Category Archives: Inteligência Artificial

RFP – LMArena

Prompt

Criar um questionário de RFP, a ser enviado para uma consultoria de software, para desenvolvimento de uma aplicação em Java, Angular, API First, Spring Boot e melhores práticas de desenvolvimento. Vou informando os tópicos a serem avaliados e gerando pelo menos 15 questões mais importantes/usadas. Continue me perguntando se há mais tópicos até que eu responda “não há mais tópicos” Entendeu?

Resposta A

Claro! Para o tópico “Linguagem, Experiência e Portfólio”, elaborei as seguintes questões essenciais para avaliar a capacidade técnica e a relevância da consultoria:


Questões: Linguagem, Experiência e Portfólio

  1. Experiência com Java:
    Quantos anos de experiência a empresa possui com Java? Especifique as versões com as quais já trabalhou (ex.: Java 8, 11, 17) e destaque projetos relevantes que utilizem recursos avançados (ex.: Stream APIRecordsVirtual Threads).

  2. Experiência com Angular:
    Qual é a experiência da equipe com Angular? Mencione as versões utilizadas (ex.: Angular 14, 16) e exemplos de aplicação de RxJSNgrxLazy Loading ou SSR (Angular Universal).

  3. Spring Boot:
    Quantos projetos em Spring Boot a consultoria já concluiu? Podem destacar 1 projeto com foco em:

    • Microserviços?
    • Segurança (OAuth2, JWT)?
    • Integração com bancos de dados (JPA/Hibernate)?
  4. API First:
    Vocês têm experiência com desenvolvimento API First (REST/GraphQL)? Descreva:

    • Como definem specifications (ex.: OpenAPI/Swagger)?
    • Como garantem versionamento e documentação automática?
  5. Portfólio:
    Podem compartilhar links ou descrições de 2-3 projetos similares ao solicitado (com foco em Java, Angular, Spring Boot e API First)? Inclua:

    • Escopo e complexidade.
    • Tecnologias específicas utilizadas.
    • Resultados alcançados (ex.: redução de tempo, escalabilidade).
  6. Equipe Técnica:
    Qual é o tamanho e a estrutura da equipe proposta para este projeto?

    • Quantos desenvolvedores Java, Angular e especialistas em Spring Boot?
    • Qual é a experiência média da equipe com as tecnologias exigidas?
  7. Certificações e Atualização:

    • A consultoria possui certificações oficiais nas tecnologias mencionadas (ex.: Spring Professional, Oracle Certified Java)?
    • Como a equipe se mantém atualizada com as tendências das linguagens (ex.: cursos, comunidades, proof of concept)?

Total de questões geradas até o momento: 7

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: Metodologia, Arquitetura, Segurança, Suporte)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Arquitetura Técnica e Melhores Práticas

(Continuação do questionário RFP)

  1. Abordagem de Arquitetura:
    Como a consultoria define a arquitetura técnica para projetos similares? Utilizam microserviços, monolítico ou híbrido? Podem explicar a escolha com base em requisitos de escalabilidade, manutenção e complexidade?

  2. Escalabilidade:
    Quais estratégias são adotadas para garantir a escalabilidade horizontal e vertical da aplicação? Como lidam com picos de tráfego (ex.: load balancingauto-scaling)?

  3. Microserviços (se aplicável):
    Para projetos com microserviços, como é gerenciada a comunicação entre serviços (ex.: REST, gRPC, mensagens)? Quais ferramentas utilizam para service discovery (ex.: Eureka, Consul), circuit breakers (ex.: Resilience4j) e distributed tracing (ex.: Jaeger, Zipkin)?

  4. Estratégia de Banco de Dados:
    Qual banco de dados (SQL/NoSQL) é recomendado para este projeto? Como é configurada a conexão (ex.: HikariCP), caching (Redis) e replicação? Como lidam com transações distribuídas?

  5. Design de API:
    Como estruturam APIs REST/GraphQL? Utilizam HATEOAS, versionamento (URL, headers) e padrões de error handling (ex.: códigos HTTP específicos)? Como garantem consistência entre a especificação (OpenAPI/Swagger) e a implementação?

  6. Testes Automatizados:
    Quais tipos de testes são realizados (unitários, integração, e2e)? Quais frameworks são utilizados (ex.: JUnit 5, Mockito, Testcontainers, Selenium)? Qual é a cobertura mínima esperada? Como é tratada a testabilidade da arquitetura?

  7. Pipeline CI/CD:
    Quais ferramentas são empregadas para integração contínua e entrega contínua (ex.: Jenkins, GitLab CI, GitHub Actions)? Como são configuradas as etapas (build, testes, infrastructure as code)? Qual é a estratégia de canary releases ou blue-green deployment?

  8. Segurança:
    Como abordam autenticação (OAuth2, JWT, SAML) e autorização (RBAC, ABAC)? Quais medidas são tomadas para mitigar riscos do OWASP Top 10 (ex.: injeção SQL, XSS, broken access control)? Como é tratada a criptografia de dados em repouso e em trânsito?


Total de questões geradas até o momento: 15

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: Metodologia, Suporte, Orçamento, Gestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Desenvolvimento Back-end (Java)

(Continuação do questionário RFP)

  1. Estrutura de Projetos:
    Como é organizada a estrutura de um projeto Spring Boot na consultoria? Vocês seguem padrões como Clean ArchitectureHexagonal Architecture ou DDD? Descreva a divisão em camadas (controller, service, repository, domain) e como lidam com dependências entre elas.

  2. Gestão de Dependências:
    Quais ferramentas de gestão de dependências são utilizadas (Maven/Gradle)? Como garantem compatibilidade de versões e evitam conflitos? Existe política para uso de dependency management (ex.: Spring Boot Starter Parent, BOM)?

  3. Transações e Integridade de Dados:
    Como são configuradas as transações em Spring Boot (@Transactional)? Quais estratégias adotam para propagationisolation levels e rollbacks? Como garantem a integridade de dados em operações complexas (ex.: sagas para transações distribuídas)?

  4. Validação de Dados:
    Qual abordagem utilizam para validação de dados (ex.: Bean Validation – JSR-380)? Como implementam validadores personalizados e como são integrados às APIs (ex.: @Valid, global validation filters)?

  5. Tratamento de Erros:
    Como estruturam o tratamento de erros no back-end? Utilizam @ControllerAdvice, global exception handlers ou outras estratégias? Como são formatadas as respostas de erro (ex.: JSON com código HTTP, mensagem, detalhes, stack trace em ambiente de desenvolvimento)?

  6. Performance e Otimização:
    Quais técnicas são aplicadas para otimizar o desempenho (ex.: caching com Redis, connection pooling com HikariCP)? Como identificam bottlenecks (ex.: perfilamento com VisualVM, JFR, Micrometer)? Como lidam com query optimization (ex.: N+1 problem)?

  7. Testes no Back-end:
    Quais tipos de testes são realizados no back-end (unitários, integração)? Quais frameworks são utilizados (JUnit 5, Mockito, Testcontainers)? Qual é a cobertura mínima esperada e como é garantida a testabilidade (ex.: dependency injection para mocks)?


Total de questões geradas até o momento: 22

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: Desenvolvimento Front-end (Angular), Metodologia, Suporte, Orçamento, Gestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Desenvolvimento Front-end (Angular)

(Continuação do questionário RFP)

  1. Estrutura do Projeto Angular:
    Como é organizada a estrutura de um projeto Angular na consultoria? Vocês seguem padrões como Feature ModulesShared Modules ou Nx Workspace? Descreva a divisão em camadas (componentes, serviços, diretivas) e como implementam lazy loading e dependency injection.

  2. Gestão de Estado:
    Utilizam bibliotecas de gestão de estado (ex.: NgRx, Akita, Zustand)? Como estruturam actionsreducerseffects (no caso do NgRx) e como garantem a consistência do estado entre componentes? Como lidam com cenários de state persistence (ex.: armazenamento local)?

  3. Comunicação entre Componentes:
    Qual abordagem adotam para comunicação entre componentes (ex.: @Input/@Output, servicesBehaviorSubject)? Como resolvêm problemas complexos de interação (ex.: fluxos assíncronos, event emitters)?

  4. Desempenho e Otimização:
    Quais técnicas são aplicadas para otimizar o desempenho (ex.: OnPush change detectionvirtual scrollingcode splitting)? Como identificam bottlenecks (ex.: Chrome DevTools, Lighthouse) e como lidam com N+1 queries no front-end (ex.: batching)?

  5. Testes Automatizados:
    Quais tipos de testes são realizados no front-end (unitários, integração, e2e)? Quais frameworks são utilizados (Jasmine, Karma, Cypress)? Qual é a cobertura mínima esperada e como é tratada a testabilidade (ex.: dependency injection para mocks)?

  6. Integração com APIs:
    Como é feita a integração com as APIs do back-end (ex.: uso do HttpClientinterceptors para autenticação/log)? Como tratam erros de rede, respostas inválidas ou timeouts? Como garantem a consistência dos dados entre o front-end e o back-end?

  7. Segurança:
    Quais medidas são adotadas para mitigar riscos de segurança no front-end (ex.: prevenção de XSS, CSRF tokens, content security policy – CSP)? Como lidam com sensitive data (ex.: mascarar campos, evitar hardcoding)?

  8. Design Responsivo e Acessibilidade:
    Como implementam design responsivo (ex.: Angular Material, Bootstrap, CSS Grid)? Qual é o compromisso com acessibilidade (WCAG 2.1) e como validam (ex.: axe-core, Lighthouse)?


Total de questões geradas até o momento: 30

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: Metodologia, Suporte, Orçamento, Gestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Qualidade, Performance e Testes Automatizados

(Continuação do questionário RFP)

  1. Processo de QA Integrado:
    Como a consultoria integra o processo de Quality Assurance (QA) ao ciclo de desenvolvimento (ex.: Agile/Scrum)? Qual é a proporção entre testes manuais e automatizados, e como são definidos os critérios para priorização?

  2. Ferramentas de Testes de Performance:
    Quais ferramentas específicas são utilizadas para testes de performance (ex.: JMeter, Gatling, Locust)? Como são configurados os cenários de teste (ex.: carga, estresse, endurance) e como são validados os resultados?

  3. Metrícas de Performance:
    Como são definidos os critérios de performance aceitáveis (ex.: tempo de resposta ≤ 2s, throughput ≥ 100 req/s)? Como são validados em ambiente de staging e produção?

  4. Testes de Carga e Estresse:
    Qual é o número máximo de usuários simulados nos testes de carga? Como é modelado o tráfego real (ex.: distribuição geográfica, picos sazonais)? Como lidam com bottlenecks identificados?

  5. Monitoramento de Performance em Produção:
    Quais ferramentas são utilizadas para monitoramento em tempo real (ex.: Prometheus, Grafana, Datadog)? Como são configurados os alerts críticos (ex.: CPU > 80%, erros > 5%)?

  6. Análise Estática de Código:
    Quais ferramentas são empregadas para análise estática (ex.: SonarQube, PMD, Checkstyle)? Quais métricas são monitoradas (ex.: complexidade ciclomática, duplicação de código, code smells)?

  7. Metas de Cobertura de Testes:
    Quais são as metas específicas de cobertura para este projeto (ex.: unitários ≥ 80%, integração ≥ 70%, e2e ≥ 50%)? Como são medidos e validados?

  8. Manutenção de Testes Automatizados:
    Como garantem a manutenção dos testes automatizados? Qual é o processo para atualizá-los após mudanças na aplicação (ex.: refactoring, novas funcionalidades)?

  9. Tratamento de Testes “Flaky”:
    Como identificam e resolvem testes intermitentes (flaky tests)? Qual é a estratégia para reduzir sua ocorrência (ex.: retries, isolamento de dependências)?

  10. Estratégia de Logging:
    Qual é a estrutura padrão de logs (ex.: JSON, formato estruturado)? Quais níveis de log são utilizados (DEBUG, INFO, ERROR)? Quais ferramentas são usadas para coleta/análise (ex.: ELK Stack, Sentry, Splunk)?

  11. Procedimentos de Rollback:
    Qual é o processo para rollback em produção em caso de falha? Como é testado o rollback antes da implantação (ex.: dry-run)?

  12. Resposta a Incidentes:
    Como é estruturado o incident response? Qual é o tempo médio de detecção (MTTD) e resolução (MTTR) esperado? Há playbooks definidos para cenários comuns?

  13. Análise Pós-Incidente (Post-Mortem):
    Após um incidente, como é realizada a análise post-mortem? Quais lições são documentadas e incorporadas ao processo de desenvolvimento?

  14. Testes de Segurança Integrados:
    Como os testes de segurança (ex.: OWASP Top 10) são integrados aos testes automatizados? Quais ferramentas são usadas (ex.: OWASP ZAP, Snyk, Trivy)?

  15. Validação de Acessibilidade (WCAG):
    Como garantem a conformidade com padrões de acessibilidade (ex.: WCAG 2.1)? Quais ferramentas são utilizadas para validação (ex.: axe-core, Lighthouse)?


Total de questões geradas até o momento: 45

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: Metodologia, Suporte, Orçamento, Gestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Documentação e Entregas

(Continuação do questionário RFP)

  1. Tipos de Documentação:
    Quais tipos de documentação serão fornecidos durante o projeto (ex.: técnica, de API, arquitetural, de usuário, de treinamento)? Descreva brevemente o conteúdo de cada um e como serão organizados.

  2. Padrões e Ferramentas:
    Quais padrões ou frameworks são seguidos para a documentação (ex.: IEEE 830 para requisitos, OpenAPI para APIs)? Quais ferramentas serão utilizadas (ex.: Confluence, Markdown, Sphinx, PlantUML)?

  3. Documentação de API (API First):
    Como será documentada a API (ex.: OpenAPI/Swagger, Redoc, Postman Collection)? Podem compartilhar um exemplo de especificação real ou simulada (com campos-chave como endpoints, parâmetros, respostas de exemplo)?

  4. Diagramas Arquiteturais:
    Quais diagramas serão produzidos (ex.: arquitetura de alto nível, fluxo de dados, componentes, sequência)? Quais ferramentas serão usadas (ex.: Lucidchart, Draw.io, Mermaid.js)? Como serão integrados à documentação técnica?

  5. Documentação do Código:
    Quais padrões de comentários e documentação no código serão adotados (ex.: Javadoc, JSDoc, docstrings)? Como garantem a qualidade e a consistência (ex.: ferramentas de validação, code reviews)?

  6. Documentação do Usuário Final:
    Que tipos de materiais para usuários finais serão fornecidos (ex.: manuais, guias rápidos, FAQs, vídeos)? Como serão estruturados e validados com o público-alvo?

  7. Documentação de Treinamento:
    Serão oferecidos materiais de treinamento para a equipe do cliente (ex.: apresentações, tutoriais interativos, playbooks)? Qual é o formato e a profundidade técnica prevista?

  8. Entregas por Fase:
    Quais são as principais entregas em cada fase do projeto (ex.: análise de requisitos, design, desenvolvimento, teste, implantação)? Inclua detalhes sobre prazos e formatos esperados.

  9. Processo de Revisão e Aprovação:
    Qual é o fluxo para revisão e aprovação da documentação e entregas (ex.: etapas, responsáveis, prazos)? Como são resolvidas divergências entre a equipe e o cliente?

  10. Atualização da Documentação:
    Como a documentação será mantida atualizada após a entrega? Será incluída no suporte pós-implantação? Qual é o compromisso com versionamento e histórico de alterações?

  11. Controle de Versão:
    Como será gerenciado o controle de versão da documentação (ex.: integração com repositórios de código como Git, branches dedicadas)?

  12. Exemplos de Entregas Anteriores:
    Podem compartilhar exemplos anônimos ou com confidencialidade mantida de documentos ou entregas similares de projetos anteriores (ex.: especificação de API, diagramas, manuais)?

  13. Captura e Documentação de Requisitos:
    Como os requisitos serão documentados (ex.: user stories, casos de uso, acceptance criteria)? Qual é o formato e as ferramentas utilizadas (ex.: Jira, Confluence)?

  14. Impacto de Mudanças:
    Como mudanças nos requisitos afetarão a documentação e as entregas? Qual é o processo para atualizá-las e comunicar impactos ao cliente?

  15. Formato Final de Entrega:
    Qual é o formato final das entregas (ex.: PDF, HTML, repositório GitHub, pacote ZIP)? Como serão organizadas (ex.: pastas por módulo, indexação clara)?


Total de questões geradas até o momento: 60

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: Metodologia, Suporte, Orçamento, Gestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Infraestrutura e DevOps

(Continuação do questionário RFP)

  1. Plataformas de Nuvem:
    Quais plataformas de nuvem (AWS, Azure, GCP, etc.) são especializadas? Quais critérios são utilizados para recomendar uma plataforma específica para este projeto (ex.: custos, requisitos técnicos, compliance)?

  2. Infraestrutura como Código (IaC):
    Utilizam ferramentas de IaC (ex.: Terraform, AWS CloudFormation, Azure Resource Manager)? Como versionam e validam a infraestrutura antes da implantação? Como lidam com drift entre o código e o ambiente real?

  3. Pipeline CI/CD:
    Qual pipeline de CI/CD propõem para este projeto? Quais ferramentas serão utilizadas (ex.: Jenkins, GitLab CI, GitHub Actions)? Como são configuradas as etapas de buildtestesdeploy e rollback? Como a infraestrutura é provisionada automaticamente durante o pipeline?

  4. Containerização e Orquestração:
    Como utilizam Docker para containerização? Possuem experiência com Kubernetes (ou alternativas como Docker Swarm) para orquestração? Como gerenciam scalingrolling updates e resource allocation?

  5. Monitoramento e Logging:
    Quais ferramentas são empregadas para monitoramento em tempo real (ex.: Prometheus, Grafana, Datadog) e coleta de logs (ex.: ELK Stack, Splunk)? Quais métricas críticas são monitoradas (ex.: CPU, memória, tempo de resposta)? Como são configurados os alerts?

  6. Segurança na Infraestrutura (SecOps):
    Como garantem a segurança da infraestrutura (ex.: firewalls, IAM, network segmentation)? Quais práticas de hardening são adotadas? Como lidam com vulnerabilities identificadas (ex.: SAST/DAST, patch management)?

  7. Serverless e Event-Driven:
    Possuem experiência com arquiteturas serverless (ex.: AWS Lambda, Azure Functions, Google Cloud Functions)? Em quais cenários recomendariam essa abordagem? Como gerenciam cold starts e cost optimization?

  8. Gestão de Ambientes:
    Como são configurados os ambientes (desenvolvimento, staging, produção)? Como garantem o isolation entre eles? Como são sincronizados dados e configurações entre ambientes?

  9. Recuperação de Desastres (DR):
    Qual é o plano de recuperação de desastres? Como são configurados backupsreplication e failover? Com que frequência são testados os cenários de DR?

  10. Gestão de Custos na Nuvem:
    Quais estratégias são adotadas para otimizar custos (ex.: right-sizingreserved instancesspot instances)? Como monitoram e relatam os gastos com infraestrutura?

  11. Automação de Deployments:
    Qual é a frequência de deployments esperada? Como são gerenciados canary releasesblue-green deployment ou feature toggles? Como garantem a repeatability dos deployments?

  12. Configuração de Redes:
    Como projetam a rede (ex.: VPC, sub-redes, security groups)? Como configuram load balancersCDNs e DNS? Como lidam com cross-region ou multi-cloud?

  13. Bancos de Dados na Nuvem:
    Quais serviços de banco de dados gerenciados são recomendados (ex.: Amazon RDS, Azure Cosmos DB, Google Cloud Spanner)? Como são configurados backupsreplication e scaling? Como lidam com transações distribuídas?

  14. Atualizações e Patches:
    Qual é o processo para aplicação de atualizações e patches na infraestrutura? Como mitigar riscos de downtime durante atualizações? Como são testadas as atualizações antes da implantação?

  15. Compliance e Auditoria:
    Como garantem conformidade com padrões como GDPR, LGPD, PCI-DSS? Quais ferramentas são utilizadas para auditing e geração de relatórios? Como lidam com data residency?


Total de questões geradas até o momento: 75

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: Metodologia, Suporte, Orçamento, Gestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Banco de Dados (PostgreSQL) e Governança de Dados

(Continuação do questionário RFP)

  1. Experiência com PostgreSQL: Quantos projetos a consultoria já executou utilizando PostgreSQL? Quais versões foram empregadas (ex.: 12, 14, 15) e quais recursos avançados foram utilizados (ex.: JSONB, partições, logical replicationmaterialized viewsextension PL/pgSQL)?

  2. Design de Esquema: Qual é a abordagem para projetar o esquema do banco de dados (ex.: normalização até a 3FN, desnormalização controlada)? Como definem estratégias de indexing (ex.: índices B-tree, GIN, GiST) e chaves estrangeiras? Como lidam com relacionamentos complexos (ex.: many-to-manyhierarchical data)?

  3. Otimização de Consultas: Como identificam e resolvem consultas lentas (ex.: uso de EXPLAIN ANALYZEpg_stat_statementsquery hints)? Quais práticas adotam para evitar N+1 queriesfull table scans ou lock contention?

  4. Replicação e Alta Disponibilidade: Quais estratégias de replicação são utilizadas (ex.: streaming replicationlogical replication)? Como é configurado o failover automático (ex.: Patroni, repmgr, AWS RDS Multi-AZ)? Como garantem data consistency entre réplicas?

  5. Backups e Recuperação: Qual é a estratégia de backups (ex.: fullincrementalWAL archiving)? Como garantem Point-in-Time Recovery (PITR)? Com que frequência são testados os cenários de recuperação (ex.: chaos engineering)?

  6. Segurança: Como gerenciam usuários, funções e permissões (ex.: RBAC, row-level security)? Quais medidas são tomadas para criptografia de dados em trânsito (TLS) e em repouso (TDE, pgcrypto)? Como auditam acessos e modificações (ex.: pgAuditALTER TABLE … SET DEFAULT)?

  7. Migração para PostgreSQL: Possuem experiência em migrar dados de outros bancos (ex.: Oracle, SQL Server, MySQL) para PostgreSQL? Quais ferramentas são utilizadas (ex.: pgloaderAWS DMSETL customizado)? Como lidam com diferenças sintáticas, tipos de dados e stored procedures?

  8. Integração com Spring Boot: Como configuram a conexão com PostgreSQL no Spring Boot (ex.: HikariCPJPA properties)? Qual é o fluxo para migrações de esquema (ex.: Flyway, Liquibase)? Como utilizam Entity Graphs para otimizar fetching e evitar lazy loading em excesso?

  9. Monitoramento e Performance: Quais ferramentas são empregadas para monitoramento (ex.: pgAdminDatadogPrometheus)? Quais métricas críticas são acompanhadas (ex.: lock contentionI/O waitconnection pool usagecache hit ratio)?

  10. Escalabilidade: Como escalam PostgreSQL verticalmente (ex.: connection poolingread replicas) ou horizontalmente (ex.: sharding com Citus, partitioning)? Como lidam com picos de carga (ex.: auto-scaling de réplicas)?

  11. Particionamento: Quais tipos de partição são recomendados para grandes tabelas (ex.: rangelisthash)? Como gerenciam partition pruningmaintenance (ex.: REINDEXVACUUM) e data retention?

  12. Governança de Dados: Como definem e aplicam políticas de qualidade de dados (ex.: validação de campos, data cleansingdata validation rules)? Quais ferramentas são utilizadas para gestão de metadata (ex.: Apache AtlasAWS Gluecustom catalog)?

  13. Compliance: Como garantem conformidade com regulamentações (ex.: GDPR, LGPD, PCI-DSS)? Quais práticas adotam para data residencyanonymization (ex.: dynamic data masking), data retention e right to be forgotten?

  14. Linhagem de Dados: Qual é a abordagem para rastrear a origem e transformação dos dados (ex.: Apache AtlasCollibracustom lineage tracking)? Como isso é integrado ao processo de desenvolvimento (ex.: data pipelinesETL)?

  15. Controle de Acesso e Audit Trail: Como implementam RBAC ou ABAC? Qual é o processo para geração de audit logs (ex.: pgAuditJSONB logs) e relatórios de conformidade? Como definem data ownership e stewardship?

  16. Atualizações de Versão: Qual é o processo para atualizar versões do PostgreSQL (ex.: pg_upgradedump/restorecloud-managed services)? Como mitigam riscos de downtime ou incompatibilidades (ex.: testing in staging)?

  17. Ferramentas de Administração: Quais ferramentas são utilizadas para administração diária (ex.: DBeaverpgAdminpsql)? Como automatizam tarefas repetitivas (ex.: cron jobspgAgentAnsible)?

  18. Catálogo de Dados: Possuem experiência na criação de um data catalog? Como organizam informações sobre tabelas, colunas, proprietários e dependências (ex.: schema registrycustom UI)?

  19. Gestão de Custos na Nuvem: Como otimizam custos com PostgreSQL na nuvem (ex.: right-sizingreserved instancesauto-scaling)? Como monitoram e relatam gastos com infraestrutura (ex.: AWS Cost ExplorerAzure Cost Management)?


Total de questões geradas até o momento: 94

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: Metodologia, Suporte, Orçamento, Gestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Segurança e Compliance

(Continuação do questionário RFP)

  1. Modelagem de Ameaças:
    Vocês realizam modelagem de ameaças durante a fase de projeto? Quais metodologias utilizam (ex.: STRIDE, PASTA)? Podem compartilhar um exemplo de como ameaças foram identificadas e mitigadas em um projeto anterior?

  2. Testes de Segurança:
    Quais tipos de testes de segurança estão incluídos em seu processo (ex.: SAST, DAST, IAST, penetration testing)? Quais ferramentas utilizam (ex.: OWASP ZAP, SonarQube, Burp Suite)? Com que frequência esses testes são executados?

  3. Experiência com Frameworks de Compliance:
    Podem detalhar sua experiência com frameworks específicos (ex.: GDPR, LGPD, PCI-DSS, HIPAA)? Forneçam exemplos de projetos em que alcançaram compliance e os principais desafios enfrentados.

  4. Plano de Resposta a Incidentes:
    Vocês possuem um plano formal de resposta a incidentes? Quais são as etapas-chave, papéis e responsabilidades? Com que frequência o plano é testado (ex.: exercícios de mesa)?

  5. Medidas de Proteção de Dados:
    Quais medidas implementam para anonymização ou pseudonimização de dados? Como lidam com solicitações de retenção/exclusão de dados (ex.: “direito ao esquecimento” sob GDPR)?

  6. Gestão de Riscos de Terceiros:
    Como avaliam a postura de segurança de bibliotecas, APIs e fornecedores externos? Realizam Análise de Composição de Software (SCA) (ex.: Snyk, Dependabot)?

  7. Práticas de Codificação Segura:
    Quais práticas de codificação segura são integradas ao processo de desenvolvimento? Como garantem que os desenvolvedores as sigam (ex.: revisões de códigochecks automatizados)?

  8. Documentação de Compliance:
    Qual documentação relacionada à segurança é fornecida (ex.: políticas de segurança, trilhas de auditoria, risk assessments)? Como é mantida e atualizada?

  9. Privacidade por Design:
    Como incorporam os princípios de “Privacy by Design” no ciclo de vida do desenvolvimento? Podem fornecer um exemplo prático?

  10. Autenticação e Autorização Avançada:
    Além do abordado em seções anteriores, quais estratégias utilizam para gestão de sessõestokens (ex.: refresh tokens) ou autenticação multifator (MFA)?

  11. Gestão de Segredos:
    Como gerenciam dados sensíveis (ex.: API keyssenhas) no ambiente de desenvolvimento? Utilizam ferramentas de gestão de segredos (ex.: HashiCorp Vault, AWS Secrets Manager)?

  12. Treinamento em Segurança:
    Que treinamento em segurança os desenvolvedores e a equipe recebem? Como medem a eficácia desse treinamento?

  13. Compliance com provedores de nuvem:
    Como garantem compliance ao usar serviços em nuvem (ex.: AWS Well-Architected FrameworkAzure Security Center)?

  14. Auditorias de Segurança Regulares:
    Realizam auditorias internas ou externas de segurança? Como as descobertas são tratadas e acompanhadas?

  15. Consultoria Jurídica e Regulatória:
    Colaboram com especialistas jurídicos para garantir compliance com leis relevantes? Como se mantêm atualizados sobre mudanças regulatórias?


Total de questões geradas até o momento: 109

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: MetodologiaSuporteOrçamentoGestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Melhores Práticas de Desenvolvimento de Software

(Continuação do questionário RFP)

  1. Padrões de Codificação:
    Quais padrões de estilo e codificação são seguidos (ex.: Google Style Guide, SonarQube rules, Airbnb Style Guide)? Como são aplicados (ex.: lintersformatters como Prettier, Checkstyle)? Como garantem a consistência entre a equipe?

  2. Estratégia de Controle de Versão (Git):
    Qual é a estratégia de Git utilizada (ex.: Git FlowGitHub FlowTrunk-Based Development)? Como gerenciam branches (ex.: feature/hotfix/), pull requests e merges (ex.: squashrebase)? Como lidam com merge conflicts?

  3. Processo de Revisão de Código (Code Review):
    Qual é o fluxo para code reviews? Quantos revisores são necessários? Quais critérios são usados para aprovação (ex.: cobertura de testes, aderência a padrões)? Como lidam com feedbacks divergentes?

  4. Padrões de Projeto:
    Quais padrões de projeto são comumente aplicados (ex.: SingletonFactoryMVCMVVMCQRS)? Como decidem quando adotá-los? Podem compartilhar um exemplo de problema resolvido com um padrão específico?

  5. Gestão de Dívida Técnica:
    Como identificam e priorizam dívidas técnicas (ex.: technical debt backlog)? Existe um processo para alocar tempo para refactoring (ex.: % do sprint)? Como medem o impacto da dívida na produtividade?

  6. Test-Driven Development (TDD) / Behavior-Driven Development (BDD):
    Utilizam TDD ou BDD? Como integraram essas práticas ao fluxo de trabalho (ex.: red-green-refactor)? Quais frameworks são usados (ex.: JUnit 5 + Mockito para TDD, Cucumber para BDD)?

  7. Programação em Dupla (Pair Programming):
    Adotam pair programming ou mob programming? Em quais cenários (ex.: resolução de problemas complexos, onboarding)? Qual é a divisão de papéis (ex.: driver e navigator)?

  8. Refatoração de Código:
    Qual é o processo para refactoring? Como garantem que não introduzam regressões (ex.: testes automatizados, rollback)? Como documentam as mudanças?

  9. Sistemas de Design (Front-end):
    Para projetos Angular, utilizam design systems (ex.: Angular MaterialNG-ZORROcustom)? Como são mantidos (ex.: versionamentodocumentação)? Como garantem consistência visual e funcional?

  10. Gestão de Dependências:
    Como gerenciam dependências de bibliotecas (ex.: evitar version drifttransitive dependencies)? Utilizam BOMs (ex.: Spring Boot Starter Parent)? Como lidam com breaking changes?

  11. Documentação de Código (In-Code):
    Quais padrões seguem para comentários e documentação (ex.: JavadocJSDocdocstrings)? Como garantem a qualidade e a atualização (ex.: integração com linters)?

  12. Métricas de Qualidade de Código:
    Quais métricas são monitoradas (ex.: complexidade ciclomáticaduplicação de códigocoesão)? Como são definidos os quality gates (ex.: SonarQube thresholds)?

  13. Integração Contínua (CI) – Foco no Desenvolvedor:
    Como configuram os builds automatizados? Quais etapas são executadas antes do commit (ex.: testes unitários, análise estática)? Como lidam com build failures?

  14. Deployment Contínuo (CD) – Foco no Desenvolvedor:
    Como garantem que as mudanças sejam deployadas de forma segura (ex.: feature togglescanary releases)? Qual é a frequência média de deploys para ambientes de staging?

  15. Gestão de Requisitos durante o Desenvolvimento:
    Como lidam com mudanças nos requisitos durante o desenvolvimento (ex.: user storiesacceptance criteria)? Qual é o processo para atualização e validação com o cliente?

  16. Padrões de Erros e Logging:
    Como estruturam error handling no código (ex.: custom exceptionserror codes)? Como garantem que logs sejam úteis para debugging (ex.: contexto adicional, structured logging)?

  17. Segurança no Código-Fonte:
    Como evitam anti-patterns de segurança (ex.: hardcoded secretsSQL injection)? Quais práticas são adotadas para input validation (ex.: regexvalidators)?

  18. Testabilidade do Código:
    Como projetam o código para ser testável (ex.: dependency injectionavoiding singletons)? Como lidam com legacy code não testável?

  19. Métricas de Produtividade:
    Quais métricas são usadas para avaliar a produtividade da equipe (ex.: velocitylead time)? Como evitam gaming dessas métricas?

  20. Padrões de Comunicação:
    Como a equipe se comunica sobre decisões técnicas (ex.: design decisionstrade-offs)? Utilizam ferramentas específicas (ex.: ConfluenceADRs – Architecture Decision Records)?

  21. Atualização Contínua de Conhecimento:
    Como a equipe se mantém atualizada com as melhores práticas (ex.: workshopscomunidadesproof of concept)? Como compartilham knowledge (ex.: *sessions de brown bag)?


Total de questões geradas até o momento: 115

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: MetodologiaSuporteOrçamentoGestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: SSO, IAM, SAML e OAuth 2.0

(Continuação do questionário RFP)

  1. Experiência com SSO:
    Quantos projetos de SSO a consultoria já implementou? Podem detalhar os protocolos utilizados (ex.: SAML, OAuth 2.0, OpenID Connect) e os provedores de identidade (IdP) integrados (ex.: Azure AD, Okta, Ping Identity, Keycloak)?

