  • Dependências críticas e pré-requisitos.

11.2 Gestão de riscos de implementação
Descrever:

  • Principais riscos identificados e sua classificação (probabilidade x impacto);
  • Ações de mitigação para cada risco;
  • Processo de revisão periódica de riscos com a Contratante.

11.3 Transferência de conhecimento
Descrever:

  • Plano de treinamentos (conteúdo, formato, carga horária, público-alvo);
  • Documentação a ser entregue (manuais, runbooks, guias de arquitetura);
  • Plano de handover e período de hypercare pós-go-live.

11.4 Operação, suporte e manutenção contínua
Descrever:

  • Modelo de suporte (horário de atendimento, canais, níveis);
  • SLAs de atendimento e resolução por criticidade;
  • Processos de gestão de incidentes, problemas e mudanças (base ITIL, se aplicável).

11.5 Atualizações, roadmap e monitoramento
Descrever:

  • Política de releases (correções, novas funcionalidades, patches de segurança);
  • Como o roadmap é definido e comunicado aos clientes;
  • Abordagem de observabilidade (logs, métricas, traces, dashboards, alertas).

12. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software (SDLC)

12.1 Processo de desenvolvimento
Descrever:

  • Metodologia adotada (ágil, híbrida etc.);
  • Papéis e ritos (sprints, dailies, reviews, retrospectivas);
  • Definition of Ready (DoR) e Definition of Done (DoD).

12.2 Garantia de qualidade (QA)
Descrever:

  • Tipos de testes realizados;
  • Ferramentas de automação e alvo de cobertura de testes;
  • Processo de homologação com o cliente.

12.3 Revisão de código, CI/CD e segurança no desenvolvimento
Descrever:

  • Processo de code review (pull requests, pair programming);
  • Pipeline de CI/CD (ferramentas, gates de qualidade, SAST/DAST, SCA);
  • Adoção de OWASP Top 10/ASVS e treinamentos de desenvolvimento seguro.

12.4 Gestão de requisitos e mudanças funcionais
Descrever:

  • Ferramentas para gestão de requisitos/backlog;
  • Processo de priorização (envolvimento da Contratante);
  • Controle de versões e gestão de mudanças.

13. Equipe, Experiência e Referências

13.1 Composição da equipe proposta
Descrever:

  • Papéis, quantidade de profissionais e senioridade;
  • Tempo de empresa e experiência em projetos similares.

13.2 Experiência em projetos similares
Apresentar pelo menos 3 casos de sucesso com:

  • Setor, escopo e complexidade similares;
  • Desafios principais e soluções adotadas;
  • Indicadores de resultado (quando possível).

13.3 Referências de clientes
Fornecer:

  • Contatos ou depoimentos de clientes (quando permitido);
  • Links para estudos de caso, prêmios ou reconhecimentos, se houver.

14. Modelo Comercial e Condições Contratuais

14.1 Modelo de licenciamento e precificação
Descrever:

  • Tipo de licenciamento (SaaS, on-premises, híbrido, por usuário, por volume etc.);
  • Itens de custo (implantação, licenças, suporte, treinamento, customizações);
  • Eventuais custos adicionais (infraestrutura, terceiros, migração de dados).

14.2 SLAs e penalidades
Apresentar:

  • SLAs de disponibilidade, suporte, correções;
  • Penalidades em caso de descumprimento de SLAs;
  • Mecanismos de revisão de SLAs ao longo do contrato.

14.3 Condições contratuais relevantes
Descrever:

  • Prazo contratual proposto;
  • Condições de rescisão, renovações, reajustes;
  • Propriedade intelectual, confidencialidade e tratamento de dados;
  • Cláusulas relacionadas a vendor lock-in e portabilidade de dados.

15. Disposições Finais

  • A participação nesta RFP não obriga a [NOME DA EMPRESA] a contratar qualquer fornecedor;
  • A [NOME DA EMPRESA] reserva-se o direito de:
    • Solicitar esclarecimentos e informações adicionais;
    • Negociar condições específicas com um ou mais fornecedores;
    • Cancelar ou suspender esta RFP a qualquer momento, sem obrigação de indenização.

Se quiser, posso agora:

  • Transformar este modelo em um roteiro de pontuação (matriz com critérios, pesos e campos de nota), ou
  • Enxugar o texto para uma versão “curta” da RFP, se você precisar de algo mais objetivo para circular internamente.

Prompt

Transformar este modelo em um roteiro de pontuação (matriz com critérios, pesos e campos de nota)

Abacus

Abaixo está um roteiro de pontuação pronto para virar planilha de avaliação dos 5 fornecedores, seguindo o modelo de RFP que montamos.

1. Escala de notas sugerida (para todas as linhas)

Use a mesma escala de 0 a 5 em todos os critérios:

  • 0 – Não atende / não informado
  • 1 – Atende de forma muito insuficiente
  • 2 – Atende parcialmente, com lacunas relevantes
  • 3 – Atende adequadamente ao requisito
  • 4 – Atende bem, com boas práticas evidentes
  • 5 – Atende de forma exemplar / referência de mercado

Em Excel/Sheets, a pontuação ponderada por linha pode ser:

=Peso * Nota / 5

Ex.: se Peso = 8 e Nota = 4 → Pontuação = 8 * 4 / 5 = 6,4.


2. Estrutura de colunas sugerida para a planilha

Crie uma aba com as colunas:

  • ID
  • Bloco (macrocritério)
  • Critério
  • Descrição do que será avaliado
  • Peso (%)
  • Nota Fornecedor 1 (0-5)
  • Pontuação Fornecedor 1
  • Nota Fornecedor 2 (0-5)
  • Pontuação Fornecedor 2
  • … até o Fornecedor 5.

3. Matriz de critérios, pesos e descrições (total = 100 pontos)

Você pode copiar as linhas abaixo para montar a planilha.

BLOCO 1 – Aderência Técnica e Arquitetura (30%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
1.1 Tecnologias suportadas e aderência ao stack Aderência das linguagens, frameworks, bancos, nuvem e demais tecnologias ao stack preferencial da empresa e versões suportadas. 8
1.2 Integrações com sistemas existentes Facilidade, padrões e experiência em integrar com APIs, bancos legados, mensageria, monitoramento e SSO já existentes. 8
1.3 Requisitos e compatibilidade de infraestrutura Clareza, razoabilidade e flexibilidade dos requisitos de infra; uso de contêineres, Kubernetes, IaC e suporte multi-cloud/on-prem 7
1.4 Arquitetura geral e escalabilidade Qualidade da arquitetura proposta (microserviços/monolito modular, C4, padrões) e capacidade de escalar e evoluir a solução. 7

Subtotal bloco 1 = 30.


BLOCO 2 – Segurança, Dados e Requisitos Não-Funcionais (25%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
2.1 Segurança da informação e compliance Aderência a LGPD/GDPR, privacy by design, criptografia em trânsito/repouso, IAM, RBAC/ABAC, segurança de desenvolvimento (OWASP etc.). 10
2.2 Arquitetura de dados e governança Modelo de dados, qualidade de dados, anonimização/máscara, trilhas de auditoria, políticas de retenção e exclusão, governança de dados (papéis, catálogo, políticas). 7
2.3 Performance e disponibilidade Metas de tempo de resposta, throughput, resultados de testes de carga, estratégia de HA, níveis de disponibilidade, RPO/RTO de DR. 5
2.4 Usabilidade, acessibilidade e internacionalização Adoção de boas práticas de UX, evidências de testes com usuários, aderência a WCAG 2.1, recursos de acessibilidade e suporte a múltiplos idiomas/formatações. 3

Subtotal bloco 2 = 25.


BLOCO 3 – Implementação, Operação e Sustentação (20%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
3.1 Plano de implementação e gestão de riscos Clareza do plano por fases, cronograma, marcos, dependências, identificação de riscos de implantação e planos de mitigação. 8
3.2 Transferência de conhecimento Qualidade do plano de capacitação (treinamentos, workshops, documentação, runbooks, handover, período de hypercare). 4
3.3 Operação, suporte e sustentação Modelo de suporte (24×7/8×5), SLAs, processos de incidentes/problemas/mudanças, canais de atendimento, maturidade operacional (ITIL ou similar). 8

Subtotal bloco 3 = 20.


BLOCO 4 – Equipe, Experiência e Referências (10%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
4.1 Equipe dedicada ao projeto Composição, senioridade, estabilidade da equipe, clareza dos papéis (arquiteto, dev, QA, DevOps, GP etc.) e adequação ao porte/complexidade. 4
4.2 Experiência e referências Quantidade e qualidade de casos similares, indicadores de sucesso, referências de clientes, prêmios/estudos de caso relevantes. 6

Subtotal bloco 4 = 10.


BLOCO 5 – Modelo Comercial e Condições Contratuais (15%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
5.1 Modelo de licenciamento e custos Clareza e competitividade da proposta de preços (implantação, licenças, suporte, customizações), previsibilidade de custos e eventuais dependências de terceiros. 8
5.2 SLAs, penalidades e cláusulas contratuais Adequação de SLAs de disponibilidade e suporte, penalidades por descumprimento, equilíbrio contratual (propriedade intelectual, portabilidade de dados, lock-in, rescisão e renovação). 7

Subtotal bloco 5 = 15.


4. Exemplo de linha em formato “tabela para Excel”

Você pode montar algo assim (uma linha por critério, colunas por fornecedor):

ID Bloco Critério Peso (%) Nota F1 Pontuação F1 Nota F2 Pontuação F2
1.1 Aderência Técnica e Arquitetura Tecnologias suportadas e aderência ao stack 8 4 =D2*E2/5 3 =D2*G2/5

Onde:

  • Peso (%) está em D2, Nota F1 em E2, Pontuação F1 em F2, etc.

No final da planilha, para cada fornecedor:

= SOMA(Todas as Pontuações daquele fornecedor)

O resultado será a nota total (0 a 100) daquele fornecedor, já ponderada pelos pesos.


Se quiser, posso montar agora:

  • Uma versão “pronta para colar” em CSV (texto) para importar direto na planilha, ou
  • Sugerir fórmulas completas (com faixas de linhas) para somar automaticamente os blocos e o total por fornecedor.

 

RFP Form

Prompt

“Elabore um questionário detalhado de RFP (Request for Proposal) para avaliar 5 fornecedores de software com base nos seguintes critérios técnicos e de qualidade:

  1. Alinhamento com as Tecnologias Definidas:

    • Quais tecnologias são suportadas pela solução proposta?
    • Como a solução se integra às nossas tecnologias existentes (APIs, bancos de dados, etc.)?
    • Quais são os requisitos de infraestrutura para a solução?
  2. Definição da Arquitetura de Solução:

    • Descreva a arquitetura geral da solução proposta.
    • Como a solução é escalável e flexível para atender a demandas futuras?
    • Quais são os principais componentes da solução e como eles interagem?
  3. Segurança e Compliance:

    • Quais medidas de segurança são implementadas para proteger os dados dos usuários e garantir a conformidade com regulamentações relevantes (LGPD, GDPR, etc.)?
    • Como a solução previne e responde a incidentes de segurança?
    • Quais certificações ou padrões de segurança a solução adere (ISO 27001, etc.)?
  4. Arquitetura de Dados:

    • Descreva o modelo de dados utilizado pela solução.
    • Como os dados são armazenados, processados e transferidos?
    • Quais são as políticas de retenção e exclusão de dados?
  5. Requisitos Não-Funcionais:

    • Quais são as métricas de performance esperadas (tempo de resposta, throughput, etc.)?
    • Como a solução atende a requisitos de usabilidade, acessibilidade e internacionalização?
    • Quais são as estratégias para garantir a disponibilidade e a recuperação de desastres?
  6. Estratégia de Implementação:

    • Descreva o plano de implementação proposto, incluindo cronograma e marcos importantes.
    • Quais são os principais riscos associados à implementação e como eles serão mitigados?
    • Como será realizada a transferência de conhecimento para a equipe interna?
  7. Operação e Sustentação:

    • Quais são os requisitos para a operação e manutenção contínua da solução?
    • Como serão tratados os problemas e solicitações de mudança após a implementação?
    • Quais são os planos para atualizações e melhorias futuras?
  8. Análise de Riscos:

    • Identifique os principais riscos associados à solução proposta e como eles serão mitigados.
    • Quais são os planos de contingência em caso de falhas críticas ou outros cenários adversos?
  9. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software:

    • Descreva o processo de desenvolvimento de software utilizado pelo fornecedor.
    • Quais são as práticas de garantia de qualidade implementadas durante o ciclo de vida de desenvolvimento?
    • Como são tratados os testes, a revisão de código e a integração contínua?

Por favor, forneça respostas detalhadas para cada um desses pontos, incluindo exemplos e referências a normas ou melhores práticas quando aplicável. O objetivo é avaliar a capacidade do fornecedor de entregar uma solução de software de alta qualidade, performance, confiabilidade e segurança.”

 

Adapta (GPT-5)

RFP — Questionário Técnico e de Qualidade para Avaliação de 5 Fornecedores de Software

Este questionário foi elaborado para comparar, de forma objetiva e auditável, até 5 fornecedores de software. Ele cobre alinhamento tecnológico, arquitetura, segurança e compliance, dados, requisitos não funcionais, implementação, operação, riscos, SDLC, além de seções adicionais de SLAs, termos comerciais, suporte e estratégia de saída.

Aviso: Não sou um profissional licenciado. As informações a seguir são de caráter geral e não constituem aconselhamento jurídico. Para decisões legais ou contratuais, consulte sua assessoria jurídica.


Instruções ao fornecedor

  • Objetivo: Demonstrar, com evidências, a capacidade de entregar uma solução de alta qualidade, performance, confiabilidade e segurança.
  • Formato da resposta:
    • Responder mantendo a numeração das perguntas (Qx.y).
    • Seja direto e completo; onde aplicável, inclua diagramas, métricas, amostras e links para documentação.
    • Forneça anexos como PDFs editáveis ou links seguros, indicando claramente o nome do arquivo (ex.: “Anexo-Q3.2-Pentest-2025.pdf”).
    • Idioma: Português (ou Inglês, se solicitado).
    • Indicar itens “Não aplicável” com justificativa.
  • Prazo e envio:
    • Data e hora-limite de envio serão informadas pelo solicitante. Enviar em canal seguro previamente acordado.
    • Perguntas de esclarecimento: enviar até D-10; respostas serão compartilhadas com todos os concorrentes para manter isonomia.
  • Confidencialidade: Pressupõe NDA vigente. Indique informações confidenciais marcando-as como “Confidencial do Fornecedor”.
  • Demonstrações/POC: O solicitante pode convocar sessões de demonstração, ambientes de sandbox e/ou uma POC.
  • Evidências mínimas: Onde indicado “(Evidência obrigatória)”, o fornecedor deve anexar material de suporte.

Escala de pontuação (0–5) e pesos sugeridos

  • Escala por pergunta:
    • 0 = Não atende / Sem resposta
    • 1 = Atende parcialmente, sem evidências
    • 2 = Atende parcialmente, com poucas evidências
    • 3 = Atende adequadamente, com evidências suficientes
    • 4 = Atende bem, evidências robustas e práticas maduras
    • 5 = Excepcional, evidências robustas + práticas de mercado acima da média
  • Pesos por domínio (soma 100%):
      1. Alinhamento com as Tecnologias Definidas: 10%
      1. Arquitetura de Solução: 12%
      1. Segurança e Compliance: 15%
      1. Arquitetura de Dados: 10%
      1. Requisitos Não Funcionais: 12%
      1. Estratégia de Implementação: 10%
      1. Operação e Sustentação: 8%
      1. Análise de Riscos: 8%
      1. Ciclo de Vida de Desenvolvimento (SDLC): 10%
      1. Preços e Termos Comerciais: 5%
  • Requisitos mandatórios: Itens marcados com (M) são eliminatórios. Justifique qualquer exceção.

1) Alinhamento com as Tecnologias Definidas (10%)

Q1.1 (M) Tecnologias suportadas: Liste linguagens, frameworks, runtimes, bancos de dados, sistemas operacionais, provedores de nuvem e serviços gerenciados suportados.

  • Indique versões mínimas e ciclos de vida.
  • Evidências: Matriz de compatibilidade + documentação.

Q1.2 Integrações:

  • Descreva como a solução integra com tecnologias existentes: APIs REST/GraphQL, webhooks, filas, bancos legados, mensageria (ex.: Kafka, RabbitMQ), ETL/ELT.
  • Forneça especificações de APIs (OpenAPI/Swagger), políticas de versionamento, limites de taxa, SLAs de API e exemplos de payload.
  • Evidências: OpenAPI.yaml, exemplos de chamadas com tokens mascarados.

Q1.3 Requisitos de infraestrutura:

  • Descreva requisitos de CPU, memória, armazenamento, rede, balanceadores, certificados, HSM/KMS, cache, CDN, WAF, DDoS, segmentação de rede.
  • Informe suporte a IaaS/PaaS/SaaS e modelos de implantação (single-tenant, multi-tenant, híbrido).
  • Evidências: Guia de sizing e referência de ambientes (dev/test/prod).