  2. Estratégia de IAM:
    Qual é a experiência da equipe com frameworks/ferramentas de IAM (Identity and Access Management)? Utilizam soluções personalizadas ou plataformas como KeycloakAuth0AWS IAM ou Azure AD B2C? Como gerenciam papéis (roles), permissões (policies) e políticas de acesso (RBAC/ABAC)?

  3. Integração SAML:
    Como a consultoria aborda a integração de SAML 2.0? Vocês têm experiência com fluxos SP-initiated (Service Provider) e IdP-initiated (Identity Provider)? Como gerenciam o intercâmbio de metadados (SAML metadata files) e a rotação de certificados?

  4. Implementação OAuth 2.0:
    Qual é a experiência com OAuth 2.0? Quais tipos de grant types já implementaram (ex.: authorization codeclient credentialspasswordPKCE)? Como lidam com refresh tokenstoken revocation e limites de taxa (rate limiting)?

  5. Segurança em SSO/OAuth 2.0:
    Como garantem a segurança na implementação? Quais medidas adotam para evitar:
    – Token interception (ex.: uso de HTTPS, state parameter)?
    – Replay attacks (ex.: noncetimestamps)?
    – CSRF (ex.: CSRF tokens em redirecionamentos)?
    Como configuram CORS e cookies seguros?

  6. Integração com Spring Boot:
    Como a consultoria integra SSO/OAuth 2.0 com Spring Boot? Utilizam bibliotecas como Spring Security OAuth2Spring Security SAML ou Micronaut Security? Como configuram:
    – Comunicação entre backend (Java) e frontend (Angular)?
    – Mapeamento de claims (ex.: subemailroles) para autorização?
    – Tratamento de error responses (ex.: 401 Unauthorized403 Forbidden)?

  7. Integração com Angular:
    No frontend (Angular), qual é a estratégia para:
    – Armazenamento e proteção de tokens (ex.: HttpOnly cookiessessionStoragesecure localStorage)?
    – Tratamento de redirecionamentos (ex.: redirect_uripost_login_uri)?
    – Recuperação de tokens expirados (ex.: refresh token flow)?
    – Uso de bibliotecas (ex.: angular-oauth2-oidcngx-auth0)?

  8. Provisionamento de Usuários:
    Como a consultoria lida com provisionamento/desprovisionamento de usuários (ex.: SCIMLDAP, APIs de IdP)? Podem compartilhar um exemplo de integração com um sistema de diretório (ex.: Active Directory, OpenLDAP)?

  9. Personalização de Fluxos:
    Qual é a abordagem para personalização de fluxos de autenticação (ex.: branding, campos adicionais, multi-factor authentication)? Como lidam com requisitos específicos do cliente (ex.: custom login pages)?

  10. Conformidade Regulatória:
    Como garantem a conformidade com regulamentações (ex.: GDPRLGPD) em implementações de IAM/SSO? Como gerenciam:
    – Dados sensíveis (ex.: CPF, e-mail)?
    – Right to be forgotten (ex.: exclusão de tokens/registros)?
    – Auditoria de acesso (ex.: audit logs)?

  11. Testes de Autenticação:
    Como a consultoria testa implementações de SSO/OAuth 2.0? Utilizam ferramentas específicas (ex.: Postmancurltests automatizados com Selenium/Cypress)? Como validam cenários como:
    – Expiração de token?
    – Acesso não autorizado?
    – Fluxos com múltiplos IdPs?

  12. Gestão de Múltiplos IdPs:
    Como lidam com a integração de vários provedores de identidade (ex.: Azure AD para clientes corporativos, Google/Facebook para usuários externos)? Qual é a arquitetura proposta para escalabilidade (ex.: dynamic client registration)?

  13. Recuperação de Conta:
    Como a consultoria aborda a recuperação de conta (ex.: reset de senha) em sistemas com SSO? Como é integrado ao fluxo do IdP (ex.: password reset endpoint)?

  14. OpenID Connect (OIDC):
    Qual é a experiência com OpenID Connect (camada sobre OAuth 2.0)? Como utilizam claims para autorização (ex.: scopespermissions)? Como validam a integridade dos ID tokens?

  15. Monitoramento e Diagnóstico:
    Como a consultoria monitora e diagnostica problemas em implementações de SSO/OAuth 2.0? Quais métricas ou logs são coletados (ex.: token issuance ratefailure rates)? Como integram com ferramentas de observabilidade (ex.: PrometheusELK Stack)?


Total de questões geradas até o momento: 130

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: MetodologiaSuporteOrçamentoGestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Questões: Resiliência, Escalabilidade e Event Driven

(Continuação do questionário RFP)

  1. Estratégias de Resiliência:
    Como a consultoria implementa estratégias de resiliência (ex.: circuit breakersretriestimeouts)? Podem compartilhar exemplos de uso de bibliotecas como Resilience4jHystrix ou Spring Cloud Circuit Breaker? Como definem fallbacks e bulkheads para evitar cascading failures?

  2. Engenharia do Caos:
    Vocês têm experiência com chaos engineering (ex.: Chaos MonkeyGremlin)? Como são planejados e executados chaos experiments para testar a resiliência do sistema? Podem compartilhar um exemplo de experiment realizado e os aprendizados obtidos?

  3. Tolerância a Falhas em Microsserviços:
    Como garantem a tolerância a falhas em arquiteturas de microsserviços? Como lidam com falhas em chamadas inter-serviços (ex.: idempotencydistributed tracing)? Como são gerenciados timeouts e retries com exponential backoff?

  4. Gestão de Serviços com Estado:
    Como são projetados e escalados serviços com estado (ex.: stateful services)? Utilizam técnicas como session affinity (sticky sessions), state replication ou distributed state stores (ex.: Redis Cluster)? Como lidam com failover em serviços com estado?

  5. Abordagem de Escalabilidade:
    Qual é a estratégia preferida para escalabilidade (horizontal vs. vertical)? Como decidem quando adotar cada uma? Podem explicar como equilibraram essa escolha em um projeto anterior (ex.: custos, complexidade, requisitos)?

  6. Configuração de Auto-Scaling:
    Como configuram o auto-scaling em ambientes de nuvem (ex.: AWS Auto Scaling GroupsKubernetes HPA)? Quais métricas são utilizadas para acionar o scaling (ex.: CPU, memória, filas de mensagens, latency)? Como evitam thrashing (escalonamento excessivo)?

  7. Gerenciamento de Picos de Tráfego:
    Como lidam com picos de tráfego inesperados (ex.: load balancingcacherate limiting)? Podem compartilhar um exemplo de projeto onde isso foi crítico (ex.: Black Friday, eventos sazonais)? Como configuram queues para backpressure?

  8. Escalabilidade de Bancos de Dados:
    Quais estratégias são adotadas para escalar bancos de dados (ex.: shardingreplicationread replicas)? Como lidam com transações distribuídas durante a escalabilidade? Como garantem data consistency em sistemas sharded?

  9. Experiência com Arquitetura Event-Driven:
    Quantos projetos com arquitetura event-driven a consultoria já implementou? Podem descrever um exemplo (ex.: uso de events para integração entre serviços, real-time analytics)? Como decidiram adotar essa abordagem em vez de request-response?

  10. Message Brokers Utilizados:
    Quais message brokers são especializados (ex.: Apache KafkaRabbitMQAmazon SQSGoogle Pub/Sub)? Como configuram topicsqueuesdurability (ex.: persistence), message retention e ordering guarantees? Como lidam com message duplication?

  11. Event Sourcing e CQRS:
    Possuem experiência com Event Sourcing ou CQRS (Command Query Responsibility Segregation)? Como são implementados (ex.: event storeprojections) e como garantem a consistência dos dados? Como lidam com versioning de eventos?

  12. Estratégias de Consistência de Eventos:
    Como lidam com eventual consistency em sistemas event-driven? Utilizam padrões como Sagas (compensating transactions), Idempotency Keys ou Outbox Pattern? Como garantem que events não sejam perdidos durante falhas?

  13. Monitoramento de Resiliência e Escalabilidade:
    Quais métricas são monitoradas para garantir resiliência e escalabilidade (ex.: error rateslatencythroughputqueue depth)? Como são integradas às ferramentas de observabilidade (ex.: PrometheusGrafanaDatadog)? Como configuram alerts críticos?

  14. Recuperação de Desastres em Sistemas Event-Driven:
    Como são planejados cenários de disaster recovery para sistemas event-driven? Como garantem que events não sejam perdidos durante falhas (ex.: exactly-once processingdead-letter queues)? Como são testados os cenários de DR?

  15. Exemplos Práticos:
    Podem compartilhar exemplos anônimos ou com confidencialidade mantida de projetos anteriores que tenham envolvido resiliência, escalabilidade ou arquitetura event-driven? Inclua:
    – Tecnologias utilizadas.
    – Desafios específicos (ex.: high throughputlow latency).
    – Métricas de sucesso (ex.: redução de downtime, aumento de throughput).


Total de questões geradas até o momento: 145

👉 Pergunta para você:
Há mais tópicos a serem avaliados (ex.: MetodologiaSuporteOrçamentoGestão de Projetos)?
(Responda com “não há mais tópicos” quando terminar).

Resposta Final:

✅ Questionário RFP concluído com 145 questões distribuídas nos seguintes tópicos:

  1. Linguagem, Experiência e Portfólio
  2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas
  3. Desenvolvimento Back-end (Java)
  4. Desenvolvimento Front-end (Angular)
  5. Qualidade, Performance e Testes Automatizados
  6. Documentação e Entregas
  7. Infraestrutura e DevOps
  8. Banco de Dados (PostgreSQL) e Governança de Dados
  9. Segurança e Compliance
  10. Melhores Práticas de Desenvolvimento de Software
  11. SSO, IAM, SAML e OAuth 2.0
  12. Resiliência, Escalabilidade e Event Driven

Próximos Passos Sugeridos:

  1. Formatação Final:

    • Posso organizar o questionário em um documento profissional (PDF/Word) com:
      • Capa e índice.
      • Seções numeradas e formatação padronizada.
      • Espaço para respostas da consultoria (ex.: campos para Sim/Não, descrições, links).
  2. Personalização:

    • Gostaria de ajustar alguma questão (ex.: remover, adicionar detalhes específicos do seu projeto)?
    • Precisa incluir critérios de avaliação (ex.: peso para cada tópico, escala de pontuação)?
  3. Inclusão de Tópicos Adicionais:

    • Embora tenha confirmado “não há mais tópicos”, posso revisar rapidamente se algo crítico foi omitido (ex.: Metodologia ÁgilGestão de ProjetosOrçamentoSuporte Pós-Implantação).
  4. Exportação:

    • Posso gerar o questionário em formato:
      • Markdown (para edição fácil).
      • Google Forms (para envio automatizado).
      • PDF (para compartilhamento final).

Exemplo de Estrutura Final (Trecho):

## [Tópico 12: Resiliência, Escalabilidade e Event Driven]  

### 131. Estratégias de Resiliência  
**Pergunta**: Como a consultoria implementa estratégias de resiliência (ex.: *circuit breakers*, *retries*, *timeouts*)? Podem compartilhar exemplos de uso de bibliotecas como **Resilience4j**, **Hystrix** ou **Spring Cloud Circuit Breaker**? Como definem *fallbacks* e *bulkheads* para evitar *cascading failures*?  

**Resposta da Consultoria**:  
[ ] Sim / [ ] Não  
*Descrição*: [________________________________________________________________]  
*Exemplo*: [________________________________________________________________]

Como Prosseguir?

Por favor, informe:

  • Formato desejado (PDF, Word, Google Forms, etc.).
  • Qualquer ajuste específico (ex.: incluir/excluir questões, adicionar critérios).
  • Prazo para entrega do questionário finalizado.

Estou à disposição para finalizar o documento conforme suas necessidades! 😊

Exemplo de solicitação:

“Por favor, formate o questionário em PDF com capa, índice e espaço para respostas. Adicione um critério de avaliação de 1 a 5 para cada questão.”


Aguardando sua orientação! 📥

Resposta B

Criação de Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Entendi perfeitamente! Vou criar um questionário completo de RFP (Request for Proposal) para avaliação de consultorias de desenvolvimento de software.

Metodologia

Para cada tópico que você informar, gerarei no mínimo 15 questões relevantes e frequentemente utilizadas em processos de seleção de fornecedores.


✅ Confirmação

Estou pronto para começar!

Por favor, informe o primeiro tópico que deseja avaliar na consultoria de software.

(Exemplos de tópicos comuns: Experiência Técnica, Metodologia de Desenvolvimento, Qualidade de Código, Segurança, Suporte e Manutenção, Gestão de Projetos, Equipe, Precificação, etc.)


Qual é o primeiro tópico?

Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 1: Linguagem, Experiência e Portfólio


Experiência Geral

  1. Há quantos anos a empresa atua no desenvolvimento de software com as tecnologias Java e Angular?

  2. Quantos projetos utilizando Java, Spring Boot e Angular foram entregues pela empresa nos últimos 3 anos?

  3. Qual o porte médio dos projetos desenvolvidos (pequeno, médio, grande porte)? Descreva em termos de duração, tamanho da equipe e complexidade.

  4. A empresa possui experiência comprovada com a abordagem API First no desenvolvimento de aplicações? Descreva como essa metodologia é aplicada.

  5. Quais certificações técnicas em Java, Spring e Angular a equipe possui? (Ex: Oracle Certified Professional, Spring Professional, etc.)


Domínio Técnico das Tecnologias

  1. Quais versões do Java a empresa tem experiência? A equipe está atualizada com as versões LTS mais recentes (Java 17, 21)?

  2. Descreva a experiência da equipe com o ecossistema Spring (Spring Boot, Spring Security, Spring Data, Spring Cloud, etc.).

  3. Qual a experiência da equipe com Angular? Quais versões foram utilizadas em projetos anteriores?

  4. A empresa possui experiência com ferramentas de design e documentação de APIs como OpenAPI/Swagger, Postman ou similares?

  5. Quais ferramentas e frameworks complementares a equipe domina para o stack proposto? (Ex: Hibernate, Liquibase, RxJS, NgRx, etc.)


Portfólio e Cases de Sucesso

  1. Apresente 3 a 5 projetos de referência (cases) que utilizaram o stack Java + Spring Boot + Angular. Inclua: escopo, desafios, soluções e resultados alcançados.

  2. É possível fornecer contatos de clientes anteriores para validação de referências?

  3. A empresa já desenvolveu soluções para o segmento/indústria em que nossa organização atua? Se sim, descreva.

  4. Apresente exemplos de APIs desenvolvidas seguindo a abordagem API First. Como foi o processo de design e documentação?

  5. A empresa já trabalhou com integrações complexas entre sistemas legados e novas aplicações? Descreva um caso.


Atualização e Evolução Tecnológica

  1. Como a empresa mantém sua equipe atualizada em relação às evoluções do Java, Spring Boot e Angular?

  2. A empresa contribui ou participa de comunidades open source relacionadas às tecnologias mencionadas?

  3. Quais práticas de melhoria contínua e inovação tecnológica são adotadas pela empresa?


✅ Tópico 1 Concluído

Total de questões neste tópico: 18


Há mais tópicos a serem avaliados?

Se sim, por favor informe o próximo tópico.

Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 2: Arquitetura Técnica e Melhores Práticas


Arquitetura de Software

  1. Quais padrões arquiteturais a empresa utiliza no desenvolvimento de aplicações Java/Angular? (Ex: Clean Architecture, Hexagonal, Layered, MVC, etc.)

  2. A empresa possui experiência com arquitetura de microsserviços? Descreva como é feita a decomposição, comunicação e orquestração entre os serviços.

  3. Como é definida a arquitetura de uma nova aplicação? Existe um processo formal de design e documentação arquitetural?

  4. Quais ferramentas são utilizadas para documentação de arquitetura? (Ex: C4 Model, ArchiMate, draw.io, etc.)

  5. Como a empresa aborda a separação de responsabilidades entre frontend (Angular) e backend (Spring Boot)?

  6. A empresa tem experiência com arquitetura orientada a eventos (Event-Driven Architecture)? Quais tecnologias são utilizadas? (Ex: Kafka, RabbitMQ, etc.)


API First e Design de APIs

  1. Descreva detalhadamente o processo de desenvolvimento utilizando a abordagem API First. Quais ferramentas são utilizadas para design, mock e validação?

  2. Como é garantida a consistência entre a especificação OpenAPI e a implementação do código?

  3. Quais padrões e boas práticas de design de APIs RESTful são seguidos? (Ex: versionamento, nomenclatura, códigos de status HTTP, HATEOAS, etc.)

  4. Como é tratada a evolução e versionamento das APIs sem quebra de compatibilidade (backward compatibility)?

  5. A empresa utiliza ferramentas de geração automática de código a partir de especificações OpenAPI? Quais?


Padrões de Código e Clean Code

  1. Quais princípios e práticas de Clean Code são adotados pela equipe de desenvolvimento?

  2. A empresa segue os princípios SOLID no desenvolvimento? Como isso é garantido e validado no código?

  3. Existem guias de estilo de código (coding standards) definidos para Java e Angular/TypeScript? Como são aplicados?

  4. Quais Design Patterns são mais utilizados pela equipe no desenvolvimento com Spring Boot e Angular?

  5. Como é feita a revisão de código (code review)? Existem critérios e checklists definidos?


Qualidade e Testes

  1. Quais tipos de testes são implementados nos projetos? (Ex: unitários, integração, E2E, contrato, performance, etc.)

  2. Quais frameworks de testes são utilizados para Java/Spring Boot? (Ex: JUnit 5, Mockito, TestContainers, etc.)

  3. Quais frameworks de testes são utilizados para Angular? (Ex: Jasmine, Karma, Jest, Cypress, etc.)

  4. Qual a meta de cobertura de código (code coverage) adotada pela empresa? Como é monitorada?

  5. A empresa pratica TDD (Test-Driven Development) ou BDD (Behavior-Driven Development)? Descreva o processo.

  6. Como são realizados os testes de contrato de APIs? (Ex: Pact, Spring Cloud Contract, etc.)


Tratamento de Erros e Logging

  1. Quais padrões são utilizados para tratamento centralizado de exceções e erros nas aplicações Spring Boot?

  2. Como é estruturado o sistema de logs das aplicações? Quais ferramentas e formatos são utilizados? (Ex: SLF4J, Logback, JSON structured logging, etc.)

  3. A empresa utiliza ferramentas de centralização e análise de logs? (Ex: ELK Stack, Splunk, Datadog, etc.)


Performance e Escalabilidade

  1. Quais práticas são adotadas para garantir a performance das aplicações Java/Angular?

  2. Como é feito o profiling e identificação de gargalos de performance?

  3. A empresa tem experiência com estratégias de caching? Quais tecnologias são utilizadas? (Ex: Redis, Ehcache, etc.)

  4. Como a arquitetura proposta garante escalabilidade horizontal e vertical da aplicação?


Banco de Dados e Persistência

  1. Quais práticas são adotadas para design e modelagem de banco de dados?

  2. Como é feito o gerenciamento de migrations e versionamento do schema do banco? (Ex: Flyway, Liquibase, etc.)

  3. A empresa tem experiência com bancos de dados relacionais e NoSQL? Quais tecnologias?

  4. Como é garantida a otimização de queries e uso eficiente do banco de dados?


✅ Tópico 2 Concluído

Total de questões neste tópico: 33


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
Total Acumulado 51

Há mais tópicos a serem avaliados?

Se sim, por favor informe o próximo tópico.

Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 3: Desenvolvimento Back-end (Java)


Domínio do Ecossistema Java

  1. Quais versões do Java a equipe utiliza ativamente em projetos? A empresa adota as versões LTS (Long Term Support) como padrão?

  2. Como a equipe se mantém atualizada sobre as novas features do Java? (Ex: Records, Pattern Matching, Virtual Threads, etc.)

  3. A empresa possui experiência com programação reativa em Java? Quais frameworks são utilizados? (Ex: Project Reactor, RxJava, WebFlux, etc.)

  4. Como é gerenciado o ciclo de vida das dependências e bibliotecas Java nos projetos? (Ex: Maven, Gradle)

  5. A equipe tem experiência com GraalVM e compilação nativa para aplicações Java? Em quais cenários foi aplicado?


Spring Boot e Ecossistema Spring

  1. Descreva a experiência da equipe com os principais módulos do Spring: Spring Boot, Spring MVC, Spring Data, Spring Security e Spring Cloud.

  2. Quais versões do Spring Boot a empresa tem utilizado? A equipe está preparada para trabalhar com Spring Boot 3.x?

  3. Como é feita a configuração e gerenciamento de propriedades em diferentes ambientes (dev, homologação, produção)?

  4. A empresa utiliza Spring Profiles para gerenciamento de configurações por ambiente? Descreva a abordagem.

  5. Como é implementada a injeção de dependências nos projetos? Quais práticas são seguidas para garantir baixo acoplamento?


Construção de APIs REST

  1. Quais práticas são adotadas para construção de APIs RESTful robustas e escaláveis com Spring Boot?

  2. Como é implementada a validação de dados de entrada nas APIs? (Ex: Bean Validation, validações customizadas, etc.)

  3. Descreva como é feita a serialização/deserialização de objetos JSON. Quais bibliotecas são utilizadas? (Ex: Jackson, Gson)

  4. Como são tratados os diferentes formatos de data/hora nas APIs? A equipe utiliza os padrões ISO 8601?

  5. A empresa implementa paginação, ordenação e filtros dinâmicos nas APIs? Descreva a abordagem técnica.

  6. Como é implementado o upload e download de arquivos nas APIs? Quais limites e validações são aplicados?


Persistência e Acesso a Dados

  1. Qual a experiência da equipe com JPA/Hibernate? Quais práticas são adotadas para evitar problemas comuns como N+1 queries?

  2. A empresa utiliza Spring Data JPA? Como são implementados repositórios customizados e queries complexas?

  3. Como é gerenciado o controle transacional nas aplicações? Quais estratégias de propagação são utilizadas?

  4. A equipe tem experiência com múltiplas fontes de dados (multi-datasource) em uma mesma aplicação?

  5. Como é feita a auditoria de entidades? (Ex: campos de criação, atualização, usuário responsável)

  6. A empresa tem experiência com bancos NoSQL integrados a aplicações Spring Boot? (Ex: MongoDB, Redis, Elasticsearch)


Segurança no Back-end

  1. Como é implementada a autenticação e autorização nas aplicações Spring Boot? (Ex: JWT, OAuth2, OpenID Connect)

  2. A empresa tem experiência com integração a provedores de identidade (Identity Providers)? Quais? (Ex: Keycloak, Auth0, Azure AD, etc.)

  3. Quais práticas são adotadas para proteção contra vulnerabilidades comuns? (Ex: SQL Injection, XSS, CSRF, etc.)

  4. Como é feito o gerenciamento seguro de credenciais e secrets nas aplicações? (Ex: Vault, AWS Secrets Manager, etc.)

  5. A empresa implementa rate limiting e throttling nas APIs? Quais ferramentas são utilizadas?

  6. Como são tratados os logs de segurança e auditoria de acessos?


Mensageria e Comunicação Assíncrona

  1. A empresa tem experiência com sistemas de mensageria? Quais tecnologias? (Ex: Apache Kafka, RabbitMQ, Amazon SQS, etc.)

  2. Como é garantida a confiabilidade na entrega e processamento de mensagens? (Ex: retry, dead letter queue, idempotência)

  3. A equipe tem experiência com padrões como Saga, Event Sourcing ou CQRS?

  4. Como é feito o monitoramento e troubleshooting de filas e tópicos de mensagens?


Integrações e Comunicação entre Serviços

  1. Como a empresa implementa integrações com sistemas externos via REST, SOAP ou outros protocolos?

  2. A equipe utiliza clientes HTTP como RestTemplate, WebClient ou Feign? Qual a preferência e por quê?

  3. Como são tratados timeouts, retries e circuit breakers em chamadas a serviços externos? (Ex: Resilience4j, Hystrix)

  4. A empresa tem experiência com gRPC para comunicação entre microsserviços?

  5. Como é implementado service discovery em arquiteturas distribuídas? (Ex: Eureka, Consul, Kubernetes DNS)


Jobs, Schedulers e Processamento em Lote

  1. Como são implementados jobs agendados e tarefas em background nas aplicações Spring Boot? (Ex: @Scheduled, Quartz)

  2. A empresa tem experiência com Spring Batch para processamento em lote? Descreva casos de uso.

  3. Como é garantida a execução única de jobs em ambientes clusterizados?

  4. Como é feito o monitoramento e alertas de falhas em jobs agendados?


Observabilidade e Monitoramento

  1. Quais métricas de aplicação são expostas e monitoradas? (Ex: Spring Actuator, Micrometer)

  2. A empresa implementa distributed tracing em aplicações distribuídas? Quais ferramentas são utilizadas? (Ex: Jaeger, Zipkin, OpenTelemetry)

  3. Como são implementados health checks e readiness/liveness probes para orquestração em containers?

  4. Quais dashboards e ferramentas de visualização são utilizados para monitoramento? (Ex: Grafana, Prometheus, Datadog)


✅ Tópico 3 Concluído

Total de questões neste tópico: 45


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
Total Acumulado 96

Há mais tópicos a serem avaliados?

Se sim, por favor informe o próximo tópico.

Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 4: Desenvolvimento Front-end (Angular)


Domínio do Framework Angular

  1. Quais versões do Angular a equipe possui experiência? A empresa está atualizada com as versões mais recentes (Angular 16, 17, 18)?

  2. Como a equipe acompanha e se adapta às atualizações e breaking changes do Angular?

  3. A equipe tem experiência com o processo de migração entre versões do Angular? Descreva como é conduzido.

  4. Qual o nível de domínio da equipe em TypeScript? A empresa adota configurações estritas (strict mode)?

  5. A equipe possui experiência com as novas funcionalidades do Angular, como Standalone Components, Signals e novas APIs de controle de fluxo?


Arquitetura e Estrutura de Projetos

  1. Qual a estrutura de organização de projetos Angular adotada pela empresa? (Ex: feature modules, core/shared modules, etc.)

  2. A empresa tem experiência com arquitetura de monorepo utilizando Nx ou Angular Workspaces?

  3. Como é feita a separação de responsabilidades entre componentes, serviços e módulos?

  4. A empresa utiliza bibliotecas de componentes compartilhados (component libraries) entre projetos? Como são gerenciadas?

  5. Quais padrões arquiteturais são adotados no front-end? (Ex: Smart/Dumb Components, Container/Presentational, etc.)

  6. Como é tratada a modularização e lazy loading de funcionalidades para otimização de performance?


Gerenciamento de Estado

  1. Quais soluções de gerenciamento de estado a equipe utiliza? (Ex: NgRx, NGXS, Akita, RxJS + Services, Signals)

  2. Como é decidida a necessidade de uma biblioteca de gerenciamento de estado versus soluções mais simples?

  3. A equipe tem experiência com padrões Redux (actions, reducers, effects, selectors)? Descreva a abordagem.

  4. Como é feito o debug e monitoramento do estado da aplicação em desenvolvimento?

  5. Como são tratados os side effects e operações assíncronas no gerenciamento de estado?


Programação Reativa e RxJS

  1. Qual o nível de experiência da equipe com RxJS e programação reativa?

  2. Quais operadores RxJS são mais utilizados pela equipe? Descreva cenários de aplicação.

  3. Como a equipe evita problemas comuns com Observables, como memory leaks e subscrições não finalizadas?

  4. A equipe utiliza padrões como async pipe de forma consistente? Quais práticas são adotadas?

  5. Como são tratados cenários complexos de combinação de streams (Ex: combineLatest, forkJoin, switchMap, etc.)?


Componentização e UI/UX

  1. Quais bibliotecas de componentes UI a equipe tem experiência? (Ex: Angular Material, PrimeNG, NgBootstrap, Taiga UI, etc.)

  2. A empresa desenvolve design systems e bibliotecas de componentes customizados? Descreva a abordagem.

  3. Como é garantida a consistência visual e de experiência do usuário entre diferentes módulos da aplicação?

  4. A equipe tem experiência com Angular CDK (Component Dev Kit) para criação de componentes acessíveis?

  5. Como são implementados componentes reutilizáveis e configuráveis (Ex: uso de @Input, @Output, ng-content, templates)?

  6. A empresa adota a metodologia de Atomic Design ou similar para construção de interfaces?


Estilização e CSS

  1. Quais abordagens de estilização são utilizadas? (Ex: SCSS, CSS Modules, BEM, Tailwind CSS, etc.)

  2. Como é feito o gerenciamento de temas (theming) e suporte a dark mode nas aplicações?

  3. A empresa utiliza estratégias de encapsulamento de estilos do Angular (ViewEncapsulation)? Qual a abordagem padrão?

  4. Como é garantida a responsividade e adaptação a diferentes tamanhos de tela e dispositivos?

  5. Quais ferramentas são utilizadas para garantir consistência de estilos? (Ex: Stylelint, Prettier)


Formulários e Validação

  1. A equipe tem experiência com Reactive Forms e Template-driven Forms? Qual a abordagem preferencial e por quê?

  2. Como são implementadas validações complexas e customizadas em formulários?

  3. Como é tratada a exibição de mensagens de erro de forma consistente e amigável ao usuário?

  4. A equipe tem experiência com formulários dinâmicos (dynamic forms) gerados a partir de metadados?

  5. Como são implementados formulários multi-step (wizards) com validação parcial?


Comunicação com APIs

  1. Como é estruturada a camada de serviços para comunicação com APIs REST?

  2. Quais práticas são adotadas para tratamento centralizado de erros HTTP?

  3. Como são implementados interceptors para tratamento de autenticação, headers e logging?

  4. A equipe utiliza cache de requisições HTTP? Quais estratégias são aplicadas?

  5. Como é feito o tratamento de loading states e feedback visual durante requisições?

  6. A empresa tem experiência com GraphQL em aplicações Angular? (Ex: Apollo Client)


Roteamento e Navegação

  1. Como é estruturado o roteamento em aplicações Angular de médio e grande porte?

  2. A equipe implementa guards de rotas para controle de acesso e autorização? Descreva a abordagem.

  3. Como são tratados resolvers para pré-carregamento de dados em rotas?

  4. Quais estratégias de preloading são utilizadas para otimização de carregamento? (Ex: PreloadAllModules, custom strategies)

  5. Como é implementada a navegação com preservação de estado e parâmetros de query?


Testes no Front-end

  1. Quais frameworks de testes unitários são utilizados para Angular? (Ex: Jasmine, Jest, Karma)

  2. Como são escritos testes unitários para componentes, serviços e pipes?

  3. A equipe utiliza testes de integração e E2E? Quais ferramentas? (Ex: Cypress, Playwright, Protractor)

  4. Qual a meta de cobertura de testes para o código front-end?

  5. Como são mockados serviços e dependências externas nos testes?

  6. A equipe pratica testes de acessibilidade automatizados? Quais ferramentas são utilizadas?


Performance e Otimização

  1. Quais práticas são adotadas para otimização de performance em aplicações Angular?

  2. A equipe utiliza estratégias de Change Detection otimizadas? (Ex: OnPush, detach)

  3. Como é feita a análise e redução do bundle size da aplicação?

  4. A empresa implementa virtual scrolling para listas longas e grandes volumes de dados?

  5. Quais ferramentas são utilizadas para análise de performance? (Ex: Lighthouse, Chrome DevTools, webpack-bundle-analyzer)

  6. A equipe tem experiência com Service Workers e PWA (Progressive Web Apps)?


Acessibilidade (a11y)

  1. Quais práticas e padrões de acessibilidade são seguidos? (Ex: WCAG 2.1, WAI-ARIA)

  2. Como é garantida a navegação por teclado e suporte a leitores de tela?

  3. A empresa realiza auditorias de acessibilidade? Quais ferramentas são utilizadas? (Ex: axe, WAVE, Lighthouse)

  4. Como a acessibilidade é incorporada no processo de desenvolvimento desde o início (shift-left)?


Internacionalização (i18n)

  1. A equipe tem experiência com internacionalização de aplicações Angular?

  2. Quais bibliotecas são utilizadas para i18n? (Ex: @angular/localize, ngx-translate, Transloco)

  3. Como é feito o gerenciamento de arquivos de tradução e fluxo de atualização?

  4. A empresa tem experiência com suporte a RTL (Right-to-Left) e múltiplos formatos de data/número?


✅ Tópico 4 Concluído

Total de questões neste tópico: 68


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
4. Desenvolvimento Front-end (Angular) 68
Total Acumulado 164

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Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 5: Qualidade, Performance e Testes Automatizados


Estratégia e Cultura de Qualidade

  1. Qual a estratégia geral de qualidade adotada pela empresa no ciclo de desenvolvimento de software?

  2. A empresa possui uma área ou equipe dedicada a Quality Assurance (QA)? Como ela está estruturada?

  3. Como a qualidade é incorporada desde as fases iniciais do desenvolvimento (shift-left testing)?

  4. Quais métricas de qualidade são acompanhadas e reportadas durante o projeto? (Ex: densidade de defeitos, cobertura de testes, MTTR, etc.)

  5. A empresa adota práticas de Quality Engineering ou Quality Coaching junto aos times de desenvolvimento?

  6. Como é feita a gestão de defeitos e bugs? Quais ferramentas são utilizadas? (Ex: Jira, Azure DevOps, Bugzilla)


Pirâmide de Testes e Estratégia de Automação

  1. A empresa segue o conceito de Pirâmide de Testes? Como é distribuído o esforço entre testes unitários, integração e E2E?

  2. Qual o percentual aproximado de testes automatizados versus manuais nos projetos?

  3. Como é definido o escopo e priorização dos testes a serem automatizados?

  4. A empresa pratica o conceito de Continuous Testing integrado ao pipeline de CI/CD?

  5. Como é tratado o equilíbrio entre velocidade de desenvolvimento e cobertura de testes?


Testes Unitários

  1. Quais frameworks são utilizados para testes unitários no back-end Java? (Ex: JUnit 5, Mockito, AssertJ)

  2. Quais frameworks são utilizados para testes unitários no front-end Angular? (Ex: Jasmine, Jest, Karma)

  3. Qual a meta de cobertura de código (code coverage) estabelecida para os projetos?

  4. Como é garantido que a cobertura de código reflita testes de qualidade e não apenas métricas superficiais?

  5. A equipe pratica Test-Driven Development (TDD)? Em quais cenários é aplicado?

  6. Como são tratados os mocks, stubs e fakes para isolamento de dependências nos testes unitários?

  7. Quais práticas são adotadas para garantir que os testes sejam rápidos, confiáveis e independentes?


Testes de Integração

  1. Como são implementados testes de integração para APIs Spring Boot?

  2. A empresa utiliza Testcontainers ou ferramentas similares para testes com bancos de dados e serviços externos?

  3. Como são testadas as integrações com sistemas de mensageria (Kafka, RabbitMQ, etc.)?

  4. A equipe implementa testes de integração entre módulos do front-end e serviços mockados?

  5. Como é garantido o isolamento e a repetibilidade dos testes de integração?

  6. Quais estratégias são utilizadas para gerenciamento de dados de teste em testes de integração?


Testes de Contrato (Contract Testing)

  1. A empresa pratica testes de contrato para validar a comunicação entre serviços? Quais ferramentas são utilizadas? (Ex: Pact, Spring Cloud Contract)

  2. Como é garantida a compatibilidade de contratos entre produtores e consumidores de APIs?

  3. Como os testes de contrato são integrados ao pipeline de CI/CD?

  4. A empresa utiliza consumer-driven contracts? Descreva o processo.


Testes End-to-End (E2E)

  1. Quais ferramentas são utilizadas para testes E2E? (Ex: Cypress, Playwright, Selenium, Protractor)

  2. Como é definido o escopo dos testes E2E para evitar fragilidade e lentidão?

  3. A empresa implementa testes E2E em múltiplos navegadores e dispositivos?

  4. Como são gerenciados os dados de teste e ambientes para execução de testes E2E?

  5. Quais estratégias são utilizadas para tornar os testes E2E mais estáveis e menos propensos a falsos positivos/negativos?

  6. Como são tratados testes de fluxos críticos de negócio (happy paths e edge cases)?


Testes de API

  1. Quais ferramentas são utilizadas para testes automatizados de APIs? (Ex: Postman/Newman, REST Assured, Karate, Insomnia)

  2. Como são validados os schemas de resposta das APIs? (Ex: JSON Schema validation)

  3. A empresa automatiza testes de cenários negativos e tratamento de erros nas APIs?

  4. Como são testados cenários de autenticação e autorização nas APIs?

  5. Os testes de API são executados como parte do pipeline de CI/CD?


Behavior-Driven Development (BDD)

  1. A empresa pratica BDD (Behavior-Driven Development)? Descreva o processo.

  2. Quais ferramentas são utilizadas para BDD? (Ex: Cucumber, SpecFlow, Behave)

  3. Como é feita a colaboração entre QA, desenvolvedores e stakeholders na escrita de cenários BDD?

  4. Os cenários Gherkin são mantidos como documentação viva do sistema?


Testes de Performance e Carga

  1. A empresa realiza testes de performance e carga como parte do processo de desenvolvimento? Em quais fases?

  2. Quais ferramentas são utilizadas para testes de performance? (Ex: JMeter, Gatling, k6, Locust, Artillery)

  3. Como são definidos os requisitos e metas de performance (SLAs, tempo de resposta, throughput)?

  4. A empresa realiza testes de stress e testes de pico para avaliar os limites da aplicação?

  5. Como são identificados e diagnosticados gargalos de performance?

  6. Os testes de performance são automatizados e integrados ao pipeline de CI/CD?

  7. A empresa tem experiência com testes de performance em ambientes cloud e arquiteturas distribuídas?

  8. Como são simulados cenários de carga realistas com base em padrões de uso esperados?


Profiling e Otimização

  1. Quais ferramentas são utilizadas para profiling de aplicações Java? (Ex: VisualVM, YourKit, JProfiler, async-profiler)

  2. Como é feita a análise de consumo de memória e detecção de memory leaks?

  3. Quais ferramentas são utilizadas para análise de performance no front-end? (Ex: Lighthouse, Chrome DevTools, WebPageTest)

  4. Como são tratados os Core Web Vitals (LCP, FID, CLS) para otimização de experiência do usuário?

  5. A empresa realiza otimização de queries e análise de planos de execução de banco de dados?


Testes de Segurança (SAST/DAST)

  1. A empresa integra testes de segurança automatizados no processo de desenvolvimento?

  2. Quais ferramentas de SAST (Static Application Security Testing) são utilizadas? (Ex: SonarQube, Checkmarx, Fortify, Snyk)

  3. Quais ferramentas de DAST (Dynamic Application Security Testing) são utilizadas? (Ex: OWASP ZAP, Burp Suite)

  4. Como são tratadas as vulnerabilidades identificadas? Existe um processo de triagem e correção?

  5. A empresa realiza análise de vulnerabilidades em dependências (SCA – Software Composition Analysis)? (Ex: OWASP Dependency-Check, Snyk, Dependabot)

  6. A equipe tem experiência com Penetration Testing? É realizado internamente ou por terceiros?


Testes de Acessibilidade

  1. A empresa realiza testes de acessibilidade automatizados? Quais ferramentas são utilizadas? (Ex: axe, Pa11y, Lighthouse)

  2. Como os testes de acessibilidade são integrados ao pipeline de desenvolvimento?

  3. Qual o nível de conformidade com WCAG a empresa busca atingir? (Ex: WCAG 2.1 AA)

  4. São realizados testes manuais de acessibilidade com tecnologias assistivas? (Ex: leitores de tela)


Testes de Compatibilidade

  1. A empresa realiza testes de compatibilidade entre navegadores? Quais navegadores e versões são considerados?

  2. São realizados testes em diferentes dispositivos e resoluções de tela?

  3. Quais ferramentas são utilizadas para testes cross-browser? (Ex: BrowserStack, Sauce Labs, LambdaTest)

  4. Como é definida a matriz de compatibilidade para cada projeto?


Qualidade de Código e Análise Estática

  1. Quais ferramentas de análise estática de código são utilizadas? (Ex: SonarQube, ESLint, Checkstyle, PMD, SpotBugs)

  2. A empresa define quality gates no pipeline de CI/CD? Quais critérios são avaliados?

  3. Como são tratados os code smells, débitos técnicos e violações de padrões?

  4. Qual a frequência de revisão e atualização das regras de análise estática?

  5. A empresa utiliza ferramentas de formatação automática de código? (Ex: Prettier, Google Java Format, Spotless)


Gestão de Ambientes de Teste

  1. Como são gerenciados os ambientes de teste (desenvolvimento, QA, staging, homologação)?

  2. A empresa utiliza infraestrutura como código para provisionamento de ambientes de teste?

  3. Como é garantida a paridade entre ambientes de teste e produção?

  4. A empresa tem experiência com ambientes efêmeros para testes (ephemeral environments)?

  5. Como são gerenciados e mascarados os dados sensíveis nos ambientes de teste?


Relatórios e Métricas de Qualidade

  1. Quais relatórios de qualidade são gerados e disponibilizados durante o projeto?

  2. Como é feito o acompanhamento da evolução da qualidade ao longo do tempo?

  3. A empresa utiliza dashboards para visualização de métricas de qualidade? Quais ferramentas? (Ex: SonarQube, Grafana, Allure)

  4. Como são reportados os resultados de testes de regressão após cada release?

  5. A empresa calcula e monitora o custo da qualidade (cost of quality)?


✅ Tópico 5 Concluído

Total de questões neste tópico: 85


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
4. Desenvolvimento Front-end (Angular) 68
5. Qualidade, Performance e Testes Automatizados 85
Total Acumulado 249

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Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 6: Documentação e Entregas


Estratégia e Cultura de Documentação

  1. Qual a abordagem geral da empresa em relação à documentação de software? Como é equilibrado o esforço entre documentação e desenvolvimento?

  2. A empresa segue o princípio de “Documentation as Code”? Descreva como é implementado.

  3. Quais tipos de documentação são produzidos ao longo do ciclo de desenvolvimento? (Ex: técnica, funcional, operacional, usuário final)

  4. Como é garantido que a documentação se mantenha atualizada ao longo da evolução do projeto?

  5. A documentação é versionada junto com o código-fonte? Qual ferramenta é utilizada?

  6. A empresa adota práticas de documentação colaborativa? Como os diferentes stakeholders contribuem?


Documentação de Arquitetura

  1. Quais artefatos de documentação de arquitetura são produzidos? (Ex: diagramas de contexto, containers, componentes, decisões arquiteturais)

  2. A empresa utiliza o modelo C4 ou similar para documentação de arquitetura? Descreva a abordagem.

  3. Como são documentadas as decisões arquiteturais (ADRs – Architecture Decision Records)?

  4. Quais ferramentas são utilizadas para criação de diagramas de arquitetura? (Ex: draw.io, Lucidchart, PlantUML, Structurizr, Mermaid)

  5. A empresa documenta os requisitos não-funcionais e como a arquitetura os endereça?

  6. Como é documentada a arquitetura de integração entre sistemas e serviços externos?


Documentação de APIs (API First)

  1. Como a abordagem API First é refletida na documentação das APIs?

  2. A empresa utiliza OpenAPI/Swagger como fonte primária de documentação de APIs? As especificações são mantidas atualizadas?

  3. Quais ferramentas são utilizadas para geração e publicação de documentação de APIs? (Ex: Swagger UI, ReDoc, Stoplight)

  4. A documentação de APIs inclui exemplos de requests e responses para cada endpoint?

  5. Como são documentados os códigos de erro, mensagens e cenários de exceção das APIs?

  6. A empresa disponibiliza ambientes de sandbox ou mocks para consumidores testarem as APIs documentadas?

  7. Como é documentado o processo de autenticação e autorização para consumo das APIs?

  8. A documentação de APIs inclui guias de quickstart para novos consumidores?


Documentação Técnica de Código

  1. A empresa adota padrões de documentação inline no código? (Ex: Javadoc, TSDoc, JSDoc)

  2. Qual o nível de cobertura de documentação esperado para classes, métodos e funções públicas?

  3. São gerados sites de documentação automática a partir do código? (Ex: Javadoc site, Compodoc para Angular)

  4. Como são documentadas as configurações e variáveis de ambiente necessárias para a aplicação?

  5. A empresa documenta os padrões de código (coding standards) e guias de estilo adotados?

  6. Como são documentados os workarounds e débitos técnicos no código?


Documentação Funcional e de Negócio

  1. Como são documentados os requisitos funcionais e regras de negócio?

  2. A empresa produz documentação de casos de uso ou user stories detalhadas?

  3. São criados fluxogramas ou diagramas de processos de negócio? Quais ferramentas são utilizadas? (Ex: BPMN, UML Activity Diagrams)

  4. Como é feita a rastreabilidade entre requisitos, implementação e testes?

  5. A empresa utiliza ferramentas de gestão de requisitos? Quais? (Ex: Jira, Azure DevOps, Confluence, Notion)


Documentação de Banco de Dados

  1. Como é documentado o modelo de dados (modelo conceitual, lógico e físico)?

  2. Quais ferramentas são utilizadas para documentação de banco de dados? (Ex: dbdiagram.io, ERDPlus, DBeaver, DataGrip)

  3. A documentação inclui dicionário de dados com descrição de tabelas e campos?

  4. Como são documentadas as migrations e evoluções do schema do banco?

  5. São documentados índices, constraints e regras de integridade referencial?


Documentação Operacional e DevOps

  1. A empresa produz runbooks e playbooks para operação da aplicação?

  2. Como são documentados os processos de deploy e rollback?

  3. A documentação inclui procedimentos de troubleshooting e resolução de incidentes?

  4. Como são documentadas as configurações de infraestrutura? (Ex: Infrastructure as Code com Terraform, Ansible)

  5. A empresa documenta os SLIs, SLOs e SLAs da aplicação?

  6. Como são documentados os alertas, thresholds e procedimentos de escalação?

  7. A documentação inclui diagramas de infraestrutura e topologia de rede?


Manuais e Guias de Usuário

  1. A empresa produz manuais de usuário final para as aplicações desenvolvidas?

  2. São criados guias de onboarding para novos desenvolvedores no projeto?

  3. A empresa produz tutoriais ou guias passo-a-passo para funcionalidades complexas?

  4. Quais formatos são utilizados para documentação de usuário? (Ex: texto, vídeo, screenshots anotados)

  5. A documentação de usuário é disponibilizada em múltiplos idiomas quando necessário?


Ferramentas e Plataformas de Documentação

  1. Quais ferramentas são utilizadas para criação e gestão de documentação? (Ex: Confluence, Notion, GitBook, ReadTheDocs, Docusaurus)

  2. A empresa utiliza wikis ou bases de conhecimento centralizadas?

  3. Como é organizada e categorizada a documentação para facilitar a busca e navegação?

  4. A documentação é publicada em portais de desenvolvedores ou intranets?

  5. Como é controlado o acesso a documentos sensíveis ou confidenciais?


Processo de Entrega e Artefatos

  1. Quais são os artefatos de entrega padrão em cada fase do projeto? (Ex: inception, desenvolvimento, homologação, go-live)

  2. Como é estruturado o pacote de entrega final do projeto?

  3. A empresa fornece código-fonte completo e documentado ao final do projeto?

  4. Como são entregues os scripts de banco de dados, migrations e dados iniciais?

  5. A empresa entrega documentação de instalação e configuração do ambiente?

  6. São entregues os pipelines de CI/CD configurados e documentados?

  7. Como são entregues os artefatos de testes (casos de teste, scripts automatizados, relatórios)?


Transferência de Conhecimento

  1. A empresa realiza sessões de transferência de conhecimento (Knowledge Transfer) ao final do projeto?

  2. Como é estruturado o processo de handover para equipes internas do cliente?

  3. São realizados treinamentos técnicos para a equipe do cliente? Qual a carga horária típica?

  4. A empresa disponibiliza gravações de sessões de transferência de conhecimento?

  5. Como é tratado o suporte pós-transferência para esclarecimento de dúvidas?

  6. A empresa oferece período de acompanhamento (shadowing) durante a transição?


Versionamento e Changelog

  1. Como é feito o versionamento semântico (SemVer) das entregas?

  2. A empresa mantém changelogs detalhados das versões entregues?

  3. Como são documentadas as breaking changes entre versões?

  4. A empresa utiliza release notes para comunicar mudanças aos stakeholders?

  5. Como é feita a gestão de branches e a documentação de releases?


Qualidade da Documentação

  1. A empresa realiza revisões de qualidade da documentação antes das entregas?

  2. Existem templates e padrões definidos para os diferentes tipos de documentação?

  3. Como é medida a completude e qualidade da documentação entregue?

  4. A documentação é validada pelos stakeholders antes da entrega final?

  5. A empresa utiliza ferramentas de verificação gramatical e de estilo? (Ex: Grammarly, Vale, LanguageTool)


Critérios de Aceitação e Definition of Done

  1. Como são definidos e documentados os critérios de aceitação para cada entrega?

  2. A empresa possui uma Definition of Done (DoD) clara que inclui requisitos de documentação?

  3. Como é feita a validação formal de entregas junto ao cliente?

  4. A empresa utiliza checklists de entrega para garantir completude dos artefatos?

  5. Como são tratadas e documentadas as pendências ou ressalvas nas entregas?


Gestão de Configuração

  1. Como é feita a gestão de configuração dos artefatos do projeto?

  2. A empresa mantém baseline de configuração para cada release entregue?

  3. Como são rastreadas as mudanças nos artefatos de entrega?

  4. A empresa utiliza ferramentas específicas para gestão de configuração? Quais?


✅ Tópico 6 Concluído

Total de questões neste tópico: 85


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
4. Desenvolvimento Front-end (Angular) 68
5. Qualidade, Performance e Testes Automatizados 85
6. Documentação e Entregas 85
Total Acumulado 334

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Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 7: Infraestrutura e DevOps


Cultura e Maturidade DevOps

  1. Qual o nível de maturidade da empresa em práticas DevOps? Como essa maturidade é avaliada?

  2. A empresa adota os princípios de DevOps (colaboração, automação, melhoria contínua)? Descreva como são aplicados.

  3. A equipe de desenvolvimento tem responsabilidade sobre operações (modelo “You Build It, You Run It”)?

  4. A empresa pratica Site Reliability Engineering (SRE)? Quais princípios são adotados?

  5. Como é promovida a cultura de colaboração entre desenvolvimento, operações e segurança (DevSecOps)?

  6. A empresa possui profissionais certificados em práticas DevOps ou plataformas cloud? Quais certificações?


Integração Contínua (CI)

  1. Quais ferramentas de integração contínua são utilizadas? (Ex: Jenkins, GitLab CI, GitHub Actions, Azure DevOps, CircleCI, TeamCity)

  2. Descreva o pipeline de CI padrão adotado pela empresa. Quais etapas são incluídas?

  3. Como é garantida a execução de testes automatizados a cada commit ou pull request?

  4. A empresa implementa análise estática de código e quality gates no pipeline de CI?

  5. Como são tratadas as falhas no pipeline de CI? Existe política de bloqueio de merge?

  6. Qual o tempo médio de execução do pipeline de CI? Como é otimizado?

  7. A empresa pratica trunk-based development ou gitflow? Descreva a estratégia de branching.

  8. Como são gerenciados os artefatos gerados pelo pipeline de CI? (Ex: Nexus, Artifactory, GitHub Packages)


Entrega Contínua e Deploy Contínuo (CD)

  1. A empresa pratica Continuous Delivery ou Continuous Deployment? Qual a diferença na abordagem?

  2. Descreva o pipeline de CD padrão, desde o build até a entrega em produção.

  3. Como são gerenciados os deployments em múltiplos ambientes (dev, QA, staging, produção)?

  4. A empresa implementa aprovações manuais (gates) em determinadas etapas do pipeline?

  5. Qual a frequência típica de deploys em produção nos projetos da empresa?

  6. Como é garantida a rastreabilidade entre commits, builds e deployments?


Estratégias de Deploy

  1. Quais estratégias de deploy a empresa utiliza? (Ex: Blue-Green, Canary, Rolling, Recreate, A/B Testing)

  2. Como é implementado o deploy Blue-Green para minimizar downtime?

  3. A empresa tem experiência com Canary Releases? Como é feito o monitoramento e rollback?

  4. Como são tratados os deploys de banco de dados junto com deploys de aplicação?

  5. A empresa implementa Feature Flags/Feature Toggles? Quais ferramentas são utilizadas? (Ex: LaunchDarkly, Unleash, Flagsmith)

  6. Como é garantido o zero-downtime durante deployments?

  7. Descreva o processo de rollback em caso de falha no deploy.


Containerização

  1. A empresa utiliza containers Docker em seus projetos? Descreva a experiência.

  2. Como são criadas e otimizadas as imagens Docker para aplicações Java/Spring Boot e Angular?

  3. A empresa segue boas práticas de construção de imagens (multi-stage builds, imagens mínimas, non-root users)?

  4. Como são gerenciados os registries de imagens Docker? (Ex: Docker Hub, ECR, ACR, GCR, Harbor)

  5. A empresa utiliza Docker Compose para ambientes de desenvolvimento local?

  6. Como são tratadas as vulnerabilidades em imagens Docker? Quais ferramentas de scan são utilizadas? (Ex: Trivy, Clair, Snyk)

  7. A empresa tem experiência com builds de imagens nativas (GraalVM) para aplicações Java?


Orquestração de Containers (Kubernetes)

  1. A empresa possui experiência com Kubernetes? Descreva o nível de maturidade.

  2. Quais distribuições ou serviços gerenciados de Kubernetes a empresa utiliza? (Ex: EKS, AKS, GKE, OpenShift, Rancher)

  3. Como são estruturados os manifestos Kubernetes? (Ex: YAML, Helm Charts, Kustomize)

  4. A empresa utiliza Helm para gerenciamento de pacotes Kubernetes? Descreva a abordagem.

  5. Como são implementados os health checks (readiness e liveness probes) nas aplicações?

  6. Como é feito o gerenciamento de configurações e secrets no Kubernetes? (Ex: ConfigMaps, Secrets, External Secrets, Sealed Secrets)

  7. A empresa tem experiência com auto-scaling (HPA, VPA, Cluster Autoscaler)?

  8. Como são gerenciados os recursos (requests e limits) dos pods?

  9. A empresa tem experiência com service mesh? (Ex: Istio, Linkerd, Consul Connect)

  10. Como é implementado o ingress e balanceamento de carga no Kubernetes?


Infraestrutura como Código (IaC)

  1. A empresa pratica Infrastructure as Code? Quais ferramentas são utilizadas? (Ex: Terraform, Pulumi, CloudFormation, ARM Templates, CDK)

  2. Como é estruturado e organizado o código de infraestrutura?

  3. A empresa utiliza módulos reutilizáveis de infraestrutura?

  4. Como é feito o versionamento e revisão de código de infraestrutura?

  5. A empresa implementa testes para código de infraestrutura? (Ex: Terratest, Checkov, tfsec)

  6. Como é gerenciado o state da infraestrutura? (Ex: remote state, state locking)

  7. A empresa pratica GitOps para gerenciamento de infraestrutura? Quais ferramentas? (Ex: ArgoCD, Flux, Rancher Fleet)


Cloud Computing

  1. Com quais provedores de cloud a empresa possui experiência? (Ex: AWS, Azure, GCP, Oracle Cloud, IBM Cloud)

  2. Quais serviços cloud são mais utilizados para aplicações Java/Angular? Descreva casos de uso.

  3. A empresa tem experiência com arquiteturas multi-cloud ou hybrid-cloud?

  4. Como é feita a gestão de custos e otimização de recursos cloud (FinOps)?

  5. A empresa possui experiência com serviços serverless? (Ex: AWS Lambda, Azure Functions, Cloud Functions)

  6. Quais serviços gerenciados de banco de dados a empresa utiliza? (Ex: RDS, Aurora, Azure SQL, Cloud SQL)

  7. A empresa tem experiência com serviços de mensageria gerenciados? (Ex: Amazon SQS/SNS, Azure Service Bus, Cloud Pub/Sub)

  8. Como é implementada a alta disponibilidade e disaster recovery em ambientes cloud?


Configuração e Gerenciamento de Ambientes

  1. Como são gerenciadas as configurações específicas de cada ambiente?

  2. A empresa utiliza ferramentas de gerenciamento de configuração? (Ex: Ansible, Chef, Puppet, Salt)

  3. Como são gerenciados os secrets e credenciais de forma segura? (Ex: HashiCorp Vault, AWS Secrets Manager, Azure Key Vault)

  4. A empresa implementa rotação automática de secrets e credenciais?

  5. Como é garantida a paridade entre ambientes (dev, staging, produção)?

  6. A empresa tem experiência com ambientes efêmeros para desenvolvimento e testes?


Monitoramento e Observabilidade

  1. Quais são os três pilares de observabilidade adotados pela empresa? (Logs, Métricas, Traces)

  2. Quais ferramentas de monitoramento de infraestrutura são utilizadas? (Ex: Prometheus, Grafana, Datadog, New Relic, Dynatrace)

  3. Como é implementado o monitoramento de aplicações (APM – Application Performance Monitoring)?

  4. Quais ferramentas de centralização e análise de logs são utilizadas? (Ex: ELK Stack, Loki, Splunk, CloudWatch Logs)

  5. A empresa implementa distributed tracing? Quais ferramentas? (Ex: Jaeger, Zipkin, OpenTelemetry, X-Ray)

  6. Como são definidos e monitorados SLIs, SLOs e error budgets?

  7. A empresa cria dashboards customizados para acompanhamento de métricas de negócio e técnicas?

  8. Como é feita a correlação entre métricas de infraestrutura, aplicação e negócio?


Alertas e Gestão de Incidentes

  1. Como são configurados os alertas de infraestrutura e aplicação?

  2. Quais ferramentas de gestão de alertas são utilizadas? (Ex: PagerDuty, Opsgenie, VictorOps, Alertmanager)

  3. A empresa define runbooks automatizados para resposta a incidentes?

  4. Como é estruturado o processo de on-call e escalação?

  5. A empresa pratica post-mortems blameless após incidentes?

  6. Como são classificados e priorizados os incidentes? (Ex: severidade, impacto)

  7. Qual o MTTR (Mean Time to Recovery) médio alcançado nos projetos?


Segurança de Infraestrutura (DevSecOps)

  1. Como a segurança é integrada no pipeline de CI/CD (DevSecOps)?

  2. A empresa realiza scan de vulnerabilidades em imagens de containers?

  3. Como são aplicadas políticas de segurança no Kubernetes? (Ex: Pod Security Standards, OPA/Gatekeeper, Kyverno)

  4. A empresa implementa Network Policies para segmentação de rede no Kubernetes?

  5. Como são gerenciados os acessos e permissões à infraestrutura? (Ex: RBAC, IAM)

  6. A empresa realiza auditorias de segurança de infraestrutura periodicamente?

  7. Como são tratados os patches de segurança de sistemas operacionais e dependências de infraestrutura?

  8. A empresa tem experiência com ferramentas de CSPM (Cloud Security Posture Management)?


Backup e Disaster Recovery

  1. Quais estratégias de backup são implementadas para dados e aplicações?

  2. Como é definida e testada a política de retenção de backups?

  3. A empresa implementa e testa planos de Disaster Recovery (DR)?

  4. Quais são os RPO (Recovery Point Objective) e RTO (Recovery Time Objective) típicos alcançados?

  5. A empresa tem experiência com replicação multi-região para alta disponibilidade?

  6. Como são realizados os testes de restauração de backups?


Performance e Escalabilidade de Infraestrutura

  1. Como é dimensionada a infraestrutura para atender requisitos de performance e escalabilidade?

  2. A empresa implementa auto-scaling de infraestrutura? Quais métricas são utilizadas como gatilho?

  3. Como são realizados testes de capacidade e planejamento de crescimento?

  4. A empresa tem experiência com CDN (Content Delivery Network) para otimização de entrega de conteúdo?

  5. Como é implementado o caching em nível de infraestrutura? (Ex: Redis, Memcached, Varnish, CloudFront)

  6. A empresa tem experiência com banco de dados distribuídos e sharding?


✅ Tópico 7 Concluído

Total de questões neste tópico: 100


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
4. Desenvolvimento Front-end (Angular) 68
5. Qualidade, Performance e Testes Automatizados 85
6. Documentação e Entregas 85
7. Infraestrutura e DevOps 100
Total Acumulado 434

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Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 8: Banco de Dados (PostgreSQL) e Governança de Dados


Experiência com PostgreSQL

  1. Há quantos anos a empresa trabalha com PostgreSQL em projetos de desenvolvimento?

  2. Quantos projetos utilizando PostgreSQL foram entregues nos últimos 3 anos?

  3. Quais versões do PostgreSQL a equipe possui experiência? A empresa está atualizada com as versões mais recentes (PostgreSQL 15, 16)?

  4. A equipe possui profissionais certificados em PostgreSQL? (Ex: EDB PostgreSQL certifications)

  5. A empresa tem experiência com PostgreSQL em ambientes on-premises e cloud-managed? (Ex: Amazon RDS, Aurora PostgreSQL, Azure Database for PostgreSQL, Cloud SQL)

  6. Descreva o maior e mais complexo projeto em que PostgreSQL foi utilizado pela empresa.


Modelagem e Design de Banco de Dados

  1. Qual a metodologia de modelagem de dados utilizada pela empresa? (Ex: modelagem conceitual, lógica, física)

  2. Como é conduzido o processo de design de banco de dados em novos projetos?

  3. A empresa utiliza ferramentas de modelagem de dados? Quais? (Ex: ERwin, PowerDesigner, dbdiagram.io, pgModeler, DBeaver)

  4. Como são aplicados os princípios de normalização e quando é aceitável desnormalizar?

  5. A empresa documenta o modelo de dados com dicionário de dados completo?

  6. Como são definidas e documentadas as convenções de nomenclatura (tabelas, colunas, constraints, índices)?

  7. A empresa tem experiência com modelagem de dados para aplicações multi-tenant?


Recursos Avançados do PostgreSQL

  1. A equipe tem experiência com os tipos de dados avançados do PostgreSQL? (Ex: JSONB, Arrays, Hstore, Range Types, UUID)

  2. Como a empresa utiliza JSONB para cenários semi-estruturados? Descreva casos de uso.

  3. A equipe tem experiência com Full-Text Search nativo do PostgreSQL?

  4. A empresa utiliza recursos de particionamento de tabelas? Quais estratégias? (Ex: Range, List, Hash)

  5. A equipe tem experiência com herança de tabelas (Table Inheritance) no PostgreSQL?

  6. A empresa tem experiência com extensões do PostgreSQL? Quais são mais utilizadas? (Ex: PostGIS, pg_trgm, uuid-ossp, pgcrypto, TimescaleDB)

  7. A equipe utiliza Common Table Expressions (CTEs) e Window Functions? Descreva cenários de aplicação.

  8. A empresa tem experiência com Materialized Views? Como é gerenciado o refresh?


Performance e Otimização

  1. Quais práticas são adotadas para otimização de performance de queries no PostgreSQL?

  2. Como é feita a análise de planos de execução (EXPLAIN ANALYZE)?

  3. A empresa utiliza ferramentas de monitoramento de performance do PostgreSQL? Quais? (Ex: pgAdmin, pg_stat_statements, pgBadger, Percona Monitoring)

  4. Quais estratégias de indexação são utilizadas? (Ex: B-tree, Hash, GIN, GiST, BRIN)

  5. Como a empresa identifica e resolve problemas de queries lentas?

  6. A equipe tem experiência com tuning de parâmetros de configuração do PostgreSQL? (Ex: shared_buffers, work_mem, effective_cache_size)

  7. Como é feito o gerenciamento de conexões e connection pooling? (Ex: PgBouncer, Pgpool-II)

  8. A empresa realiza análise de bloat e manutenção de VACUUM/ANALYZE?

  9. Como são tratados problemas de locks e deadlocks?

  10. A equipe tem experiência com parallel query execution no PostgreSQL?


Alta Disponibilidade e Replicação

  1. A empresa tem experiência com configuração de alta disponibilidade para PostgreSQL?

  2. Quais soluções de replicação são utilizadas? (Ex: Streaming Replication, Logical Replication)

  3. A empresa tem experiência com ferramentas de failover automático? (Ex: Patroni, repmgr, pg_auto_failover)

  4. Como é implementado o load balancing entre réplicas de leitura?

  5. A empresa tem experiência com PostgreSQL em configuração multi-região?

  6. Como são tratados cenários de split-brain em clusters PostgreSQL?

  7. A equipe tem experiência com replicação lógica para migrações ou CDC (Change Data Capture)?


Backup e Recovery

  1. Quais estratégias de backup são implementadas para PostgreSQL? (Ex: pg_dump, pg_basebackup, PITR)

  2. A empresa implementa Point-in-Time Recovery (PITR)? Descreva o processo.

  3. Como é definida e gerenciada a política de retenção de backups?

  4. Quais ferramentas de backup são utilizadas? (Ex: pgBackRest, Barman, WAL-G)

  5. Com que frequência são realizados testes de restauração de backup?

  6. Qual o RTO e RPO típicos alcançados para bancos PostgreSQL?

  7. Como são tratados backups de bancos de dados muito grandes (VLDBs)?


Segurança de Banco de Dados

  1. Quais práticas de segurança são implementadas em bancos PostgreSQL?

  2. Como é gerenciado o controle de acesso e permissões (RBAC) no PostgreSQL?

  3. A empresa implementa Row-Level Security (RLS)? Descreva casos de uso.

  4. Como são protegidos dados sensíveis no banco? (Ex: criptografia de colunas, pgcrypto)

  5. A empresa implementa criptografia de dados em repouso (TDE – Transparent Data Encryption)?

  6. Como é configurada a criptografia de dados em trânsito (SSL/TLS)?

  7. A empresa realiza auditoria de acessos e operações no banco? Quais ferramentas? (Ex: pgAudit)

  8. Como são gerenciadas e rotacionadas as credenciais de acesso ao banco de dados?

  9. A empresa implementa mascaramento de dados para ambientes não-produtivos?


Migrations e Versionamento de Schema

  1. Quais ferramentas são utilizadas para gerenciamento de migrations? (Ex: Flyway, Liquibase)

  2. Como é garantida a execução ordenada e idempotente de migrations?

  3. A empresa implementa migrations reversíveis (rollback)?

  4. Como são tratadas migrations em ambientes com múltiplas instâncias da aplicação?

  5. Qual o processo de revisão e aprovação de scripts de migration?

  6. Como são tratadas migrations de longa duração que podem impactar a disponibilidade?

  7. A empresa tem experiência com migrations zero-downtime?


Integração com Aplicação (Spring Boot/JPA)