Q1.4 Roadmap tecnológico:

  • Compatibilidade futura e política de fim de vida (EOL) de componentes.
  • Evidências: Roadmap de 12–24 meses.

2) Definição da Arquitetura de Solução (12%)

Q2.1 (M) Arquitetura geral:

  • Descreva a arquitetura lógica e física, camadas (aplicação, dados, integração, segurança), padrões (microserviços vs. monólito modular), sincronização/assincronia.
  • Evidências: Diagrama C4 (contexto, container, componentes, código) e fluxos principais.

Q2.2 Escalabilidade e flexibilidade:

  • Estratégias de autoscaling horizontal/vertical, particionamento/sharding, cache, CQRS, event sourcing (se aplicável).
  • Evidências: Relatos de cenários de pico, limites conhecidos, trade-offs.

Q2.3 Componentes e interação:

  • Liste componentes-chave, contratos, SLAs internos, dependências internas/externas, mecanismos de resiliência (circuit breaker, retry com backoff, idempotência).
  • Evidências: Catálogo de serviços e SLOs internos.

Q2.4 Observabilidade nativa:

  • Métricas, logs e traces (OpenTelemetry), correlação, dashboards, alarmes, KPIs técnicos (latência p95/p99, erro por categoria).
  • Evidências: Prints/descrições de dashboards.

3) Segurança e Compliance (15%)

Q3.1 (M) Controles de segurança e conformidade:

  • Mapeie controles com ISO/IEC 27001/27002, SOC 2 Tipo II, NIST CSF, NIST SP 800-53, LGPD, GDPR, e outros relevantes (ex.: PCI DSS, HIPAA).
  • Evidências: Certificados vigentes, carta de atestação, relatório SOC 2 (resumo executivo).

Q3.2 Proteção de dados e privacidade:

  • Criptografia em repouso (ex.: AES-256) e em trânsito (TLS 1.2+), gestão de chaves (KMS/HSM, BYOK/CMK), segregação de dados, data residency, privacy by design, DPIA.
  • LGPD/GDPR: bases legais, minimização, retenção, direitos do titular (DSAR), registro de tratamento e incidentes à ANPD/autoridades.
  • Evidências: DPA, modelo de DPIA, política de criptografia, lista de subprocessadores.

Q3.3 Identidade e acesso:

  • SSO (SAML/OIDC), MFA, RBAC/ABAC, SCIM, políticas de senha/rotatividade, sessão, just-in-time access.
  • Evidências: Manual de integração SSO, matriz de perfis e permissões.

Q3.4 Segurança de aplicação e supply chain:

  • Secure SDLC/DevSecOps (NIST SSDF, OWASP SAMM/ASVS), SAST/DAST/IAST, SCA e SBOM (CycloneDX/SPDX), política de vulnerabilidades (SLAs por CVSS), code signing, SLSA nível declarado.
  • Evidências: Amostra de SBOM, política de correção (ex.: CVSS ≥ 9 em até 72h), relatório de pentest recente (sumário executivo).

Q3.5 Detecção e resposta:

  • Integração com SIEM, UEBA, alertas, runbooks, IRP, prazos de resposta (MTTD/MTTR), testes de tabletop.
  • Evidências: Playbooks, diagrama de fluxo de incidentes.

4) Arquitetura de Dados (10%)

Q4.1 Modelo de dados:

  • Descreva entidades principais, normalização/denormalização, padrões de esquema, evolução de schema, MDM, data lineage e catalogação.
  • Evidências: Diagrama ER e dicionário de dados.

Q4.2 Armazenamento, processamento e transferência:

  • Tipos de armazenamento (relacional, NoSQL, data lake, colunar), volumes e taxas, batch vs. streaming, CDC, integração com ETL/ELT.
  • Evidências: Fluxos de ingestão e transformação, SLAs de pipelines.

Q4.3 Retenção e exclusão:

  • Políticas por tipo de dado, retenção legal, descarte seguro, anonimização/pseudonimização, técnicas de tokenização.
  • Evidências: Política de retenção, relatórios de eliminação.

Q4.4 Qualidade de dados:

  • Controles de validação, deduplicação, reconciliações, métricas de qualidade (completude, acurácia), monitoramento e alertas.
  • Evidências: KPIs e exemplos de regras.

5) Requisitos Não Funcionais (12%)

Q5.1 Performance:

  • Metas: tempos de resposta (p50/p95/p99), throughput, concorrência, latência sob carga.
  • Evidências: Relatórios recentes de testes de carga/estresse/soak, perfilamento e tuning.

Q5.2 Usabilidade, acessibilidade e i18n:

  • Práticas de UX, conformidade com WCAG 2.1 AA, suporte a i18n/l10n, RTL, formatação local (moeda, data).
  • Evidências: Checklist WCAG, exemplos de telas localizadas.

Q5.3 Disponibilidade e resiliência:

  • Meta de uptime (ex.: 99.9/99.95/99.99), redundância multi-AZ/região, RPO/RTO, failover e DR testado.
  • Evidências: Relatórios de testes de DR, cronograma de testes e resultados.

Q5.4 Confiabilidade e segurança operacional:

  • SLOs com orçamentos de erro, caos engineering (se aplicável), políticas de manutenção e janelas.
  • Evidências: SLOs documentados, changelogs de incidentes e RCA.

6) Estratégia de Implementação (10%)

Q6.1 Plano de implementação:

  • Fases, marcos, dependências, pré-requisitos, estratégia de dados (migração e cutover), critérios de aceite por fase.
  • Evidências: Cronograma Gantt simplificado e RACI.

Q6.2 Riscos e mitigação:

  • Principais riscos de projeto (técnicos, organizacionais, regulatórios) com probabilidade/impacto, plano de mitigação e contingência.
  • Evidências: Registro de riscos e owners.

Q6.3 Transferência de conhecimento:

  • Treinamentos, manuais, runbooks, handover com checklist, plano de capacitação e certificações sugeridas.
  • Evidências: Plano de treinamento com público-alvo e agendas.

7) Operação e Sustentação (8%)

Q7.1 Requisitos de operação e manutenção:

  • Modelos operacionais (ITIL 4/DevOps/SRE), gestão de mudanças (CAB), patching, hardening (CIS Benchmarks).
  • Evidências: Procedimentos operacionais padrão (SOPs).

Q7.2 Gestão de incidentes e mudanças:

  • Classificação P1–P4, tempos de resposta/solução, canais de suporte, escalonamento, RCAs.
  • Evidências: Catálogo de suporte e métricas históricas (últimos 12 meses).

Q7.3 Atualizações e roadmap:

  • Política de releases, backward compatibility, versionamento semântico, aviso prévio de breaking changes.
  • Evidências: Notas de versão exemplificadas.

Q7.4 Observabilidade e custos:

  • Ferramentas (Prometheus, Grafana, ELK, OpenTelemetry), FinOps (otimização de custo), relatórios periódicos.
  • Evidências: KPIs operacionais e exemplos de relatórios.

8) Análise de Riscos (8%)

Q8.1 Riscos técnicos e de negócio:

  • Liste os 10 maiores riscos, triggers, sinais precoces e planos de mitigação.
  • Evidências: Matriz probabilidade x impacto.

Q8.2 Contingências e continuidade:

  • Planos em caso de falhas críticas, indisponibilidade de fornecedor terceiro, desastres regionais, saída de pessoal-chave.
  • Evidências: Exercícios de continuidade (ISO 22301, se aplicável).

Q8.3 Riscos de dependência:

  • Dependência de componentes proprietários, bibliotecas OSS críticas, licenças, obsolescência.
  • Evidências: Política de gestão de dependências.

9) Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software — SDLC (10%)

Q9.1 Processo de desenvolvimento:

  • Metodologia (Agile/Scrum/Kanban), cadência, Definition of Ready/Done, trunk-based vs. GitFlow, code review obrigatório (4-eyes).
  • Evidências: Políticas do repositório, templates de PR.

Q9.2 Garantia de qualidade:

  • Pirâmide de testes (unit/integration/e2e/contrato), cobertura mínima, ambientes de teste representativos, testes não funcionais (performance, segurança, acessibilidade).
  • Evidências: Relatórios de cobertura, pipelines de CI.

Q9.3 Integração e entrega contínuas:

  • CI/CD, gates de qualidade, ambientes efêmeros, IaC (Terraform/Ansible), controles de mudança, aprovações, feature flags.
  • Evidências: Fluxos de pipeline (ex.: YAML), política de rollback.

Q9.4 Gestão de requisitos e backlog:

  • Rastreabilidade (user story → teste → release), priorização, gestão de dívida técnica.
  • Evidências: Dashboard de backlog e métricas (lead time, change failure rate).

10) Preços e Termos Comerciais (5%)

Q10.1 Modelo de precificação:

  • Assinatura, consumo, perpétuo, por usuário/módulo/uso/transação. Inclua volume mínimo, degraus, overage, indexação, impostos.
  • Evidências: Planilha detalhada de preços.

Q10.2 Serviços profissionais e suporte:

  • Implantação, migração, treinamento, TAM/CSM, pacotes de horas.
  • Evidências: SOWs típicos, estimativas.

Q10.3 Condições comerciais:

  • Prazos, reajustes, renovação, cancelamento, multas, créditos de serviço, lock-in, proteção contra aumento.
  • Evidências: Minuta de termos comerciais.

11) SLAs, SLOs e Métricas de Serviço

Q11.1 Catálogo de SLAs:

  • Uptime, tempos de resposta e resolução por severidade, janelas de manutenção, notificação de incidentes.
  • Evidências: Acordo de Nível de Serviço proposto.

Q11.2 Métricas SRE:

  • SLOs, orçamentos de erro, objetivos de MTTR, MTTD, MTBF e métricas de confiabilidade.
  • Evidências: Exemplo de relatório mensal.

Q11.3 Créditos de serviço e penalidades:

  • Fórmula de créditos, limites, exclusões, mecanismo de apuração.
  • Evidências: Casos de exemplo.

12) Conformidade Legal e Contratual

Q12.1 (M) DPA e privacidade:

  • DPA completo, cláusulas LGPD/GDPR, mecanismos de transferência internacional (SCCs), lista de subprocessadores, data residency.
  • Evidências: DPA e anexo de subprocessadores.

Q12.2 Propriedade intelectual e licenças:

  • IP da solução, licenças OSS (SPDX), compliance, escrows de código (se on-prem), indenização por violação de IP.
  • Evidências: Política OSS, exemplo de inventário.

Q12.3 Auditorias e direito de verificação:

  • Escopo, frequência, confidencialidade, remediação.
  • Evidências: Cláusulas contratuais típicas.

13) Suporte e Sucesso do Cliente

Q13.1 Modelos de suporte:

  • Horários (24×7/8×5), idiomas, canais (portal, e-mail, telefone), SLAs de suporte.
  • Evidências: Catálogo de suporte.

Q13.2 Onboarding e CSM:

  • Plano de onboarding, QBRs, roadmap compartilhado, NPS/CSAT.
  • Evidências: Agenda de onboarding, exemplo de QBR.

Q13.3 Referências e casos de uso:

  • 3 referências semelhantes (setor/porte), estudos de caso com métricas antes/depois.
  • Evidências: Contatos de referência (com autorização).

14) Estratégia de Saída e Reversibilidade

Q14.1 Portabilidade de dados:

  • Formatos exportáveis, APIs de exportação, assistência, tempos, custos, reprocessamento e verificação.
  • Evidências: Guia de exportação.

Q14.2 Deleção/anonimização pós-término:

  • Procedimentos, prazos, certificado de deleção.
  • Evidências: Modelo de certificação.

Q14.3 Mitigação de lock-in:

  • Adoção de padrões abertos, desacoplamentos, camadas de abstração.
  • Evidências: Mapa de dependências proprietárias.

15) Prova de Conceito (POC) — Opcional

Q15.1 Escopo e critérios de sucesso:

  • Cenários funcionais críticos, metas de performance, segurança e integrações.
  • Evidências: Plano de POC e resultados.

Q15.2 Ambiente e dados:

  • Sandbox, dados sintéticos, acessos, prazos.
  • Evidências: Checklist de ambiente.

Checklist de Conformidade (Sim/Parcial/Não + Comentários)

  • Mandatórios:
    • Q1.1 Tecnologias suportadas e matriz de compatibilidade.
    • Q2.1 Diagramas C4 e fluxos principais.
    • Q3.1 Certificações ou atestados (ISO 27001/SOC 2/NIST CSF mapeado).
    • Q12.1 DPA com LGPD/GDPR, subprocessadores, SCCs (se aplicável).
  • Segurança:
    • Criptografia em repouso e trânsito documentadas.
    • Gestão de chaves (KMS/HSM, BYOK/CMK).
    • SBOM e política de correção por CVSS.
    • Pentest anual com remediação rastreável.
    • SIEM e runbooks de resposta a incidentes.
  • Dados:
    • Políticas de retenção e descarte seguro.
    • Catálogo/lineage e dicionário de dados.
    • Exportabilidade e reversibilidade.
  • NFR:
    • Metas p95/p99, reportes de testes de carga.
    • DR testado com RPO/RTO definidos.
  • Operação:
    • ITIL/DevOps/SRE definido, RCAs e governança de mudanças.
    • Observabilidade e relatórios mensais.
  • SDLC:
    • Code review obrigatório, cobertura mínima, CI/CD com gates.
    • SAST/DAST/SCA integrados.
  • Comerciais:
    • Estrutura de preços clara, SLAs e créditos de serviço, condições de renovação.

Para cada item: marque Sim/Parcial/Não e inclua evidência ou justificativa.


Matriz de Avaliação e Comparação de 5 Fornecedores

  • Para cada fornecedor:
    • Atribua nota 0–5 por pergunta.
    • Calcule a nota média por domínio.
    • Aplique o peso do domínio.
    • Some os escores ponderados para a nota final.
  • Recomenda-se registrar:
    • Notas por pergunta (Qx.y).
    • Evidências verificadas (nome do anexo/link).
    • Riscos residuais e severidade.
    • Observações e condicionantes.
  • Empate: usar critérios de desempate na ordem: Segurança e Compliance, NFR, Arquitetura, SLAs.
  • Governança: mantenha um comitê avaliador com pelo menos 3 pareceristas e registre justificativas das notas.

Documentos e Evidências Recomendadas (Anexos)

  • Arquitetura: Diagramas C4, topologia de rede, fluxos de dados.
  • Segurança: Certificados ISO/SOC 2 (sumário), política de criptografia, relatório de pentest (resumo), SBOM, política de vulnerabilidades, lista de subprocessadores, playbooks de IR.
  • Dados: ERD, dicionário, política de retenção, exemplos de exportação.
  • NFR: Relatórios de testes de performance, DR test plan + resultados.
  • SDLC: Políticas de repositório, pipelines de CI/CD, relatórios de cobertura.
  • Operação: SOPs, SLAs/SLOs, relatórios mensais, exemplo de RCA.
  • Comerciais: Tabela de preços detalhada, termos de SLA, termos comerciais, DPA/DPIA modelo.

Orientações de Resposta por Pergunta

Para cada Qx.y:

  • Resposta objetiva (3–8 parágrafos ou bullets).
  • Métricas/SLAs/SLOs específicos e atuais.
  • Referência a normas ou melhores práticas aplicáveis (ex.: ISO 27001, NIST SSDF, OWASP ASVS, ISO 25010, WCAG 2.1 AA, ISO 22301, ITIL 4, CIS).
  • Evidência anexada: nome do arquivo/link seguro.
  • Riscos e limitações conhecidas + plano de mitigação.
  • Roadmap (se aplicável).

Boas Práticas e Referências (sem links obrigatórios)

  • Segurança: ISO/IEC 27001/27002, SOC 2 Tipo II, NIST CSF/SP 800-53, NIST SSDF, OWASP Top 10, ASVS, SAMM, CIS Benchmarks, SLSA, CSA STAR.
  • Privacidade: LGPD (ANPD), GDPR, Data Processing Agreements, SCCs, Privacy by Design, DPIA.
  • Qualidade: ISO/IEC 25010.
  • Continuidade: ISO 22301.
  • Serviço: ITIL 4.
  • Acessibilidade: WCAG 2.1 AA.
  • Observabilidade: OpenTelemetry.

Solicitações de Contexto (para personalização fina do RFP)

Para que eu adapte este questionário ao seu caso, informe se possível:

  • Setor de atuação e regulações específicas (ex.: financeiro, saúde, PCI, HIPAA).
  • Modelo de implantação desejado (SaaS, on-prem, híbrido) e provedores de nuvem preferidos.
  • Restrições de residência de dados (ex.: Brasil/UE).
  • Volumetria indicativa (usuários, TPS, dados/dia, picos sazonais).
  • Metas de NFR (latência p95, uptime, RTO/RPO).
  • Sistemas legados/integradores obrigatórios.
  • Janelas operacionais, idiomas e fuso horário de suporte.
  • Orçamento/plano de investimento e prazos-chave do projeto.

Resumo

  • O questionário acima fornece uma base auditável e comparável para avaliar 5 fornecedores em critérios técnicos e de qualidade.
  • Use a escala 0–5 e pesos por domínio para obter um ranking objetivo, com foco em Segurança/Compliance e NFR.
  • Exija evidências verificáveis (diagramas, certificados, relatórios de teste, políticas).
  • Inclua, quando pertinente, uma POC com critérios de sucesso claros e métricas mensuráveis.
  • Garanta cláusulas contratuais coerentes com SLAs, DPA, portabilidade de dados e mitigação de lock-in.