  1. Quais práticas são adotadas para uso eficiente do JPA/Hibernate com PostgreSQL?

  2. Como a empresa evita problemas comuns como N+1 queries e cartesian products?

  3. A equipe utiliza recursos nativos do PostgreSQL através de native queries quando necessário?

  4. Como são mapeados os tipos especiais do PostgreSQL (JSONB, Arrays) em entidades JPA?

  5. A empresa utiliza batch processing para operações em massa? Descreva a abordagem.

  6. Como é feito o tratamento de transações longas e otimização de locks?

  7. A equipe utiliza projections e DTOs para otimização de consultas?


Governança de Dados

  1. A empresa possui práticas de governança de dados estabelecidas? Descreva a abordagem.

  2. Como são definidos e documentados os data owners e data stewards?

  3. A empresa utiliza catálogo de dados (data catalog)? Quais ferramentas? (Ex: Apache Atlas, Collibra, Alation, DataHub)

  4. Como é garantida a qualidade dos dados (Data Quality)? Quais métricas são monitoradas?

  5. A empresa implementa processos de data profiling e data cleansing?

  6. Como são definidas e aplicadas as políticas de retenção de dados?

  7. A empresa tem experiência com classificação de dados (data classification)?


Conformidade e Regulamentações

  1. A empresa tem experiência com adequação de bancos de dados à LGPD?

  2. Como são tratados os direitos dos titulares de dados (acesso, retificação, exclusão)?

  3. A empresa implementa anonimização e pseudonimização de dados pessoais?

  4. Como é feita a gestão de consentimento e base legal no banco de dados?

  5. A empresa tem experiência com outras regulamentações de privacidade? (Ex: GDPR, CCPA, HIPAA)

  6. Como são documentadas as atividades de tratamento de dados (ROPA)?

  7. A empresa realiza Data Protection Impact Assessment (DPIA)?


Linhagem e Rastreabilidade de Dados

  1. A empresa implementa linhagem de dados (data lineage)? Quais ferramentas são utilizadas?

  2. Como é feita a rastreabilidade de dados desde a origem até o consumo?

  3. A empresa utiliza metadados para documentar a origem e transformações dos dados?

  4. Como são rastreadas as mudanças em dados críticos de negócio?


Master Data Management (MDM)

  1. A empresa tem experiência com práticas de Master Data Management?

  2. Como são identificados e gerenciados os dados mestres (master data)?

  3. A empresa implementa processos de deduplicação e golden record?

  4. Quais estratégias são utilizadas para sincronização de dados mestres entre sistemas?


Data Analytics e Integração

  1. A empresa tem experiência com implementação de data warehouses ou data lakes?

  2. Como são estruturados os processos de ETL/ELT? Quais ferramentas são utilizadas?

  3. A empresa tem experiência com Change Data Capture (CDC) para integração de dados? (Ex: Debezium, AWS DMS)

  4. Como são tratadas as integrações de dados entre sistemas transacionais e analíticos?

  5. A empresa tem experiência com PostgreSQL como fonte para ferramentas de BI?


Monitoramento e Observabilidade de Dados

  1. Quais métricas de banco de dados são monitoradas? (Ex: conexões, transactions, locks, replication lag)

  2. A empresa implementa alertas proativos para problemas de banco de dados?

  3. Como é feito o capacity planning para crescimento do banco de dados?

  4. A empresa utiliza dashboards para acompanhamento de saúde do banco de dados?

  5. Como são detectadas e tratadas anomalias nos dados?


✅ Tópico 8 Concluído

Total de questões neste tópico: 100


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
4. Desenvolvimento Front-end (Angular) 68
5. Qualidade, Performance e Testes Automatizados 85
6. Documentação e Entregas 85
7. Infraestrutura e DevOps 100
8. Banco de Dados (PostgreSQL) e Governança de Dados 100
Total Acumulado 534

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Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 9: Segurança e Compliance


Cultura e Maturidade em Segurança

  1. Qual o nível de maturidade da empresa em práticas de segurança da informação?

  2. A empresa possui uma área ou equipe dedicada à segurança da informação? Como está estruturada?

  3. A empresa adota frameworks de segurança reconhecidos? Quais? (Ex: NIST, ISO 27001, CIS Controls, OWASP)

  4. A empresa possui certificações de segurança? Quais? (Ex: ISO 27001, SOC 2, PCI DSS)

  5. Como a segurança é incorporada na cultura organizacional e no ciclo de desenvolvimento?

  6. A empresa realiza treinamentos de segurança para desenvolvedores? Com que frequência?

  7. A equipe possui profissionais com certificações de segurança? Quais? (Ex: CISSP, CEH, OSCP, Security+, CSSLP)


Secure Software Development Lifecycle (SSDLC)

  1. A empresa adota um Secure Software Development Lifecycle (SSDLC)? Descreva as fases e atividades.

  2. Como os requisitos de segurança são identificados e documentados no início do projeto?

  3. A empresa realiza modelagem de ameaças (Threat Modeling)? Quais metodologias são utilizadas? (Ex: STRIDE, PASTA, DREAD)

  4. Em quais fases do desenvolvimento são realizadas revisões de segurança?

  5. Como são priorizados e tratados os riscos de segurança identificados?

  6. A empresa mantém um Security Champions Program? Descreva o funcionamento.

  7. Como são documentadas as decisões de arquitetura relacionadas à segurança?


DevSecOps e Segurança no Pipeline

  1. A empresa pratica DevSecOps? Como a segurança é integrada ao pipeline de CI/CD?

  2. Quais ferramentas de SAST (Static Application Security Testing) são utilizadas? (Ex: SonarQube, Checkmarx, Fortify, Semgrep, CodeQL)

  3. Quais ferramentas de DAST (Dynamic Application Security Testing) são utilizadas? (Ex: OWASP ZAP, Burp Suite, Acunetix)

  4. A empresa realiza análise de composição de software (SCA)? Quais ferramentas? (Ex: Snyk, OWASP Dependency-Check, WhiteSource, Black Duck)

  5. Quais ferramentas de scan de containers e IaC são utilizadas? (Ex: Trivy, Clair, Checkov, tfsec)

  6. Como são gerenciados os findings de segurança identificados no pipeline?

  7. A empresa implementa quality gates de segurança que bloqueiam o deploy?

  8. Como é medida a efetividade das ferramentas de segurança automatizadas?


Segurança de Aplicações Web (OWASP)

  1. A equipe tem conhecimento e aplica as recomendações do OWASP Top 10?

  2. Como são prevenidos ataques de Injection (SQL, NoSQL, Command, LDAP)?

  3. Como é implementada a proteção contra Cross-Site Scripting (XSS)?

  4. Quais práticas são adotadas para prevenção de Cross-Site Request Forgery (CSRF)?

  5. Como são protegidas as aplicações contra ataques de Broken Authentication?

  6. Quais práticas são adotadas para prevenção de Insecure Direct Object References (IDOR)?

  7. Como são tratadas as vulnerabilidades de Security Misconfiguration?

  8. Como é implementada a proteção contra ataques de XML External Entities (XXE)?

  9. Quais práticas são adotadas para prevenção de Server-Side Request Forgery (SSRF)?

  10. Como são identificadas e mitigadas vulnerabilidades em componentes de terceiros?


Autenticação e Autorização

  1. Quais padrões de autenticação são implementados? (Ex: OAuth 2.0, OpenID Connect, SAML)

  2. A empresa tem experiência com integração a Identity Providers? Quais? (Ex: Keycloak, Auth0, Okta, Azure AD, AWS Cognito)

  3. Como é implementada a autenticação multifator (MFA)?

  4. Quais práticas são adotadas para gestão segura de sessões?

  5. Como é implementado o controle de acesso baseado em papéis (RBAC)?

  6. A empresa tem experiência com controle de acesso baseado em atributos (ABAC)?

  7. Como são tratados os fluxos de recuperação de senha de forma segura?

  8. Como é implementada a política de senhas fortes e sua validação?

  9. A empresa implementa detecção de comportamentos anômalos de autenticação?

  10. Como são protegidos os tokens de acesso (JWT, access tokens, refresh tokens)?


Segurança de APIs

  1. Quais práticas de segurança são implementadas para proteção de APIs REST?

  2. Como é implementada a autenticação e autorização em APIs? (Ex: API Keys, OAuth 2.0, JWT)

  3. A empresa implementa rate limiting e throttling para proteção contra abuse?

  4. Como são validados e sanitizados os dados de entrada nas APIs?

  5. A empresa implementa Content Security Policy (CSP) e outros headers de segurança?

  6. Como são tratados os logs de segurança e auditoria de acessos às APIs?

  7. A empresa tem experiência com API Gateway para centralização de segurança? (Ex: Kong, AWS API Gateway, Apigee)

  8. Como são protegidas as APIs contra ataques de replay e man-in-the-middle?


Criptografia e Proteção de Dados

  1. Quais práticas de criptografia são adotadas para proteção de dados?

  2. Como é implementada a criptografia de dados em repouso (at rest)?

  3. Como é garantida a criptografia de dados em trânsito (in transit)?

  4. A empresa utiliza Hardware Security Modules (HSM) para gerenciamento de chaves?

  5. Como é feita a gestão do ciclo de vida de chaves criptográficas?

  6. Quais algoritmos criptográficos são utilizados e como são mantidos atualizados?

  7. A empresa implementa hashing seguro para senhas? Quais algoritmos? (Ex: bcrypt, Argon2, PBKDF2)

  8. Como são protegidos dados sensíveis em logs e mensagens de erro?

  9. A empresa tem experiência com tokenização de dados sensíveis?

  10. Como são tratados os certificados digitais e sua renovação?


Gerenciamento de Secrets

  1. Quais ferramentas são utilizadas para gerenciamento de secrets? (Ex: HashiCorp Vault, AWS Secrets Manager, Azure Key Vault, CyberArk)

  2. Como é garantido que secrets não são expostos em código-fonte ou logs?

  3. A empresa implementa rotação automática de secrets e credenciais?

  4. Como é feito o controle de acesso e auditoria de uso de secrets?

  5. Quais práticas são adotadas para secrets em ambientes de desenvolvimento?


Segurança de Infraestrutura

  1. Quais práticas de segurança são implementadas na infraestrutura cloud?

  2. Como é feito o hardening de servidores e containers?

  3. A empresa implementa segmentação de rede e políticas de firewall?

  4. Como são gerenciados os acessos privilegiados à infraestrutura? (Ex: PAM, just-in-time access)

  5. A empresa implementa Zero Trust Architecture? Descreva a abordagem.

  6. Como são tratadas as atualizações e patches de segurança de infraestrutura?

  7. A empresa realiza scans de vulnerabilidades de infraestrutura periodicamente?

  8. Como é feita a proteção contra ataques DDoS?

  9. A empresa implementa Web Application Firewall (WAF)?


Logging, Monitoramento e Resposta a Incidentes

  1. Como são coletados e armazenados os logs de segurança?

  2. A empresa utiliza SIEM (Security Information and Event Management)? Quais ferramentas? (Ex: Splunk, ELK, Azure Sentinel, Datadog Security)

  3. Quais eventos de segurança são monitorados e alertados?

  4. Como são detectadas atividades maliciosas ou suspeitas?

  5. A empresa possui um processo de resposta a incidentes de segurança documentado?

  6. Qual o tempo médio de detecção (MTTD) e resposta (MTTR) a incidentes de segurança?

  7. A empresa realiza exercícios de simulação de incidentes (tabletop exercises)?

  8. Como são conduzidos os post-mortems de incidentes de segurança?

  9. A empresa possui equipe de resposta a incidentes (CSIRT) ou contrato com terceiros?


Testes de Segurança

  1. A empresa realiza testes de penetração (pentest)? Com que frequência?

  2. Os pentests são realizados internamente ou por terceiros especializados?

  3. Como são priorizadas e tratadas as vulnerabilidades identificadas em pentests?

  4. A empresa participa de programas de Bug Bounty?

  5. São realizados testes de segurança específicos para APIs?

  6. A empresa realiza Red Team exercises?

  7. Como são testados os mecanismos de autenticação e autorização?


Compliance e Regulamentações

  1. A empresa tem experiência com adequação à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)?

  2. Como são implementados os direitos dos titulares de dados (acesso, retificação, exclusão, portabilidade)?

  3. A empresa tem experiência com outras regulamentações de privacidade? (Ex: GDPR, CCPA, HIPAA)

  4. Como é documentado o mapeamento de dados pessoais e atividades de tratamento?

  5. A empresa tem experiência com compliance PCI DSS para dados de cartão de crédito?

  6. A empresa tem experiência com regulamentações do setor financeiro? (Ex: Bacen, SOX)

  7. Como são tratados os requisitos de residência de dados (data residency)?

  8. A empresa realiza auditorias de compliance periodicamente?

  9. Como são gerenciadas as evidências de compliance para auditorias externas?


Privacidade por Design (Privacy by Design)

  1. A empresa adota os princípios de Privacy by Design? Descreva a abordagem.

  2. Como são realizadas as Avaliações de Impacto à Proteção de Dados (DPIA)?

  3. A empresa implementa minimização de dados nas aplicações desenvolvidas?

  4. Como é garantida a finalidade específica no tratamento de dados pessoais?

  5. A empresa implementa mecanismos de consentimento granular?

  6. Como são tratados os períodos de retenção e exclusão de dados pessoais?


Segurança no Desenvolvimento Front-end

  1. Quais práticas de segurança são implementadas em aplicações Angular?

  2. Como são prevenidos ataques XSS em aplicações single-page (SPA)?

  3. A empresa implementa Content Security Policy (CSP) adequada para SPAs?

  4. Como são protegidos os tokens de autenticação no navegador?

  5. Quais práticas são adotadas para validação de entrada no front-end?

  6. Como é garantida a segurança na comunicação com APIs (CORS, HTTPS)?

  7. A empresa implementa proteção contra clickjacking (X-Frame-Options)?


Segurança no Desenvolvimento Back-end

  1. Quais práticas de segurança são implementadas em aplicações Spring Boot?

  2. Como é configurado o Spring Security para proteção das aplicações?

  3. A empresa utiliza bibliotecas de segurança atualizadas e mantidas?

  4. Como são tratadas as dependências vulneráveis identificadas?

  5. Quais práticas de coding seguro são seguidas pela equipe Java?

  6. Como são prevenidos ataques de desserialização insegura?

  7. A empresa implementa limitação de recursos para prevenção de DoS? (Ex: timeouts, limites de payload)


Gestão de Vulnerabilidades

  1. A empresa possui um processo de gestão de vulnerabilidades estabelecido?

  2. Como são classificadas e priorizadas as vulnerabilidades identificadas? (Ex: CVSS)

  3. Quais são os SLAs para correção de vulnerabilidades por severidade?

  4. Como é feito o acompanhamento e reporting do status de vulnerabilidades?

  5. A empresa mantém inventário de ativos e componentes de software (SBOM)?

  6. Como são tratadas as vulnerabilidades zero-day?


Continuidade de Negócios e Resiliência

  1. A empresa possui plano de continuidade de negócios (BCP) documentado?

  2. Como são definidos e testados os procedimentos de disaster recovery?

  3. A empresa realiza testes de resiliência e chaos engineering?

  4. Como é garantida a disponibilidade dos sistemas em cenários de falha?

  5. Quais são os RTOs e RPOs definidos para sistemas críticos?


✅ Tópico 9 Concluído

Total de questões neste tópico: 130


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
4. Desenvolvimento Front-end (Angular) 68
5. Qualidade, Performance e Testes Automatizados 85
6. Documentação e Entregas 85
7. Infraestrutura e DevOps 100
8. Banco de Dados (PostgreSQL) e Governança de Dados 100
9. Segurança e Compliance 130
Total Acumulado 664

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Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 10: Melhores Práticas de Desenvolvimento de Software


Princípios e Fundamentos de Engenharia de Software

  1. Quais princípios de engenharia de software a empresa adota como fundamento para o desenvolvimento? (Ex: SOLID, DRY, KISS, YAGNI)

  2. Como os princípios SOLID são aplicados no dia a dia de desenvolvimento? Dê exemplos práticos.

  3. A empresa adota o princípio DRY (Don’t Repeat Yourself)? Como é evitada a duplicação de código?

  4. Como é aplicado o princípio KISS (Keep It Simple, Stupid) para manter a simplicidade nas soluções?

  5. A equipe pratica o princípio YAGNI (You Ain’t Gonna Need It)? Como é evitado o over-engineering?

  6. Como a empresa equilibra pragmatismo e purismo técnico nas decisões de desenvolvimento?

  7. A equipe aplica o princípio de Separation of Concerns? Descreva como é implementado.


Clean Code e Qualidade de Código

  1. A empresa adota as práticas de Clean Code? Quais são as mais enfatizadas?

  2. Como são definidos e aplicados os padrões de nomenclatura (variáveis, métodos, classes)?

  3. Quais práticas são adotadas para manter métodos e funções pequenos e focados?

  4. Como é tratada a legibilidade do código? O código é escrito pensando em quem vai mantê-lo?

  5. A empresa evita code smells ativamente? Quais são os mais combatidos? (Ex: Long Method, God Class, Feature Envy)

  6. Como são tratados os comentários no código? A empresa prefere código autoexplicativo?

  7. Quais práticas são adotadas para tratamento consistente de erros e exceções?

  8. A empresa utiliza ferramentas de análise de code smells? Quais? (Ex: SonarQube, NDepend, CodeClimate)


Design Patterns e Padrões de Projeto

  1. Quais Design Patterns são mais utilizados pela equipe? (Ex: Factory, Strategy, Observer, Decorator)

  2. Como a equipe decide quando aplicar um Design Pattern versus uma solução mais simples?

  3. A equipe tem experiência com padrões de arquitetura empresarial? (Ex: Repository, Unit of Work, Domain Events)

  4. Quais padrões são mais utilizados em aplicações Spring Boot? (Ex: Dependency Injection, Template Method, Proxy)

  5. Quais padrões são mais utilizados em aplicações Angular? (Ex: Observer, Facade, Singleton via Services)

  6. A equipe aplica padrões de integração empresarial (EIP)? Quais? (Ex: Message Queue, Pub/Sub, Saga)

  7. Como são documentados e compartilhados os padrões de projeto adotados no projeto?


Arquitetura Limpa e Hexagonal

  1. A empresa tem experiência com Clean Architecture? Descreva como é estruturada.

  2. A equipe aplica os princípios de Arquitetura Hexagonal (Ports and Adapters)?

  3. Como é garantida a separação entre regras de negócio e detalhes de infraestrutura?

  4. A empresa utiliza Domain-Driven Design (DDD)? Quais conceitos são aplicados? (Ex: Entities, Value Objects, Aggregates, Bounded Contexts)

  5. Como são definidos e protegidos os limites entre camadas da aplicação?

  6. A equipe utiliza inversão de dependência para desacoplar módulos?

  7. Como é estruturada a camada de domínio nas aplicações desenvolvidas?


Refactoring e Melhoria Contínua de Código

  1. A empresa pratica refactoring de forma contínua? Como é incorporado ao fluxo de trabalho?

  2. Quais técnicas de refactoring são mais utilizadas? (Ex: Extract Method, Rename, Move, Inline)

  3. Como é garantido que refactorings não introduzem regressões?

  4. A equipe utiliza ferramentas de refactoring automatizado das IDEs?

  5. Como são identificadas e priorizadas as oportunidades de refactoring?

  6. A empresa adota a regra do Boy Scout (“deixe o código mais limpo do que encontrou”)?

  7. Como é balanceado o tempo entre desenvolvimento de novas features e refactoring?


Gestão de Débito Técnico

  1. A empresa possui um processo para identificação e gestão de débito técnico?

  2. Como o débito técnico é documentado e rastreado? (Ex: tags no backlog, registro em ferramenta específica)

  3. Qual a estratégia para pagamento do débito técnico ao longo do projeto?

  4. Como é comunicado o impacto do débito técnico para stakeholders não-técnicos?

  5. A empresa utiliza métricas para quantificar o débito técnico? Quais?

  6. Como é evitada a acumulação excessiva de débito técnico em projetos de longo prazo?

  7. A empresa reserva tempo específico para endereçar débito técnico em cada sprint?


Code Review e Revisão por Pares

  1. A empresa pratica code review obrigatório? Descreva o processo.

  2. Quais são os critérios avaliados durante o code review?

  3. A empresa utiliza checklists de code review? O que é verificado?

  4. Quantos aprovadores são necessários para merge de código?

  5. Como são tratadas as discordâncias durante o code review?

  6. A empresa diferencia o rigor do review por tipo de mudança? (Ex: bugfix vs. nova feature)

  7. Como é garantido que o code review seja construtivo e não gere conflitos na equipe?

  8. Quais ferramentas são utilizadas para facilitar o code review? (Ex: GitHub PR, GitLab MR, Bitbucket, Crucible)

  9. A empresa realiza pair programming ou mob programming como alternativa/complemento ao code review?


Pair Programming e Práticas Colaborativas

  1. A empresa pratica Pair Programming? Em quais situações é utilizado?

  2. A equipe utiliza Mob Programming para problemas complexos ou disseminação de conhecimento?

  3. Como é feita a rotação de pares para garantir disseminação de conhecimento?

  4. A empresa pratica code review síncrono (live review)?

  5. Quais ferramentas são utilizadas para programação colaborativa remota? (Ex: VS Code Live Share, CodeTogether)


Versionamento e Controle de Código

  1. Qual sistema de controle de versão é utilizado? (Ex: Git, SVN)

  2. Qual estratégia de branching é adotada? (Ex: GitFlow, GitHub Flow, Trunk-Based Development)

  3. Como são nomeados branches, commits e tags?

  4. A empresa adota Conventional Commits? Descreva o padrão de mensagens de commit.

  5. Como é tratado o histórico do Git? A empresa pratica squash, rebase ou merge?

  6. A empresa utiliza hooks de pré-commit para validações automáticas? Quais?

  7. Como são protegidos os branches principais (main, develop)?

  8. A empresa utiliza signed commits para garantir autenticidade?


Integração e Entrega Contínua

  1. Como é estruturado o pipeline de CI para garantir qualidade a cada commit?

  2. Quais validações são executadas automaticamente no pipeline? (Ex: build, testes, lint, security scan)

  3. A empresa pratica Continuous Delivery ou Continuous Deployment?

  4. Como é garantido que o código na branch principal está sempre pronto para deploy?

  5. A empresa utiliza feature flags para desacoplar deploy de release?

  6. Como são tratados os hotfixes em produção?

  7. Qual o lead time médio desde o commit até a entrega em produção?


Gestão de Dependências

  1. Como são gerenciadas as dependências de projetos Java? (Ex: Maven, Gradle)

  2. Como são gerenciadas as dependências de projetos Angular? (Ex: npm, yarn)

  3. A empresa mantém as dependências atualizadas? Com que frequência são revisadas?

  4. Como são avaliadas novas dependências antes de serem adicionadas ao projeto?

  5. A empresa utiliza ferramentas de atualização automática de dependências? (Ex: Dependabot, Renovate)

  6. Como são tratadas as vulnerabilidades identificadas em dependências?

  7. A empresa mantém um registro de licenças das dependências utilizadas?

  8. Como é evitada a dependency hell e conflitos de versões?


Padronização e Consistência

  1. A empresa utiliza linters e formatadores de código? Quais? (Ex: ESLint, Prettier, Checkstyle, Spotless)

  2. Como é garantida a consistência de formatação em todo o codebase?

  3. A empresa utiliza EditorConfig ou similar para padronização entre IDEs?

  4. Existem templates de projeto padronizados para novos desenvolvimentos?

  5. A empresa mantém arquétipos ou boilerplates para iniciar novos projetos?

  6. Como são padronizadas as estruturas de projeto entre diferentes equipes?


Logging e Observabilidade no Código

  1. Quais práticas de logging são adotadas no desenvolvimento?

  2. A empresa define níveis de log adequados? (Ex: DEBUG, INFO, WARN, ERROR)

  3. Como são estruturados os logs para facilitar análise e troubleshooting? (Ex: structured logging, correlation IDs)

  4. A empresa evita logging de dados sensíveis? Como é garantido?

  5. Como são tratados os logs em ambientes de desenvolvimento versus produção?

  6. A empresa instrumenta o código para métricas e tracing?


Performance e Eficiência

  1. Quais práticas de desenvolvimento são adotadas para garantir performance?

  2. Como são evitados problemas comuns de performance durante o desenvolvimento?

  3. A equipe considera Big O e complexidade algorítmica nas implementações?

  4. Como são tratadas operações custosas (I/O, rede, banco de dados)?

  5. A empresa pratica profiling durante o desenvolvimento?

  6. Como são identificados e otimizados hotspots de performance?


Acessibilidade e Internacionalização

  1. A acessibilidade é considerada desde o início do desenvolvimento?

  2. Como são implementados os requisitos de acessibilidade no código Angular?

  3. A empresa segue as diretrizes WCAG durante o desenvolvimento?

  4. Como é estruturado o código para suportar internacionalização (i18n)?

  5. A empresa considera diferentes locales (datas, números, moedas) no desenvolvimento?


Desenvolvimento Orientado a Testes

  1. A empresa pratica TDD (Test-Driven Development)? Descreva o processo.

  2. A equipe escreve testes antes ou depois da implementação?

  3. Como é garantido que os testes são significativos e não apenas para cobertura?

  4. A empresa pratica BDD (Behavior-Driven Development)?

  5. Como são escritos testes que documentam o comportamento esperado do sistema?

  6. A equipe utiliza test doubles de forma adequada? (Ex: mocks, stubs, fakes, spies)


Documentação no Código

  1. A empresa adota documentação como código (docs as code)?

  2. Como são documentadas as APIs e contratos no código?

  3. A equipe mantém README files atualizados em cada repositório?

  4. São geradas documentações automáticas a partir do código? (Ex: Javadoc, Compodoc, Swagger)

  5. Como são documentadas as decisões técnicas importantes no código?

  6. A empresa utiliza ADRs (Architecture Decision Records)?


Manutenibilidade e Extensibilidade

  1. Como a equipe garante que o código é fácil de manter e evoluir?

  2. Quais práticas são adotadas para garantir extensibilidade sem modificar código existente (Open/Closed)?

  3. Como são projetadas interfaces e abstrações para facilitar mudanças futuras?

  4. A empresa considera o princípio de Least Astonishment no design de APIs e interfaces?

  5. Como é garantido que novos desenvolvedores conseguem entender e contribuir rapidamente com o código?


Práticas de Segurança no Código

  1. A equipe segue práticas de Secure Coding? Quais guidelines são utilizados? (Ex: OWASP Secure Coding Practices)

  2. Como são tratadas validações de entrada e sanitização de dados no código?

  3. A equipe evita vulnerabilidades comuns durante o desenvolvimento?

  4. Como são gerenciados secrets e configurações sensíveis no código?

  5. A empresa realiza security code review além do code review funcional?


Automação e Produtividade

  1. Quais ferramentas e práticas são utilizadas para aumentar a produtividade dos desenvolvedores?

  2. A empresa utiliza geradores de código ou scaffolding? Quais? (Ex: Angular CLI, JHipster, Spring Initializr)

  3. Como são automatizadas tarefas repetitivas do desenvolvimento?

  4. A empresa utiliza IDEs e plugins padronizados? Quais são recomendados?

  5. A equipe utiliza snippets e templates de código compartilhados?


Aprendizado e Melhoria Contínua

  1. Como a empresa promove o aprendizado contínuo da equipe de desenvolvimento?

  2. São realizadas sessões de tech talks, lightning talks ou brown bags?

  3. A empresa incentiva participação em conferências e comunidades técnicas?

  4. Como são compartilhadas as lições aprendidas entre projetos?

  5. A empresa realiza retrospectivas técnicas além das retrospectivas de processo?

  6. Como são avaliadas e adotadas novas tecnologias e práticas?

  7. A empresa mantém uma base de conhecimento técnico interno?


✅ Tópico 10 Concluído

Total de questões neste tópico: 137


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
4. Desenvolvimento Front-end (Angular) 68
5. Qualidade, Performance e Testes Automatizados 85
6. Documentação e Entregas 85
7. Infraestrutura e DevOps 100
8. Banco de Dados (PostgreSQL) e Governança de Dados 100
9. Segurança e Compliance 130
10. Melhores Práticas de Desenvolvimento de Software 137
Total Acumulado 801

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Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 11: SSO, IAM, SAML e OAuth 2.0


Experiência Geral com Identidade e Acesso

  1. Há quantos anos a empresa trabalha com soluções de Identity and Access Management (IAM)?

  2. Quantos projetos envolvendo SSO, SAML ou OAuth 2.0 foram entregues nos últimos 3 anos?

  3. A equipe possui profissionais certificados em soluções de identidade? Quais certificações? (Ex: Okta, Auth0, Microsoft Identity)

  4. Descreva o projeto mais complexo envolvendo gestão de identidade e acesso implementado pela empresa.

  5. A empresa tem experiência com implementações de IAM em diferentes setores? (Ex: financeiro, saúde, governo, varejo)

  6. A equipe tem experiência com padrões e especificações de identidade federada?


Identity Providers (IdP)

  1. Com quais Identity Providers a empresa possui experiência de integração? (Ex: Keycloak, Auth0, Okta, Azure AD, AWS Cognito, Ping Identity, ForgeRock)

  2. A empresa tem experiência com implementação e configuração do Keycloak? Descreva casos de uso.

  3. A equipe tem experiência com Azure Active Directory (Azure AD / Entra ID)? Quais funcionalidades foram implementadas?

  4. A empresa tem experiência com AWS Cognito? Descreva cenários de utilização.

  5. A equipe possui experiência com Auth0? Quais recursos foram implementados?

  6. A empresa tem experiência com Okta? Descreva integrações realizadas.

  7. Como a empresa avalia e recomenda a escolha de um Identity Provider para cada projeto?

  8. A equipe tem experiência com migração entre diferentes Identity Providers?


Single Sign-On (SSO)

  1. A empresa tem experiência com implementação de Single Sign-On (SSO)? Descreva a abordagem.

  2. Quais protocolos de SSO a equipe domina? (Ex: SAML 2.0, OpenID Connect, WS-Federation)

  3. Como é implementado o SSO entre múltiplas aplicações web?

  4. A empresa tem experiência com SSO para aplicações mobile?

  5. Como é tratado o Single Logout (SLO) para garantir encerramento de sessão em todas as aplicações?

  6. A equipe tem experiência com SSO cross-domain? Como são tratados os desafios de cookies entre domínios?

  7. Como é implementado o SSO em arquiteturas de microsserviços?

  8. A empresa tem experiência com SSO para aplicações desktop?

  9. Como são tratados os cenários de fallback quando o IdP está indisponível?

  10. A empresa tem experiência com SSO iniciado pelo Service Provider (SP-initiated) e pelo Identity Provider (IdP-initiated)?


SAML 2.0

  1. Qual o nível de experiência da equipe com o protocolo SAML 2.0?

  2. A empresa tem experiência como Service Provider (SP) SAML? Descreva implementações.

  3. A empresa tem experiência como Identity Provider (IdP) SAML? Descreva implementações.

  4. Como são gerenciados os metadados SAML (SP metadata, IdP metadata)?

  5. Quais bibliotecas são utilizadas para implementação SAML em Java/Spring? (Ex: Spring Security SAML, OpenSAML, OneLogin SAML)

  6. Como são tratadas as asserções SAML (Assertions) e seus atributos?

  7. A empresa implementa assinatura e criptografia de mensagens SAML?

  8. Como são gerenciados os certificados X.509 utilizados no SAML?

  9. A equipe tem experiência com SAML Bindings? (Ex: HTTP-POST, HTTP-Redirect, Artifact)

  10. Como são tratados os cenários de clock skew e validação de tempo em asserções SAML?

  11. A empresa tem experiência com SAML Attribute Mapping e transformação de claims?

  12. Como são implementados os perfis SAML (Web Browser SSO Profile, Single Logout Profile)?

  13. A equipe tem experiência com troubleshooting de fluxos SAML? Quais ferramentas são utilizadas?


OAuth 2.0

  1. Qual o nível de experiência da equipe com o framework OAuth 2.0?

  2. Quais grant types do OAuth 2.0 a equipe domina? (Ex: Authorization Code, Client Credentials, Implicit, Resource Owner Password, Device Code)

  3. A empresa implementa o Authorization Code Flow com PKCE? Em quais cenários?

  4. Como é implementado o Client Credentials Flow para comunicação entre serviços?

  5. A equipe tem experiência com o Device Authorization Grant para dispositivos com entrada limitada?

  6. Como são gerenciados os access tokens e refresh tokens?

  7. Quais práticas são adotadas para definição de escopos (scopes) OAuth?

  8. Como é implementada a revogação de tokens (Token Revocation)?

  9. A empresa implementa Token Introspection para validação de tokens?

  10. Quais bibliotecas são utilizadas para implementação OAuth 2.0 em Java/Spring? (Ex: Spring Security OAuth, Spring Authorization Server)

  11. Como são protegidas as aplicações contra ataques comuns ao OAuth 2.0? (Ex: CSRF, token leakage, redirect URI manipulation)

  12. A equipe tem experiência com OAuth 2.0 para APIs? Como é feita a proteção de recursos?

  13. A empresa tem experiência com dynamic client registration?


OpenID Connect (OIDC)

  1. Qual o nível de experiência da equipe com OpenID Connect?

  2. Como a empresa diferencia e utiliza OAuth 2.0 e OpenID Connect de forma complementar?

  3. A equipe tem experiência com os diferentes flows do OIDC? (Ex: Authorization Code, Implicit, Hybrid)

  4. Como são tratados e validados os ID Tokens (JWT)?

  5. A empresa implementa claims customizadas no ID Token?

  6. Como é utilizado o endpoint UserInfo para obtenção de informações do usuário?

  7. A equipe tem experiência com OIDC Discovery (/.well-known/openid-configuration)?

  8. Como são implementados os prompts de autenticação e consentimento? (Ex: prompt=login, prompt=consent)

  9. A empresa tem experiência com OIDC Session Management?

  10. Como são tratados os cenários de logout com OIDC (RP-Initiated Logout, Back-Channel Logout, Front-Channel Logout)?

  11. A equipe tem experiência com OIDC para aplicações SPA (Single Page Applications)?

  12. A empresa implementa OIDC em aplicações mobile nativas?


JSON Web Tokens (JWT)

  1. Qual o nível de experiência da equipe com JSON Web Tokens (JWT)?

  2. Quais algoritmos de assinatura são utilizados para JWTs? (Ex: RS256, HS256, ES256)

  3. Como é feita a validação completa de JWTs? (assinatura, expiração, issuer, audience)

  4. A empresa implementa JWTs criptografados (JWE) além de assinados (JWS)?

  5. Como são gerenciadas as chaves de assinatura (JWKS – JSON Web Key Set)?

  6. Quais práticas são adotadas para definição de claims em JWTs?

  7. Como é tratada a rotação de chaves de assinatura de JWTs?

  8. A equipe tem experiência com refresh token rotation para segurança adicional?

  9. Como são tratados JWTs de longa duração versus curta duração?

  10. Quais bibliotecas são utilizadas para manipulação de JWTs em Java? (Ex: Nimbus JOSE+JWT, jjwt, Auth0 Java JWT)

  11. Como são tratados JWTs em aplicações Angular? Quais bibliotecas são utilizadas?

  12. A empresa implementa práticas para minimizar o tamanho dos JWTs?


Integração com Spring Security

  1. Como é configurado o Spring Security para integração com OAuth 2.0/OIDC?

  2. A empresa utiliza Spring Security OAuth2 Client? Descreva a configuração.

  3. A empresa utiliza Spring Security OAuth2 Resource Server? Como é implementada a validação de tokens?

  4. A equipe tem experiência com Spring Authorization Server para criação de Authorization Servers customizados?

  5. Como são implementados filtros de segurança customizados para cenários específicos de autenticação?

  6. A empresa implementa Method Security com base em claims e roles do token?

  7. Como é feita a propagação de tokens em chamadas entre microsserviços?

  8. A equipe tem experiência com reactive security (WebFlux) para OAuth 2.0/OIDC?


Integração com Angular

  1. Como é implementada a autenticação OAuth 2.0/OIDC em aplicações Angular?

  2. Quais bibliotecas são utilizadas para OIDC em Angular? (Ex: angular-oauth2-oidc, @auth0/auth0-angular, MSAL Angular)

  3. Como são gerenciados os tokens no navegador de forma segura?

  4. A empresa implementa silent refresh para renovação automática de tokens?

  5. Como são tratados os interceptors HTTP para inclusão de tokens nas requisições?

  6. Como é implementado o logout completo em aplicações Angular?

  7. A empresa implementa guards de rota baseados em autenticação e autorização?

  8. Como são tratados os cenários de token expirado durante a navegação do usuário?


Autorização e Controle de Acesso

  1. Como é implementado o controle de acesso baseado em papéis (RBAC)?

  2. A empresa tem experiência com controle de acesso baseado em atributos (ABAC)?

  3. Como são definidos e gerenciados os papéis (roles) e permissões?

  4. A empresa implementa autorização fine-grained em nível de recursos?

  5. Como são tratadas as políticas de autorização complexas? (Ex: policy engines como OPA, Casbin)

  6. A equipe tem experiência com claims-based authorization?

  7. Como é feita a sincronização de roles e permissões entre o IdP e as aplicações?

  8. A empresa implementa delegation e impersonation de usuários?

  9. Como são auditadas as decisões de autorização?


Multi-tenancy e Identidade

  1. A empresa tem experiência com IAM em arquiteturas multi-tenant?

  2. Como é implementado o isolamento de identidades entre tenants?

  3. A empresa tem experiência com tenant-specific Identity Providers?

  4. Como são tratados os cenários de usuários pertencentes a múltiplos tenants?

  5. A empresa implementa branding customizado por tenant nas telas de login?

  6. Como são gerenciadas as políticas de autenticação por tenant?


Federação de Identidades

  1. A empresa tem experiência com federação de identidades entre organizações?

  2. Como são estabelecidas relações de confiança entre Identity Providers?

  3. A equipe tem experiência com identity brokering?

  4. Como são tratados os cenários de multiple IdPs para uma mesma aplicação?

  5. A empresa tem experiência com social login? (Ex: Google, Facebook, Apple, Microsoft)

  6. Como é feito o linking de contas entre diferentes provedores de identidade?

  7. A equipe tem experiência com just-in-time (JIT) provisioning de usuários?


Autenticação Multifator (MFA)

  1. A empresa tem experiência com implementação de autenticação multifator (MFA)?

  2. Quais fatores de autenticação são suportados? (Ex: TOTP, SMS, Email, Push, FIDO2/WebAuthn)

  3. A equipe tem experiência com WebAuthn e autenticação passwordless?

  4. Como são implementadas políticas de MFA condicionais? (Ex: baseadas em risco, localização, dispositivo)

  5. A empresa tem experiência com adaptive authentication?

  6. Como é tratado o enrollment e recovery de fatores MFA?

  7. A empresa implementa step-up authentication para operações sensíveis?


Gestão de Ciclo de Vida de Identidades

  1. A empresa tem experiência com provisionamento e desprovisionamento automático de usuários?

  2. A equipe tem experiência com protocolos SCIM para gestão de identidades?

  3. Como é feita a sincronização de usuários entre sistemas?

  4. A empresa tem experiência com self-service de gestão de conta pelo usuário?

  5. Como são tratados os fluxos de convite e onboarding de usuários?

  6. A empresa implementa políticas de ciclo de vida de contas? (Ex: desativação por inatividade)


Segurança e Boas Práticas de IAM

  1. Quais práticas de segurança são adotadas na implementação de soluções IAM?

  2. Como são protegidas as credenciais e secrets relacionados ao IAM?

  3. A empresa implementa detecção de ataques de credential stuffing e brute force?

  4. Como são tratadas as sessões de usuário de forma segura?

  5. A empresa implementa logging e auditoria completa de eventos de autenticação?

  6. Como são detectados e tratados comportamentos anômalos de autenticação?

  7. A empresa realiza testes de segurança específicos para fluxos de autenticação?

  8. Como são tratadas as vulnerabilidades conhecidas em protocolos de identidade?


Troubleshooting e Monitoramento

  1. Quais ferramentas são utilizadas para troubleshooting de fluxos SSO/OAuth/SAML?

  2. Como são analisados e debugados os tokens e asserções?

  3. A empresa implementa monitoramento de saúde dos serviços de identidade?

  4. Quais métricas de IAM são monitoradas? (Ex: taxa de autenticação, falhas, latência)

  5. Como são tratados os cenários de degradação ou indisponibilidade do IdP?

  6. A empresa implementa circuit breakers para integração com IdPs?

  7. Como são diagnosticados problemas de sincronização de sessão entre aplicações?


Compliance e Regulamentações

  1. A empresa tem experiência com requisitos de compliance para IAM? (Ex: SOC 2, ISO 27001, GDPR, LGPD)

  2. Como são tratados os requisitos de privacidade na gestão de identidades?

  3. A empresa implementa consentimento e gestão de preferências de usuário?

  4. Como são atendidos os direitos dos titulares de dados no contexto de IAM?

  5. A empresa tem experiência com requisitos setoriais específicos? (Ex: PCI DSS, HIPAA, regulamentações bancárias)


✅ Tópico 11 Concluído

Total de questões neste tópico: 145


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
4. Desenvolvimento Front-end (Angular) 68
5. Qualidade, Performance e Testes Automatizados 85
6. Documentação e Entregas 85
7. Infraestrutura e DevOps 100
8. Banco de Dados (PostgreSQL) e Governança de Dados 100
9. Segurança e Compliance 130
10. Melhores Práticas de Desenvolvimento de Software 137
11. SSO, IAM, SAML e OAuth 2.0 145
Total Acumulado 946

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Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

Tópico 12: Resiliência, Escalabilidade e Event Driven


Experiência e Maturidade em Sistemas Distribuídos

  1. Há quantos anos a empresa desenvolve sistemas distribuídos de alta disponibilidade?

  2. Quantos projetos envolvendo arquiteturas resilientes e escaláveis foram entregues nos últimos 3 anos?

  3. Descreva o projeto mais complexo envolvendo sistemas distribuídos e event-driven implementado pela empresa.

  4. A equipe possui experiência com o teorema CAP e suas implicações práticas?

  5. A empresa tem experiência com sistemas que exigem alta disponibilidade (99.9%+)?

  6. A equipe possui certificações relevantes em arquiteturas cloud e distribuídas?


Padrões de Resiliência

  1. Quais padrões de resiliência a empresa adota em seus projetos? (Ex: Circuit Breaker, Retry, Timeout, Bulkhead, Fallback)

  2. Como é implementado o padrão Circuit Breaker? Quais bibliotecas são utilizadas? (Ex: Resilience4j, Hystrix, Sentinel)

  3. Como são configuradas as políticas de retry com backoff exponencial?

  4. A empresa implementa o padrão Bulkhead para isolamento de falhas? Descreva a abordagem.

  5. Como são definidos e configurados os timeouts em chamadas entre serviços?

  6. A empresa implementa fallbacks graceful para cenários de falha?

  7. Como é implementado o padrão Rate Limiter para proteção de serviços?

  8. A empresa utiliza o padrão Throttling? Em quais cenários?

  9. Como são tratados os cenários de cascading failures?

  10. A empresa implementa o padrão Shed Load para proteção contra sobrecarga?


Resilience4j e Implementação em Java/Spring

  1. Qual o nível de experiência da equipe com Resilience4j?

  2. Como é feita a configuração do Resilience4j em aplicações Spring Boot?

  3. A empresa utiliza as anotações declarativas do Resilience4j? (Ex: @CircuitBreaker, @Retry, @RateLimiter)

  4. Como são configurados os thresholds e janelas de tempo do Circuit Breaker?

  5. A empresa implementa combinação de padrões de resiliência? (Ex: Retry + Circuit Breaker + Timeout)

  6. Como são expostas e monitoradas as métricas do Resilience4j?

  7. A empresa tem experiência com Resilience4j em contextos reativos (WebFlux)?

  8. Como são testados os mecanismos de resiliência implementados?


Health Checks e Self-Healing

  1. Como são implementados os health checks nas aplicações?

  2. A empresa diferencia entre liveness e readiness probes? Descreva a abordagem.

  3. Como são implementados health checks para dependências externas (banco de dados, cache, mensageria)?

  4. A empresa implementa mecanismos de self-healing? Descreva cenários.

  5. Como são tratados os cenários de degradação graceful?

  6. A empresa utiliza health checks compostos (composite health indicators)?

  7. Como são configurados os thresholds de health para orquestradores (Kubernetes)?


Escalabilidade Horizontal

  1. Quais práticas são adotadas para garantir escalabilidade horizontal das aplicações?

  2. Como é garantido que as aplicações são stateless para permitir escalabilidade?

  3. A empresa implementa externalização de estado (sessão, cache) para escalabilidade?

  4. Quais estratégias de session management são utilizadas em ambientes distribuídos? (Ex: Redis, sticky sessions)

  5. Como são tratados os uploads e armazenamento de arquivos em ambientes escaláveis?

  6. A empresa tem experiência com auto-scaling baseado em métricas customizadas?

  7. Quais métricas são utilizadas como gatilho para auto-scaling? (Ex: CPU, memória, requisições, filas)

  8. Como é feito o dimensionamento de réplicas para diferentes componentes?

  9. A empresa tem experiência com scaling preditivo além de reativo?


Escalabilidade Vertical e Otimização de Recursos

  1. Como a empresa avalia a necessidade de escalabilidade vertical versus horizontal?

  2. Quais práticas são adotadas para otimização de uso de memória em aplicações Java?

  3. Como são configurados os parâmetros de JVM para performance e escalabilidade?

  4. A empresa tem experiência com GraalVM Native Image para otimização de recursos?

  5. Como são identificados e otimizados os gargalos de CPU e memória?


Load Balancing e Distribuição de Carga

  1. Quais estratégias de load balancing são utilizadas? (Ex: Round Robin, Least Connections, Weighted)

  2. A empresa tem experiência com load balancing em diferentes camadas? (Ex: L4, L7)

  3. Como é implementado o client-side load balancing em microsserviços?

  4. A empresa utiliza service mesh para load balancing? (Ex: Istio, Linkerd)

  5. Como são tratados os cenários de sticky sessions quando necessário?

  6. A empresa implementa health-aware load balancing?


Caching e Performance

  1. Quais estratégias de caching são utilizadas para escalabilidade? (Ex: local cache, distributed cache)

  2. A empresa tem experiência com Redis como solução de cache distribuído?

  3. Como são definidas as políticas de cache (TTL, eviction)?

  4. A empresa implementa cache-aside, read-through ou write-through patterns?

  5. Como é tratada a invalidação de cache de forma consistente?

  6. A empresa tem experiência com cache em múltiplas camadas (multi-tier caching)?

  7. Como são tratados os cenários de cache stampede?

  8. A empresa implementa caching de resultados de APIs (HTTP caching)?


Arquitetura Event-Driven

  1. Qual o nível de experiência da empresa com arquiteturas event-driven?

  2. Quais benefícios e trade-offs da arquitetura event-driven a empresa considera em seus projetos?

  3. Como a empresa diferencia entre eventos, comandos e queries no design de sistemas?

  4. A empresa adota o padrão Event Sourcing? Descreva casos de uso e implementação.

  5. A empresa implementa CQRS (Command Query Responsibility Segregation)? Descreva a abordagem.

  6. Como é feito o design de eventos (event schema design)?

  7. A empresa utiliza event storming para descoberta de domínio e eventos?

  8. Como são tratados os eventos de domínio (domain events) nas aplicações?


Apache Kafka

  1. Qual o nível de experiência da empresa com Apache Kafka?

  2. Como é feita a modelagem de tópicos e partições no Kafka?

  3. Quais estratégias de particionamento são utilizadas para garantir ordenação e distribuição?

  4. A empresa tem experiência com Kafka Consumer Groups? Como é gerenciado o balanceamento?

  5. Como são tratados os cenários de reprocessamento e offset management?

  6. A empresa implementa idempotência na produção e consumo de mensagens?

  7. Quais práticas são adotadas para garantir exactly-once semantics?

  8. A empresa tem experiência com Kafka Streams para processamento de streams?

  9. A equipe tem experiência com ksqlDB para processamento em tempo real?

  10. Como são tratados os cenários de dead letter queues no Kafka?

  11. A empresa tem experiência com Schema Registry? Quais formatos são utilizados? (Ex: Avro, Protobuf, JSON Schema)

  12. Como é feita a evolução de schemas de eventos (schema evolution)?

  13. Quais ferramentas são utilizadas para monitoramento do Kafka? (Ex: Kafka Manager, AKHQ, Confluent Control Center)

  14. A empresa tem experiência com Kafka Connect para integrações?

  15. Como são tratados os cenários de cluster Kafka multi-region?


RabbitMQ e Outras Soluções de Mensageria

  1. Qual o nível de experiência da empresa com RabbitMQ?

  2. Como são utilizados os diferentes tipos de exchanges? (Ex: Direct, Topic, Fanout, Headers)

  3. A empresa implementa padrões de dead letter e retry com RabbitMQ?

  4. Como é feita a configuração de durabilidade e persistência de mensagens?

  5. A empresa tem experiência com RabbitMQ clustering e alta disponibilidade?

  6. A equipe tem experiência com Amazon SQS/SNS? Descreva casos de uso.

  7. A empresa tem experiência com Azure Service Bus?

  8. A empresa tem experiência com Google Cloud Pub/Sub?

  9. Como a empresa avalia e recomenda a escolha de uma solução de mensageria?


Integração com Spring

  1. Como é feita a integração com Kafka em aplicações Spring Boot? (Ex: Spring Kafka, Spring Cloud Stream)

  2. A empresa utiliza Spring Cloud Stream? Quais binders são utilizados?

  3. Como são configurados os consumers e producers em Spring Kafka?

  4. A empresa implementa error handling e retry com Spring Kafka?

  5. Como é feita a serialização/desserialização de mensagens? (Ex: JSON, Avro, Protobuf)

  6. A empresa utiliza Spring Integration para fluxos de integração complexos?

  7. Como são tratadas as transações envolvendo banco de dados e mensageria?


Padrões de Mensageria e Integração

  1. A empresa implementa o padrão Saga para transações distribuídas? Descreva a abordagem.

  2. Quais estratégias de Saga são utilizadas? (Ex: choreography, orchestration)

  3. Como é tratada a compensação em caso de falhas em sagas?

  4. A empresa implementa o padrão Outbox para garantia de entrega de eventos?

  5. Como é tratado o padrão Transactional Outbox com Change Data Capture (CDC)?

  6. A empresa utiliza Debezium para CDC? Descreva casos de uso.

  7. Como são tratados os padrões de retry e idempotência em consumidores?

  8. A empresa implementa correlation IDs para rastreabilidade de fluxos assíncronos?

  9. Como é implementado o padrão Competing Consumers?

  10. A empresa tem experiência com message deduplication?


Event Sourcing

  1. A empresa tem experiência com Event Sourcing? Descreva projetos e casos de uso.

  2. Como são armazenados os eventos (event store)?

  3. A empresa utiliza frameworks específicos para Event Sourcing? (Ex: Axon Framework, Eventuate)

  4. Como são implementados os aggregates e command handlers?

  5. Como é feita a reconstrução de estado a partir de eventos (event replay)?

  6. A empresa implementa snapshots para otimização de reconstrução de estado?

  7. Como são tratadas as projeções (projections/read models)?

  8. Quais são os desafios e trade-offs do Event Sourcing que a empresa considera?


CQRS (Command Query Responsibility Segregation)

  1. A empresa tem experiência com CQRS? Descreva a abordagem e casos de uso.

  2. Como são separados os modelos de comando e consulta?

  3. Como é tratada a consistência eventual entre command e query sides?

  4. Quais bancos de dados são utilizados para os diferentes modelos (command store, query store)?

  5. A empresa implementa CQRS com ou sem Event Sourcing?

  6. Como são tratadas as atualizações de projeções de leitura?


Processamento de Streams e Eventos em Tempo Real

  1. A empresa tem experiência com processamento de streams em tempo real?

  2. Quais frameworks de stream processing são utilizados? (Ex: Kafka Streams, Apache Flink, Apache Spark Streaming)

  3. Como são tratados os cenários de windowing e aggregations em streams?

  4. A empresa implementa complex event processing (CEP)?

  5. Como são tratados os cenários de late events e out-of-order events?

  6. A empresa tem experiência com real-time analytics e dashboards?


Consistência e Transações Distribuídas

  1. Como a empresa aborda a consistência em sistemas distribuídos?

  2. Quais estratégias são utilizadas para eventual consistency?

  3. A empresa implementa distributed locks quando necessário? Quais ferramentas? (Ex: Redis, Zookeeper)

  4. Como são tratados os cenários de conflitos em sistemas eventualmente consistentes?

  5. A empresa tem experiência com conflict-free replicated data types (CRDTs)?

  6. Como são implementadas as compensações para manter a consistência?


Observabilidade em Sistemas Event-Driven

  1. Como é implementada a observabilidade em arquiteturas event-driven?

  2. A empresa implementa distributed tracing em fluxos assíncronos? Como?

  3. Quais métricas são monitoradas em sistemas de mensageria? (Ex: lag, throughput, latência)

  4. Como são correlacionados logs e traces entre produtores e consumidores?

  5. A empresa implementa alertas proativos para consumer lag e problemas de mensageria?

  6. Como são diagnosticados problemas em fluxos event-driven complexos?


Disaster Recovery e Alta Disponibilidade

  1. Como é garantida a alta disponibilidade em sistemas event-driven?

  2. A empresa tem experiência com Kafka MirrorMaker ou similar para replicação cross-region?

  3. Como são tratados os cenários de failover em sistemas de mensageria?

  4. A empresa implementa backup e recovery de event stores?

  5. Como são definidos e testados os planos de disaster recovery para sistemas event-driven?

  6. Quais são os RTOs e RPOs típicos alcançados para sistemas event-driven?


Testes em Sistemas Resilientes e Event-Driven

  1. Como são testados os mecanismos de resiliência (Circuit Breaker, Retry, etc.)?

  2. A empresa pratica Chaos Engineering? Quais ferramentas são utilizadas? (Ex: Chaos Monkey, Litmus, Gremlin)

  3. Como são realizados os testes de carga e stress em sistemas event-driven?

  4. A empresa implementa testes de integração para fluxos assíncronos?

  5. Como são testados os cenários de falha e recuperação?

  6. A empresa utiliza Testcontainers para testes com Kafka/RabbitMQ?

  7. Como são testadas as Sagas e fluxos de compensação?


Boas Práticas e Governança

  1. Quais boas práticas de design de eventos a empresa adota?

  2. A empresa define padrões e convenções para nomenclatura de eventos e tópicos?

  3. Como é feita a governança de schemas de eventos?

  4. A empresa documenta os fluxos de eventos (event catalog)?

  5. Como são tratados os eventos de diferentes versões (versioning)?

  6. A empresa implementa contratos de eventos entre produtores e consumidores?

  7. Quais práticas são adotadas para evolução de sistemas event-driven sem breaking changes?


✅ Tópico 12 Concluído

Total de questões neste tópico: 160


Tópico Questões
1. Linguagem, Experiência e Portfólio 18
2. Arquitetura Técnica e Melhores Práticas 33
3. Desenvolvimento Back-end (Java) 45
4. Desenvolvimento Front-end (Angular) 68
5. Qualidade, Performance e Testes Automatizados 85
6. Documentação e Entregas 85
7. Infraestrutura e DevOps 100
8. Banco de Dados (PostgreSQL) e Governança de Dados 100
9. Segurança e Compliance 130
10. Melhores Práticas de Desenvolvimento de Software 137
11. SSO, IAM, SAML e OAuth 2.0 145
12. Resiliência, Escalabilidade e Event Driven 160
Total Acumulado 1.106

Há mais tópicos a serem avaliados?

Se sim, por favor informe o próximo tópico.

Questionário RFP

Questionário RFP – Desenvolvimento de Software

✅ Questionário Completo Finalizado


Excelente! O questionário de RFP foi concluído com sucesso. Abaixo está o resumo consolidado de todos os tópicos e questões geradas:


📊 Resumo Executivo

#TópicoQuestões1Linguagem, Experiência e Portfólio182Arquitetura Técnica e Melhores Práticas333Desenvolvimento Back-end (Java)454Desenvolvimento Front-end (Angular)685Qualidade, Performance e Testes Automatizados856Documentação e Entregas857Infraestrutura e DevOps1008Banco de Dados (PostgreSQL) e Governança de Dados1009Segurança e Compliance13010Melhores Práticas de Desenvolvimento de Software13711SSO, IAM, SAML e OAuth 2.014512Resiliência, Escalabilidade e Event Driven160TOTAL GERAL1.106


🎯 Cobertura do Questionário

O questionário abrange de forma abrangente os seguintes aspectos para avaliação de consultorias de desenvolvimento de software:

Aspectos Técnicos

  • ✅ Stack tecnológico completo (Java, Spring Boot, Angular)

  • ✅ Abordagem API First e design de APIs

  • ✅ Banco de dados PostgreSQL

  • ✅ Arquiteturas modernas (microsserviços, event-driven, CQRS)

  • ✅ Padrões de resiliência e escalabilidade

Qualidade e Processos

  • ✅ Testes automatizados em todos os níveis

  • ✅ Práticas de Clean Code e SOLID

  • ✅ Code review e práticas colaborativas

  • ✅ Gestão de débito técnico

  • ✅ CI/CD e DevOps

Segurança e Identidade

  • ✅ Segurança de aplicações (OWASP)

  • ✅ SSO, OAuth 2.0, SAML, OpenID Connect

  • ✅ IAM e gestão de identidades

  • ✅ Compliance (LGPD, GDPR, PCI DSS)

Infraestrutura e Operações

  • ✅ Containerização e Kubernetes

  • ✅ Cloud computing (AWS, Azure, GCP)

  • ✅ Observabilidade e monitoramento

  • ✅ Alta disponibilidade e disaster recovery

Entregáveis e Documentação

  • ✅ Documentação técnica e funcional

  • ✅ Transferência de conhecimento

  • ✅ Artefatos de entrega


💡 Sugestões de Uso

1. Seleção de Questões

Dado o volume de 1.106 questões, recomenda-se:

  • Selecionar as questões mais relevantes para o contexto específico do projeto

  • Priorizar tópicos críticos para o sucesso do projeto

  • Considerar o uso de questões eliminatórias (must-have) e classificatórias (nice-to-have)

2. Formato de Resposta

Considere solicitar às consultorias:

  • Respostas objetivas com evidências (cases, exemplos, métricas)

  • Demonstrações práticas quando aplicável

  • Documentação comprobatória (certificações, políticas)

3. Critérios de Avaliação

Sugere-se definir:

  • Pesos para cada tópico conforme prioridades do projeto

  • Notas mínimas de corte por tópico

  • Matriz de pontuação padronizada

4. Processo de Avaliação

Recomenda-se:

  • Avaliação documental das respostas escritas

  • Sessões de apresentação/defesa técnica

  • Prova de conceito (PoC) para finalistas

  • Verificação de referências


📁 Próximos Passos Sugeridos

  1. Revisar e customizar as questões conforme necessidades específicas do projeto

  2. Definir pesos para cada tópico baseado nas prioridades

  3. Criar matriz de avaliação com critérios de pontuação

  4. Formatar o documento final da RFP com instruções para as consultorias

  5. Definir cronograma do processo de seleção

  6. Identificar avaliadores técnicos para cada tópico


Caso precise de ajuda adicional para:

  • Selecionar um subconjunto de questões prioritárias

  • Criar critérios de pontuação

  • Formatar o documento final da RFP

  • Definir questões eliminatórias

Estou à disposição para auxiliar! 🚀

RFP Form 2

Prompt

Elabore um questionário detalhado de RFP (Request for Proposal) para avaliar 5 fornecedores de software com base nos seguintes critérios técnicos e de qualidade:

1. Alinhamento com as Tecnologias Definidas:
. Quais tecnologias são suportadas pela solução proposta?
. Como a solução se integra às nossas tecnologias existentes (APIs, bancos de dados, etc.)?
. Quais são os requisitos de infraestrutura para a solução?

2. Definição da Arquitetura de Solução:
. Descreva a arquitetura geral da solução proposta.
. Como a solução é escalável e flexível para atender a demandas futuras?
. Quais são os principais componentes da solução e como eles interagem?

3.Segurança e Compliance:
. Quais medidas de segurança são implementadas para proteger os dados dos usuários e garantir a conformidade com regulamentações relevantes (LGPD, GDPR, etc.)?
. Como a solução previne e responde a incidentes de segurança?
. Quais certificações ou padrões de segurança a solução adere (ISO 27001, etc.)?

4. Arquitetura de Dados:
. Descreva o modelo de dados utilizado pela solução.
.Como os dados são armazenados, processados e transferidos?
. Quais são as políticas de retenção e exclusão de dados?

5. Requisitos Não-Funcionais:
. Quais são as métricas de performance esperadas (tempo de resposta, throughput, etc.)?
. Como a solução atende a requisitos de usabilidade, acessibilidade e internacionalização?
. Quais são as estratégias para garantir a disponibilidade e a recuperação de desastres?

6. Estratégia de Implementação:
. Descreva o plano de implementação proposto, incluindo cronograma e marcos importantes.
. Quais são os principais riscos associados à implementação e como eles serão mitigados?
. Como será realizada a transferência de conhecimento para a equipe interna?

7. Operação e Sustentação:
. Quais são os requisitos para a operação e manutenção contínua da solução?
. Como serão tratados os problemas e solicitações de mudança após a implementação?
. Quais são os planos para atualizações e melhorias futuras?

8. Análise de Riscos:
. Identifique os principais riscos associados à solução proposta e como eles serão mitigados.
. Quais são os planos de contingência em caso de falhas críticas ou outros cenários adversos?

9. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software:
. Descreva o processo de desenvolvimento de software utilizado pelo fornecedor.
. Quais são as práticas de garantia de qualidade implementadas durante o ciclo de vida de desenvolvimento?
. Como são tratados os testes, a revisão de código e a integração contínua?

Fique à vontade para adicionar tópicos que achar importantes.

Por favor, forneça respostas detalhadas para cada um desses pontos, incluindo exemplos e referências a normas ou melhores práticas quando aplicável. O objetivo é avaliar a capacidade do fornecedor de entregar uma solução de software de alta qualidade, performance, confiabilidade e segurança.

Abacus (GPT – 5.1)

Questionário de RFP – Avaliação Técnica e de Qualidade de Fornecedores de Software

Abaixo está um modelo de questionário estruturado para ser enviado aos 5 fornecedores.
Ele está organizado por seções, com perguntas detalhadas, espaço esperado de resposta e, quando útil, exemplos e referências a normas/boas práticas.

Sugestão de uso:

  • Mantenha as perguntas como estão e, se quiser, acrescente uma coluna numa planilha para “Peso” e outra para “Nota (0–5)” por fornecedor.
  • Adapte termos entre colchetes [] à realidade da sua empresa (ex.: [stack atual], [SLA desejado], etc.).

1. Alinhamento com as Tecnologias Definidas

1.1 Tecnologias suportadas

  • Liste todas as tecnologias, linguagens, frameworks, bancos de dados e serviços de nuvem suportados pela solução, indicando o papel de cada uma.
    • Exemplo de resposta esperada:
      • Backend: Java 17 (Spring Boot), Node.js 20
      • Frontend: React 18, Angular 16
      • Banco de dados: PostgreSQL 15, MongoDB 7
      • Cloud: AWS (EKS, RDS, S3), Azure (AKS, Azure SQL)

1.2 Integração com tecnologias existentes

  • Descreva como a solução se integra às tecnologias atuais da nossa organização, incluindo:
    • APIs REST/GraphQL existentes (mecanismo de autenticação, versionamento, formatos de payload, etc.)
    • Bancos de dados legados (ex.: Oracle, SQL Server, mainframe)
    • Ferramentas de mensageria (ex.: Kafka, RabbitMQ)
    • Ferramentas de monitoramento (ex.: Prometheus, Grafana, Datadog, New Relic)
  • Indique padrões e protocolos utilizados (ex.: REST, gRPC, Webhooks, JMS, AMQP, OAuth 2.0, OpenID Connect, SAML).
  • Forneça exemplos de projetos anteriores em que vocês realizaram integrações semelhantes.

1.3 Requisitos de infraestrutura

  • Detalhe os requisitos de infraestrutura para a solução:
    • Capacidade de servidores (CPU, memória, armazenamento, rede)
    • Dependências de sistema operacional e middleware (ex.: Linux, Windows Server, Nginx, Istio, Service Mesh)
    • Requisitos específicos de nuvem (AWS, Azure, GCP ou on-premises)
  • Indique se há suporte a:
    • Contêineres (Docker)
    • Orquestração (Kubernetes, OpenShift)
    • Infraestrutura como código (Terraform, Ansible, CloudFormation)

1.4 Aderência ao nosso stack alvo

  • Explique o grau de aderência da solução ao nosso stack preferencial ([descrever brevemente o stack preferencial na RFP, se houver]) e os impactos de eventuais divergências (ex.: necessidade de equipe especializada, curva de aprendizado, licenciamento).

2. Definição da Arquitetura de Solução

2.1 Arquitetura geral da solução

  • Descreva a arquitetura em alto nível, incluindo:
    • Padrão arquitetural (ex.: monolito modular, microserviços, event-driven, hexagonal, clean architecture)
    • Camadas principais (apresentação, negócio, dados, integração)
  • Anexe diagramas de arquitetura (C4 model – Context, Container, Component – se possível).

2.2 Escalabilidade e flexibilidade

  • Explique como a solução escala horizontal e/ou verticalmente.
  • Descreva mecanismos de:
    • Balanceamento de carga
    • Auto-scaling (ex.: HPA em Kubernetes)
    • Particionamento/sharding de dados, caching (Redis, CDN etc.)
  • Indique como a solução suporta:
    • Crescimento no número de usuários
    • Aumento de volume de dados
    • Adição de novos módulos/funcionalidades sem afetar o core (modularidade, design orientado a domínio – DDD, por exemplo).

2.3 Componentes e interações

  • Liste os principais componentes/microserviços da solução e descreva:
    • Responsabilidades
    • Interfaces expostas (APIs, filas, tópicos de eventos)
    • Protocolos de comunicação (HTTP/HTTPS, gRPC, mensageria)
  • Descreva dependências externas (serviços de terceiros, gateways de pagamento, provedores de login etc.) e como são tratadas falhas (timeouts, retries, circuit breaker – ex.: Resilience4j, Istio).

2.4 Padrões e boas práticas arquiteturais

  • Indique quais padrões e boas práticas são adotados (ex.: 12-Factor App, SOLID, DDD, CQRS, Event Sourcing) e como são aplicados na solução proposta.