Se quiser, posso:

  • Converter este questionário em um documento pronto para RFP com campos preenchíveis e checklists.
  • Gerar um modelo de planilha de avaliação para 5 fornecedores, com fórmulas de pontuação ponderada.
  • Adaptar as perguntas para seu setor/regulação e metas de NFR específicas.

Prompt

Converter este questionário em um documento pronto para RFP com campos preenchíveis e checklists.

Adapta

RFP — Questionário Técnico e de Qualidade com Campos Preenchíveis e Checklists

Abaixo está um modelo completo, pronto para copiar e colar em Word ou Google Docs. Inclui:

  • Campos preenchíveis entre colchetes.
  • Checklists com caixas [ ].
  • Seções técnicas e de qualidade baseadas no seu questionário original.
  • Espaços para anexos, evidências, links e responsáveis.
  • Critérios e pesos de avaliação sugeridos.
  • Instruções para tornar o documento verdadeiramente “preenchível” (controles de conteúdo no Word, caixas de seleção no Google Docs e campos no PDF).

Se preferir, posso personalizar com seu logo, prazos, pesos e formatação corporativa.


1) Capa

RFP — Solicitação de Proposta de Software
Empresa: [Nome da Empresa]
Projeto: [Nome do Projeto]
Versão do Documento: [Versão]
Data de Emissão: [dd/mm/aaaa]
Prazo de Resposta: [dd/mm/aaaa hh:mm]
Contato Oficial (RFP Owner): [Nome, Cargo, E-mail, Telefone]

Confidencialidade: [ ] Sim, NDA anexo [ ] Não, público
NDA: [ ] Assinado [ ] Pendente
Referência Interna: [Código/ID do RFP]


2) Instruções aos Fornecedores

  • Como responder:
    1. Preencha todos os campos entre colchetes [ ] e marque as caixas aplicáveis.
    2. Anexe evidências, referências e documentos solicitados nas seções específicas.
    3. Utilize o “Bloco de Resposta Padrão” descrito abaixo para cada pergunta.
  • Entrega:
    Canal de submissão: [E-mail/Portal/Link]
    Formatos aceitos: [PDF, DOCX, XLSX]
    Idioma: [Português/Outro]
    Prazo final: [dd/mm/aaaa hh:mm] (horário local do solicitante)
  • Esclarecimentos:
    Período de Q&A: [dd/mm a dd/mm]
    Canal de dúvidas: [E-mail/Portal]
    Último dia para perguntas: [dd/mm/aaaa]
  • Regras:
    [ ] Confirmo que a proposta permanecerá válida por [xx] dias.
    [ ] Aceito as condições do RFP, incluindo critérios de avaliação e prazos.
    [ ] Confirmo que não há conflito de interesse.

3) Ficha do Fornecedor (Preenchimento Obrigatório)

Razão Social: [ ]
Nome Fantasia: [ ]
CNPJ: [ ]
Endereço: [ ]
Responsável Técnico: [Nome, Cargo, E-mail, Telefone]
Responsável Comercial: [Nome, Cargo, E-mail, Telefone]
Site: [ ]
Tempo de mercado (anos): [ ]
Número de colaboradores: [ ]
Clientes relevantes no mesmo setor: [ ]
Certificações corporativas (ex.: ISO 27001, SOC 2): [ ]
Ambiente(s) de entrega: [ ] SaaS [ ] On-premises [ ] Híbrido
Localização de dados (regiões/países): [ ]
Parceiros tecnológicos-chave: [ ]
Concorda com POC (prova de conceito) se necessário? [ ] Sim [ ] Não — Observações: [ ]


4) Como preencher cada pergunta (Bloco de Resposta Padrão)

Para cada pergunta da RFP, use o seguinte bloco:

  • Conformidade: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende [ ] Em roadmap até: [mm/aaaa] [ ] Requer customização
  • Resposta narrativa (detalhada): [Texto livre]
  • Evidências anexadas: [Lista de anexos]
  • Links de referência (docs, catálogos, whitepapers): [URLs]
  • Normas e melhores práticas citadas (ex.: ISO 27001, OWASP ASVS, NIST, LGPD/GDPR, ITIL, ISO 25010): [ ]
  • Métricas ou SLAs aplicáveis: [ ]
  • Riscos e premissas: [ ]
  • Esforço estimado (se aplicável): [Horas/Semanas]
  • Responsável pela resposta: [Nome/Cargo]
  • Observações: [ ]

5) Questionário Técnico e de Qualidade (Campos Preenchíveis)

Use o “Bloco de Resposta Padrão” logo abaixo de cada subpergunta.

5.1 Alinhamento com as Tecnologias Definidas

  1. Quais tecnologias são suportadas pela solução proposta?
  • Pilha principal (linguagens, frameworks, runtimes): [ ]
  • Sistemas operacionais/containers suportados: [ ]
  • Protocolos e padrões: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Como a solução se integra às nossas tecnologias existentes (APIs, bancos de dados, etc.)?
  • Catálogo de integrações prontas (out-of-the-box): [ ]
  • Suporte a APIs REST/GraphQL/gRPC/Webhooks: [ ]
  • Conectores para bancos de dados (ex.: PostgreSQL, Oracle, SQL Server, MongoDB): [ ]
  • Mecanismos de autenticação e SSO (ex.: SAML, OIDC): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Quais são os requisitos de infraestrutura para a solução?
  • Requisitos mínimos (CPU, RAM, storage, rede): [ ]
  • Dependências de terceiros (filas, cache, IAM, CDN): [ ]
  • Suporte multi-cloud (AWS, Azure, GCP) e on-premises: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.2 Definição da Arquitetura de Solução

  1. Descreva a arquitetura geral da solução proposta.
  • Diagrama de alto nível (anexar): [ ]
  • Padrões arquiteturais (ex.: microsserviços, hexagonal, event-driven): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Como a solução é escalável e flexível para atender a demandas futuras?
  • Estratégia de escalabilidade (horizontal/vertical, auto-scaling): [ ]
  • Observabilidade e capacity planning: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Quais são os principais componentes da solução e como eles interagem?
  • Catálogo de componentes, responsabilidades e interfaces: [ ]
  • Fluxos principais (sincrono/assíncrono): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.3 Segurança e Compliance

  1. Quais medidas de segurança são implementadas para proteger dados e garantir conformidade (LGPD, GDPR etc.)?
  • Controles: criptografia em repouso e em trânsito; segregação; DLP; MDM; MAM; IAM; RBAC/ABAC: [ ]
  • Governança de dados pessoais e sensíveis: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Como a solução previne e responde a incidentes de segurança?
  • Programas de detecção e resposta (EDR, SIEM, SOAR), SOC 24×7: [ ]
  • Processo de gestão de incidentes (SLAs, comunicação, RCA): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Quais certificações ou padrões de segurança a solução adere (ISO 27001, SOC 2, PCI DSS etc.)?
  • Escopo das certificações e validade: [ ]
  • Resultados de pentest ou avaliações independentes (anexar sumário): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.4 Arquitetura de Dados

  1. Descreva o modelo de dados utilizado.
  • Diagrama conceitual/lógico (anexar): [ ]
  • Principais entidades, relacionamentos e cardinalidades: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Como os dados são armazenados, processados e transferidos?
  • Tecnologias de armazenamento, ETL/ELT, streaming: [ ]
  • Criptografia, mascaramento, tokenização: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Políticas de retenção e exclusão de dados.
  • Tabelas de retenção por categoria de dado: [ ]
  • Procedimentos de deleção/anonimização, provas de execução: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.5 Requisitos Não Funcionais

  1. Métricas de performance esperadas (tempo de resposta, throughput etc.).
  • Cenários de carga, metas de p95/p99, TPS/RPS: [ ]
  • Resultados de testes de performance (anexar): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Usabilidade, acessibilidade e internacionalização.
  • Conformidade com WCAG 2.1 AA; i18n e l10n; Idiomas suportados: [ ]
  • Pesquisa com usuários/personas e heurísticas aplicadas: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Disponibilidade e recuperação de desastres.
  • SLA de uptime; RPO/RTO; topologia multi-AZ/região: [ ]
  • Testes de DR, backups e restaurações periódicas: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.6 Estratégia de Implementação

  1. Plano de implementação com cronograma e marcos.
  • Fases, milestones, entregáveis, recursos: [ ]
  • Diagrama de Gantt ou roadmap (anexar): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Principais riscos e mitigação.
  • Riscos técnicos, organizacionais, dependências: [ ]
  • Planos de mitigação e gatilhos de ação: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Transferência de conhecimento para equipe interna.
  • Treinamentos, documentação, manuais, KT plan: [ ]
  • Critérios de aceite da transferência: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.7 Operação e Sustentação

  1. Requisitos para operação e manutenção contínua.
  • Papéis e responsabilidades (RACI): [ ]
  • Janela de manutenção e processos ITIL (Incidente, Problema, Mudança): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Tratamento de problemas e solicitações de mudança pós-implementação.
  • Fluxos, SLAs, priorização, backlog e versionamento: [ ]
  • Comunicação e status reports: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Planos de atualizações e melhorias futuras.
  • Politica de releases, compatibilidade, depreciação: [ ]
  • Roadmap de 12 a 24 meses: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.8 Análise de Riscos

  1. Riscos principais e mitigação.
  • Lista priorizada (probabilidade x impacto): [ ]
  • Medidas preventivas e detectivas: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Planos de contingência em falhas críticas ou cenários adversos.
  • Ações de contingência por cenário; acionamento; comunicação: [ ]
  • Critérios de retorno à normalidade: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.9 Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software (SDLC)

  1. Processo de desenvolvimento de software utilizado.
  • Metodologia (Agile, Scrum, Kanban, DevOps), cadência de sprints: [ ]
  • Integração e entrega contínua (CI/CD), ramificações git: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Práticas de garantia de qualidade no SDLC.
  • Revisão de código, testes unitários/integrados/e2e, coverage: [ ]
  • Qualidade de código (linters, SAST, DAST, SCA): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Testes, revisão de código e integração contínua.
  • Ambientes (DEV, QA, UAT, PROD), gates de qualidade: [ ]
  • Ferramentas de pipeline, políticas de aprovação: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

6) Seções Opcionais (Recomendadas)

  • Requisitos de Suporte e SLAs
    • Horário de atendimento: [ ] 8×5 [ ] 24×7 [ ] Híbrido
    • Canais: [ ] Portal [ ] E-mail [ ] Telefone [ ] Chat
    • SLAs por severidade (S1/S2/S3): [ ]
    • Escalação e comunicação: [ ]
  • Termos Comerciais (resumo)
    • Modelo de licenciamento: [ ] Usuário [ ] Volume [ ] Consumo [ ] Híbrido
    • Preços e descontos: [ ]
    • Reajuste anual e índices: [ ]
    • Condições de pagamento: [ ]
    • Impostos e retenções: [ ]
    • Cláusulas de rescisão e multas: [ ]
  • Estratégia de Saída e Portabilidade
    • Exportação de dados (formatos, prazos, custos): [ ]
    • Apoio à migração e descarte seguro: [ ]
  • Prova de Conceito (POC)
    • Escopo e objetivos: [ ]
    • Critérios de sucesso (KPIs/NFRs): [ ]
    • Ambiente e dados: [ ]
    • Prazo e recursos: [ ]

7) Checklist de Conformidade do Fornecedor

Marque por seção (comente em Observações quando “Parcial”):

  • Tecnologias e Integrações: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Arquitetura de Solução: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Segurança e Compliance: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Arquitetura de Dados: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Requisitos Não Funcionais: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Implementação: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Operação e Sustentação: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Análise de Riscos: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • SDLC e Qualidade: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende

Observações gerais: [ ]


8) Anexos Exigidos

  • Diagrama de arquitetura (alto nível): [ ] Anexado [ ] N/A
  • Modelo de dados (conceitual/lógico): [ ] Anexado [ ] N/A
  • Políticas de segurança e privacidade: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Certificados (ISO 27001, SOC 2, outros): [ ] Anexado [ ] N/A
  • Relatório de pentest ou sumário executivo: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Resultados de testes de performance: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Plano de implementação (cronograma): [ ] Anexado [ ] N/A
  • Plano de DR/BCP: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Amostras de documentação de usuário/admin: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Referências de clientes (contatos): [ ] Anexado [ ] N/A

Outros anexos: [ ]


9) Critérios e Pesos de Avaliação (Sugeridos)

Nota de 0 a 5 por critério. Multiplique pela ponderação para a pontuação final. Ajuste os pesos conforme a prioridade do seu projeto.

  • Alinhamento com Tecnologias: 10%
  • Arquitetura de Solução: 15%
  • Segurança e Compliance: 20%
  • Arquitetura de Dados: 10%
  • Requisitos Não Funcionais: 15%
  • Estratégia de Implementação: 10%
  • Operação e Sustentação: 10%
  • Análise de Riscos: 5%
  • SDLC e Qualidade: 5%
  • Custo Total de Propriedade (TCO): [0–20% adicional, se aplicável]
  • Aderência a POC (se realizada): [0–15% adicional, se aplicável]

Instruções de pontuação:

  • 0 = Não atende; 1 = Atende muito parcialmente; 2 = Atende parcialmente; 3 = Atende com pequenas lacunas; 4 = Atende bem; 5 = Excede requisitos/segue melhores práticas e evidências sólidas.

Comentários do Comitê de Avaliação: [ ]


10) Declarações e Assinaturas

  • Declaro que as informações fornecidas são verdadeiras e completas conforme nosso melhor conhecimento.
    Nome e Cargo do signatário: [ ]
    Assinatura: [ ]
    Data: [dd/mm/aaaa]
  • Contato para futuras comunicações sobre esta proposta: [ ]

11) Instruções para Transformar em Documento “Preenchível”

  • No Microsoft Word (recomendado)
    1. Exibir a guia Desenvolvedor (Opções do Word > Personalizar Faixa de Opções > marque Desenvolvedor).
    2. Selecione cada campo entre colchetes e substitua por um “Controle de Conteúdo de Texto Rico” ou “Texto Simples”.
    3. Para checklists, insira “Controle de Conteúdo de Caixa de Seleção”.
    4. Para datas, use “Controle de Conteúdo de Data”.
    5. Opcional: Proteger o documento (Restringir Edição) para permitir apenas preenchimento dos campos.
    6. Salve em DOCX e, se necessário, exporte para PDF.
  • No Google Docs
    1. Use Inserir > Caixa de seleção para os checklists [ ].
    2. Para campos de texto, mantenha os colchetes [ ] como áreas de digitação ou use linhas sublinhadas.
    3. Se precisar de formulário web, considere Google Forms e anexe instruções e campos equivalentes.
  • Em PDF (Adobe Acrobat ou similar)
    1. Exportar o DOCX do Word.
    2. No Acrobat, use “Preparar Formulário” para detectar campos automaticamente.
    3. Ajuste tipos de campo (texto, data, checkbox) e propriedades.
    4. Salve o PDF com campos preenchíveis.

Dica: Caso trabalhe com vários fornecedores, numere as versões e mantenha uma pasta por fornecedor com subpastas para anexos e evidências.


12) Como quer prosseguir?

Posso:

  • Entregar uma versão DOCX com controles de conteúdo já inseridos e checkboxes prontos.
  • Gerar uma planilha de avaliação com pesos, notas e cálculo automático para até 5 fornecedores.
  • Adaptar o documento ao seu setor (ex.: financeiro, saúde, governo) e acrescentar requisitos regulatórios específicos.

Se desejar usar recursos da plataforma:

  • Para trabalhar este documento diretamente aqui, você pode fazer o upload do arquivo .docx ou .pdf e ativar a função Documentos (até 5 arquivos do mesmo tipo, máximo 30 MB cada).
  • Para a planilha de avaliação, suba um .xlsx e ative a função Planilhas; eu monto fórmulas e validações para sua equipe.
  • Se precisar anexar imagens de diagramas para revisão, ative a função Vision e envie as imagens relacionadas.

Quer que eu já devolva este RFP em DOCX com campos e checklists prontos, e uma planilha de avaliação com pesos sugeridos? Se sim, me informe:

  • Nome da empresa e do projeto
  • Prazo de submissão
  • Pesos definitivos por seção
  • SLAs-alvo (uptime, tempos de resposta)
  • Escopo de POC (se houver)
  • Idiomas necessários e regiões de hospedagem preferidas

Prompt Partição Linux

Prompt

Estou criando uma VM na Azure, com Linux. Estou com extrema dúvida com relação à configuração das partições do disco. Estou usando um disco de 200GB e pretendo rodar uma aplicação Python com Docker. Defina a melhor configuração das partições (/, /home, /boot, /tmp, /usr, /var, etc).

ChatGPT (Adapta)

Aqui vai um guia completo e prático para particionar um Linux na Azure (disco de 200 GB) visando rodar uma aplicação Python em Docker, com foco em segurança, facilidade de manutenção e espaço adequado para imagens/volumes.