3. Segurança e Compliance

3.1 Medidas de segurança e conformidade (LGPD, GDPR, etc.)

  • Descreva as medidas de segurança técnica e organizacional adotadas:
    • Criptografia em trânsito (TLS 1.2+; uso de HTTPS obrigatório; HSTS)
    • Criptografia em repouso (ex.: AES-256 em bancos e storage)
    • Gestão de identidades e acessos (IAM, RBAC/ABAC, MFA)
    • Segregação de ambientes (desenvolvimento, homologação, produção)
  • Explique como a solução suporta requisitos da LGPD/GDPR, incluindo:
    • Registro de tratamento de dados pessoais
    • Consentimento e revogação
    • Relatórios para titulares (portabilidade, acesso, correção, exclusão)
    • Minimização de dados e privacy by design/by default

3.2 Prevenção e resposta a incidentes de segurança

  • Detalhe o processo de gestão de incidentes:
    • Detecção e monitoramento de ameaças (SIEM, IDS/IPS, WAF)
    • Tempo médio de detecção e resposta (MTTD/MTTR)
    • Fluxo de comunicação de incidentes com o cliente (SLA de notificação, canais)
  • Indique se existe um plano formal de resposta a incidentes (IRP) alinhado a boas práticas como NIST SP 800-61.

3.3 Certificações e padrões de segurança

  • Liste certificações e auditorias relevantes, como:
    • ISO 27001, ISO 27017, ISO 27018
    • SOC 2 (Type I / II)
    • PCI-DSS (se aplicável)
  • Descreva a abrangência dessas certificações (serviço, data center, empresa inteira).
  • Informe a frequência de auditorias e se relatórios podem ser compartilhados sob NDA.

3.4 Desenvolvimento seguro (Security by Design)

  • Explique como práticas de desenvolvimento seguro são incorporadas, por exemplo:
    • OWASP Top 10, OWASP ASVS
    • Revisão de segurança de código, SAST/DAST, análise de dependências (SCA)
    • Treinamentos de segurança para desenvolvedores.

4. Arquitetura de Dados

4.1 Modelo de dados

  • Descreva o modelo de dados em alto nível, incluindo:
    • Tipos de bancos utilizados (relacional, NoSQL, time series, data lake)
    • Principais entidades/tabelas e relacionamentos críticos
  • Indique se há alinhamento com padrões de modelagem (ex.: 3FN, Data Vault, dimensional – star/snowflake).

4.2 Armazenamento, processamento e transferência de dados

  • Explique como os dados são:
    • Armazenados (bancos, storage em nuvem, formatos – JSON, Avro, Parquet)
    • Processados (batch, near real-time, streaming – ex.: Kafka, Spark, Flink)
    • Transferidos entre componentes e para sistemas externos (ETL/ELT, APIs, integrações).
  • Descreva mecanismos de:
    • Anonimização/pseudonimização
    • Máscara de dados em ambientes não produtivos
    • Logs e trilhas de auditoria (quem acessou o quê, quando).

4.3 Políticas de retenção e exclusão de dados

  • Descreva:
    • Regras de retenção de dados (por tipo: dados transacionais, logs, backups)
    • Mecanismos e prazos para exclusão/anonimização de dados pessoais ou sensíveis, em conformidade com LGPD/GDPR
    • Como é implementado o direito ao esquecimento.

4.4 Qualidade e governança de dados

  • Indique ferramentas e processos para garantir qualidade de dados:
    • Validações, regras de integridade, deduplicação
    • Catálogo de dados, dicionário de dados
  • Cite se existe governança formal de dados (Data Steward, Data Owner, comitê de dados, políticas documentadas).

5. Requisitos Não-Funcionais

5.1 Performance

  • Informe as métricas de performance alvo para a solução em cenários realistas, por exemplo:
    • Tempo de resposta p95 / p99 por tipo de operação
    • Throughput (requisições por segundo, transações por minuto)
  • Descreva metodologia de testes de performance e carga (ferramentas como JMeter, Gatling, k6 etc.) e compartilhe resultados ou benchmarks de projetos similares, se possível.

5.2 Usabilidade, acessibilidade e internacionalização

  • Explique como a solução aborda:
    • Usabilidade (testes com usuários, UX research, design system, guidelines)
    • Acessibilidade, com referência a normas (ex.: WCAG 2.1 AA) e recursos implementados (teclado, leitores de tela, contraste, legendas)
    • Internacionalização (i18n/l10n): suporte a múltiplos idiomas, formatação de datas, moedas, fuso horário.

5.3 Disponibilidade e recuperação de desastres

  • Indique o nível de disponibilidade oferecido (por exemplo, 99,5%, 99,9%) e como é alcançado (multi-AZ, cluster redundante, failover automático).
  • Descreva o plano de recuperação de desastres (DRP):
    • RPO (Recovery Point Objective) e RTO (Recovery Time Objective)
    • Mecanismos de backup e restore, testes periódicos de recuperação
    • Estratégia de alta disponibilidade (HA), redundância de componentes críticos.

5.4 Manutenibilidade e extensibilidade

  • Descreva práticas que facilitam manutenção e evolução da solução:
    • Modularidade, padrões de projeto, documentação técnica e de código
    • Cobertura de testes automatizados
    • Políticas de versionamento de APIs (semver, depreciação programada).

6. Estratégia de Implementação

6.1 Plano de implementação e cronograma

  • Apresente um plano de implementação detalhado contendo:
    • Fases (ex.: discovery, desenho de solução, desenvolvimento, testes, go-live, hypercare)
    • Marcos (milestones) e entregáveis principais
    • Estimativa de esforço por fase (homem-horas ou homem-dias) e duração total do projeto.

6.2 Gestão de riscos de implementação

  • Identifique os principais riscos da implementação (ex.: dependência de terceiros, complexidade de integrações, mudança organizacional) e apresente plano de mitigação para cada um.
  • Descreva sua abordagem de gestão de riscos (matriz de riscos, revisões periódicas, comitês de decisão).

6.3 Transferência de conhecimento

  • Explique como será realizada a capacitação da equipe interna:
    • Treinamentos (presenciais/online), workshops práticos, sessões gravadas
    • Documentação entregue (manuais de operação, guias de arquitetura, runbooks)
    • Plano de handover no final do projeto (quantidade de horas de shadowing / suporte reforçado).

6.4 Modelo de gestão de projeto

  • Descreva o framework de gestão de projeto utilizado (ex.: Scrum, Kanban, SAFe, PMBOK) e como será feita a governança com o cliente:
    • Frequência de reuniões de status
    • Indicadores de progresso (burn-down, earned value, etc.)
    • Ferramentas (Jira, Azure DevOps, Trello, MS Project).

7. Operação e Sustentação

7.1 Operação e manutenção contínua

  • Detalhe o modelo de suporte oferecido:
    • Horário de atendimento (8×5, 24×7)
    • Canais (portal, e-mail, telefone, chat)
    • SLAs por tipo de incidente (crítico, alto, médio, baixo).

7.2 Tratamento de problemas e mudanças

  • Descreva o processo de:
    • Registro, triagem e resolução de incidentes (ITIL Incident Management)
    • Gestão de problemas recorrentes (Problem Management)
    • Gestão de mudanças (Change Management) – uso de CAB, janelas de manutenção, rollback plan.

7.3 Atualizações, patches e roadmap de produto

  • Explique a política de:
    • Atualizações corretivas (bugfix, patches de segurança)
    • Atualizações evolutivas (novas funcionalidades)
  • Informe:
    • Frequência de releases
    • Como as atualizações são comunicadas e planejadas com o cliente
    • Se existe roadmap público ou compartilhável e participação do cliente em priorização.

7.4 Monitoramento e observabilidade

  • Descreva como são monitorados:
    • Logs, métricas, traces distribuídos
    • Dashboards e alertas (ferramentas e exemplos)
  • Indique se há suporte a conceitos de observabilidade (tracing, correlation IDs, SLOs/SLIs).

8. Análise de Riscos

8.1 Principais riscos da solução

  • Liste os principais riscos técnicos, de negócio e operacionais da solução proposta, por exemplo:
    • Dependência de tecnologia proprietária
    • Vendor lock-in (nuvem, banco de dados específico)
    • Complexidade regulatória
  • Para cada risco, indique:
    • Probabilidade
    • Impacto
    • Ações de mitigação propostas.

8.2 Planos de contingência

  • Descreva os planos de contingência para:
    • Falhas críticas de infraestrutura (indisponibilidade de data center, problemas generalizados de nuvem)
    • Falhas de componentes centrais da solução
    • Indisponibilidade do próprio fornecedor (ex.: problemas financeiros, aquisição, saída de mercado).

8.3 Continuidade de negócios (BCP)

  • Informe se existe um plano de continuidade de negócios (Business Continuity Plan) formal, alinhado a normas como ISO 22301, e como ele se relaciona aos serviços prestados.

9. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software

9.1 Processo de desenvolvimento de software

  • Descreva o SDLC adotado:
    • Modelos (ágil, híbrido, cascata)
    • Ritos (sprints, dailies, reviews, retrospectives)
    • Definição de pronto (Definition of Done) e de iniciado (Definition of Ready).

9.2 Garantia de qualidade (QA)

  • Explique as práticas de QA utilizadas:
    • Tipos de testes (unitários, integrados, funcionais, regressão, segurança, performance, usabilidade)
    • Cobertura de testes automáticos (métrica alvo, ex.: mínimo 70% de cobertura unitária em módulos críticos)
    • Ambiente(s) de teste e práticas de homologação com o cliente.

9.3 Testes, revisão de código e integração contínua

  • Detalhe o processo de:
    • Revisão de código (code review, pair programming, pull requests)
    • Integração contínua/entrega contínua (CI/CD):
      • Ferramentas (ex.: GitLab CI, GitHub Actions, Azure DevOps, Jenkins)
      • Gate de qualidade (build, testes automatizados, análise estática, verificação de vulnerabilidades)
    • Gestão de branches (GitFlow, trunk-based, etc.).

9.4 Gestão de requisitos e mudanças funcionais

  • Descreva como são gerenciados requisitos ao longo do projeto:
    • Ferramentas (Jira, Azure DevOps Boards, etc.)
    • Processo de priorização (Product Owner, comitês de priorização)
    • Controle de escopo e de backlog.

10. Equipe, Experiência e Referências (tópico adicional recomendado)

10.1 Composição da equipe

  • Descreva a equipe que será alocada:
    • Papéis (arquitetos, desenvolvedores, QA, DevOps, analistas de negócios, gestor de projeto)
    • Senioridade e experiência média por função.

10.2 Experiência em projetos similares

  • Liste pelo menos 3 casos de uso/projetos similares em escopo e complexidade, com:
    • Setor de atuação do cliente
    • Escala (número de usuários, volume de dados)
    • Principais desafios e como foram superados.

10.3 Referências de clientes

  • Forneça contatos ou depoimentos de clientes (quando possível) que possam ser consultados para validar a experiência e qualidade do fornecedor.

11. Modelo Comercial e Contratual (opcional, não-técnico, mas útil)

11.1 Modelo de licenciamento e custos

  • Descrever o modelo de licenciamento (SaaS, on-prem, híbrido, assinatura por usuário/módulo/uso etc.) e os principais componentes de custo.

11.2 SLAs e penalidades

  • Apresentar os SLAs propostos (disponibilidade, tempo de atendimento e solução) e penalidades em caso de não cumprimento.

Se quiser, posso no próximo passo:

  • Transformar este questionário em uma planilha (com colunas de peso/nota) ou
  • Adaptar o conteúdo para um documento formal de RFP (com introdução, escopo, instruções de envio, critérios de avaliação e pontuação).

 

Prompt

Adaptar o conteúdo para um documento formal de RFP

Abacus

MODELO DE RFP – SOLUÇÃO DE SOFTWARE

(Adaptado em formato de documento formal – pronto para copiar/colar em Word ou PDF)


1. Apresentação

A [NOME DA EMPRESA] convida fornecedores qualificados de soluções de software a apresentarem propostas em resposta a esta Request for Proposal (RFP), com o objetivo de selecionar um parceiro capaz de entregar uma solução de alta qualidade, performance, confiabilidade e segurança, alinhada às necessidades de negócio e à arquitetura tecnológica da organização.

Este documento descreve o escopo, os requisitos técnicos e não-técnicos, bem como as instruções para preparação e submissão das propostas.


2. Objetivo da RFP

O objetivo desta RFP é:

  • Avaliar e comparar até 5 fornecedores de software com base em critérios técnicos, de qualidade, segurança, operação e modelo comercial;
  • Selecionar o fornecedor que apresentar a melhor combinação de:
    • Aderência técnica à nossa arquitetura e stack tecnológico;
    • Robustez em segurança, privacidade e compliance (incluindo LGPD/GDPR);
    • Capacidade de entrega e histórico comprovado;
    • Modelo de sustentação, evolução e suporte;
    • Condições comerciais competitivas.

3. Escopo da Solução

A solução objeto desta RFP deverá, em linhas gerais:

  • Atender aos requisitos funcionais e não-funcionais definidos pela [NOME DA EMPRESA];
  • Integrar-se com sistemas e plataformas já existentes (APIs, bancos de dados, mensageria, monitoramento etc.);
  • Atender a requisitos de segurança da informação, proteção de dados pessoais e compliance regulatório;
  • Possibilitar operação contínua, monitoramento, manutenção e evolução de forma sustentável;
  • Ser escalável e flexível para suportar futuras demandas de negócio e volume.

Detalhes técnicos específicos serão descritos nas seções de requisitos a seguir.


4. Instruções Gerais aos Proponentes

4.1. Partes envolvidas
  • Contratante: [NOME DA EMPRESA]
  • Contato principal (RFP): [NOME / E-MAIL / TELEFONE]
4.2. Cronograma indicativo
  • Publicação da RFP: [DATA]
  • Prazo para envio de dúvidas: [DATA]
  • Resposta consolidada às dúvidas: [DATA]
  • Prazo limite para submissão das propostas: [DATA]
  • Período de análise e avaliação: [DATA–DATA]
  • Apresentações/demonstrações (se aplicável): [DATA–DATA]
  • Comunicação do fornecedor selecionado: [DATA]

(As datas acima são indicativas e podem ser ajustadas pela Contratante.)

4.3. Formato e envio da proposta
  • A proposta deve ser enviada em formato eletrônico (PDF ou DOCX), para o e-mail: [E-MAIL PARA ENVIO];
  • O assunto do e-mail deve conter: “RFP – Solução de Software – [NOME DO FORNECEDOR]”;
  • A proposta deve conter, no mínimo:
    • Carta de apresentação e resumo executivo;
    • Respostas estruturadas a todas as seções de requisitos desta RFP;
    • Informações sobre o fornecedor, equipe e experiência;
    • Proposta comercial detalhada;
    • Condições contratuais relevantes.
4.4. Idioma
  • A proposta deverá ser apresentada em português. Documentos de apoio em inglês poderão ser aceitos, desde que acompanhados de resumo em português.
4.5. Dúvidas e esclarecimentos
  • Todas as dúvidas deverão ser enviadas por escrito para [E-MAIL DE CONTATO];
  • As respostas serão consolidadas e compartilhadas com todos os participantes, preservando a confidencialidade dos proponentes.
4.6. Confidencialidade
  • As informações contidas nesta RFP são confidenciais e não poderão ser compartilhadas com terceiros sem autorização prévia por escrito da [NOME DA EMPRESA];
  • Recomenda-se que o fornecedor identifique, em sua proposta, eventuais informações confidenciais.

5. Critérios de Avaliação

A avaliação das propostas considerará, de forma combinada, os seguintes blocos:

  1. Aderência técnica e arquitetural (Seções 7 a 9 deste documento);
  2. Segurança, compliance e qualidade de software;
  3. Plano de implementação, operação e sustentação;
  4. Equipe, experiência e referências;
  5. Modelo comercial e contratual.

A Contratante poderá atribuir pesos diferenciados a cada bloco e utilizar matriz de pontuação interna. Como referência, sugere-se a seguinte distribuição (ajustável pela Contratante):

  • Aderência técnica e arquitetura: 30%
  • Segurança, dados e requisitos não-funcionais: 25%
  • Implementação, operação e sustentação: 20%
  • Equipe, experiência, referências: 10%
  • Modelo comercial (preço, SLA, condições): 15%

6. Estrutura da Resposta Técnica

Solicita-se que o fornecedor organize a resposta técnica seguindo a mesma estrutura de seções abaixo (7 a 12), respondendo objetivamente a cada ponto.

Para facilitar a avaliação, recomenda-se:

  • Identificar claramente cada item (ex.: “7.1”, “7.2” etc.);
  • Anexar diagramas, documentos de arquitetura, certificados e relatórios de auditoria quando aplicável;
  • Referenciar normas e boas práticas adotadas (ex.: ISO, OWASP, NIST, ITIL, COBIT etc.).

7. Alinhamento com as Tecnologias Definidas

7.1 Tecnologias suportadas pela solução proposta
Descrever:

  • Linguagens, frameworks, bancos de dados, plataformas de nuvem, middleware etc.;
  • Papéis de cada tecnologia na solução;
  • Versões atualmente suportadas.

7.2 Integração com tecnologias existentes da [NOME DA EMPRESA]
Descrever:

  • Como a solução se integra a:
    • APIs REST/GraphQL e serviços existentes;
    • Bancos de dados legados;
    • Ferramentas de mensageria e monitoramento;
  • Padrões/protocolos usados (REST, gRPC, OAuth 2.0, OIDC, SAML, AMQP etc.);
  • Exemplos de integrações semelhantes já realizadas.

7.3 Requisitos de infraestrutura
Descrever:

  • Requisitos de servidores (CPU, RAM, storage, rede);
  • Requisitos de SO, middleware, contêineres e orquestração (Docker, Kubernetes, etc.);
  • Suporte a nuvem pública, privada ou on-premises;
  • Uso de infraestrutura como código (Terraform, Ansible etc.), se houver.

7.4 Aderência ao stack alvo da Contratante
Explicar:

  • Grau de compatibilidade com o stack tecnológico preferencial;
  • Eventuais gaps e seus impactos (curva de aprendizado, necessidade de skills específicos, licenças adicionais).

8. Definição da Arquitetura de Solução

8.1 Arquitetura geral da solução proposta
Descrever:

  • Padrão arquitetural (monolito modular, microserviços, event-driven, hexagonal etc.);
  • Principais camadas (apresentação, negócio, dados, integração);
  • Anexar diagramas (preferencialmente modelo C4: Context, Container, Component).

8.2 Escalabilidade e flexibilidade
Descrever:

  • Estratégias de escalabilidade (horizontal/vertical, auto-scaling, balanceamento de carga);
  • Mecanismos de cache, particionamento de dados e uso de CDN;
  • Capacidade de suportar aumento de usuários, dados e novos módulos.

8.3 Componentes e interações
Descrever:

  • Principais componentes/microserviços, suas responsabilidades e interfaces expostas;
  • Protocolos de comunicação (HTTP/HTTPS, gRPC, mensageria);
  • Dependências externas e tratamento de falhas (retries, timeout, circuit breaker etc.).

8.4 Padrões e boas práticas arquiteturais
Informar:

  • Padrões adotados (12-Factor App, SOLID, DDD, CQRS, Event Sourcing etc.);
  • Como são aplicados na solução proposta.

9. Segurança, Compliance e Arquitetura de Dados

9.1 Medidas de segurança e conformidade (LGPD, GDPR, etc.)
Descrever:

  • Criptografia em trânsito e em repouso;
  • Gestão de identidades e acessos (IAM, RBAC/ABAC, MFA);
  • Atendimentos a LGPD/GDPR: consentimento, minimização, direitos dos titulares, privacy by design/default.

9.2 Prevenção e resposta a incidentes
Descrever:

  • Ferramentas e processos de monitoramento e detecção (SIEM, IDS/IPS, WAF);
  • Processo de resposta a incidentes (baseado em NIST ou equivalente, se aplicável);
  • SLAs de notificação e comunicação com a Contratante.

9.3 Certificações e padrões de segurança
Listar:

  • Certificações: ex. ISO 27001, ISO 27017, ISO 27018, SOC 2, PCI-DSS etc.;
  • Abrangência e periodicidade de auditorias;
  • Disponibilidade de relatórios sob NDA.

9.4 Arquitetura de dados e modelo de dados
Descrever:

  • Tipos de bancos utilizados;
  • Modelo de dados em alto nível (principais entidades, relacionamentos);
  • Padrões de modelagem adotados.

9.5 Armazenamento, processamento e transferência de dados
Descrever:

  • Onde e como os dados são armazenados e processados (batch, streaming, near real-time);
  • Formatos de dados (JSON, Avro, Parquet etc.);
  • Mecanismos de anonimização, pseudonimização e máscara em ambientes não produtivos;
  • Logs e trilhas de auditoria.

9.6 Políticas de retenção, exclusão e governança de dados
Descrever:

  • Regras de retenção para diferentes tipos de dados;
  • Mecanismos para exclusão/anonimização e direito ao esquecimento;
  • Estrutura de governança de dados (papéis, políticas, catálogo/dicionário de dados).

10. Requisitos Não-Funcionais

10.1 Performance
Informar:

  • Metas de tempo de resposta (p95, p99) por tipo de operação;
  • Capacidade de throughput;
  • Metodologias e ferramentas de testes de performance e carga, incluindo exemplos/benchmarks.

10.2 Usabilidade, acessibilidade e internacionalização
Descrever:

  • Abordagem de UX (design system, testes com usuários, guidelines);
  • Conformidade com normas de acessibilidade (ex. WCAG 2.1 AA) e recursos oferecidos;
  • Suporte a múltiplos idiomas, moedas, formatos de data/hora e fusos horários.

10.3 Disponibilidade e recuperação de desastres
Descrever:

  • Nível de disponibilidade proposto (SLAs, ex. 99,5%, 99,9%);
  • Estratégias de alta disponibilidade e redundância;
  • Plano de recuperação de desastres (RPO, RTO, testes periódicos).

10.4 Manutenibilidade e extensibilidade
Descrever:

  • Práticas de desenvolvimento que facilitam manutenção (modularidade, padrões de projeto);
  • Políticas de versionamento de APIs e depreciação de funcionalidades;
  • Cobertura de testes automatizados desejada/alcançada.

11. Estratégia de Implementação, Operação e Sustentação

11.1 Plano de implementação
Descrever:

  • Fases do projeto, principais entregáveis e marcos;
  • Estimativas de esforço e duração total;
  • Dependências críticas e pré-requisitos.

11.2 Gestão de riscos de implementação
Descrever:

  • Principais riscos identificados e sua classificação (probabilidade x impacto);
  • Ações de mitigação para cada risco;
  • Processo de revisão periódica de riscos com a Contratante.

11.3 Transferência de conhecimento
Descrever:

  • Plano de treinamentos (conteúdo, formato, carga horária, público-alvo);
  • Documentação a ser entregue (manuais, runbooks, guias de arquitetura);
  • Plano de handover e período de hypercare pós-go-live.

11.4 Operação, suporte e manutenção contínua
Descrever:

  • Modelo de suporte (horário de atendimento, canais, níveis);
  • SLAs de atendimento e resolução por criticidade;
  • Processos de gestão de incidentes, problemas e mudanças (base ITIL, se aplicável).

11.5 Atualizações, roadmap e monitoramento
Descrever:

  • Política de releases (correções, novas funcionalidades, patches de segurança);
  • Como o roadmap é definido e comunicado aos clientes;
  • Abordagem de observabilidade (logs, métricas, traces, dashboards, alertas).

12. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software (SDLC)

12.1 Processo de desenvolvimento
Descrever:

  • Metodologia adotada (ágil, híbrida etc.);
  • Papéis e ritos (sprints, dailies, reviews, retrospectivas);
  • Definition of Ready (DoR) e Definition of Done (DoD).

12.2 Garantia de qualidade (QA)
Descrever:

  • Tipos de testes realizados;
  • Ferramentas de automação e alvo de cobertura de testes;
  • Processo de homologação com o cliente.

12.3 Revisão de código, CI/CD e segurança no desenvolvimento
Descrever:

  • Processo de code review (pull requests, pair programming);
  • Pipeline de CI/CD (ferramentas, gates de qualidade, SAST/DAST, SCA);
  • Adoção de OWASP Top 10/ASVS e treinamentos de desenvolvimento seguro.

12.4 Gestão de requisitos e mudanças funcionais
Descrever:

  • Ferramentas para gestão de requisitos/backlog;
  • Processo de priorização (envolvimento da Contratante);
  • Controle de versões e gestão de mudanças.

13. Equipe, Experiência e Referências

13.1 Composição da equipe proposta
Descrever:

  • Papéis, quantidade de profissionais e senioridade;
  • Tempo de empresa e experiência em projetos similares.

13.2 Experiência em projetos similares
Apresentar pelo menos 3 casos de sucesso com:

  • Setor, escopo e complexidade similares;
  • Desafios principais e soluções adotadas;
  • Indicadores de resultado (quando possível).

13.3 Referências de clientes
Fornecer:

  • Contatos ou depoimentos de clientes (quando permitido);
  • Links para estudos de caso, prêmios ou reconhecimentos, se houver.

14. Modelo Comercial e Condições Contratuais

14.1 Modelo de licenciamento e precificação
Descrever:

  • Tipo de licenciamento (SaaS, on-premises, híbrido, por usuário, por volume etc.);
  • Itens de custo (implantação, licenças, suporte, treinamento, customizações);
  • Eventuais custos adicionais (infraestrutura, terceiros, migração de dados).

14.2 SLAs e penalidades
Apresentar:

  • SLAs de disponibilidade, suporte, correções;
  • Penalidades em caso de descumprimento de SLAs;
  • Mecanismos de revisão de SLAs ao longo do contrato.

14.3 Condições contratuais relevantes
Descrever:

  • Prazo contratual proposto;
  • Condições de rescisão, renovações, reajustes;
  • Propriedade intelectual, confidencialidade e tratamento de dados;
  • Cláusulas relacionadas a vendor lock-in e portabilidade de dados.

15. Disposições Finais

  • A participação nesta RFP não obriga a [NOME DA EMPRESA] a contratar qualquer fornecedor;
  • A [NOME DA EMPRESA] reserva-se o direito de:
    • Solicitar esclarecimentos e informações adicionais;
    • Negociar condições específicas com um ou mais fornecedores;
    • Cancelar ou suspender esta RFP a qualquer momento, sem obrigação de indenização.

Se quiser, posso agora:

  • Transformar este modelo em um roteiro de pontuação (matriz com critérios, pesos e campos de nota), ou
  • Enxugar o texto para uma versão “curta” da RFP, se você precisar de algo mais objetivo para circular internamente.

Prompt

Transformar este modelo em um roteiro de pontuação (matriz com critérios, pesos e campos de nota)

Abacus

Abaixo está um roteiro de pontuação pronto para virar planilha de avaliação dos 5 fornecedores, seguindo o modelo de RFP que montamos.

1. Escala de notas sugerida (para todas as linhas)

Use a mesma escala de 0 a 5 em todos os critérios:

  • 0 – Não atende / não informado
  • 1 – Atende de forma muito insuficiente
  • 2 – Atende parcialmente, com lacunas relevantes
  • 3 – Atende adequadamente ao requisito
  • 4 – Atende bem, com boas práticas evidentes
  • 5 – Atende de forma exemplar / referência de mercado

Em Excel/Sheets, a pontuação ponderada por linha pode ser:

=Peso * Nota / 5

Ex.: se Peso = 8 e Nota = 4 → Pontuação = 8 * 4 / 5 = 6,4.


2. Estrutura de colunas sugerida para a planilha

Crie uma aba com as colunas:

  • ID
  • Bloco (macrocritério)
  • Critério
  • Descrição do que será avaliado
  • Peso (%)
  • Nota Fornecedor 1 (0-5)
  • Pontuação Fornecedor 1
  • Nota Fornecedor 2 (0-5)
  • Pontuação Fornecedor 2
  • … até o Fornecedor 5.

3. Matriz de critérios, pesos e descrições (total = 100 pontos)

Você pode copiar as linhas abaixo para montar a planilha.

BLOCO 1 – Aderência Técnica e Arquitetura (30%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
1.1 Tecnologias suportadas e aderência ao stack Aderência das linguagens, frameworks, bancos, nuvem e demais tecnologias ao stack preferencial da empresa e versões suportadas. 8
1.2 Integrações com sistemas existentes Facilidade, padrões e experiência em integrar com APIs, bancos legados, mensageria, monitoramento e SSO já existentes. 8
1.3 Requisitos e compatibilidade de infraestrutura Clareza, razoabilidade e flexibilidade dos requisitos de infra; uso de contêineres, Kubernetes, IaC e suporte multi-cloud/on-prem 7
1.4 Arquitetura geral e escalabilidade Qualidade da arquitetura proposta (microserviços/monolito modular, C4, padrões) e capacidade de escalar e evoluir a solução. 7

Subtotal bloco 1 = 30.


BLOCO 2 – Segurança, Dados e Requisitos Não-Funcionais (25%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
2.1 Segurança da informação e compliance Aderência a LGPD/GDPR, privacy by design, criptografia em trânsito/repouso, IAM, RBAC/ABAC, segurança de desenvolvimento (OWASP etc.). 10
2.2 Arquitetura de dados e governança Modelo de dados, qualidade de dados, anonimização/máscara, trilhas de auditoria, políticas de retenção e exclusão, governança de dados (papéis, catálogo, políticas). 7
2.3 Performance e disponibilidade Metas de tempo de resposta, throughput, resultados de testes de carga, estratégia de HA, níveis de disponibilidade, RPO/RTO de DR. 5
2.4 Usabilidade, acessibilidade e internacionalização Adoção de boas práticas de UX, evidências de testes com usuários, aderência a WCAG 2.1, recursos de acessibilidade e suporte a múltiplos idiomas/formatações. 3

Subtotal bloco 2 = 25.


BLOCO 3 – Implementação, Operação e Sustentação (20%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
3.1 Plano de implementação e gestão de riscos Clareza do plano por fases, cronograma, marcos, dependências, identificação de riscos de implantação e planos de mitigação. 8
3.2 Transferência de conhecimento Qualidade do plano de capacitação (treinamentos, workshops, documentação, runbooks, handover, período de hypercare). 4
3.3 Operação, suporte e sustentação Modelo de suporte (24×7/8×5), SLAs, processos de incidentes/problemas/mudanças, canais de atendimento, maturidade operacional (ITIL ou similar). 8

Subtotal bloco 3 = 20.


BLOCO 4 – Equipe, Experiência e Referências (10%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
4.1 Equipe dedicada ao projeto Composição, senioridade, estabilidade da equipe, clareza dos papéis (arquiteto, dev, QA, DevOps, GP etc.) e adequação ao porte/complexidade. 4
4.2 Experiência e referências Quantidade e qualidade de casos similares, indicadores de sucesso, referências de clientes, prêmios/estudos de caso relevantes. 6

Subtotal bloco 4 = 10.


BLOCO 5 – Modelo Comercial e Condições Contratuais (15%)

ID Critério Descrição do que será avaliado Peso (%)
5.1 Modelo de licenciamento e custos Clareza e competitividade da proposta de preços (implantação, licenças, suporte, customizações), previsibilidade de custos e eventuais dependências de terceiros. 8
5.2 SLAs, penalidades e cláusulas contratuais Adequação de SLAs de disponibilidade e suporte, penalidades por descumprimento, equilíbrio contratual (propriedade intelectual, portabilidade de dados, lock-in, rescisão e renovação). 7

Subtotal bloco 5 = 15.


4. Exemplo de linha em formato “tabela para Excel”

Você pode montar algo assim (uma linha por critério, colunas por fornecedor):

ID Bloco Critério Peso (%) Nota F1 Pontuação F1 Nota F2 Pontuação F2
1.1 Aderência Técnica e Arquitetura Tecnologias suportadas e aderência ao stack 8 4 =D2*E2/5 3 =D2*G2/5

Onde:

  • Peso (%) está em D2, Nota F1 em E2, Pontuação F1 em F2, etc.

No final da planilha, para cada fornecedor:

= SOMA(Todas as Pontuações daquele fornecedor)

O resultado será a nota total (0 a 100) daquele fornecedor, já ponderada pelos pesos.


Se quiser, posso montar agora:

  • Uma versão “pronta para colar” em CSV (texto) para importar direto na planilha, ou
  • Sugerir fórmulas completas (com faixas de linhas) para somar automaticamente os blocos e o total por fornecedor.

 

RFP Form

Prompt

“Elabore um questionário detalhado de RFP (Request for Proposal) para avaliar 5 fornecedores de software com base nos seguintes critérios técnicos e de qualidade:

  1. Alinhamento com as Tecnologias Definidas:

    • Quais tecnologias são suportadas pela solução proposta?
    • Como a solução se integra às nossas tecnologias existentes (APIs, bancos de dados, etc.)?
    • Quais são os requisitos de infraestrutura para a solução?
  2. Definição da Arquitetura de Solução:

    • Descreva a arquitetura geral da solução proposta.
    • Como a solução é escalável e flexível para atender a demandas futuras?
    • Quais são os principais componentes da solução e como eles interagem?
  3. Segurança e Compliance:

    • Quais medidas de segurança são implementadas para proteger os dados dos usuários e garantir a conformidade com regulamentações relevantes (LGPD, GDPR, etc.)?
    • Como a solução previne e responde a incidentes de segurança?
    • Quais certificações ou padrões de segurança a solução adere (ISO 27001, etc.)?
  4. Arquitetura de Dados:

    • Descreva o modelo de dados utilizado pela solução.
    • Como os dados são armazenados, processados e transferidos?
    • Quais são as políticas de retenção e exclusão de dados?
  5. Requisitos Não-Funcionais:

    • Quais são as métricas de performance esperadas (tempo de resposta, throughput, etc.)?
    • Como a solução atende a requisitos de usabilidade, acessibilidade e internacionalização?
    • Quais são as estratégias para garantir a disponibilidade e a recuperação de desastres?
  6. Estratégia de Implementação:

    • Descreva o plano de implementação proposto, incluindo cronograma e marcos importantes.
    • Quais são os principais riscos associados à implementação e como eles serão mitigados?
    • Como será realizada a transferência de conhecimento para a equipe interna?
  7. Operação e Sustentação:

    • Quais são os requisitos para a operação e manutenção contínua da solução?
    • Como serão tratados os problemas e solicitações de mudança após a implementação?
    • Quais são os planos para atualizações e melhorias futuras?
  8. Análise de Riscos:

    • Identifique os principais riscos associados à solução proposta e como eles serão mitigados.
    • Quais são os planos de contingência em caso de falhas críticas ou outros cenários adversos?
  9. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software:

    • Descreva o processo de desenvolvimento de software utilizado pelo fornecedor.
    • Quais são as práticas de garantia de qualidade implementadas durante o ciclo de vida de desenvolvimento?
    • Como são tratados os testes, a revisão de código e a integração contínua?

Por favor, forneça respostas detalhadas para cada um desses pontos, incluindo exemplos e referências a normas ou melhores práticas quando aplicável. O objetivo é avaliar a capacidade do fornecedor de entregar uma solução de software de alta qualidade, performance, confiabilidade e segurança.”

 

Adapta (GPT-5)

RFP — Questionário Técnico e de Qualidade para Avaliação de 5 Fornecedores de Software

Este questionário foi elaborado para comparar, de forma objetiva e auditável, até 5 fornecedores de software. Ele cobre alinhamento tecnológico, arquitetura, segurança e compliance, dados, requisitos não funcionais, implementação, operação, riscos, SDLC, além de seções adicionais de SLAs, termos comerciais, suporte e estratégia de saída.

Aviso: Não sou um profissional licenciado. As informações a seguir são de caráter geral e não constituem aconselhamento jurídico. Para decisões legais ou contratuais, consulte sua assessoria jurídica.


Instruções ao fornecedor

  • Objetivo: Demonstrar, com evidências, a capacidade de entregar uma solução de alta qualidade, performance, confiabilidade e segurança.
  • Formato da resposta:
    • Responder mantendo a numeração das perguntas (Qx.y).
    • Seja direto e completo; onde aplicável, inclua diagramas, métricas, amostras e links para documentação.
    • Forneça anexos como PDFs editáveis ou links seguros, indicando claramente o nome do arquivo (ex.: “Anexo-Q3.2-Pentest-2025.pdf”).
    • Idioma: Português (ou Inglês, se solicitado).
    • Indicar itens “Não aplicável” com justificativa.
  • Prazo e envio:
    • Data e hora-limite de envio serão informadas pelo solicitante. Enviar em canal seguro previamente acordado.
    • Perguntas de esclarecimento: enviar até D-10; respostas serão compartilhadas com todos os concorrentes para manter isonomia.
  • Confidencialidade: Pressupõe NDA vigente. Indique informações confidenciais marcando-as como “Confidencial do Fornecedor”.
  • Demonstrações/POC: O solicitante pode convocar sessões de demonstração, ambientes de sandbox e/ou uma POC.
  • Evidências mínimas: Onde indicado “(Evidência obrigatória)”, o fornecedor deve anexar material de suporte.

Escala de pontuação (0–5) e pesos sugeridos

  • Escala por pergunta:
    • 0 = Não atende / Sem resposta
    • 1 = Atende parcialmente, sem evidências
    • 2 = Atende parcialmente, com poucas evidências
    • 3 = Atende adequadamente, com evidências suficientes
    • 4 = Atende bem, evidências robustas e práticas maduras
    • 5 = Excepcional, evidências robustas + práticas de mercado acima da média
  • Pesos por domínio (soma 100%):
      1. Alinhamento com as Tecnologias Definidas: 10%
      1. Arquitetura de Solução: 12%
      1. Segurança e Compliance: 15%
      1. Arquitetura de Dados: 10%
      1. Requisitos Não Funcionais: 12%
      1. Estratégia de Implementação: 10%
      1. Operação e Sustentação: 8%
      1. Análise de Riscos: 8%
      1. Ciclo de Vida de Desenvolvimento (SDLC): 10%
      1. Preços e Termos Comerciais: 5%
  • Requisitos mandatórios: Itens marcados com (M) são eliminatórios. Justifique qualquer exceção.

1) Alinhamento com as Tecnologias Definidas (10%)

Q1.1 (M) Tecnologias suportadas: Liste linguagens, frameworks, runtimes, bancos de dados, sistemas operacionais, provedores de nuvem e serviços gerenciados suportados.

  • Indique versões mínimas e ciclos de vida.
  • Evidências: Matriz de compatibilidade + documentação.

Q1.2 Integrações:

  • Descreva como a solução integra com tecnologias existentes: APIs REST/GraphQL, webhooks, filas, bancos legados, mensageria (ex.: Kafka, RabbitMQ), ETL/ELT.
  • Forneça especificações de APIs (OpenAPI/Swagger), políticas de versionamento, limites de taxa, SLAs de API e exemplos de payload.
  • Evidências: OpenAPI.yaml, exemplos de chamadas com tokens mascarados.

Q1.3 Requisitos de infraestrutura:

  • Descreva requisitos de CPU, memória, armazenamento, rede, balanceadores, certificados, HSM/KMS, cache, CDN, WAF, DDoS, segmentação de rede.
  • Informe suporte a IaaS/PaaS/SaaS e modelos de implantação (single-tenant, multi-tenant, híbrido).
  • Evidências: Guia de sizing e referência de ambientes (dev/test/prod).

Q1.4 Roadmap tecnológico:

  • Compatibilidade futura e política de fim de vida (EOL) de componentes.
  • Evidências: Roadmap de 12–24 meses.

2) Definição da Arquitetura de Solução (12%)

Q2.1 (M) Arquitetura geral:

  • Descreva a arquitetura lógica e física, camadas (aplicação, dados, integração, segurança), padrões (microserviços vs. monólito modular), sincronização/assincronia.
  • Evidências: Diagrama C4 (contexto, container, componentes, código) e fluxos principais.

Q2.2 Escalabilidade e flexibilidade:

  • Estratégias de autoscaling horizontal/vertical, particionamento/sharding, cache, CQRS, event sourcing (se aplicável).
  • Evidências: Relatos de cenários de pico, limites conhecidos, trade-offs.

Q2.3 Componentes e interação:

  • Liste componentes-chave, contratos, SLAs internos, dependências internas/externas, mecanismos de resiliência (circuit breaker, retry com backoff, idempotência).
  • Evidências: Catálogo de serviços e SLOs internos.

Q2.4 Observabilidade nativa:

  • Métricas, logs e traces (OpenTelemetry), correlação, dashboards, alarmes, KPIs técnicos (latência p95/p99, erro por categoria).
  • Evidências: Prints/descrições de dashboards.

3) Segurança e Compliance (15%)

Q3.1 (M) Controles de segurança e conformidade:

  • Mapeie controles com ISO/IEC 27001/27002, SOC 2 Tipo II, NIST CSF, NIST SP 800-53, LGPD, GDPR, e outros relevantes (ex.: PCI DSS, HIPAA).
  • Evidências: Certificados vigentes, carta de atestação, relatório SOC 2 (resumo executivo).

Q3.2 Proteção de dados e privacidade:

  • Criptografia em repouso (ex.: AES-256) e em trânsito (TLS 1.2+), gestão de chaves (KMS/HSM, BYOK/CMK), segregação de dados, data residency, privacy by design, DPIA.
  • LGPD/GDPR: bases legais, minimização, retenção, direitos do titular (DSAR), registro de tratamento e incidentes à ANPD/autoridades.
  • Evidências: DPA, modelo de DPIA, política de criptografia, lista de subprocessadores.

Q3.3 Identidade e acesso:

  • SSO (SAML/OIDC), MFA, RBAC/ABAC, SCIM, políticas de senha/rotatividade, sessão, just-in-time access.
  • Evidências: Manual de integração SSO, matriz de perfis e permissões.

Q3.4 Segurança de aplicação e supply chain:

  • Secure SDLC/DevSecOps (NIST SSDF, OWASP SAMM/ASVS), SAST/DAST/IAST, SCA e SBOM (CycloneDX/SPDX), política de vulnerabilidades (SLAs por CVSS), code signing, SLSA nível declarado.
  • Evidências: Amostra de SBOM, política de correção (ex.: CVSS ≥ 9 em até 72h), relatório de pentest recente (sumário executivo).

Q3.5 Detecção e resposta:

  • Integração com SIEM, UEBA, alertas, runbooks, IRP, prazos de resposta (MTTD/MTTR), testes de tabletop.
  • Evidências: Playbooks, diagrama de fluxo de incidentes.

4) Arquitetura de Dados (10%)

Q4.1 Modelo de dados:

  • Descreva entidades principais, normalização/denormalização, padrões de esquema, evolução de schema, MDM, data lineage e catalogação.
  • Evidências: Diagrama ER e dicionário de dados.

Q4.2 Armazenamento, processamento e transferência:

  • Tipos de armazenamento (relacional, NoSQL, data lake, colunar), volumes e taxas, batch vs. streaming, CDC, integração com ETL/ELT.
  • Evidências: Fluxos de ingestão e transformação, SLAs de pipelines.

Q4.3 Retenção e exclusão:

  • Políticas por tipo de dado, retenção legal, descarte seguro, anonimização/pseudonimização, técnicas de tokenização.
  • Evidências: Política de retenção, relatórios de eliminação.

Q4.4 Qualidade de dados:

  • Controles de validação, deduplicação, reconciliações, métricas de qualidade (completude, acurácia), monitoramento e alertas.
  • Evidências: KPIs e exemplos de regras.

5) Requisitos Não Funcionais (12%)

Q5.1 Performance:

  • Metas: tempos de resposta (p50/p95/p99), throughput, concorrência, latência sob carga.
  • Evidências: Relatórios recentes de testes de carga/estresse/soak, perfilamento e tuning.

Q5.2 Usabilidade, acessibilidade e i18n:

  • Práticas de UX, conformidade com WCAG 2.1 AA, suporte a i18n/l10n, RTL, formatação local (moeda, data).
  • Evidências: Checklist WCAG, exemplos de telas localizadas.

Q5.3 Disponibilidade e resiliência:

  • Meta de uptime (ex.: 99.9/99.95/99.99), redundância multi-AZ/região, RPO/RTO, failover e DR testado.
  • Evidências: Relatórios de testes de DR, cronograma de testes e resultados.

Q5.4 Confiabilidade e segurança operacional:

  • SLOs com orçamentos de erro, caos engineering (se aplicável), políticas de manutenção e janelas.
  • Evidências: SLOs documentados, changelogs de incidentes e RCA.

6) Estratégia de Implementação (10%)

Q6.1 Plano de implementação:

  • Fases, marcos, dependências, pré-requisitos, estratégia de dados (migração e cutover), critérios de aceite por fase.
  • Evidências: Cronograma Gantt simplificado e RACI.

Q6.2 Riscos e mitigação:

  • Principais riscos de projeto (técnicos, organizacionais, regulatórios) com probabilidade/impacto, plano de mitigação e contingência.
  • Evidências: Registro de riscos e owners.

Q6.3 Transferência de conhecimento:

  • Treinamentos, manuais, runbooks, handover com checklist, plano de capacitação e certificações sugeridas.
  • Evidências: Plano de treinamento com público-alvo e agendas.

7) Operação e Sustentação (8%)

Q7.1 Requisitos de operação e manutenção:

  • Modelos operacionais (ITIL 4/DevOps/SRE), gestão de mudanças (CAB), patching, hardening (CIS Benchmarks).
  • Evidências: Procedimentos operacionais padrão (SOPs).

Q7.2 Gestão de incidentes e mudanças:

  • Classificação P1–P4, tempos de resposta/solução, canais de suporte, escalonamento, RCAs.
  • Evidências: Catálogo de suporte e métricas históricas (últimos 12 meses).

Q7.3 Atualizações e roadmap:

  • Política de releases, backward compatibility, versionamento semântico, aviso prévio de breaking changes.
  • Evidências: Notas de versão exemplificadas.

Q7.4 Observabilidade e custos:

  • Ferramentas (Prometheus, Grafana, ELK, OpenTelemetry), FinOps (otimização de custo), relatórios periódicos.
  • Evidências: KPIs operacionais e exemplos de relatórios.

8) Análise de Riscos (8%)

Q8.1 Riscos técnicos e de negócio:

  • Liste os 10 maiores riscos, triggers, sinais precoces e planos de mitigação.
  • Evidências: Matriz probabilidade x impacto.

Q8.2 Contingências e continuidade:

  • Planos em caso de falhas críticas, indisponibilidade de fornecedor terceiro, desastres regionais, saída de pessoal-chave.
  • Evidências: Exercícios de continuidade (ISO 22301, se aplicável).

Q8.3 Riscos de dependência:

  • Dependência de componentes proprietários, bibliotecas OSS críticas, licenças, obsolescência.
  • Evidências: Política de gestão de dependências.

9) Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software — SDLC (10%)

Q9.1 Processo de desenvolvimento:

  • Metodologia (Agile/Scrum/Kanban), cadência, Definition of Ready/Done, trunk-based vs. GitFlow, code review obrigatório (4-eyes).
  • Evidências: Políticas do repositório, templates de PR.

Q9.2 Garantia de qualidade:

  • Pirâmide de testes (unit/integration/e2e/contrato), cobertura mínima, ambientes de teste representativos, testes não funcionais (performance, segurança, acessibilidade).
  • Evidências: Relatórios de cobertura, pipelines de CI.

Q9.3 Integração e entrega contínuas:

  • CI/CD, gates de qualidade, ambientes efêmeros, IaC (Terraform/Ansible), controles de mudança, aprovações, feature flags.
  • Evidências: Fluxos de pipeline (ex.: YAML), política de rollback.

Q9.4 Gestão de requisitos e backlog:

  • Rastreabilidade (user story → teste → release), priorização, gestão de dívida técnica.
  • Evidências: Dashboard de backlog e métricas (lead time, change failure rate).

10) Preços e Termos Comerciais (5%)

Q10.1 Modelo de precificação:

  • Assinatura, consumo, perpétuo, por usuário/módulo/uso/transação. Inclua volume mínimo, degraus, overage, indexação, impostos.
  • Evidências: Planilha detalhada de preços.

Q10.2 Serviços profissionais e suporte:

  • Implantação, migração, treinamento, TAM/CSM, pacotes de horas.
  • Evidências: SOWs típicos, estimativas.

Q10.3 Condições comerciais:

  • Prazos, reajustes, renovação, cancelamento, multas, créditos de serviço, lock-in, proteção contra aumento.
  • Evidências: Minuta de termos comerciais.

11) SLAs, SLOs e Métricas de Serviço

Q11.1 Catálogo de SLAs:

  • Uptime, tempos de resposta e resolução por severidade, janelas de manutenção, notificação de incidentes.
  • Evidências: Acordo de Nível de Serviço proposto.

Q11.2 Métricas SRE:

  • SLOs, orçamentos de erro, objetivos de MTTR, MTTD, MTBF e métricas de confiabilidade.
  • Evidências: Exemplo de relatório mensal.

Q11.3 Créditos de serviço e penalidades:

  • Fórmula de créditos, limites, exclusões, mecanismo de apuração.
  • Evidências: Casos de exemplo.

12) Conformidade Legal e Contratual

Q12.1 (M) DPA e privacidade:

  • DPA completo, cláusulas LGPD/GDPR, mecanismos de transferência internacional (SCCs), lista de subprocessadores, data residency.
  • Evidências: DPA e anexo de subprocessadores.

Q12.2 Propriedade intelectual e licenças:

  • IP da solução, licenças OSS (SPDX), compliance, escrows de código (se on-prem), indenização por violação de IP.
  • Evidências: Política OSS, exemplo de inventário.

Q12.3 Auditorias e direito de verificação:

  • Escopo, frequência, confidencialidade, remediação.
  • Evidências: Cláusulas contratuais típicas.

13) Suporte e Sucesso do Cliente

Q13.1 Modelos de suporte:

  • Horários (24×7/8×5), idiomas, canais (portal, e-mail, telefone), SLAs de suporte.
  • Evidências: Catálogo de suporte.

Q13.2 Onboarding e CSM:

  • Plano de onboarding, QBRs, roadmap compartilhado, NPS/CSAT.
  • Evidências: Agenda de onboarding, exemplo de QBR.

Q13.3 Referências e casos de uso:

  • 3 referências semelhantes (setor/porte), estudos de caso com métricas antes/depois.
  • Evidências: Contatos de referência (com autorização).

14) Estratégia de Saída e Reversibilidade

Q14.1 Portabilidade de dados:

  • Formatos exportáveis, APIs de exportação, assistência, tempos, custos, reprocessamento e verificação.
  • Evidências: Guia de exportação.

Q14.2 Deleção/anonimização pós-término:

  • Procedimentos, prazos, certificado de deleção.
  • Evidências: Modelo de certificação.

Q14.3 Mitigação de lock-in:

  • Adoção de padrões abertos, desacoplamentos, camadas de abstração.
  • Evidências: Mapa de dependências proprietárias.

15) Prova de Conceito (POC) — Opcional

Q15.1 Escopo e critérios de sucesso:

  • Cenários funcionais críticos, metas de performance, segurança e integrações.
  • Evidências: Plano de POC e resultados.

Q15.2 Ambiente e dados:

  • Sandbox, dados sintéticos, acessos, prazos.
  • Evidências: Checklist de ambiente.

Checklist de Conformidade (Sim/Parcial/Não + Comentários)

  • Mandatórios:
    • Q1.1 Tecnologias suportadas e matriz de compatibilidade.
    • Q2.1 Diagramas C4 e fluxos principais.
    • Q3.1 Certificações ou atestados (ISO 27001/SOC 2/NIST CSF mapeado).
    • Q12.1 DPA com LGPD/GDPR, subprocessadores, SCCs (se aplicável).
  • Segurança:
    • Criptografia em repouso e trânsito documentadas.
    • Gestão de chaves (KMS/HSM, BYOK/CMK).
    • SBOM e política de correção por CVSS.
    • Pentest anual com remediação rastreável.
    • SIEM e runbooks de resposta a incidentes.
  • Dados:
    • Políticas de retenção e descarte seguro.
    • Catálogo/lineage e dicionário de dados.
    • Exportabilidade e reversibilidade.
  • NFR:
    • Metas p95/p99, reportes de testes de carga.
    • DR testado com RPO/RTO definidos.
  • Operação:
    • ITIL/DevOps/SRE definido, RCAs e governança de mudanças.
    • Observabilidade e relatórios mensais.
  • SDLC:
    • Code review obrigatório, cobertura mínima, CI/CD com gates.
    • SAST/DAST/SCA integrados.
  • Comerciais:
    • Estrutura de preços clara, SLAs e créditos de serviço, condições de renovação.

Para cada item: marque Sim/Parcial/Não e inclua evidência ou justificativa.


Matriz de Avaliação e Comparação de 5 Fornecedores

  • Para cada fornecedor:
    • Atribua nota 0–5 por pergunta.
    • Calcule a nota média por domínio.
    • Aplique o peso do domínio.
    • Some os escores ponderados para a nota final.
  • Recomenda-se registrar:
    • Notas por pergunta (Qx.y).
    • Evidências verificadas (nome do anexo/link).
    • Riscos residuais e severidade.
    • Observações e condicionantes.
  • Empate: usar critérios de desempate na ordem: Segurança e Compliance, NFR, Arquitetura, SLAs.
  • Governança: mantenha um comitê avaliador com pelo menos 3 pareceristas e registre justificativas das notas.

Documentos e Evidências Recomendadas (Anexos)

  • Arquitetura: Diagramas C4, topologia de rede, fluxos de dados.
  • Segurança: Certificados ISO/SOC 2 (sumário), política de criptografia, relatório de pentest (resumo), SBOM, política de vulnerabilidades, lista de subprocessadores, playbooks de IR.
  • Dados: ERD, dicionário, política de retenção, exemplos de exportação.
  • NFR: Relatórios de testes de performance, DR test plan + resultados.
  • SDLC: Políticas de repositório, pipelines de CI/CD, relatórios de cobertura.
  • Operação: SOPs, SLAs/SLOs, relatórios mensais, exemplo de RCA.
  • Comerciais: Tabela de preços detalhada, termos de SLA, termos comerciais, DPA/DPIA modelo.

Orientações de Resposta por Pergunta

Para cada Qx.y:

  • Resposta objetiva (3–8 parágrafos ou bullets).
  • Métricas/SLAs/SLOs específicos e atuais.
  • Referência a normas ou melhores práticas aplicáveis (ex.: ISO 27001, NIST SSDF, OWASP ASVS, ISO 25010, WCAG 2.1 AA, ISO 22301, ITIL 4, CIS).
  • Evidência anexada: nome do arquivo/link seguro.
  • Riscos e limitações conhecidas + plano de mitigação.
  • Roadmap (se aplicável).

Boas Práticas e Referências (sem links obrigatórios)

  • Segurança: ISO/IEC 27001/27002, SOC 2 Tipo II, NIST CSF/SP 800-53, NIST SSDF, OWASP Top 10, ASVS, SAMM, CIS Benchmarks, SLSA, CSA STAR.
  • Privacidade: LGPD (ANPD), GDPR, Data Processing Agreements, SCCs, Privacy by Design, DPIA.
  • Qualidade: ISO/IEC 25010.
  • Continuidade: ISO 22301.
  • Serviço: ITIL 4.
  • Acessibilidade: WCAG 2.1 AA.
  • Observabilidade: OpenTelemetry.

Solicitações de Contexto (para personalização fina do RFP)

Para que eu adapte este questionário ao seu caso, informe se possível:

  • Setor de atuação e regulações específicas (ex.: financeiro, saúde, PCI, HIPAA).
  • Modelo de implantação desejado (SaaS, on-prem, híbrido) e provedores de nuvem preferidos.
  • Restrições de residência de dados (ex.: Brasil/UE).
  • Volumetria indicativa (usuários, TPS, dados/dia, picos sazonais).
  • Metas de NFR (latência p95, uptime, RTO/RPO).
  • Sistemas legados/integradores obrigatórios.
  • Janelas operacionais, idiomas e fuso horário de suporte.
  • Orçamento/plano de investimento e prazos-chave do projeto.

Resumo

  • O questionário acima fornece uma base auditável e comparável para avaliar 5 fornecedores em critérios técnicos e de qualidade.
  • Use a escala 0–5 e pesos por domínio para obter um ranking objetivo, com foco em Segurança/Compliance e NFR.
  • Exija evidências verificáveis (diagramas, certificados, relatórios de teste, políticas).
  • Inclua, quando pertinente, uma POC com critérios de sucesso claros e métricas mensuráveis.
  • Garanta cláusulas contratuais coerentes com SLAs, DPA, portabilidade de dados e mitigação de lock-in.

Se quiser, posso:

  • Converter este questionário em um documento pronto para RFP com campos preenchíveis e checklists.
  • Gerar um modelo de planilha de avaliação para 5 fornecedores, com fórmulas de pontuação ponderada.
  • Adaptar as perguntas para seu setor/regulação e metas de NFR específicas.

Prompt

Converter este questionário em um documento pronto para RFP com campos preenchíveis e checklists.

Adapta

RFP — Questionário Técnico e de Qualidade com Campos Preenchíveis e Checklists

Abaixo está um modelo completo, pronto para copiar e colar em Word ou Google Docs. Inclui:

  • Campos preenchíveis entre colchetes.
  • Checklists com caixas [ ].
  • Seções técnicas e de qualidade baseadas no seu questionário original.
  • Espaços para anexos, evidências, links e responsáveis.
  • Critérios e pesos de avaliação sugeridos.
  • Instruções para tornar o documento verdadeiramente “preenchível” (controles de conteúdo no Word, caixas de seleção no Google Docs e campos no PDF).

Se preferir, posso personalizar com seu logo, prazos, pesos e formatação corporativa.


1) Capa

RFP — Solicitação de Proposta de Software
Empresa: [Nome da Empresa]
Projeto: [Nome do Projeto]
Versão do Documento: [Versão]
Data de Emissão: [dd/mm/aaaa]
Prazo de Resposta: [dd/mm/aaaa hh:mm]
Contato Oficial (RFP Owner): [Nome, Cargo, E-mail, Telefone]

Confidencialidade: [ ] Sim, NDA anexo [ ] Não, público
NDA: [ ] Assinado [ ] Pendente
Referência Interna: [Código/ID do RFP]


2) Instruções aos Fornecedores

  • Como responder:
    1. Preencha todos os campos entre colchetes [ ] e marque as caixas aplicáveis.
    2. Anexe evidências, referências e documentos solicitados nas seções específicas.
    3. Utilize o “Bloco de Resposta Padrão” descrito abaixo para cada pergunta.
  • Entrega:
    Canal de submissão: [E-mail/Portal/Link]
    Formatos aceitos: [PDF, DOCX, XLSX]
    Idioma: [Português/Outro]
    Prazo final: [dd/mm/aaaa hh:mm] (horário local do solicitante)
  • Esclarecimentos:
    Período de Q&A: [dd/mm a dd/mm]
    Canal de dúvidas: [E-mail/Portal]
    Último dia para perguntas: [dd/mm/aaaa]
  • Regras:
    [ ] Confirmo que a proposta permanecerá válida por [xx] dias.
    [ ] Aceito as condições do RFP, incluindo critérios de avaliação e prazos.
    [ ] Confirmo que não há conflito de interesse.

3) Ficha do Fornecedor (Preenchimento Obrigatório)

Razão Social: [ ]
Nome Fantasia: [ ]
CNPJ: [ ]
Endereço: [ ]
Responsável Técnico: [Nome, Cargo, E-mail, Telefone]
Responsável Comercial: [Nome, Cargo, E-mail, Telefone]
Site: [ ]
Tempo de mercado (anos): [ ]
Número de colaboradores: [ ]
Clientes relevantes no mesmo setor: [ ]
Certificações corporativas (ex.: ISO 27001, SOC 2): [ ]
Ambiente(s) de entrega: [ ] SaaS [ ] On-premises [ ] Híbrido
Localização de dados (regiões/países): [ ]
Parceiros tecnológicos-chave: [ ]
Concorda com POC (prova de conceito) se necessário? [ ] Sim [ ] Não — Observações: [ ]


4) Como preencher cada pergunta (Bloco de Resposta Padrão)

Para cada pergunta da RFP, use o seguinte bloco:

  • Conformidade: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende [ ] Em roadmap até: [mm/aaaa] [ ] Requer customização
  • Resposta narrativa (detalhada): [Texto livre]
  • Evidências anexadas: [Lista de anexos]
  • Links de referência (docs, catálogos, whitepapers): [URLs]
  • Normas e melhores práticas citadas (ex.: ISO 27001, OWASP ASVS, NIST, LGPD/GDPR, ITIL, ISO 25010): [ ]
  • Métricas ou SLAs aplicáveis: [ ]
  • Riscos e premissas: [ ]
  • Esforço estimado (se aplicável): [Horas/Semanas]
  • Responsável pela resposta: [Nome/Cargo]
  • Observações: [ ]

5) Questionário Técnico e de Qualidade (Campos Preenchíveis)

Use o “Bloco de Resposta Padrão” logo abaixo de cada subpergunta.

5.1 Alinhamento com as Tecnologias Definidas

  1. Quais tecnologias são suportadas pela solução proposta?
  • Pilha principal (linguagens, frameworks, runtimes): [ ]
  • Sistemas operacionais/containers suportados: [ ]
  • Protocolos e padrões: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Como a solução se integra às nossas tecnologias existentes (APIs, bancos de dados, etc.)?
  • Catálogo de integrações prontas (out-of-the-box): [ ]
  • Suporte a APIs REST/GraphQL/gRPC/Webhooks: [ ]
  • Conectores para bancos de dados (ex.: PostgreSQL, Oracle, SQL Server, MongoDB): [ ]
  • Mecanismos de autenticação e SSO (ex.: SAML, OIDC): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Quais são os requisitos de infraestrutura para a solução?
  • Requisitos mínimos (CPU, RAM, storage, rede): [ ]
  • Dependências de terceiros (filas, cache, IAM, CDN): [ ]
  • Suporte multi-cloud (AWS, Azure, GCP) e on-premises: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.2 Definição da Arquitetura de Solução

  1. Descreva a arquitetura geral da solução proposta.
  • Diagrama de alto nível (anexar): [ ]
  • Padrões arquiteturais (ex.: microsserviços, hexagonal, event-driven): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Como a solução é escalável e flexível para atender a demandas futuras?
  • Estratégia de escalabilidade (horizontal/vertical, auto-scaling): [ ]
  • Observabilidade e capacity planning: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Quais são os principais componentes da solução e como eles interagem?
  • Catálogo de componentes, responsabilidades e interfaces: [ ]
  • Fluxos principais (sincrono/assíncrono): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.3 Segurança e Compliance

  1. Quais medidas de segurança são implementadas para proteger dados e garantir conformidade (LGPD, GDPR etc.)?
  • Controles: criptografia em repouso e em trânsito; segregação; DLP; MDM; MAM; IAM; RBAC/ABAC: [ ]
  • Governança de dados pessoais e sensíveis: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Como a solução previne e responde a incidentes de segurança?
  • Programas de detecção e resposta (EDR, SIEM, SOAR), SOC 24×7: [ ]
  • Processo de gestão de incidentes (SLAs, comunicação, RCA): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Quais certificações ou padrões de segurança a solução adere (ISO 27001, SOC 2, PCI DSS etc.)?
  • Escopo das certificações e validade: [ ]
  • Resultados de pentest ou avaliações independentes (anexar sumário): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.4 Arquitetura de Dados

  1. Descreva o modelo de dados utilizado.
  • Diagrama conceitual/lógico (anexar): [ ]
  • Principais entidades, relacionamentos e cardinalidades: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Como os dados são armazenados, processados e transferidos?
  • Tecnologias de armazenamento, ETL/ELT, streaming: [ ]
  • Criptografia, mascaramento, tokenização: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Políticas de retenção e exclusão de dados.
  • Tabelas de retenção por categoria de dado: [ ]
  • Procedimentos de deleção/anonimização, provas de execução: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.5 Requisitos Não Funcionais

  1. Métricas de performance esperadas (tempo de resposta, throughput etc.).
  • Cenários de carga, metas de p95/p99, TPS/RPS: [ ]
  • Resultados de testes de performance (anexar): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Usabilidade, acessibilidade e internacionalização.
  • Conformidade com WCAG 2.1 AA; i18n e l10n; Idiomas suportados: [ ]
  • Pesquisa com usuários/personas e heurísticas aplicadas: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Disponibilidade e recuperação de desastres.
  • SLA de uptime; RPO/RTO; topologia multi-AZ/região: [ ]
  • Testes de DR, backups e restaurações periódicas: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.6 Estratégia de Implementação

  1. Plano de implementação com cronograma e marcos.
  • Fases, milestones, entregáveis, recursos: [ ]
  • Diagrama de Gantt ou roadmap (anexar): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Principais riscos e mitigação.
  • Riscos técnicos, organizacionais, dependências: [ ]
  • Planos de mitigação e gatilhos de ação: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Transferência de conhecimento para equipe interna.
  • Treinamentos, documentação, manuais, KT plan: [ ]
  • Critérios de aceite da transferência: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.7 Operação e Sustentação

  1. Requisitos para operação e manutenção contínua.
  • Papéis e responsabilidades (RACI): [ ]
  • Janela de manutenção e processos ITIL (Incidente, Problema, Mudança): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Tratamento de problemas e solicitações de mudança pós-implementação.
  • Fluxos, SLAs, priorização, backlog e versionamento: [ ]
  • Comunicação e status reports: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Planos de atualizações e melhorias futuras.
  • Politica de releases, compatibilidade, depreciação: [ ]
  • Roadmap de 12 a 24 meses: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.8 Análise de Riscos

  1. Riscos principais e mitigação.
  • Lista priorizada (probabilidade x impacto): [ ]
  • Medidas preventivas e detectivas: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Planos de contingência em falhas críticas ou cenários adversos.
  • Ações de contingência por cenário; acionamento; comunicação: [ ]
  • Critérios de retorno à normalidade: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

5.9 Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software (SDLC)

  1. Processo de desenvolvimento de software utilizado.
  • Metodologia (Agile, Scrum, Kanban, DevOps), cadência de sprints: [ ]
  • Integração e entrega contínua (CI/CD), ramificações git: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Práticas de garantia de qualidade no SDLC.
  • Revisão de código, testes unitários/integrados/e2e, coverage: [ ]
  • Qualidade de código (linters, SAST, DAST, SCA): [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]
  1. Testes, revisão de código e integração contínua.
  • Ambientes (DEV, QA, UAT, PROD), gates de qualidade: [ ]
  • Ferramentas de pipeline, políticas de aprovação: [ ]
  • Bloco de Resposta Padrão: [preencher aqui]

6) Seções Opcionais (Recomendadas)

  • Requisitos de Suporte e SLAs
    • Horário de atendimento: [ ] 8×5 [ ] 24×7 [ ] Híbrido
    • Canais: [ ] Portal [ ] E-mail [ ] Telefone [ ] Chat
    • SLAs por severidade (S1/S2/S3): [ ]
    • Escalação e comunicação: [ ]
  • Termos Comerciais (resumo)
    • Modelo de licenciamento: [ ] Usuário [ ] Volume [ ] Consumo [ ] Híbrido
    • Preços e descontos: [ ]
    • Reajuste anual e índices: [ ]
    • Condições de pagamento: [ ]
    • Impostos e retenções: [ ]
    • Cláusulas de rescisão e multas: [ ]
  • Estratégia de Saída e Portabilidade
    • Exportação de dados (formatos, prazos, custos): [ ]
    • Apoio à migração e descarte seguro: [ ]
  • Prova de Conceito (POC)
    • Escopo e objetivos: [ ]
    • Critérios de sucesso (KPIs/NFRs): [ ]
    • Ambiente e dados: [ ]
    • Prazo e recursos: [ ]

7) Checklist de Conformidade do Fornecedor

Marque por seção (comente em Observações quando “Parcial”):

  • Tecnologias e Integrações: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Arquitetura de Solução: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Segurança e Compliance: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Arquitetura de Dados: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Requisitos Não Funcionais: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Implementação: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Operação e Sustentação: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • Análise de Riscos: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende
  • SDLC e Qualidade: [ ] Atende [ ] Parcial [ ] Não atende

Observações gerais: [ ]


8) Anexos Exigidos

  • Diagrama de arquitetura (alto nível): [ ] Anexado [ ] N/A
  • Modelo de dados (conceitual/lógico): [ ] Anexado [ ] N/A
  • Políticas de segurança e privacidade: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Certificados (ISO 27001, SOC 2, outros): [ ] Anexado [ ] N/A
  • Relatório de pentest ou sumário executivo: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Resultados de testes de performance: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Plano de implementação (cronograma): [ ] Anexado [ ] N/A
  • Plano de DR/BCP: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Amostras de documentação de usuário/admin: [ ] Anexado [ ] N/A
  • Referências de clientes (contatos): [ ] Anexado [ ] N/A

Outros anexos: [ ]


9) Critérios e Pesos de Avaliação (Sugeridos)

Nota de 0 a 5 por critério. Multiplique pela ponderação para a pontuação final. Ajuste os pesos conforme a prioridade do seu projeto.