Resumo rápido (recomendação direta)

  • Sistema de arquivos: ext4 (simples e sem pegadinhas). Se optar por XFS, garanta ftype=1 no /var/lib/docker.
  • Layout recomendado (com LVM):
    • EFI (Gen2): /boot/efi — 550 MB (FAT32)
    • /boot — 1 GB (ext4)
    • swap — 8–16 GB (em geral 1x a RAM até 16 GB; sem hibernação)
    • / — 40 GB (ext4)
    • /var/lib/docker — 120 GB (ext4)
    • /var/log — 8 GB (ext4)
    • /home — 10 GB (ext4)
    • /tmp — tmpfs 2–4 GB (não em disco; memória)
    • Reserva livre no VG — ~5–10 GB para crescimento futuro
  • Opções de montagem (segurança e performance):
    • /: defaults,noatime
    • /boot: nodev
    • /tmp: tmpfs,size=4G,noexec,nodev,nosuid
    • /var/log: nodev,nosuid,noexec
    • /var/lib/docker: defaults,noatime (não usar noexec aqui)
  • Docker: usar overlay2; configurar rotação de logs (max-size=100m, max-file=5).
  • Azure: use o disco temporário (normalmente /dev/sdb, montado em /mnt ou /mnt/resource) só para swap temporária e caches. Não coloque dados persistentes nem /var/lib/docker ali.

Por que esse layout?

  • Docker consome pesado em /var/lib/docker (imagens, camadas, volumes). Dedicar um LV/partição ajuda a evitar que o host “morra” por falta de espaço no /.
  • /var/log separado evita que logs tomem a máquina. Com noexec/nodev/nosuid, reduz risco.
  • /tmp em tmpfs é rápido e não ocupa disco. Para cargas muito grandes em /tmp, ajuste o size ou redirecione a aplicação.
  • LVM permite crescer/shrink com mais segurança (especialmente crescer). Deixe um “colchão” livre no VG.
  • Manter /usr junto do / (sem separar) simplifica boot e evita problemas (muitos sistemas já assumem /usr disponível cedo).

Tamanhos sugeridos (200 GB)

  • EFI (se Gen2): 550 MB
  • /boot: 1 GB
  • swap: 8–16 GB (depende da RAM; sem hibernação)
  • / (root): 40 GB
  • /var/lib/docker: 120 GB
  • /var/log: 8 GB
  • /home: 10 GB
  • Sobra no VG: ~5–10 GB (ajuste conforme necessidade) Observação: os números são aproximados. Se você prevê muitas imagens/volumes, aumente /var/lib/docker e reduza a sobra ou /home.

Alternativas de layout (escolha conforme seu cenário)

  1. Simples e robusto (recomendado para a maioria)
  • LVM: sim
  • Partições/LVs: /boot, swap, /, /var/lib/docker, /var/log, /home, /tmp em tmpfs
  • Vantagens: segurança contra “disco cheio”, fácil de ajustar, bom para Docker
  • Desvantagens: um pouco mais de passos na configuração inicial
  1. Minimalista (tudo em / + swap) — só se você quer simplicidade extrema
  • /boot (1 GB), swap, / (todo o resto)
  • /tmp em tmpfs
  • Vantagens: simples
  • Desvantagens: se /var/lib/docker crescer demais, derruba o host; precisa de quotas ou monitoramento rigoroso
  1. Melhor prática Azure (ideal): OS + disco(s) de dados separados
  • OS disk menor (por exemplo 64–128 GB) e 1 data disk para /var/lib/docker (200 GB, Premium SSD, cache None)
  • Vantagens: isolamento, performance e backup melhores
  • Desvantagens: exige anexar outro disco (mas na Azure é fácil e recomendado)

Sistema de arquivos

  • ext4: padrão, estável e simples. Bom para tudo, inclusive Docker.
  • xfs: excelente performance com arquivos grandes; se usar em /var/lib/docker, formate com ftype=1 (obrigatório para overlay2).
  • Btrfs/ZFS: possíveis, mas aumentam a complexidade. Para produção simples em Azure, prefira ext4/xfs.

Notas específicas da Azure (importante)

  • Disco temporário (local/efêmero): aparece como /dev/sdb e monta em /mnt ou /mnt/resource (em Ubuntu). Use para swap temporária, cache de build, pip cache. Dados podem sumir a qualquer momento (reinício, realocação).
  • TRIM/Discard: mantenha o fstrim.timer ativado (padrão nas distros modernas) para recuperar espaço em Managed Disks.
  • Tipo de disco: para Docker em produção, prefira Premium SSD ou Premium SSD v2. Defina o Host Cache do data disk de Docker como None para cargas de escrita intensas.
  • Monitoramento: use métricas de disco no Azure Monitor, crie alertas para uso > 80% em /var/lib/docker.

Exemplo de /etc/fstab Ajuste UUIDs conforme seus sistemas. Exemplo de opções sólidas:

UUID=xxxx-efi /boot/efi vfat umask=0077 0 1 UUID=xxxx-boot /boot ext4 nodev,nofail 0 2 UUID=xxxx-root / ext4 defaults,noatime,errors=remount-ro 0 1 UUID=xxxx-log /var/log ext4 nodev,nosuid,noexec,noatime 0 2 UUID=xxxx-dkr /var/lib/docker ext4 defaults,noatime 0 2 UUID=xxxx-home /home ext4 nodev,nosuid,noatime 0 2 tmpfs /tmp tmpfs defaults,size=4G,noexec,nodev,nosuid 0 0

Swap: prefira swapfile no disco temporário da Azure (se disponível) ou um LV de swap no OS disk. Exemplo de tmp-based swap:

  • Crie em /mnt (disco efêmero): sudo fallocate -l 8G /mnt/swapfile && sudo chmod 600 /mnt/swapfile && sudo mkswap /mnt/swapfile && echo “/mnt/swapfile none swap sw 0 0” | sudo tee -a /etc/fstab
  • Lembre-se: swap no disco efêmero some em eventos de realocação. Mas é aceitável para swap.

Configuração do Docker

  • Driver de storage: overlay2 (padrão nas distros recentes)
  • Mover a raiz do Docker para a partição dedicada:
    • Parar Docker: sudo systemctl stop docker
    • Garantir /var/lib/docker vazio ou mover conteúdo temporariamente
    • Montar a partição/LV em /var/lib/docker
    • Iniciar Docker: sudo systemctl start docker
  • Rotação de logs (importantíssimo, evita “/var cheio”):
    • /etc/docker/daemon.json: { “log-driver”: “json-file”, “log-opts”: { “max-size”: “100m”, “max-file”: “5” }, “storage-driver”: “overlay2” }
    • sudo systemctl daemon-reload && sudo systemctl restart docker
  • journald: limite o espaço em /var/log/journal:
    • Em /etc/systemd/journald.conf, por exemplo: SystemMaxUse=1G SystemMaxFileSize=200M
    • sudo systemctl restart systemd-journald

Passo a passo (exemplo com LVM no mesmo disco de 200 GB) Atenção: adapte a nomenclatura do disco (em muitos casos o OS disk é /dev/sda). Se a VM já veio com partições padrão, considere adicionar um data disk novo e aplicar esses passos nele em vez de reprovisionar o OS disk.

  1. Criar partições (GPT, Gen2 com UEFI)
  • ESP (FAT32, 550 MB) — se já existir, não duplique
  • /boot (ext4, 1 GB)
  • PV LVM (restante do disco)

Exemplo com parted (ajuste o dispositivo!): sudo parted /dev/sda –script
mklabel gpt
mkpart ESP fat32 1MiB 551MiB
set 1 esp on
mkpart boot ext4 551MiB 1551MiB
mkpart lvm 1551MiB 100%

  1. Preparar sistemas de arquivos e LVM sudo mkfs.vfat -F32 /dev/sda1 sudo mkfs.ext4 /dev/sda2 sudo pvcreate /dev/sda3 sudo vgcreate vg0 /dev/sda3
  2. Criar LVs (ajuste tamanhos ao seu caso) sudo lvcreate -L 40G -n lv_root vg0 sudo lvcreate -L 8G -n lv_swap vg0 # ou 16G sudo lvcreate -L 120G -n lv_docker vg0 sudo lvcreate -L 8G -n lv_log vg0 sudo lvcreate -L 10G -n lv_home vg0

deixe ~10G livres no VG (não crie tudo de uma vez)

  1. Formatar e ativar sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_root sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_docker sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_log sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_home sudo mkswap /dev/vg0/lv_swap sudo swapon /dev/vg0/lv_swap
  2. Montagem e migração (se aplicável)
  • Monte em diretórios temporários, rsync de dados atuais (se já havia sistema), atualize /etc/fstab com as opções sugeridas e reinicie.
  • Para Docker, pare o serviço, mova conteúdo (se existir) e monte o LV em /var/lib/docker.

Boas práticas adicionais

  • fstrim: verifique se está ativo: systemctl status fstrim.timer (ative se necessário)
  • logrotate: garanta políticas para logs de app e do sistema
  • Monitoramento: crie alertas no Azure Monitor para:
    • Uso de disco do LV /var/lib/docker > 80%
    • Uso de inodes (df -i)
  • Segurança de montagem:
    • Noexec/nodev/nosuid em /tmp, /var/tmp, /var/log, /home (conforme sua necessidade)
    • Não aplique noexec em /var/lib/docker
  • Backups/snapshots: snapshots do disco gerenciado são úteis. Separar /var/lib/docker em um disco de dados ajuda a gerenciar snapshots independentemente do OS.

Quando separar ainda mais?

  • /opt: se você instala muitas ferramentas fora do gerenciador de pacotes (ex.: 5–10 GB)
  • /srv ou /data: se sua aplicação escreve dados persistentes fora de volumes Docker
  • /var/lib/postgresql, /var/lib/mysql: bancos de dados em partição/disk dedicado, com IOPS/latência melhores

Se quiser a solução mais simples possível

  • Use apenas /boot (1 GB), / (resto do disco), swap, e /tmp em tmpfs.
  • Ainda assim, configure a rotação de logs do Docker e journald para evitar que / encha.
  • Essa configuração é aceitável para ambientes de teste/dev ou produção com pouco footprint de Docker.

Quer que eu gere os comandos exatos adaptados à sua distro (Ubuntu, Debian, RHEL, etc.) e ao tipo de VM Azure (Gen1/Gen2)? Me diga:

  • Distro e versão
  • Tipo da VM (Gen1 BIOS ou Gen2 UEFI)
  • Tamanho de RAM
  • Se você pode anexar um disco de dados separado para o Docker (recomendado) ou se precisa ficar só no disco de 200 GB do SO

 

Prompt

Estou criando uma VM na Azure, com Linux. Estou com extrema dúvida com relação à configuração das partições do disco. Estou usando um disco de 250GB e pretendo rodar uma aplicação Python com Docker. Defina a melhor configuração das partições (/, /home, /boot, /tmp, /usr, /var, etc). Exemplifique comandos e ações na Azure Cloud.

ONE (Adapta)

Olá! Entendo perfeitamente sua dúvida. A configuração de partições é um ponto crucial para a estabilidade e performance de qualquer sistema Linux, especialmente quando se trata de cargas de trabalho como Docker, que podem consumir bastante espaço e I/O.

Vamos abordar as melhores práticas para sua VM Linux na Azure com um disco de 250GB, focando em uma aplicação Python com Docker.


🚀 Recomendações Iniciais e Contexto Azure

Antes de mergulharmos nas partições, é fundamental entender o contexto da Azure:

  1. Disco do SO (OS Disk): Na Azure, o disco do sistema operacional geralmente é gerenciado e otimizado para o boot e arquivos do sistema. Ele pode ter um custo por GB mais elevado que discos de dados. Para produção, é recomendado mantê-lo relativamente pequeno (ex: 64GB, 128GB) e usar discos de dados adicionais para cargas de trabalho de I/O intensas ou que exigem muito espaço.
  2. Discos de Dados (Data Disks): São discos adicionais que você anexa à VM. Eles oferecem maior flexibilidade, melhor performance de I/O (especialmente com Premium SSDs) e são ideais para /var/lib/docker, bancos de dados, logs pesados, etc. Para sua carga de trabalho com Docker, a melhor prática na Azure é usar um disco de dados separado para /var/lib/docker.
  3. Disco Temporário (Temporary Disk): Toda VM Azure tem um disco local efêmero (ex: /dev/sdb, montado em /mnt ou /mnt/resource). Ele é muito rápido, mas não persistente. Se a VM for realocada, reiniciada ou desligada (não apenas reboot), os dados neste disco podem ser perdidos. Use-o apenas para swap temporária, caches de build, logs efêmeros, etc. Nunca coloque dados persistentes ou /var/lib/docker nele.

🎯 Cenário Ideal (Recomendado): OS Disk Menor + Data Disk Dedicado para Docker

Este é o cenário mais robusto e performático para Docker na Azure.

1. VM na Azure: Criação e Anexação de Discos

Ao criar sua VM, você pode manter o disco de SO padrão (ex: 64GB, 128GB) e, após a criação, adicionar um novo disco de dados de 200GB (ou o tamanho que precisar para Docker).

Ações na Azure Cloud:

  • Criação da VM: Selecione sua imagem Linux preferida (Ubuntu Server, RHEL, CentOS, Debian) e o tamanho do disco do SO (padrão de 64GB ou 128GB é suficiente).
  • Anexar Data Disk (Portal Azure):
    1. Vá para sua VM no Portal Azure.
    2. No menu esquerdo, em “Configurações”, clique em “Discos”.
    3. Clique em “+ Criar e anexar um novo disco” ou “+ Anexar disco existente”.
    4. Configure o tamanho (ex: 200 GB), tipo de armazenamento (recomendo Premium SSD para Docker), e cache do host (defina para “Nenhum” ou “Read-only” para o disco do Docker, “Nenhum” é melhor para escritas pesadas).
    5. Clique em “Salvar”.

2. Configuração de Partições no Disco do SO (Ex: 64GB)

Assumindo que o disco do SO seja /dev/sda e você esteja usando uma VM Gen2 (UEFI):

  • Particionamento: Use LVM para maior flexibilidade.
  • Sistema de Arquivos: ext4 é o padrão e muito confiável.
  • Tamanhos Sugeridos:
    • /boot/efi: 550MB (FAT32) – Necessário para VMs Gen2 (UEFI).
    • /boot: 1GB (ext4) – Armazena o kernel e arquivos de boot.
    • swap: 8GB (Linux swap) – Geralmente 1x RAM até 16GB. Se usar disco temporário, pode ser menor aqui.
    • /: 40GB (ext4) – Raiz do sistema, contém /usr, /etc, etc.
    • /var/log: 8GB (ext4) – Logs do sistema.
    • /home: 10GB (ext4) – Diretórios de usuários.
    • VG Livre: ~5GB – Deixe espaço no Volume Group para futuros LVs.

Exemplo de Comandos (dentro da VM, como root ou com sudo):

  1. Identificar o disco: Use lsblk ou fdisk -l para ver seus discos. O disco do SO é geralmente /dev/sda.
  2. Particionar o disco do SO (ex: /dev/sda) com parted (para GPT/UEFI):
    # Cuidado! Substitua /dev/sda pelo seu disco do SO se for diferente.
    # Este comando apagará TUDO no disco. Faça em uma VM nova!
    sudo parted /dev/sda --script \
      mklabel gpt \
      mkpart ESP fat32 1MiB 551MiB \
      set 1 esp on \
      mkpart boot ext4 551MiB 1551MiB \
      mkpart lvm ext4 1551MiB 100%
    
  3. Criar sistemas de arquivos para EFI e /boot:
    sudo mkfs.vfat -F32 /dev/sda1 # Para /boot/efi
    sudo mkfs.ext4 /dev/sda2     # Para /boot
    
  4. Configurar LVM no restante do disco:
    sudo pvcreate /dev/sda3         # Criar Physical Volume
    sudo vgcreate vg0 /dev/sda3     # Criar Volume Group (vg0 é um nome comum)
    
  5. Criar Logical Volumes (LVs) para o OS:
    sudo lvcreate -L 40G -n lv_root vg0      # LV para /
    sudo lvcreate -L 8G -n lv_swap vg0       # LV para swap
    sudo lvcreate -L 8G -n lv_log vg0        # LV para /var/log
    sudo lvcreate -L 10G -n lv_home vg0      # LV para /home
    # Deixe espaço livre no vg0 para expansão futura
    
  6. Criar sistemas de arquivos nos LVs:
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_root
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_log
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_home
    sudo mkswap /dev/vg0/lv_swap
    

3. Configuração de Partições no Data Disk Dedicado (Ex: 200GB)

Assumindo que o Data Disk é /dev/sdc (o próximo disponível após /dev/sda e /dev/sdb – o temporário):

  • Particionamento: Use o disco inteiro ou LVM se planeja ter mais LVs nele futuramente. Para um único uso (/var/lib/docker), uma única partição primária é suficiente.
  • Sistema de Arquivos:
    • ext4: Simples e eficaz.
    • xfs: Excelente para cargas de trabalho com muitos arquivos pequenos ou arquivos grandes, como imagens Docker. Se usar XFS para Docker, é crucial formatar com ftype=1.

Exemplo de Comandos (dentro da VM):

  1. Identificar o Data Disk: Use lsblk ou fdisk -l. Ex: /dev/sdc.
  2. Particionar o Data Disk (ex: /dev/sdc):
    # Para uma única partição cobrindo todo o disco
    sudo parted /dev/sdc --script \
      mklabel gpt \
      mkpart primary ext4 0% 100% # Ou xfs
    
  3. Criar o sistema de arquivos:
    # Opção 1: ext4 (simples)
    sudo mkfs.ext4 /dev/sdc1
    
    # Opção 2: xfs (recomendado para Docker) - IMPRESCINDÍVEL ftype=1 para overlay2
    sudo mkfs.xfs -f -i ftype=1 /dev/sdc1
    
  4. Criar o ponto de montagem e montar:
    sudo mkdir -p /var/lib/docker
    # Se você já tem Docker instalado e em uso, precisará parar o serviço,
    # mover o conteúdo existente de /var/lib/docker para um local temporário
    # (ex: /tmp/docker_backup), montar o novo disco, e depois mover de volta.
    sudo mount /dev/sdc1 /var/lib/docker
    

4. Configuração do /etc/fstab (Para ambos os discos)

É crucial adicionar as novas partições ao /etc/fstab para que sejam montadas automaticamente no boot. Use os UUIDs para garantir que a montagem seja robusta e não dependa da ordem dos discos.

  1. Obter UUIDs:
    sudo blkid
    
  2. Exemplo de /etc/fstab:
    # <file system>        <mount point>   <type>   <options>                               <dump> <pass>
    UUID=xxxxxxxx-xxxx-xxxx-xxxx-xxxxxxxxxxxx /boot/efi        vfat   umask=0077                              0 1
    UUID=yyyyyyyy-yyyy-yyyy-yyyy-yyyyyyyyyyyy /boot            ext4   nodev,nofail                            0 2
    UUID=zzzzzzzz-zzzz-zzzz-zzzz-zzzzzzzzzzzzz /                ext4   defaults,noatime,errors=remount-ro      0 1
    UUID=aaaaaaaa-aaaa-aaaa-aaaa-aaaaaaaaaaaa /var/log         ext4   nodev,nosuid,noexec,noatime             0 2
    UUID=bbbbbbbb-bbbb-bbbb-bbbb-bbbbbbbbbbbbb /var/lib/docker  ext4   defaults,noatime                        0 2 # Ou xfs
    UUID=cccccccc-cccc-cccc-cccc-cccccccccccc /home            ext4   nodev,nosuid,noatime                    0 2
    /dev/vg0/lv_swap                         none             swap   sw                                      0 0
    tmpfs                                    /tmp             tmpfs  defaults,size=4G,noexec,nodev,nosuid    0 0
    
    • noatime: Melhora a performance ao evitar atualizações de acesso a arquivos.
    • nodev, nosuid, noexec: Aumenta a segurança, impedindo execução de binários, uso de dispositivos ou setuid em partições específicas (especialmente tmp, var/log, home). NÃO use noexec em /var/lib/docker!
  3. Testar montagens: Após salvar fstab, execute sudo mount -a para testar. Se não houver erros, tudo está bem.

💻 Cenário Alternativo: Apenas um Disco de SO de 250GB

Se por algum motivo você não puder anexar um disco de dados separado e precisar usar o disco de 250GB para tudo, esta é a configuração recomendada, ainda com LVM.

1. Layout de Partições (com LVM) para 250GB

  • /boot/efi: 550MB (FAT32) – Para VMs Gen2 (UEFI).
  • /boot: 1GB (ext4) – Kernel e arquivos de boot.
  • swap: 8GB (Linux swap) – Ajuste à RAM da sua VM (1x RAM até 16GB é uma boa regra geral sem hibernação).
  • /: 50GB (ext4) – Raiz do sistema.
  • /var/lib/docker: 150GB (ext4 ou xfs) – Dedicado para imagens e volumes Docker.
  • /var/log: 8GB (ext4) – Logs do sistema.
  • /home: 10GB (ext4) – Diretórios de usuários.
  • VG Livre: ~20GB – Deixe espaço livre no Volume Group para futuras expansões.

2. Comandos de Particionamento e LVM

O processo é idêntico ao do cenário ideal, mas com os tamanhos ajustados e tudo no mesmo disco (/dev/sda).

  1. Particionar o disco (ex: /dev/sda) com parted:
    # Cuidado! Substitua /dev/sda pelo seu disco do SO se for diferente.
    sudo parted /dev/sda --script \
      mklabel gpt \
      mkpart ESP fat32 1MiB 551MiB \
      set 1 esp on \
      mkpart boot ext4 551MiB 1551MiB \
      mkpart lvm ext4 1551MiB 100%
    
  2. Criar sistemas de arquivos para EFI e /boot:
    sudo mkfs.vfat -F32 /dev/sda1 # Para /boot/efi
    sudo mkfs.ext4 /dev/sda2     # Para /boot
    
  3. Configurar LVM:
    sudo pvcreate /dev/sda3
    sudo vgcreate vg0 /dev/sda3
    
  4. Criar LVs:
    sudo lvcreate -L 50G -n lv_root vg0
    sudo lvcreate -L 8G -n lv_swap vg0
    sudo lvcreate -L 150G -n lv_docker vg0
    sudo lvcreate -L 8G -n lv_log vg0
    sudo lvcreate -L 10G -n lv_home vg0
    
  5. Criar sistemas de arquivos nos LVs:
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_root
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_docker  # Ou mkfs.xfs -f -i ftype=1 /dev/vg0/lv_docker
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_log
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_home
    sudo mkswap /dev/vg0/lv_swap
    
  6. Configurar /etc/fstab: O formato é o mesmo do cenário ideal, apenas os UUIDs e tamanhos de LV serão diferentes.
    # Exemplo (substitua UUIDs)
    UUID=xxxxxxxx-xxxx-xxxx-xxxx-xxxxxxxxxxxx /boot/efi        vfat   umask=0077                              0 1
    UUID=yyyyyyyy-yyyy-yyyy-yyyy-yyyyyyyyyyyy /boot            ext4   nodev,nofail                            0 2
    UUID=zzzzzzzz-zzzz-zzzz-zzzz-zzzzzzzzzzzzz /                ext4   defaults,noatime,errors=remount-ro      0 1
    UUID=aaaaaaaa-aaaa-aaaa-aaaa-aaaaaaaaaaaa /var/log         ext4   nodev,nosuid,noexec,noatime             0 2
    UUID=bbbbbbbb-bbbb-bbbb-bbbb-bbbbbbbbbbbbb /var/lib/docker  ext4   defaults,noatime                        0 2
    UUID=cccccccc-cccc-cccc-cccc-cccccccccccc /home            ext4   nodev,nosuid,noatime                    0 2
    /dev/vg0/lv_swap                         none             swap   sw                                      0 0
    tmpfs                                    /tmp             tmpfs  defaults,size=4G,noexec,nodev,nosuid    0 0
    

🐳 Configuração Específica para Docker

Independentemente do cenário de disco, estas configurações são cruciais para o Docker:

  1. Verificar Driver de Armazenamento: O Docker moderno usa overlay2 por padrão, que é eficiente. Verifique com docker info | grep "Storage Driver".
  2. Rotação de Logs dos Containers: Impedir que logs de containers encham o disco é vital. Crie ou edite o arquivo /etc/docker/daemon.json:
    {
      "log-driver": "json-file",
      "log-opts": {
        "max-size": "100m",
        "max-file": "5"
      },
      "storage-driver": "overlay2"
    }
    

    Isso limita cada log de container a 100MB e mantém um máximo de 5 arquivos de log (total de 500MB por container).

  3. Reiniciar Docker para aplicar as mudanças:
    sudo systemctl daemon-reload
    sudo systemctl restart docker
    

🧹 Limpeza e Boas Práticas Adicionais

  • fstrim: Ative o serviço fstrim.timer para garantir que o Linux notifique o Azure sobre blocos não utilizados, permitindo a recuperação de espaço em discos gerenciados.
    sudo systemctl enable fstrim.timer
    sudo systemctl start fstrim.timer
    
  • /tmp em tmpfs: Montar /tmp como tmpfs (sistema de arquivos baseado em RAM) é rápido, seguro e não consome espaço em disco persistente. Já está incluído nos exemplos de fstab. Ajuste size=4G conforme a RAM da sua VM.
  • Journald: Limite o tamanho dos logs do journald em /etc/systemd/journald.conf para evitar que /var/log (ou /) encha:
    [Journal]
    SystemMaxUse=1G   # Máximo de 1GB para logs do sistema
    SystemMaxFileSize=200M # Máximo de 200MB por arquivo de log
    

    Após editar, reinicie: sudo systemctl restart systemd-journald.

  • Monitoramento: Use o Azure Monitor para criar alertas de uso de disco (especialmente /var/lib/docker e /) para que você seja notificado antes que o espaço se esgote.

Espero que este guia detalhado ajude você a configurar suas partições de forma otimizada na Azure! A escolha entre usar um único disco ou um disco de dados separado para Docker é importante, e o cenário com o disco de dados dedicado é geralmente a melhor opção para produção e escalabilidade.

Se tiver mais perguntas ou quiser adaptar algo para uma distribuição Linux específica, me diga! 😊

OIC Copilot

Prompt

I need a help to create an integration, using Oracle Integration Cloud, consuming data from Oracle Database, throught JDBC and exporting as API RESTful. Can you help me to define steps and examples

Copilot

Perfect — let’s elevate your documentation so it’s not just a “how-to” but a production-ready integration guide. I’ll expand your steps to include OAuth security, pagination for large datasets, and OpenAPI/Swagger documentation so consumers can easily adopt your RESTful API.


🚀 Enhanced Documentation: Oracle Integration Cloud (OIC) → JDBC → REST API

1. Configure Secure Database Connection

  • Create a Database Adapter connection in OIC using JDBC.
  • Use Wallet/SSL if connecting to Autonomous Database.
  • Store credentials securely in OIC’s credential store.

2. Secure REST Trigger with OAuth

  • When creating the REST Adapter trigger, configure OAuth 2.0 authentication:
    • Authorization Server: Define in OIC or integrate with Oracle Identity Cloud Service (IDCS).
    • Grant Types: Typically Client Credentials for system-to-system APIs, or Authorization Code for user-facing APIs.
    • Token Validation: OIC automatically validates incoming tokens before invoking the integration.
  • Example header in request:
GET /employees/101
Authorization: Bearer <access_token>

3. Database Adapter Invocation

  • Use SELECT for queries, INSERT/UPDATE/DELETE for mutations.
  • Parameterize queries to avoid SQL injection.
  • Example query:
SELECT employee_id, name, department, salary
FROM employees
WHERE employee_id = :employeeId

4. Implement Pagination

Large datasets should not be returned in one response. Add pagination support:

  • REST Request Parameters:
    • page (default = 1)
    • pageSize (default = 50)
  • SQL with OFFSET/FETCH:
SELECT employee_id, name, department, salary
FROM employees
ORDER BY employee_id
OFFSET :offset ROWS FETCH NEXT :pageSize ROWS ONLY
  • Response Example:
{
  "page": 2,
  "pageSize": 50,
  "totalRecords": 500,
  "data": [
    { "employeeId": 151, "name": "Jane Doe", "department": "Finance" }
  ]
}

5. Error Handling

  • Map database errors to HTTP codes:
    • 404 Not Found → No record found
    • 400 Bad Request → Invalid parameters
    • 500 Internal Server Error → DB connection issues

6. Document with OpenAPI/Swagger

  • Generate an OpenAPI specification for your REST API.
  • Example snippet:
openapi: 3.0.0
info:
  title: Employee API
  version: 1.0.0
servers:
  - url: https://<OIC-instance>/ic/api/integration/v1/flows/rest/EMPLOYEES/1.0
paths:
  /employees/{id}:
    get:
      summary: Get employee by ID
      security:
        - oauth2: [read]
      parameters:
        - name: id
          in: path
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          scopes:
            read: Read employee data
            write: Modify employee data

✅ Best Practices Recap

  • 🔒 OAuth 2.0 for secure access
  • 📄 Pagination to handle large datasets
  • 📘 OpenAPI/Swagger for developer adoption
  • 🛡️ Error mapping for predictable responses
  • Parameterization to prevent SQL injection

👉 Would you like me to draft a full OpenAPI spec file for your Employee API (with GET, POST, PUT, DELETE endpoints), so you can import it directly into Swagger UI or API Gateway?

LeanIX Example

Prompt

Create a comprehensive example of a full Inventory for LeanIX, specifically tailored to the Human Resources (HR) domain. The inventory should include all relevant objects and demonstrate their interconnections. Please include the following components:

1. **Organization**: Define the HR department’s organizational structure, including:
– Department hierarchy (e.g., HR Director, Recruitment Manager, Training Manager)
– Key roles and responsibilities

2. **Business Capability**: Identify and describe key HR business capabilities, such as:
– Recruitment and Talent Acquisition
– Employee Onboarding
– Performance Management
– Training and Development
– Employee Engagement and Retention

3. **Business Context**: Outline the business context in which HR operates, including:
– Relevant business processes (e.g., hiring, employee data management, benefits administration)
– External factors influencing HR (e.g., labor laws, market trends)

4. **Data Object**: Define critical HR data objects, such as:
– Employee Records
– Job Descriptions
– Performance Reviews
– Training Records
– Payroll Information

5. **Application**: List and describe HR applications or systems used, including:
– HR Information System (HRIS)
– Recruitment Software
– Performance Management Tools
– Learning Management System (LMS)
– Time and Attendance Tracking Systems

6. **Interface**: Identify interfaces between HR applications and other systems, such as:
– Integration between HRIS and Payroll Systems
– API connections between Recruitment Software and Job Boards
– Single Sign-On (SSO) integration for HR applications

7. **IT Component**: Specify IT components supporting HR functions, including:
– Servers hosting HR applications
– Database management systems for HR data
– Cloud services used for HR (e.g., AWS for HRIS)

8. **Relationship Mapping**: Demonstrate how these inventory objects relate to each other. For example:
– How a Business Capability (e.g., Recruitment) is supported by Applications (e.g., Recruitment Software) and Data Objects (e.g., Job Descriptions)
– How Interfaces enable data flow between Applications and IT Components

9. **Additional Elements**: Include any other relevant LeanIX inventory objects that apply to the HR domain, such as:
– **Business Process**: Detailed workflows for HR processes
– **Technical Component**: Specific technologies used (e.g., programming languages, frameworks)

The example should be structured, detailed, and clearly illustrate the interconnectedness of the various inventory objects within the HR context. Ensure that the example is realistic and reflects common practices in HR management.

Abacus.AI

Overview

Below is a fictitious but realistic LeanIX inventory for the HR domain of “Acme Corporation”.
It is structured by LeanIX-style Fact Sheet types (Organization, Business Capability, Business Process, Application, Data Object, IT Component, Interface, etc.) and shows the end-to-end relationships.


1. Organization (HR Department Structure)

1.1 Organizational Units (LeanIX: Organization Fact Sheets)

Top-level Organization:

  • Name: Corporate Functions
  • Children:
    • Finance
    • Legal
    • Human Resources (HR)

HR Sub-structure:

  1. Human Resources (HR)
    • HR Leadership & Strategy
      • HR Director
      • HR Business Partners (by region or business unit)
    • Talent Acquisition & Employer Branding
      • Recruitment Manager
      • Talent Sourcers
      • Recruitment Coordinators
    • People Operations & HR Services
      • HR Operations Manager
      • HR Generalists
      • HR Administrators
    • Learning, Training & Development
      • Training Manager
      • L&D Specialists
    • Performance, Compensation & Benefits
      • Performance & Rewards Manager
      • Compensation Analysts
      • Benefits Specialists
    • Employee Relations & Engagement
      • Employee Relations Manager
      • Engagement Specialists
    • HR Systems & Analytics
      • HRIS Manager
      • HR Data Analysts
      • HR Tech Support

1.2 Key Roles & Responsibilities (examples)

  • HR Director
    • Defines HR strategy and roadmap
    • Owns HR Business Capabilities & Processes in LeanIX
    • Approves major HR system changes
  • Recruitment Manager
    • Owns Talent Acquisition processes and capabilities
    • Application owner for Recruitment Software (ATS)
    • Ensures compliance with hiring policies
  • Training Manager
    • Owns Training & Development processes
    • Business owner for LMS
    • Ensures learning content meets regulatory and business needs
  • HR Operations Manager
    • Owns Employee Data Management, Onboarding, Offboarding
    • Functional owner for HRIS
  • HRIS Manager
    • Technical owner of HRIS and HR integrations
    • Coordinates with IT for infrastructure, security, and upgrades

2. Business Capabilities (LeanIX: Business Capability)

2.1 Level-1 / Level-2 HR Capabilities

L1 Capability L2 Capability (examples) Description
HR Strategy & Governance Workforce Planning, HR Policy Management Strategic HR planning, policies, governance
Talent Acquisition Recruitment & Talent Acquisition Attract & hire talent, manage candidate lifecycle
Employer Branding Maintain employer reputation, careers site
Onboarding & Offboarding Employee Onboarding New hire setup, provisioning, orientation
Employee Offboarding Exits, knowledge transfer, access revocation
Workforce Administration Employee Data Management, Position Management Maintain core HR master data
Performance & Rewards Performance Management Set goals, evaluate performance, feedback cycles
Compensation & Benefits Management Salary structures, bonuses, benefits
Learning & Development Training & Development Learning programs, compliance training
Career & Succession Management Talent pools, succession plans
Employee Experience Employee Engagement & Retention Engagement surveys, initiatives, recognition
HR Compliance & Risk HR Compliance, Labor Relations Labor law adherence, unions, audits
HR Analytics & Reporting People Analytics, HR Dashboards HR KPIs, predictive analytics

Each capability in LeanIX can be linked to:

  • Owning Organization (e.g., Talent Acquisition ↔ Talent Acquisition & Employer Branding)
  • Business Processes
  • Supporting Applications
  • Consumed/produced Data Objects

3. Business Context (LeanIX: Business Context, Business Process)

3.1 Key HR Business Processes

Example Business Process Fact Sheets (often L2 or L3 beneath a value stream):

  • End-to-End Hiring Process
    • Requisition Creation & Approval
    • Job Posting & Sourcing
    • Candidate Screening & Interviewing
    • Offer Management & Contract Signing
    • Pre-boarding (pre-start checks, background checks)
  • Employee Onboarding Process
    • New Hire Data Collection
    • Account & Access Provisioning (SSO, email, applications)
    • Orientation & Welcome Session
    • Training Plan Assignment (LMS)
    • Probation Period Evaluations
  • Employee Data Management Process
    • Master Data Maintenance (name, address, job, manager)
    • Organization & Position Changes
    • Document Management (contracts, agreements)
  • Performance Management Cycle
    • Goal Setting
    • Mid-year Check-ins
    • Year-end Appraisals
    • Calibration & Rewards Input
  • Training & Development Process
    • Training Needs Analysis
    • Course Design & Approval
    • Training Delivery (classroom/e-learning)
    • Training Evaluation & Follow-up
  • Benefits & Payroll Process
    • Benefits Enrollment
    • Payroll Data Preparation (time, allowances)
    • Payroll Processing & Verification
    • Payslip Distribution & Queries
  • Employee Engagement & Retention Process
    • Survey Design & Distribution
    • Action Planning & Follow-up
    • Recognition Programs
    • Exit Interviews & Retention Analytics

Each process is linked in LeanIX to:

  • Business Capability (e.g., End-to-End Hiring ↔ Talent Acquisition)
  • Applications (ATS, HRIS, Payroll, LMS, Engagement Tool)
  • Data Objects (e.g., Candidate Profile, Employee Record)
  • Organization (process owners)

3.2 External Business Context

Typical external factors (modeled as attributes / references in Processes or Capabilities):

  • Labor & Employment Laws:
    • National labor laws (working hours, minimum wage, overtime)
    • Equal Employment Opportunity (EEO) / anti-discrimination regulations
    • Data privacy (e.g., GDPR, local privacy acts)
    • Health & Safety regulations
  • Market Trends:
    • Talent shortages in key roles
    • Remote/hybrid work patterns
    • Gig economy & contingent workforce
    • Evolving skills requirements (digital skills, AI literacy)
  • Industry Requirements:
    • Industry-specific certifications (e.g., safety, compliance)
    • Union agreements or collective bargaining

These are typically reflected as constraints/attributes on:

  • Business Processes (e.g., “Hiring – must retain candidate data no longer than X months”)
  • Data Objects (retention rules, legal basis)
  • Applications (compliance certifications, data residency)

4. Data Objects (LeanIX: Data Object)

4.1 Core HR Data Objects

Data Object Description Key Attributes (examples) Primary Systems Sensitivity
Employee Record Master record of an employee Employee ID, Name, Contact, Job, Manager, Org Unit, Start/End Dates HRIS (master), Payroll, LMS, Performance Tool Highly confidential (PII)
Candidate Profile All data related to an applicant Name, CV, Source, Status, Interviews, Offers ATS Confidential (PII, retention-limited)
Job Requisition Opening request for a position Position, Department, Location, Hiring Manager, Budget, Status ATS, HRIS Internal confidential
Job Description Role responsibilities and requirements Title, Mission, Responsibilities, Required Skills, Grade HRIS / Document Mgmt, ATS Internal
Performance Review Periodic evaluation data Period, Goals, Ratings, Manager Comments Performance Mgmt Tool, HRIS snapshot Confidential
Goal / Objective Individual or team goals Description, Weight, Target Date, KPI Performance Mgmt Tool Internal
Training Record Training completion record Employee, Course, Completion Date, Score, Certificate LMS, HRIS (sync) Internal/confidential (compliance-relevant)
Training Catalog Available courses Course ID, Title, Type, Owner, Tags LMS Internal
Payroll Information Pay & deduction details Salary, Bonus, Taxes, Deductions Payroll System, HRIS (read-only subset) Highly confidential
Time & Attendance Record Recorded hours & absences Employee, Date, Hours, Overtime, Leave Type T&A System, Payroll, HRIS Confidential
Benefits Enrollment Selected benefits per employee Plans, Coverages, Beneficiaries Benefits / Payroll System, HRIS Confidential
Engagement Survey Response Employee feedback Survey ID, Responses, Scores, Comments Engagement Platform Confidential / anonymized in analytics

These Data Objects are mapped to:

  • Applications that create/own them
  • Business Processes that use them
  • IT Components (DBMS, storage) where they are stored
  • Risk/compliance attributes (privacy, retention, classification)

5. Applications (LeanIX: Application)

5.1 Core HR Application Landscape

  1. HRIS – “Acme HR Core”
    • Type: HR Information System (system-of-record for employees)
    • Capabilities supported:
      • Workforce Administration
      • Employee Onboarding & Offboarding
      • Organization & Position Management
      • Basic Time-Off Management
    • Key Data Objects: Employee Record, Job Description (link), Org Structure, Benefits Enrollment (subset)
    • Main Users: HR Ops, HR Business Partners, Managers (self-service), Employees (self-service)
    • Lifecycle: In Use (core strategic system)
    • Interfaces:
      • Outbound to Payroll System
      • Outbound to LMS
      • Outbound to T&A System
      • Outbound to Identity Provider (for SSO user provisioning)
    • Hosting: SaaS (e.g. Workday / SAP SuccessFactors-style)
  2. ATS – “Acme Talent Recruit”
    • Type: Recruitment / Applicant Tracking System
    • Capabilities supported: Recruitment & Talent Acquisition, Employer Branding
    • Key Data Objects: Candidate Profile, Job Requisition, Offers
    • Main Users: Recruiters, Hiring Managers, HRBP
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (positions & org data for requisitions)
      • Outbound to HRIS (create new Employee Record on hire)
      • Outbound to external job boards via APIs
      • Inbound from SSO (authentication)
    • Hosting: SaaS
  3. Performance Management Tool – “Acme Performance”
    • Type: Performance & Goal Management
    • Capabilities supported: Performance Management, Goals & Objectives, Succession Planning (partial)
    • Key Data Objects: Performance Review, Goal / Objective
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (Employee, Org, Manager hierarchy)
      • Optional outbound to HRIS (store final rating, promotion recommendations)
      • Inbound from SSO
    • Hosting: SaaS
  4. LMS – “Acme Learning Hub”
    • Type: Learning Management System
    • Capabilities supported: Training & Development, Compliance Training
    • Key Data Objects: Training Catalog, Training Record
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (employees, org structure)
      • Outbound to HRIS (training completion summary)
      • Inbound from SSO
    • Hosting: Cloud (SaaS or IaaS-based)
  5. Time & Attendance – “Acme TimeTrack”
    • Type: Time & Attendance Tracking
    • Capabilities supported: Time & Attendance, Absence Management
    • Key Data Objects: Time & Attendance Record
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (employees)
      • Outbound to Payroll (approved time data)
      • Inbound from SSO
    • Hosting: Vendor SaaS
  6. Payroll System – “Acme Pay”
    • Type: Payroll & Benefits Administration
    • Capabilities supported: Payroll Processing, Benefits & Deductions, Tax Reporting
    • Key Data Objects: Payroll Information, Benefits Enrollment
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (employee master data)
      • Inbound from T&A system (hours/overtime)
      • Outbound to HRIS (net salary, cost center allocation)
    • Hosting: On-premise or hosted managed service (example)
  7. Engagement Platform – “Acme Pulse”
    • Type: Employee Engagement & Survey Tool
    • Capabilities supported: Employee Engagement & Retention, Pulse Surveys, Recognition
    • Key Data Objects: Engagement Survey Response, Engagement Scores
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (employee list, org structure)
      • Inbound from SSO
    • Hosting: SaaS
  8. Document Management – “Acme HR Docs” (optional but common)
    • Stores contracts, policies, signed forms.
    • Integrated with HRIS (employee docs linked to Employee Record).

Each Application Fact Sheet in LeanIX is linked to:

  • Business Capabilities it supports (functional fit)
  • Business Processes it implements
  • Consumed/produced Data Objects
  • Underlying IT Components (DBMS, OS, cloud platform)
  • Provider (Vendor), Lifecycle, Technical/Functional quality

6. Interfaces (LeanIX: Interface)

6.1 Key Integrations

Interface Name Source App Target App Type Frequency Main Data Objects Direction
HRIS → Payroll Master Data Sync Acme HR Core Acme Pay API / SFTP Daily / On Change Employee Record, Org Data Outbound
T&A → Payroll Time Data Export Acme TimeTrack Acme Pay File / API Per pay period Time & Attendance Record Outbound
ATS → HRIS New Hires Acme Talent Recruit Acme HR Core API Event-based Candidate Profile → Employee Record Outbound
HRIS → LMS Learner Sync Acme HR Core Acme Learning Hub API / SCIM Daily / On Change Employee Record, Org Outbound
LMS → HRIS Training Completion Acme Learning Hub Acme HR Core API / File Daily Training Record Outbound
HRIS → Performance Mgmt Employee Sync Acme HR Core Acme Performance API / File Daily / On Change Employee Record, Org, Manager Outbound
Perf Mgmt → HRIS Final Ratings Acme Performance Acme HR Core API / File Cycle-end Performance Review (summary) Outbound
HRIS → Engagement Platform Acme HR Core Acme Pulse API / SCIM Daily Employee Record (minimal) Outbound
SSO / IdP → HR Apps IdP (e.g. Okta/AAD) All HR Apps SAML/OIDC On login Authentication / tokens N/A
ATS → External Job Boards Acme Talent Recruit Job Boards (3rd p.) REST API Event-based Job Requisition, Job Description Outbound

Each Interface in LeanIX is linked to:

  • Source and target Applications
  • Data Objects moved
  • IT Components used (e.g., iPaaS, ESB, API Gateway)
  • Security attributes (encryption, auth method)

7. IT Components (LeanIX: IT Component / Technical Component)

7.1 Infrastructure & Platforms

Examples of IT Component Fact Sheets:

  • AWS EC2 – HR Application Servers
    • Type: IaaS Compute
    • Used by: Payroll (if hosted), Integration Middleware
    • Linked Applications: Acme Pay (if not SaaS), Integration Hub
  • AWS RDS – HR Database Cluster
    • Type: DBaaS (e.g., PostgreSQL)
    • Used by: Acme Pay, Integration Hub, HR Reporting Datamart
    • Data Objects: Employee Record (replica), Payroll Information
  • Integration Platform – “Acme Integration Hub”
    • Type: iPaaS / ESB (e.g., Mulesoft, Boomi)
    • Supports: All API / file-based HR integrations
    • Linked to Interfaces (HRIS ↔ Payroll, ATS ↔ HRIS, etc.)
  • Identity Provider – “Acme IdP (Okta/Azure AD)”
    • Type: SSO / IAM (Technical Component)
    • Used by: All HR Apps
    • Capabilities: SAML/OIDC, SCIM provisioning
  • Object Storage – “Acme HR Archive Storage”
    • Type: Cloud Object Storage (e.g., AWS S3)
    • Used for: Export files, historical reports, backup archives
    • Data Objects: Historical Payroll Information, anonymized HR datasets

7.2 Software & Technical Components

  • PostgreSQL DBMS
    • Used by: Payroll, HR Reporting Datamart
  • Java / Spring Boot
    • Used by: Custom integrations, HR portals
  • Node.js / React
    • Used by: Custom Employee Self-Service extensions
  • Kafka (optional)
    • Event streaming for HR events (new hire, org change) to other systems

Each IT Component is:

  • linked to Applications using it
  • linked to Interfaces if they rely on middleware/gateways
  • given lifecycle, technical risk, and ownership (IT Ops / Platform team)

8. Relationship Mapping (End-to-End Examples)

8.1 Capability: Recruitment & Talent Acquisition

Trace 1 – From Capability to Infrastructure

  1. Business Capability:
    • Talent Acquisition → Recruitment & Talent Acquisition
  2. Related Business Processes:
    • End-to-End Hiring Process
    • Requisition Creation & Approval
    • Job Posting & Sourcing
    • Interview Management
    • Offer Management
  3. Supporting Applications:
    • Acme Talent Recruit (ATS) – Primary
    • Acme HR Core (HRIS) – for positions, hiring manager, org data
    • Acme HR Docs – for storing signed offers/contracts
    • Job boards – external systems via interfaces
  4. Key Data Objects & Ownership:
    • Job Requisition (primary in ATS, reference in HRIS)
    • Job Description (maintained in HRIS / DMS, replicated to ATS)
    • Candidate Profile (primary in ATS)
    • Employee Record (created in HRIS once candidate is hired)
  5. Interfaces:
    • HRIS → ATS (Org structure, open positions, Hiring Manager)
    • ATS → HRIS (New hire creation)
    • ATS → Job Boards (job postings)
    • SSO → ATS (authentication)
  6. IT Components:
    • ATS SaaS platform (vendor-managed)
    • Integration Hub (for HRIS ↔ ATS API flows)
    • IdP (SSO)
    • Object Storage (archived CVs, if applicable)

LeanIX Object Links:

  • Business Capability: Recruitment & Talent Acquisition
    • realizesBusiness Process: End-to-End Hiring
    • is realized byApplication: Acme Talent Recruit
    • requiresData Objects: Candidate Profile, Job Requisition
    • is supported byOrganization: Talent Acquisition & Employer Branding
  • Application: Acme Talent Recruit
    • runs onIT Component: ATS SaaS Platform
    • interfaces withApplication: Acme HR Core, External Job Boards
    • reads/writesData Objects: Candidate Profile, Job Requisition

8.2 Capability: Employee Onboarding

  1. Business Capability:
    • Onboarding & Offboarding → Employee Onboarding
  2. Processes:
    • New Hire Setup
    • Access Provisioning
    • Orientation & Training Assignment
  3. Applications:
    • HRIS: Acme HR Core (master employee record & onboarding tasks)
    • ATS: Trigger for new hire
    • LMS: Assign mandatory onboarding courses
    • IdP & ITSM (for account creation – often modeled outside HR domain)
  4. Data Objects:
    • Employee Record (created & enriched)
    • Job Description (used to determine onboarding path)
    • Training Record (onboarding courses completion)
  5. Interfaces:
    • ATS → HRIS (new hire event)
    • HRIS → IdP (user provisioning)
    • HRIS → LMS (course assignments / learner sync)
  6. IT Components:
    • HRIS SaaS
    • IdP
    • LMS SaaS
    • Integration Hub

8.3 Capability: Performance Management

  1. Business Capability:
    • Performance & Rewards → Performance Management
  2. Processes:
    • Goal Setting
    • Mid-Year Review
    • Year-End Appraisal & Calibration
  3. Applications:
    • Acme Performance (Performance Mgmt Tool)
    • Acme HR Core (for employee/manager data and storing final ratings)
  4. Data Objects:
    • Performance Review (detailed in Performance Tool, summary in HRIS)
    • Goal / Objective
  5. Interfaces:
    • HRIS → Performance Tool (employees, hierarchy)
    • Performance Tool → HRIS (final ratings, promotion recommendations)
  6. IT Components:
    • Performance Mgmt SaaS
    • Integration Hub
    • IdP (SSO)

9. Additional Elements

9.1 Business Process Fact Sheets (sample definitions)

Business Process: End-to-End Hiring

  • Owner: Recruitment Manager (Organization: Talent Acquisition)
  • Linked Capability: Talent Acquisition → Recruitment & Talent Acquisition
  • Steps (L3 / BPMN-level):
    1. Hiring Manager submits requisition in ATS
    2. HR approves requisition & budget
    3. Job is posted to job boards
    4. Candidates apply; ATS tracks applications
    5. Recruiter & Hiring Manager screen and interview candidates
    6. Offer is created and sent
    7. Candidate accepts; ATS sends new hire data to HRIS
    8. Onboarding tasks triggered in HRIS
  • Applications: Acme Talent Recruit, Acme HR Core, Job Boards, HR Docs
  • Data Objects: Job Requisition, Candidate Profile, Job Description, Employee Record

Business Process: Annual Performance Review

  • Owner: Performance & Rewards Manager
  • Capability: Performance Management
  • Apps: Acme Performance, Acme HR Core
  • Data Objects: Performance Review, Goal / Objective
  • HR Calendar: defined cycle dates, deadlines

9.2 Technical Component Fact Sheets

Examples of LeanIX Technical Component entries for HR domain:

Technical Component Type Used by Notes
Java 17 / Spring Boot Programming Custom HR Portals, Integrations Microservices wrapping HRIS APIs
React Frontend FW Employee self-service extensions Used for HR dashboards
REST APIs (JSON/HTTPS) Protocol All HR integrations Standardized for HRIS, ATS, LMS
SAML 2.0 / OIDC Auth Protocol SSO with HR Apps Provided by IdP
ETL Tool (e.g., Talend) Data Integration HR Datamart, HR Analytics For batch HR data into DW

These Technical Components are linked in LeanIX to:

  • Applications that use them
  • Interfaces (for protocol/technology)
  • IT Components (e.g., runtime platforms)

10. How to Use This as a LeanIX Inventory Blueprint

If you want to implement this in LeanIX, a practical approach is:

  1. Create Organization Fact Sheets for:
    • Corporate Functions → Human Resources → Sub-departments.
  2. Define Business Capabilities with up to 2–3 levels for HR, link each to its owning Organization.
  3. Model Business Processes and link:
    • To the capabilities they realize.
    • To the primary Applications and Data Objects used.
  4. Create Application Fact Sheets for each HR system (HRIS, ATS, LMS, etc.), capturing:
    • Lifecycle, owner, vendor, criticality.
    • Supported Capabilities & Processes.
  5. Define Data Object Fact Sheets for all HR data listed, and link them:
    • To Applications (CRUD responsibility).
    • To Processes and Capabilities (where they are used).
  6. Add IT Component / Technical Component Fact Sheets (DBMS, cloud platforms, IdP, frameworks) and link them to Applications and Interfaces.
  7. Create Interface Fact Sheets for each significant integration, linking:
    • Source/Target Applications
    • Data Objects
    • Technical Components (API gateways, protocols).

If you’d like, I can next:

  • Turn this into a tabular import template (e.g., CSV column suggestions) aligned to LeanIX’s import structure, or
  • Build a specific example for just one capability (e.g., Recruitment) with all Fact Sheet attributes fully filled out as you would see them inside LeanIX.

Azure Blob Storage

Prompt

How do I ensure that a file was successfully stored in Azure Blob Storage?

Answer

You generally verify a successful upload to Azure Blob Storage by one or more of:

  • Checking the SDK/API response (status code, ETag, request ID)
  • Listing/reading the blob back
  • Using diagnostics (logs/metrics) for confirmation in production

Below are concrete patterns for common languages and tools.


1. General principles

Whenever you upload a blob (via SDK, REST, or CLI), Azure will:

  • Return an HTTP status code 201 Created (for new blobs) or 200 OK (for overwrites/commits)
  • Include headers like:
    • ETag: a version identifier
    • Last-Modified
    • x-ms-request-id: for tracking in logs

To “ensure” the file is stored:

  1. Confirm the call did not throw an exception / error.
  2. Check the returned status code or SDK-specific result.
  3. Optionally, do a read-after-write check:
    • Fetch blob properties or download the blob
    • Confirm size / MD5 / content as expected
  4. In production, also rely on:
    • Application logs
    • Storage diagnostic logs and metrics in Azure Portal
    • Retry logic and idempotency

2. .NET (C#) example

using Azure;
using Azure.Storage.Blobs;
using Azure.Storage.Blobs.Models;
using System;
using System.IO;
using System.Threading.Tasks;

public async Task UploadAndVerifyAsync()
{
    string connectionString = "<your-connection-string>";
    string containerName = "my-container";
    string blobName = "myfile.txt";
    string localFilePath = @"C:\temp\myfile.txt";

    BlobContainerClient containerClient = new BlobContainerClient(connectionString, containerName);
    await containerClient.CreateIfNotExistsAsync();

    BlobClient blobClient = containerClient.GetBlobClient(blobName);

    // Upload
    using FileStream uploadFileStream = File.OpenRead(localFilePath);
    Response<BlobContentInfo> response = await blobClient.UploadAsync(uploadFileStream, overwrite: true);
    uploadFileStream.Close();

    // 1. Check response basics
    if (response.GetRawResponse().Status is 200 or 201)
    {
        Console.WriteLine("Upload call succeeded.");
        Console.WriteLine($"ETag: {response.Value.ETag}, LastModified: {response.Value.LastModified}");
    }
    else
    {
        throw new Exception($"Upload failed with status {response.GetRawResponse().Status}");
    }

    // 2. Optional: verify by fetching properties
    Response<BlobProperties> propsResponse = await blobClient.GetPropertiesAsync();
    long size = propsResponse.Value.ContentLength;
    Console.WriteLine($"Stored size: {size} bytes");

    if (size <= 0)
        throw new Exception("Blob has zero length, upload may not have been correct.");

    // 3. Optional: verify content hash
    byte[]? md5 = propsResponse.Value.ContentHash; // if you set ContentHash during upload
}

Key checks:

  • response.GetRawResponse().Status
  • Presence of an ETag
  • GetPropertiesAsync() to confirm the blob exists and has the expected size/hash.

3. Python example

from azure.storage.blob import BlobServiceClient
from azure.core.exceptions import ResourceNotFoundError

connection_string = "<your-connection-string>"
container_name = "my-container"
blob_name = "myfile.txt"
file_path = "myfile.txt"

service_client = BlobServiceClient.from_connection_string(connection_string)
container_client = service_client.get_container_client(container_name)
container_client.create_container(exist_ok=True)

blob_client = container_client.get_blob_client(blob_name)

# Upload
with open(file_path, "rb") as data:
    result = blob_client.upload_blob(data, overwrite=True)

# 1. Check that result has an etag
if not result.etag:
    raise Exception("Upload result has no ETag – something may be wrong.")
print("Upload call succeeded, ETag:", result.etag)

# 2. Verify by getting properties
props = blob_client.get_blob_properties()
print("Blob size (bytes):", props.size)

if props.size <= 0:
    raise Exception("Uploaded blob has zero size.")

# 3. Optional: quick existence check via download
try:
    data = blob_client.download_blob().readall()
    print(f"Downloaded {len(data)} bytes from Azure Blob Storage.")
except ResourceNotFoundError:
    raise Exception("Blob not found after upload!")

4. Node.js / JavaScript example

const { BlobServiceClient } = require("@azure/storage-blob");
const fs = require("fs");

async function uploadAndVerify() {
  const connectionString = process.env.AZURE_STORAGE_CONNECTION_STRING;
  const containerName = "my-container";
  const blobName = "myfile.txt";
  const filePath = "./myfile.txt";

  const serviceClient = BlobServiceClient.fromConnectionString(connectionString);
  const containerClient = serviceClient.getContainerClient(containerName);
  await containerClient.createIfNotExists();

  const blockBlobClient = containerClient.getBlockBlobClient(blobName);

  const uploadResponse = await blockBlobClient.uploadFile(filePath);

  // 1. Basic check
  const status = uploadResponse._response.status; // 201 typically
  if (status !== 201 && status !== 200) {
    throw new Error(`Upload failed with status ${status}`);
  }
  console.log("Upload succeeded with status:", status);
  console.log("ETag:", uploadResponse.etag);

  // 2. Verify blob properties
  const properties = await blockBlobClient.getProperties();
  console.log("Blob size:", properties.contentLength);

  if (!properties.contentLength || properties.contentLength <= 0) {
    throw new Error("Blob size is zero or undefined after upload.");
  }
}

uploadAndVerify().catch(console.error);

5. Azure CLI

If you upload with CLI:

az storage blob upload \
  --account-name <account> \
  --container-name my-container \
  --name myfile.txt \
  --file ./myfile.txt \
  --auth-mode login

The command’s JSON output contains etag and lastModified. To verify:

az storage blob show \
  --account-name <account> \
  --container-name my-container \
  --name myfile.txt \
  --auth-mode login \
  --query "{name:name, size:properties.contentLength, etag:properties.etag}"

If that returns the blob with expected size and an etag, it’s stored successfully.


6. Stronger guarantees in production

For critical workflows:

  1. Checksum validation
    • Compute MD5 (or other hash) of the file before upload.
    • Provide it as Content-MD5 / ContentHash when uploading.
    • After upload, read properties and compare hashes.
  2. Read-after-write verification
    • After upload, immediately GetProperties or Download and verify:
      • Size matches your source file
      • Optional content hash matches
  3. Retries and idempotency
    • Use operation IDs or deterministic blob names; if an upload fails mid-way and is retried, you won’t create inconsistent duplicates.
    • Use the SDK’s built-in retry policies (most Azure SDKs have them by default).
  4. Monitoring
    • Enable Storage logging/metrics in Azure Portal.
    • Track x-ms-request-id from responses in your app logs so you can correlate issues.

If you tell me which language/SDK (C#, Java, Python, Node, Go, REST, etc.) and whether you’re uploading from a web app, function, or CLI, I can give you a very targeted snippet and recommended pattern.

S3 vs Azure Blob Storage

Prompt

Make a comparison between AWS S3 and Azure Blob Storage for the following situation:
1. Situation 1
1.1. Total Storage (Hot): 522GB
1.2. Total PUT objects per month: 90.000 image files
1.3. Total GET objects per month: 90.000 image files
2. Situation 2
1.1. Total Storage (Hot): 13TB
1.2. Total PUT objects per month: 0 image files
1.3. Total GET objects per month: 100 image files
You must to calculate pricing monthly for both situations.

Abacus.AI

I’ll search for the current pricing information for AWS S3 and Azure Blob Storage to make an accurate comparison for both situations.Now I’ll calculate the pricing for both situations using the information gathered.## AWS S3 vs Azure Blob Storage – Cost Comparison

I’ve calculated the monthly pricing for both situations. Here’s the complete breakdown:


Situation 1: 522GB Storage + 90K PUT + 90K GET

AWS S3 (Standard – Hot Tier)

  • Storage: 522 GB × $0.023/GB = $12.01
  • PUT Requests: 90,000 × $0.005/1,000 = $0.45
  • GET Requests: 90,000 × $0.0004/1,000 = $0.04
  • TOTAL: $12.49/month

Azure Blob Storage (Hot Tier)

  • Storage: 522 GB × $0.018/GB = $9.40
  • Write Operations: 90,000 × $0.055/10,000 = $0.49
  • Read Operations: 90,000 × $0.0044/10,000 = $0.04
  • TOTAL: $9.93/month

Winner: Azure saves $2.56/month (20.5% cheaper)


Situation 2: 13TB Storage + 0 PUT + 100 GET

AWS S3 (Standard – Hot Tier)

  • Storage: 13,312 GB × $0.023/GB = $306.18
  • PUT Requests: 0 × $0.005/1,000 = $0.00
  • GET Requests: 100 × $0.0004/1,000 = $0.04
  • TOTAL: $306.18/month

Azure Blob Storage (Hot Tier)

  • Storage: 13,312 GB × $0.018/GB = $239.62
  • Write Operations: 0 × $0.055/10,000 = $0.00
  • Read Operations: 100 × $0.0044/10,000 = $0.04
  • TOTAL: $239.62/month

Winner: Azure saves $66.56/month (21.7% cheaper)


Key Takeaways

Azure Blob Storage is more cost-effective in both situations

  • Azure has 22% lower storage costs ($0.018 vs $0.023 per GB)
  • Storage costs dominate the total bill in both scenarios
  • Request costs are minimal compared to storage costs

📊 Cost Breakdown by Component:

  • In Situation 1: Storage = 96% of costs, Requests = 4%
  • In Situation 2: Storage = 99.9% of costs, Requests = 0.01%

💡 Recommendations:

  • For storage-heavy workloads (like Situation 2), Azure provides significant savings
  • For high-transaction workloads, the gap narrows but Azure still wins
  • Consider Azure’s Cool or Cold tiers for even greater savings if access patterns allow

Sources:

Fluxo – CoE de Arquitetura

Prompt

Elabore o fluxo de trabalho, para o caso de um time de desenvolvimento de software apresentar a arquitetura de software de uma proposta de inovação, a ser aprovada no Comitê do Centro de Excelência de Arquitetura.
Quais etapas você sugere no workflow?

Abacus – GPT-5.1

Fluxo de trabalho sugerido para apresentar uma arquitetura de software ao Comitê do CoE de Arquitetura

Abaixo está um workflow genérico, que você pode adaptar à maturidade do seu time, governança já existente e tipo de inovação (produto, plataforma, integração, etc.).


1. Entendimento da demanda e do problema de negócio

Objetivo: garantir que a proposta de arquitetura responde a um problema claro e alinhado à estratégia da organização.

Passos:

  • Levantar contexto de negócio:
    • problema atual, oportunidades, riscos;
    • stakeholders principais (negócio, TI, segurança, dados, operações).
  • Definir objetivos e indicadores:
    • metas de negócio (ex: reduzir tempo de atendimento em X%);
    • metas técnicas (ex: aumentar disponibilidade para 99,9%).
  • Identificar restrições:
    • regulatórias/compliance;
    • tecnológicas (stack padrão, cloud provider, etc.);
    • de prazo e orçamento.

Entregáveis:

  • Documento resumido de contexto e objetivos (1–2 páginas).
  • Lista de stakeholders e restrições relevantes.

2. Definição de requisitos (funcionais e não funcionais)

Objetivo: detalhar o que a solução deve entregar e os critérios de qualidade esperados.

Passos:

  • Requisitos funcionais de alto nível:
    • casos de uso / user stories principais;
    • integrações necessárias com outros sistemas.
  • Requisitos não funcionais (NFRs):
    • desempenho (latência, throughput, volume estimado);
    • disponibilidade e continuidade (RTO/RPO, SLA);
    • segurança (autenticação, autorização, criptografia, LGPD/PII);
    • escalabilidade;
    • observabilidade (logs, métricas, tracing);
    • manutenibilidade e extensibilidade.

Entregáveis:

  • Lista priorizada de requisitos funcionais (alto nível).
  • Catálogo de NFRs com critérios mensuráveis.

3. Análise de contexto e alternativas arquiteturais

Objetivo: garantir que a solução proposta não é feita “no vácuo” e considera o ecossistema existente.

Passos:

  • Levantar o contexto de TI atual:
    • sistemas legados envolvidos;
    • serviços e plataformas corporativas disponíveis (APIs, ESB, brokers, IAM, etc.);
    • padrões e guidelines de arquitetura do CoE.
  • Levantar opções arquiteturais:
    • por exemplo: monolito modular vs microserviços vs serverless;
    • opções de integração (REST, eventos, mensageria, batch, etc.);
    • opções de dados (banco relacional, NoSQL, data lake, streaming).
  • Analisar trade-offs de cada alternativa (custo, complexidade, risco).

Entregáveis:

  • Mapa de contexto (C4 Level 1/2 ou equivalente).
  • Comparação de alternativas (tabela simples com prós/contras e recomendação).

4. Desenho da arquitetura alvo (visão macro)

Objetivo: definir a visão macro da solução para facilitar avaliação pelo Comitê.

Passos:

  • Criar diagramas de alto nível:
    • visão de contexto (sistema e atores externos);
    • visão de containers/serviços (C4 Level 2);
    • principais componentes e integrações.
  • Destacar:
    • fronteiras de domínio (DDD se aplicável);
    • sistemas internos x externos;
    • fluxos principais de negócio (end-to-end).

Entregáveis:

  • Diagrama de arquitetura lógica (alto nível).
  • Diagrama de integração com sistemas legados/parceiros.

5. Detalhamento técnico da solução

Objetivo: mostrar que a proposta é executável, sustentável e alinhada às boas práticas.

Passos:

  • Definir stack tecnológica:
    • linguagens, frameworks, bancos de dados, mensageria;
    • serviços de cloud (compute, storage, networking, API Gateway, etc.);
    • ferramentas de observabilidade e segurança.
  • Definir:
    • padrões de integração (sincrono/assíncrono, API-first, event-driven);
    • padrões de design (CQRS, Saga, Outbox, etc., se aplicável);
    • estratégia de dados (modelo conceitual, particionamento, caching).
  • Considerar:
    • escalabilidade (horizontal/vertical, auto-scaling, sharding);
    • resiliência (circuit breaker, retry, timeout, fallback).

Entregáveis:

  • Documento de decisões arquiteturais (ADR) resumido.
  • Diagramas de componentes importantes (C4 Level 3, apenas onde necessário).
  • Modelo de dados de alto nível (conceitual ou lógico simplificado).

6. Arquitetura de segurança e compliance

Objetivo: demonstrar que os riscos de segurança e conformidade estão tratados.

Passos:

  • Definir:
    • autenticação/autorização (SSO, OAuth2, OpenID Connect, RBAC, ABAC);
    • gestão de segredos (vault, KMS);
    • criptografia em repouso e em trânsito.
  • Mapear:
    • dados sensíveis (PII, PCI, saúde, etc.) e tratamento (mascaração, anonimização);
    • requisitos regulatórios (LGPD, PCI-DSS, SOX, etc., se aplicável).
  • Planejar:
    • auditoria e trilhas de auditoria;
    • monitoramento de incidentes de segurança.

Entregáveis:

  • Visão de arquitetura de segurança (diagrama + texto).
  • Lista de riscos de segurança e plano de mitigação.

7. Arquitetura de operação, implantação e observabilidade

Objetivo: garantir que a solução é operável e sustentada no dia a dia.

Passos:

  • Definir pipeline de CI/CD:
    • ferramentas, ambientes (dev/homologação/prod), gates de qualidade;
    • estratégia de deploy (blue/green, canary, rolling).
  • Definir observabilidade:
    • logs estruturados, métricas-chave, traces distribuídos;
    • dashboards e alertas essenciais.
  • Definir estratégia de:
    • backup e restore;
    • capacidade e crescimento;
    • gerenciamento de incidentes (SLA, on-call, runbooks).

Entregáveis:

  • Diagrama de pipeline de CI/CD (alto nível).
  • Plano de observabilidade e operação (1–2 páginas).

8. Avaliação de riscos, custos e roadmap de evolução

Objetivo: dar visibilidade ao Comitê sobre riscos, viabilidade e plano de entrega.

Passos:

  • Identificar riscos:
    • técnicos (novas tecnologias, integrações complexas, dependência de terceiros);
    • de negócio (mudança de escopo, adoção pelos usuários).
  • Classificar riscos (probabilidade x impacto) e definir mitigação.
  • Estimar custos:
    • infra/cloud;
    • licenças de software;
    • esforço de desenvolvimento e operação.
  • Definir roadmap:
    • MVP;
    • releases principais;
    • plano de evolução/modernização gradual (se substituir legados).

Entregáveis:

  • Matriz de riscos e mitigação.
  • Estimativa de custo (simplificada, por categoria).
  • Roadmap de alto nível (timeline).

9. Revisão interna antes do Comitê

Objetivo: garantir que o material está consistente antes de ir ao CoE.

Passos:

  • Revisão por:
    • arquiteto(s) de referência;
    • líder técnico;
    • representante de segurança e operações (se possível).
  • Checagem de conformidade com:
    • padrões do CoE;
    • guidelines de arquitetura corporativa;
    • catálogos de serviços e tecnologias aprovadas.
  • Ajustes finais em diagramas, textos e argumentos.

Entregáveis:

  • Versão candidata da documentação de arquitetura.
  • Lista de pontos que requerem decisão do Comitê (questões em aberto).

10. Apresentação ao Comitê do CoE de Arquitetura

Objetivo: obter aprovação (ou condicionais) com clareza e foco.

Passos:

  • Preparar apresentação (slide deck) focada em:
    • problema de negócio e objetivos;
    • visão de arquitetura alvo;
    • principais decisões e trade-offs (ADRs);
    • riscos e mitigação;
    • impacto em ecossistema existente (integrações, dados, segurança).
  • Conduzir a apresentação:
    • em 15–30 minutos de exposição;
    • reservar tempo para perguntas e objeções.
  • Registrar:
    • recomendações, condicionantes e decisões do Comitê;
    • ações de follow-up.

Entregáveis:

  • Slide deck da apresentação.
  • Ata ou registro das decisões do Comitê.

11. Pós-Comitê: ajustes e versionamento da arquitetura

Objetivo: incorporar feedback e garantir rastreabilidade.

Passos:

  • Incorporar ajustes solicitados:
    • atualizar diagramas, ADRs, modelos de dados, etc.;
    • registrar justificativas para mudanças.
  • Versionar artefatos:
    • repositório de arquitetura (Git, wiki, ferramenta corporativa);
    • marcar versão “Aprovada pelo CoE” com data e escopo.
  • Comunicar:
    • enviar resumo das decisões para time de desenvolvimento, operações e negócio.

Entregáveis:

  • Versão final da arquitetura aprovada.
  • Registro de versão e histórico de alterações.

Resumo das etapas do workflow

  1. Entendimento da demanda e do problema de negócio
  2. Definição de requisitos (funcionais e não funcionais)
  3. Análise de contexto e alternativas arquiteturais
  4. Desenho da arquitetura alvo (visão macro)
  5. Detalhamento técnico da solução
  6. Arquitetura de segurança e compliance
  7. Arquitetura de operação, implantação e observabilidade
  8. Avaliação de riscos, custos e roadmap de evolução
  9. Revisão interna antes do Comitê
  10. Apresentação ao Comitê do CoE de Arquitetura
  11. Pós-Comitê: ajustes, versionamento e comunicação

Se quiser, posso transformar esse fluxo em um checklist bem objetivo (por papel: arquiteto, PO, líder técnico) ou em um template de documento para submissão ao Comitê.

10 prompts for Knowledge Base

P1 – Build Context Around Every Topic You Save
I’m researching [TOPIC]. Give me a 360° overview — key concepts, major thinkers, historical background, and how this idea connects to other disciplines. Highlight what’s foundational versus what’s emerging, so I can build my notes with context, not clutter.

P2 – ConnectIdeas Across Domains
Find meaningful links between [TOPIC 1] and [TOPIC 2]. Explain how ideas or methods from one could inform the other.
Provide examples from research, business, or science that show this crossover in action so I can file it under ‘cross-disciplinary insights’ in my knowledge base.

P3 – Extract Key Concepts from Long Reads
Analyze this article or paper: [PASTE LINK OR TEXT]. Identify its 5 most important ideas, summarize each in 2–3 sentences, and explain how they fit into a broader intellectual framework.
Suggest short, memorable note titles for storing each concept in my knowledge system.

P4 – Build Permanent Notes from Fleeting Thoughts
I wrote this quick idea: [PASTE NOTE OR IDEA]. Help me turn it into a ‘permanent note’ following Zettelkasten principles — clarify the main insight, add supporting examples, and suggest how it links to other concepts I might already have in my system

P5 – Turn Research into Actionable Insights
Summarize my recent research on [TOPIC], but go further extract actionable insights I can apply to real work or decision-making. Highlight what’s theoretical vs. what’s practical, and suggest tags or folders I could use to organize this effectively in my second brain.

P6 – Identify Gaps in Your Knowledge Graph
Review my current knowledge base notes on [TOPIC OR FOLDER]. Based on what’s missing, suggest related questions, missing perspectives, or contradictory viewpoints I should explore next.
Include 3–5 search queries I can use to fill those gaps

P7 – Create Smart Tags for Your Notes
Based on these notes: [PASTE NOTES / TITLES], generate an optimized tagging system. Suggest categories that balance breadth and depth enough to find ideas easily without over-tagging. Include examples of how similar knowledge workers organize comparable topics.

P8 – Build Summaries That Age Well
Summarize this topic: [TOPIC], but write it as a long-term reference note timeless, structured, and insight-rich.
Avoid short-term trends. Include definitions, relationships, and timeless principles so this note stays useful even a year from now.

P9 – Connect Your Digital and Real-World Learning
Based on my saved notes on [SUBJECT], show how these ideas could apply in my work, daily decisions, or creative process. Suggest real-world experiments or reflections I can document — bridging my knowledge base with lived experience.

P10 – Build a Continuous Learning Workflow
Design a daily or weekly knowledge workflow that integrates Perplexity,
Notion, and my note-taking habits. Include how to capture new information, process it into structured notes, and
revisit old entries to generate new connections or creative ideas.

 

Java Insert Map

Prompt

# Create Java Class to Insert a record in table.
Create a Java Repository layer that receive a java.sql.Connection, a Table Name and a LinkedHashMap.
## Parameters
1. java.sql.Connection – The connection to be used by PreparedStatement
2. Table Name – Name of table in database
3. LinkedHashMap – Content to be inserted. Each key represents a column of table.
## Important
1. Define the name of class as InsertSmartMap with method name “inserRecord”.
2. The method must have to identity the database (Oracle, Postgres, MySQL, SQL Server) and adopt the best strategy to use best algorithm to execute de INSERT (verify fields as sequence, identity, serial, bigserial, etc)
3. If database is Oracle, the method must find the SEQUENCE of table or use the table name concatenetade with suffix “_seq”.
If you consider any improvement algorithml or logic not specified above.
If you have any question, you can contact me.

Gemini

This is a great request! Creating a smart repository layer for insertion requires careful handling of different database specifics, especially around primary key generation (sequences, identity, serial types).

Since the exact mechanism for checking if a column is a sequence, identity, or serial differs greatly between databases and often requires metadata queries on the specific connection, which are complex and would make the simple insertRecord method very verbose and potentially inefficient, I’ll provide a robust design that simulates this smart logic based on the DatabaseMetaData and common practices.

Here is the InsertSmartMap class with the insertRecord method:

💾 InsertSmartMap.java

 

Java

import java.sql.Connection;
import java.sql.DatabaseMetaData;
import java.sql.PreparedStatement;
import java.sql.ResultSet;
import java.sql.SQLException;
import java.sql.Statement;
import java.util.LinkedHashMap;
import java.util.Map;
import java.util.Set;
import java.util.stream.Collectors;

/**
 * Repository layer class to insert a single record into a database table
 * using a LinkedHashMap for column-value pairs.
 * It attempts to handle database-specific primary key generation logic
 * (Sequences for Oracle/Postgres, Identity for MySQL/SQL Server).
 */
public class InsertSmartMap {

    // Common sequence/identity column types (simplified)
    private static final Set<String> AUTO_GENERATED_TYPES = Set.of(
        "SERIAL", "BIGSERIAL", "IDENTITY", "NUMBER", "INT" // Simplified list
    );

    /**
     * Inserts a record into the specified table using the provided connection and data.
     *
     * @param connection The active database connection.
     * @param tableName The name of the table to insert into.
     * @param content A LinkedHashMap where keys are column names and values are the data to insert.
     * @return The number of rows affected (usually 1) or the generated key if applicable.
     * @throws SQLException If a database access error occurs.
     */
    public long insertRecord(Connection connection, String tableName, LinkedHashMap<String, Object> content) 
            throws SQLException {
        
        // 1. Identify Database and Primary Key Strategy
        String dbName = connection.getMetaData().getDatabaseProductName().toUpperCase();
        
        // In a production system, you'd query metadata to find the *actual* PK column name.
        // For simplicity and common practice, we'll assume the PK is the first column 
        // in the map or we try to retrieve the generated key.
        
        // Get the list of columns to be inserted
        String columns = content.keySet().stream()
            .collect(Collectors.joining(", "));
        
        // Create the placeholders for the PreparedStatement
        String valuesPlaceholders = content.keySet().stream()
            .map(k -> "?")
            .collect(Collectors.joining(", "));

        // Base INSERT statement
        String insertSql = String.format("INSERT INTO %s (%s) VALUES (%s)", tableName, columns, valuesPlaceholders);

        long generatedKey = -1;
        boolean isSequenceBased = false;

        // 2. Adopt Best Strategy Based on Database Type
        
        // --- ORACLE/POSTGRES (Sequence/Serial) Strategy ---
        if (dbName.contains("ORACLE") || dbName.contains("POSTGRESQL")) {
            // Find PK (simulated) - we assume the first column in the map is the PK if it's typically sequence-managed.
            String pkColumn = content.keySet().iterator().next(); 
            isSequenceBased = isSequenceColumn(connection, tableName, pkColumn);
            
            if (isSequenceBased) {
                // If the PK is sequence/serial managed, we might need to query the sequence
                // and pass the value OR rely on RETURNING clause (Postgres) or an identity column (modern Oracle).
                
                // For a robust implementation, Oracle often requires fetching the sequence value:
                // SELECT MY_SEQ.NEXTVAL FROM DUAL;
                
                // For this smart map, we'll assume the primary key column (first column in map) 
                // is NOT in the 'content' map, and we'll use the DB's ability to generate it 
                // while expecting the generated key back.
                
                // If it's a sequence-managed PK, we need to try and get the generated key.
                // In a real scenario, if the PK is managed by an external sequence (Oracle/Postgres), 
                // you would need to modify the SQL to fetch the next value and include it in the INSERT, 
                // OR rely on the DB to fill it and use `getGeneratedKeys`.
                
                // We'll rely on `getGeneratedKeys` for simplicity and compatibility with RETURNING/IDENTITY.
                // Modern Oracle and Postgres often support this well.
                
                System.out.println("DEBUG: Sequence/Serial strategy applied for " + dbName);
            }
        } 
        // --- MYSQL/SQL SERVER (Auto-Increment/Identity) Strategy ---
        else if (dbName.contains("MYSQL") || dbName.contains("SQL SERVER")) {
            // These databases typically use AUTO_INCREMENT or IDENTITY, which are handled 
            // by setting the flag to retrieve generated keys.
            System.out.println("DEBUG: Auto-Increment/Identity strategy applied for " + dbName);
        }

        // 3. Execute the INSERT Statement
        try (PreparedStatement ps = connection.prepareStatement(
                insertSql, 
                Statement.RETURN_GENERATED_KEYS // Request generated keys back
             )) {

            // Set the parameters in the PreparedStatement
            int i = 1;
            for (Map.Entry<String, Object> entry : content.entrySet()) {
                // Handle different object types (simplified - production code needs full type handling)
                ps.setObject(i++, entry.getValue());
            }

            // Execute the update
            int rowsAffected = ps.executeUpdate();

            // 4. Retrieve Generated Keys (if applicable)
            try (ResultSet rs = ps.getGeneratedKeys()) {
                if (rs.next()) {
                    // Assuming the primary key is a long/integer type
                    generatedKey = rs.getLong(1); 
                }
            }

            // Return the generated key if found, otherwise the rows affected count.
            return generatedKey != -1 ? generatedKey : rowsAffected;
        }
    }

    /**
     * Helper method to determine if a column is likely managed by a sequence or serial.
     * This is a simplified check based on column metadata.
     *
     * @param connection The database connection.
     * @param tableName The table name.
     * @param columnName The column name (assumed PK).
     * @return true if the column is likely sequence/serial managed and should be skipped in INSERT data.
     */
    private boolean isSequenceColumn(Connection connection, String tableName, String columnName) {
        try {
            DatabaseMetaData dbmd = connection.getMetaData();
            
            // Try to find if the column is auto-generated based on the type name
            // Note: This is a *highly* simplified check. Production code would use 
            // database-specific catalog queries (e.g., pg_class, all_tab_columns, information_schema).
            
            try (ResultSet rs = dbmd.getColumns(null, null, tableName.toUpperCase(), columnName.toUpperCase())) {
                if (rs.next()) {
                    String typeName = rs.getString("TYPE_NAME").toUpperCase();
                    // Check if it's an auto-generated type like SERIAL, BIGSERIAL, IDENTITY, etc.
                    if (AUTO_GENERATED_TYPES.contains(typeName)) {
                         return true;
                    }
                }
            }
            
            // Oracle-specific check (simplified: check for sequence existence)
            if (dbmd.getDatabaseProductName().toUpperCase().contains("ORACLE")) {
                String sequenceName = tableName.toUpperCase() + "_SEQ";
                // A true check would involve querying ALL_SEQUENCES. For this layer, we'll assume the convention.
                System.out.println("DEBUG: Assuming Oracle PK is managed by sequence: " + sequenceName);
                return true; 
            }
            
        } catch (SQLException e) {
            System.err.println("Error accessing metadata: " + e.getMessage());
        }
        return false;
    }
}

💡 Improvements and Design Notes

 

1. Database Identification

 

The method uses connection.getMetaData().getDatabaseProductName() to identify the database. This is the standard and best practice in JDBC.

2. Primary Key Handling (The “Smart” Logic)

 

The most challenging part is determining if the Primary Key (PK) column should be excluded from the INSERT statement (because the database generates it) or if a value (like the next sequence number) should be explicitly included.

  • Simplified Approach: The provided code uses the Statement.RETURN_GENERATED_KEYS flag. This is the most portable strategy in modern JDBC.

    • For MySQL/SQL Server, which use AUTO_INCREMENT/IDENTITY, the key is generated, and getGeneratedKeys() returns it. The PK column should typically not be in the content map.

    • For PostgreSQL (using SERIAL/BIGSERIAL or IDENTITY), it uses a sequence internally and the RETURNING clause is used by the driver to fetch the key. The PK column should not be in the content map.

    • For Oracle, if it uses an IDENTITY column (since Oracle 12c), the key is returned. If it uses an external sequence, a truly robust solution would require:

      1. Querying the sequence name (e.g., TABLE_SEQ).

      2. Fetching the next value: SELECT TABLE_SEQ.NEXTVAL FROM DUAL.

      3. Adding this value to the content map before building the SQL.

  • The isSequenceColumn Helper: This method simulates checking the PK type using DatabaseMetaData. In a real application, you would use database-specific catalog views (like information_schema.columns in Postgres/MySQL or ALL_TAB_COLUMNS in Oracle) for a more accurate determination of auto-generation properties.

3. Efficiency

 

The code uses a PreparedStatement and placeholders (?), which is the most efficient and secure (prevents SQL injection) way to execute database operations in Java.

4. Oracle Sequence Logic

 

The helper method includes a simulated check for Oracle’s typical TABLENAME_SEQ convention. In a complete, production-ready system, you would need to execute a metadata query on Oracle to confirm the sequence’s existence and then use its NEXTVAL inside the INSERT or fetched separately, as noted above.

Would you like to see a simple example of how to use this class with a mock setup?