  • Alinhamento com Tecnologias: 10%
  • Arquitetura de Solução: 15%
  • Segurança e Compliance: 20%
  • Arquitetura de Dados: 10%
  • Requisitos Não Funcionais: 15%
  • Estratégia de Implementação: 10%
  • Operação e Sustentação: 10%
  • Análise de Riscos: 5%
  • SDLC e Qualidade: 5%
  • Custo Total de Propriedade (TCO): [0–20% adicional, se aplicável]
  • Aderência a POC (se realizada): [0–15% adicional, se aplicável]

Instruções de pontuação:

  • 0 = Não atende; 1 = Atende muito parcialmente; 2 = Atende parcialmente; 3 = Atende com pequenas lacunas; 4 = Atende bem; 5 = Excede requisitos/segue melhores práticas e evidências sólidas.

Comentários do Comitê de Avaliação: [ ]


10) Declarações e Assinaturas

  • Declaro que as informações fornecidas são verdadeiras e completas conforme nosso melhor conhecimento.
    Nome e Cargo do signatário: [ ]
    Assinatura: [ ]
    Data: [dd/mm/aaaa]
  • Contato para futuras comunicações sobre esta proposta: [ ]

11) Instruções para Transformar em Documento “Preenchível”

  • No Microsoft Word (recomendado)
    1. Exibir a guia Desenvolvedor (Opções do Word > Personalizar Faixa de Opções > marque Desenvolvedor).
    2. Selecione cada campo entre colchetes e substitua por um “Controle de Conteúdo de Texto Rico” ou “Texto Simples”.
    3. Para checklists, insira “Controle de Conteúdo de Caixa de Seleção”.
    4. Para datas, use “Controle de Conteúdo de Data”.
    5. Opcional: Proteger o documento (Restringir Edição) para permitir apenas preenchimento dos campos.
    6. Salve em DOCX e, se necessário, exporte para PDF.
  • No Google Docs
    1. Use Inserir > Caixa de seleção para os checklists [ ].
    2. Para campos de texto, mantenha os colchetes [ ] como áreas de digitação ou use linhas sublinhadas.
    3. Se precisar de formulário web, considere Google Forms e anexe instruções e campos equivalentes.
  • Em PDF (Adobe Acrobat ou similar)
    1. Exportar o DOCX do Word.
    2. No Acrobat, use “Preparar Formulário” para detectar campos automaticamente.
    3. Ajuste tipos de campo (texto, data, checkbox) e propriedades.
    4. Salve o PDF com campos preenchíveis.

Dica: Caso trabalhe com vários fornecedores, numere as versões e mantenha uma pasta por fornecedor com subpastas para anexos e evidências.


12) Como quer prosseguir?

Posso:

  • Entregar uma versão DOCX com controles de conteúdo já inseridos e checkboxes prontos.
  • Gerar uma planilha de avaliação com pesos, notas e cálculo automático para até 5 fornecedores.
  • Adaptar o documento ao seu setor (ex.: financeiro, saúde, governo) e acrescentar requisitos regulatórios específicos.

Se desejar usar recursos da plataforma:

  • Para trabalhar este documento diretamente aqui, você pode fazer o upload do arquivo .docx ou .pdf e ativar a função Documentos (até 5 arquivos do mesmo tipo, máximo 30 MB cada).
  • Para a planilha de avaliação, suba um .xlsx e ative a função Planilhas; eu monto fórmulas e validações para sua equipe.
  • Se precisar anexar imagens de diagramas para revisão, ative a função Vision e envie as imagens relacionadas.

Quer que eu já devolva este RFP em DOCX com campos e checklists prontos, e uma planilha de avaliação com pesos sugeridos? Se sim, me informe:

  • Nome da empresa e do projeto
  • Prazo de submissão
  • Pesos definitivos por seção
  • SLAs-alvo (uptime, tempos de resposta)
  • Escopo de POC (se houver)
  • Idiomas necessários e regiões de hospedagem preferidas

Prompt Partição Linux

Prompt

Estou criando uma VM na Azure, com Linux. Estou com extrema dúvida com relação à configuração das partições do disco. Estou usando um disco de 200GB e pretendo rodar uma aplicação Python com Docker. Defina a melhor configuração das partições (/, /home, /boot, /tmp, /usr, /var, etc).

ChatGPT (Adapta)

Aqui vai um guia completo e prático para particionar um Linux na Azure (disco de 200 GB) visando rodar uma aplicação Python em Docker, com foco em segurança, facilidade de manutenção e espaço adequado para imagens/volumes.

Resumo rápido (recomendação direta)

  • Sistema de arquivos: ext4 (simples e sem pegadinhas). Se optar por XFS, garanta ftype=1 no /var/lib/docker.
  • Layout recomendado (com LVM):
    • EFI (Gen2): /boot/efi — 550 MB (FAT32)
    • /boot — 1 GB (ext4)
    • swap — 8–16 GB (em geral 1x a RAM até 16 GB; sem hibernação)
    • / — 40 GB (ext4)
    • /var/lib/docker — 120 GB (ext4)
    • /var/log — 8 GB (ext4)
    • /home — 10 GB (ext4)
    • /tmp — tmpfs 2–4 GB (não em disco; memória)
    • Reserva livre no VG — ~5–10 GB para crescimento futuro
  • Opções de montagem (segurança e performance):
    • /: defaults,noatime
    • /boot: nodev
    • /tmp: tmpfs,size=4G,noexec,nodev,nosuid
    • /var/log: nodev,nosuid,noexec
    • /var/lib/docker: defaults,noatime (não usar noexec aqui)
  • Docker: usar overlay2; configurar rotação de logs (max-size=100m, max-file=5).
  • Azure: use o disco temporário (normalmente /dev/sdb, montado em /mnt ou /mnt/resource) só para swap temporária e caches. Não coloque dados persistentes nem /var/lib/docker ali.

Por que esse layout?

  • Docker consome pesado em /var/lib/docker (imagens, camadas, volumes). Dedicar um LV/partição ajuda a evitar que o host “morra” por falta de espaço no /.
  • /var/log separado evita que logs tomem a máquina. Com noexec/nodev/nosuid, reduz risco.
  • /tmp em tmpfs é rápido e não ocupa disco. Para cargas muito grandes em /tmp, ajuste o size ou redirecione a aplicação.
  • LVM permite crescer/shrink com mais segurança (especialmente crescer). Deixe um “colchão” livre no VG.
  • Manter /usr junto do / (sem separar) simplifica boot e evita problemas (muitos sistemas já assumem /usr disponível cedo).

Tamanhos sugeridos (200 GB)

  • EFI (se Gen2): 550 MB
  • /boot: 1 GB
  • swap: 8–16 GB (depende da RAM; sem hibernação)
  • / (root): 40 GB
  • /var/lib/docker: 120 GB
  • /var/log: 8 GB
  • /home: 10 GB
  • Sobra no VG: ~5–10 GB (ajuste conforme necessidade) Observação: os números são aproximados. Se você prevê muitas imagens/volumes, aumente /var/lib/docker e reduza a sobra ou /home.

Alternativas de layout (escolha conforme seu cenário)

  1. Simples e robusto (recomendado para a maioria)
  • LVM: sim
  • Partições/LVs: /boot, swap, /, /var/lib/docker, /var/log, /home, /tmp em tmpfs
  • Vantagens: segurança contra “disco cheio”, fácil de ajustar, bom para Docker
  • Desvantagens: um pouco mais de passos na configuração inicial
  1. Minimalista (tudo em / + swap) — só se você quer simplicidade extrema
  • /boot (1 GB), swap, / (todo o resto)
  • /tmp em tmpfs
  • Vantagens: simples
  • Desvantagens: se /var/lib/docker crescer demais, derruba o host; precisa de quotas ou monitoramento rigoroso
  1. Melhor prática Azure (ideal): OS + disco(s) de dados separados
  • OS disk menor (por exemplo 64–128 GB) e 1 data disk para /var/lib/docker (200 GB, Premium SSD, cache None)
  • Vantagens: isolamento, performance e backup melhores
  • Desvantagens: exige anexar outro disco (mas na Azure é fácil e recomendado)

Sistema de arquivos

  • ext4: padrão, estável e simples. Bom para tudo, inclusive Docker.
  • xfs: excelente performance com arquivos grandes; se usar em /var/lib/docker, formate com ftype=1 (obrigatório para overlay2).
  • Btrfs/ZFS: possíveis, mas aumentam a complexidade. Para produção simples em Azure, prefira ext4/xfs.

Notas específicas da Azure (importante)

  • Disco temporário (local/efêmero): aparece como /dev/sdb e monta em /mnt ou /mnt/resource (em Ubuntu). Use para swap temporária, cache de build, pip cache. Dados podem sumir a qualquer momento (reinício, realocação).
  • TRIM/Discard: mantenha o fstrim.timer ativado (padrão nas distros modernas) para recuperar espaço em Managed Disks.
  • Tipo de disco: para Docker em produção, prefira Premium SSD ou Premium SSD v2. Defina o Host Cache do data disk de Docker como None para cargas de escrita intensas.
  • Monitoramento: use métricas de disco no Azure Monitor, crie alertas para uso > 80% em /var/lib/docker.

Exemplo de /etc/fstab Ajuste UUIDs conforme seus sistemas. Exemplo de opções sólidas:

UUID=xxxx-efi /boot/efi vfat umask=0077 0 1 UUID=xxxx-boot /boot ext4 nodev,nofail 0 2 UUID=xxxx-root / ext4 defaults,noatime,errors=remount-ro 0 1 UUID=xxxx-log /var/log ext4 nodev,nosuid,noexec,noatime 0 2 UUID=xxxx-dkr /var/lib/docker ext4 defaults,noatime 0 2 UUID=xxxx-home /home ext4 nodev,nosuid,noatime 0 2 tmpfs /tmp tmpfs defaults,size=4G,noexec,nodev,nosuid 0 0

Swap: prefira swapfile no disco temporário da Azure (se disponível) ou um LV de swap no OS disk. Exemplo de tmp-based swap:

  • Crie em /mnt (disco efêmero): sudo fallocate -l 8G /mnt/swapfile && sudo chmod 600 /mnt/swapfile && sudo mkswap /mnt/swapfile && echo “/mnt/swapfile none swap sw 0 0” | sudo tee -a /etc/fstab
  • Lembre-se: swap no disco efêmero some em eventos de realocação. Mas é aceitável para swap.

Configuração do Docker

  • Driver de storage: overlay2 (padrão nas distros recentes)
  • Mover a raiz do Docker para a partição dedicada:
    • Parar Docker: sudo systemctl stop docker
    • Garantir /var/lib/docker vazio ou mover conteúdo temporariamente
    • Montar a partição/LV em /var/lib/docker
    • Iniciar Docker: sudo systemctl start docker
  • Rotação de logs (importantíssimo, evita “/var cheio”):
    • /etc/docker/daemon.json: { “log-driver”: “json-file”, “log-opts”: { “max-size”: “100m”, “max-file”: “5” }, “storage-driver”: “overlay2” }
    • sudo systemctl daemon-reload && sudo systemctl restart docker
  • journald: limite o espaço em /var/log/journal:
    • Em /etc/systemd/journald.conf, por exemplo: SystemMaxUse=1G SystemMaxFileSize=200M
    • sudo systemctl restart systemd-journald

Passo a passo (exemplo com LVM no mesmo disco de 200 GB) Atenção: adapte a nomenclatura do disco (em muitos casos o OS disk é /dev/sda). Se a VM já veio com partições padrão, considere adicionar um data disk novo e aplicar esses passos nele em vez de reprovisionar o OS disk.

  1. Criar partições (GPT, Gen2 com UEFI)
  • ESP (FAT32, 550 MB) — se já existir, não duplique
  • /boot (ext4, 1 GB)
  • PV LVM (restante do disco)

Exemplo com parted (ajuste o dispositivo!): sudo parted /dev/sda –script
mklabel gpt
mkpart ESP fat32 1MiB 551MiB
set 1 esp on
mkpart boot ext4 551MiB 1551MiB
mkpart lvm 1551MiB 100%

  1. Preparar sistemas de arquivos e LVM sudo mkfs.vfat -F32 /dev/sda1 sudo mkfs.ext4 /dev/sda2 sudo pvcreate /dev/sda3 sudo vgcreate vg0 /dev/sda3
  2. Criar LVs (ajuste tamanhos ao seu caso) sudo lvcreate -L 40G -n lv_root vg0 sudo lvcreate -L 8G -n lv_swap vg0 # ou 16G sudo lvcreate -L 120G -n lv_docker vg0 sudo lvcreate -L 8G -n lv_log vg0 sudo lvcreate -L 10G -n lv_home vg0

deixe ~10G livres no VG (não crie tudo de uma vez)

  1. Formatar e ativar sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_root sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_docker sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_log sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_home sudo mkswap /dev/vg0/lv_swap sudo swapon /dev/vg0/lv_swap
  2. Montagem e migração (se aplicável)
  • Monte em diretórios temporários, rsync de dados atuais (se já havia sistema), atualize /etc/fstab com as opções sugeridas e reinicie.
  • Para Docker, pare o serviço, mova conteúdo (se existir) e monte o LV em /var/lib/docker.

Boas práticas adicionais

  • fstrim: verifique se está ativo: systemctl status fstrim.timer (ative se necessário)
  • logrotate: garanta políticas para logs de app e do sistema
  • Monitoramento: crie alertas no Azure Monitor para:
    • Uso de disco do LV /var/lib/docker > 80%
    • Uso de inodes (df -i)
  • Segurança de montagem:
    • Noexec/nodev/nosuid em /tmp, /var/tmp, /var/log, /home (conforme sua necessidade)
    • Não aplique noexec em /var/lib/docker
  • Backups/snapshots: snapshots do disco gerenciado são úteis. Separar /var/lib/docker em um disco de dados ajuda a gerenciar snapshots independentemente do OS.

Quando separar ainda mais?

  • /opt: se você instala muitas ferramentas fora do gerenciador de pacotes (ex.: 5–10 GB)
  • /srv ou /data: se sua aplicação escreve dados persistentes fora de volumes Docker
  • /var/lib/postgresql, /var/lib/mysql: bancos de dados em partição/disk dedicado, com IOPS/latência melhores

Se quiser a solução mais simples possível

  • Use apenas /boot (1 GB), / (resto do disco), swap, e /tmp em tmpfs.
  • Ainda assim, configure a rotação de logs do Docker e journald para evitar que / encha.
  • Essa configuração é aceitável para ambientes de teste/dev ou produção com pouco footprint de Docker.

Quer que eu gere os comandos exatos adaptados à sua distro (Ubuntu, Debian, RHEL, etc.) e ao tipo de VM Azure (Gen1/Gen2)? Me diga:

  • Distro e versão
  • Tipo da VM (Gen1 BIOS ou Gen2 UEFI)
  • Tamanho de RAM
  • Se você pode anexar um disco de dados separado para o Docker (recomendado) ou se precisa ficar só no disco de 200 GB do SO

 

Prompt

Estou criando uma VM na Azure, com Linux. Estou com extrema dúvida com relação à configuração das partições do disco. Estou usando um disco de 250GB e pretendo rodar uma aplicação Python com Docker. Defina a melhor configuração das partições (/, /home, /boot, /tmp, /usr, /var, etc). Exemplifique comandos e ações na Azure Cloud.

ONE (Adapta)

Olá! Entendo perfeitamente sua dúvida. A configuração de partições é um ponto crucial para a estabilidade e performance de qualquer sistema Linux, especialmente quando se trata de cargas de trabalho como Docker, que podem consumir bastante espaço e I/O.

Vamos abordar as melhores práticas para sua VM Linux na Azure com um disco de 250GB, focando em uma aplicação Python com Docker.


🚀 Recomendações Iniciais e Contexto Azure

Antes de mergulharmos nas partições, é fundamental entender o contexto da Azure:

  1. Disco do SO (OS Disk): Na Azure, o disco do sistema operacional geralmente é gerenciado e otimizado para o boot e arquivos do sistema. Ele pode ter um custo por GB mais elevado que discos de dados. Para produção, é recomendado mantê-lo relativamente pequeno (ex: 64GB, 128GB) e usar discos de dados adicionais para cargas de trabalho de I/O intensas ou que exigem muito espaço.
  2. Discos de Dados (Data Disks): São discos adicionais que você anexa à VM. Eles oferecem maior flexibilidade, melhor performance de I/O (especialmente com Premium SSDs) e são ideais para /var/lib/docker, bancos de dados, logs pesados, etc. Para sua carga de trabalho com Docker, a melhor prática na Azure é usar um disco de dados separado para /var/lib/docker.
  3. Disco Temporário (Temporary Disk): Toda VM Azure tem um disco local efêmero (ex: /dev/sdb, montado em /mnt ou /mnt/resource). Ele é muito rápido, mas não persistente. Se a VM for realocada, reiniciada ou desligada (não apenas reboot), os dados neste disco podem ser perdidos. Use-o apenas para swap temporária, caches de build, logs efêmeros, etc. Nunca coloque dados persistentes ou /var/lib/docker nele.

🎯 Cenário Ideal (Recomendado): OS Disk Menor + Data Disk Dedicado para Docker

Este é o cenário mais robusto e performático para Docker na Azure.

1. VM na Azure: Criação e Anexação de Discos

Ao criar sua VM, você pode manter o disco de SO padrão (ex: 64GB, 128GB) e, após a criação, adicionar um novo disco de dados de 200GB (ou o tamanho que precisar para Docker).

Ações na Azure Cloud:

  • Criação da VM: Selecione sua imagem Linux preferida (Ubuntu Server, RHEL, CentOS, Debian) e o tamanho do disco do SO (padrão de 64GB ou 128GB é suficiente).
  • Anexar Data Disk (Portal Azure):
    1. Vá para sua VM no Portal Azure.
    2. No menu esquerdo, em “Configurações”, clique em “Discos”.
    3. Clique em “+ Criar e anexar um novo disco” ou “+ Anexar disco existente”.
    4. Configure o tamanho (ex: 200 GB), tipo de armazenamento (recomendo Premium SSD para Docker), e cache do host (defina para “Nenhum” ou “Read-only” para o disco do Docker, “Nenhum” é melhor para escritas pesadas).
    5. Clique em “Salvar”.

2. Configuração de Partições no Disco do SO (Ex: 64GB)

Assumindo que o disco do SO seja /dev/sda e você esteja usando uma VM Gen2 (UEFI):

  • Particionamento: Use LVM para maior flexibilidade.
  • Sistema de Arquivos: ext4 é o padrão e muito confiável.
  • Tamanhos Sugeridos:
    • /boot/efi: 550MB (FAT32) – Necessário para VMs Gen2 (UEFI).
    • /boot: 1GB (ext4) – Armazena o kernel e arquivos de boot.
    • swap: 8GB (Linux swap) – Geralmente 1x RAM até 16GB. Se usar disco temporário, pode ser menor aqui.
    • /: 40GB (ext4) – Raiz do sistema, contém /usr, /etc, etc.
    • /var/log: 8GB (ext4) – Logs do sistema.
    • /home: 10GB (ext4) – Diretórios de usuários.
    • VG Livre: ~5GB – Deixe espaço no Volume Group para futuros LVs.

Exemplo de Comandos (dentro da VM, como root ou com sudo):

  1. Identificar o disco: Use lsblk ou fdisk -l para ver seus discos. O disco do SO é geralmente /dev/sda.
  2. Particionar o disco do SO (ex: /dev/sda) com parted (para GPT/UEFI):
    # Cuidado! Substitua /dev/sda pelo seu disco do SO se for diferente.
    # Este comando apagará TUDO no disco. Faça em uma VM nova!
    sudo parted /dev/sda --script \
      mklabel gpt \
      mkpart ESP fat32 1MiB 551MiB \
      set 1 esp on \
      mkpart boot ext4 551MiB 1551MiB \
      mkpart lvm ext4 1551MiB 100%
    
  3. Criar sistemas de arquivos para EFI e /boot:
    sudo mkfs.vfat -F32 /dev/sda1 # Para /boot/efi
    sudo mkfs.ext4 /dev/sda2     # Para /boot
    
  4. Configurar LVM no restante do disco:
    sudo pvcreate /dev/sda3         # Criar Physical Volume
    sudo vgcreate vg0 /dev/sda3     # Criar Volume Group (vg0 é um nome comum)
    
  5. Criar Logical Volumes (LVs) para o OS:
    sudo lvcreate -L 40G -n lv_root vg0      # LV para /
    sudo lvcreate -L 8G -n lv_swap vg0       # LV para swap
    sudo lvcreate -L 8G -n lv_log vg0        # LV para /var/log
    sudo lvcreate -L 10G -n lv_home vg0      # LV para /home
    # Deixe espaço livre no vg0 para expansão futura
    
  6. Criar sistemas de arquivos nos LVs:
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_root
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_log
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_home
    sudo mkswap /dev/vg0/lv_swap
    

3. Configuração de Partições no Data Disk Dedicado (Ex: 200GB)

Assumindo que o Data Disk é /dev/sdc (o próximo disponível após /dev/sda e /dev/sdb – o temporário):

  • Particionamento: Use o disco inteiro ou LVM se planeja ter mais LVs nele futuramente. Para um único uso (/var/lib/docker), uma única partição primária é suficiente.
  • Sistema de Arquivos:
    • ext4: Simples e eficaz.
    • xfs: Excelente para cargas de trabalho com muitos arquivos pequenos ou arquivos grandes, como imagens Docker. Se usar XFS para Docker, é crucial formatar com ftype=1.

Exemplo de Comandos (dentro da VM):

  1. Identificar o Data Disk: Use lsblk ou fdisk -l. Ex: /dev/sdc.
  2. Particionar o Data Disk (ex: /dev/sdc):
    # Para uma única partição cobrindo todo o disco
    sudo parted /dev/sdc --script \
      mklabel gpt \
      mkpart primary ext4 0% 100% # Ou xfs
    
  3. Criar o sistema de arquivos:
    # Opção 1: ext4 (simples)
    sudo mkfs.ext4 /dev/sdc1
    
    # Opção 2: xfs (recomendado para Docker) - IMPRESCINDÍVEL ftype=1 para overlay2
    sudo mkfs.xfs -f -i ftype=1 /dev/sdc1
    
  4. Criar o ponto de montagem e montar:
    sudo mkdir -p /var/lib/docker
    # Se você já tem Docker instalado e em uso, precisará parar o serviço,
    # mover o conteúdo existente de /var/lib/docker para um local temporário
    # (ex: /tmp/docker_backup), montar o novo disco, e depois mover de volta.
    sudo mount /dev/sdc1 /var/lib/docker
    

4. Configuração do /etc/fstab (Para ambos os discos)

É crucial adicionar as novas partições ao /etc/fstab para que sejam montadas automaticamente no boot. Use os UUIDs para garantir que a montagem seja robusta e não dependa da ordem dos discos.

  1. Obter UUIDs:
    sudo blkid
    
  2. Exemplo de /etc/fstab:
    # <file system>        <mount point>   <type>   <options>                               <dump> <pass>
    UUID=xxxxxxxx-xxxx-xxxx-xxxx-xxxxxxxxxxxx /boot/efi        vfat   umask=0077                              0 1
    UUID=yyyyyyyy-yyyy-yyyy-yyyy-yyyyyyyyyyyy /boot            ext4   nodev,nofail                            0 2
    UUID=zzzzzzzz-zzzz-zzzz-zzzz-zzzzzzzzzzzzz /                ext4   defaults,noatime,errors=remount-ro      0 1
    UUID=aaaaaaaa-aaaa-aaaa-aaaa-aaaaaaaaaaaa /var/log         ext4   nodev,nosuid,noexec,noatime             0 2
    UUID=bbbbbbbb-bbbb-bbbb-bbbb-bbbbbbbbbbbbb /var/lib/docker  ext4   defaults,noatime                        0 2 # Ou xfs
    UUID=cccccccc-cccc-cccc-cccc-cccccccccccc /home            ext4   nodev,nosuid,noatime                    0 2
    /dev/vg0/lv_swap                         none             swap   sw                                      0 0
    tmpfs                                    /tmp             tmpfs  defaults,size=4G,noexec,nodev,nosuid    0 0
    
    • noatime: Melhora a performance ao evitar atualizações de acesso a arquivos.
    • nodev, nosuid, noexec: Aumenta a segurança, impedindo execução de binários, uso de dispositivos ou setuid em partições específicas (especialmente tmp, var/log, home). NÃO use noexec em /var/lib/docker!
  3. Testar montagens: Após salvar fstab, execute sudo mount -a para testar. Se não houver erros, tudo está bem.

💻 Cenário Alternativo: Apenas um Disco de SO de 250GB

Se por algum motivo você não puder anexar um disco de dados separado e precisar usar o disco de 250GB para tudo, esta é a configuração recomendada, ainda com LVM.

1. Layout de Partições (com LVM) para 250GB

  • /boot/efi: 550MB (FAT32) – Para VMs Gen2 (UEFI).
  • /boot: 1GB (ext4) – Kernel e arquivos de boot.
  • swap: 8GB (Linux swap) – Ajuste à RAM da sua VM (1x RAM até 16GB é uma boa regra geral sem hibernação).
  • /: 50GB (ext4) – Raiz do sistema.
  • /var/lib/docker: 150GB (ext4 ou xfs) – Dedicado para imagens e volumes Docker.
  • /var/log: 8GB (ext4) – Logs do sistema.
  • /home: 10GB (ext4) – Diretórios de usuários.
  • VG Livre: ~20GB – Deixe espaço livre no Volume Group para futuras expansões.

2. Comandos de Particionamento e LVM

O processo é idêntico ao do cenário ideal, mas com os tamanhos ajustados e tudo no mesmo disco (/dev/sda).

  1. Particionar o disco (ex: /dev/sda) com parted:
    # Cuidado! Substitua /dev/sda pelo seu disco do SO se for diferente.
    sudo parted /dev/sda --script \
      mklabel gpt \
      mkpart ESP fat32 1MiB 551MiB \
      set 1 esp on \
      mkpart boot ext4 551MiB 1551MiB \
      mkpart lvm ext4 1551MiB 100%
    
  2. Criar sistemas de arquivos para EFI e /boot:
    sudo mkfs.vfat -F32 /dev/sda1 # Para /boot/efi
    sudo mkfs.ext4 /dev/sda2     # Para /boot
    
  3. Configurar LVM:
    sudo pvcreate /dev/sda3
    sudo vgcreate vg0 /dev/sda3
    
  4. Criar LVs:
    sudo lvcreate -L 50G -n lv_root vg0
    sudo lvcreate -L 8G -n lv_swap vg0
    sudo lvcreate -L 150G -n lv_docker vg0
    sudo lvcreate -L 8G -n lv_log vg0
    sudo lvcreate -L 10G -n lv_home vg0
    
  5. Criar sistemas de arquivos nos LVs:
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_root
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_docker  # Ou mkfs.xfs -f -i ftype=1 /dev/vg0/lv_docker
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_log
    sudo mkfs.ext4 /dev/vg0/lv_home
    sudo mkswap /dev/vg0/lv_swap
    
  6. Configurar /etc/fstab: O formato é o mesmo do cenário ideal, apenas os UUIDs e tamanhos de LV serão diferentes.
    # Exemplo (substitua UUIDs)
    UUID=xxxxxxxx-xxxx-xxxx-xxxx-xxxxxxxxxxxx /boot/efi        vfat   umask=0077                              0 1
    UUID=yyyyyyyy-yyyy-yyyy-yyyy-yyyyyyyyyyyy /boot            ext4   nodev,nofail                            0 2
    UUID=zzzzzzzz-zzzz-zzzz-zzzz-zzzzzzzzzzzzz /                ext4   defaults,noatime,errors=remount-ro      0 1
    UUID=aaaaaaaa-aaaa-aaaa-aaaa-aaaaaaaaaaaa /var/log         ext4   nodev,nosuid,noexec,noatime             0 2
    UUID=bbbbbbbb-bbbb-bbbb-bbbb-bbbbbbbbbbbbb /var/lib/docker  ext4   defaults,noatime                        0 2
    UUID=cccccccc-cccc-cccc-cccc-cccccccccccc /home            ext4   nodev,nosuid,noatime                    0 2
    /dev/vg0/lv_swap                         none             swap   sw                                      0 0
    tmpfs                                    /tmp             tmpfs  defaults,size=4G,noexec,nodev,nosuid    0 0
    

🐳 Configuração Específica para Docker

Independentemente do cenário de disco, estas configurações são cruciais para o Docker:

  1. Verificar Driver de Armazenamento: O Docker moderno usa overlay2 por padrão, que é eficiente. Verifique com docker info | grep "Storage Driver".
  2. Rotação de Logs dos Containers: Impedir que logs de containers encham o disco é vital. Crie ou edite o arquivo /etc/docker/daemon.json:
    {
      "log-driver": "json-file",
      "log-opts": {
        "max-size": "100m",
        "max-file": "5"
      },
      "storage-driver": "overlay2"
    }
    

    Isso limita cada log de container a 100MB e mantém um máximo de 5 arquivos de log (total de 500MB por container).

  3. Reiniciar Docker para aplicar as mudanças:
    sudo systemctl daemon-reload
    sudo systemctl restart docker
    

🧹 Limpeza e Boas Práticas Adicionais

  • fstrim: Ative o serviço fstrim.timer para garantir que o Linux notifique o Azure sobre blocos não utilizados, permitindo a recuperação de espaço em discos gerenciados.
    sudo systemctl enable fstrim.timer
    sudo systemctl start fstrim.timer
    
  • /tmp em tmpfs: Montar /tmp como tmpfs (sistema de arquivos baseado em RAM) é rápido, seguro e não consome espaço em disco persistente. Já está incluído nos exemplos de fstab. Ajuste size=4G conforme a RAM da sua VM.
  • Journald: Limite o tamanho dos logs do journald em /etc/systemd/journald.conf para evitar que /var/log (ou /) encha:
    [Journal]
    SystemMaxUse=1G   # Máximo de 1GB para logs do sistema
    SystemMaxFileSize=200M # Máximo de 200MB por arquivo de log
    

    Após editar, reinicie: sudo systemctl restart systemd-journald.

  • Monitoramento: Use o Azure Monitor para criar alertas de uso de disco (especialmente /var/lib/docker e /) para que você seja notificado antes que o espaço se esgote.

Espero que este guia detalhado ajude você a configurar suas partições de forma otimizada na Azure! A escolha entre usar um único disco ou um disco de dados separado para Docker é importante, e o cenário com o disco de dados dedicado é geralmente a melhor opção para produção e escalabilidade.

Se tiver mais perguntas ou quiser adaptar algo para uma distribuição Linux específica, me diga! 😊

OIC Copilot

Prompt

I need a help to create an integration, using Oracle Integration Cloud, consuming data from Oracle Database, throught JDBC and exporting as API RESTful. Can you help me to define steps and examples

Copilot

Perfect — let’s elevate your documentation so it’s not just a “how-to” but a production-ready integration guide. I’ll expand your steps to include OAuth security, pagination for large datasets, and OpenAPI/Swagger documentation so consumers can easily adopt your RESTful API.


🚀 Enhanced Documentation: Oracle Integration Cloud (OIC) → JDBC → REST API

1. Configure Secure Database Connection

  • Create a Database Adapter connection in OIC using JDBC.
  • Use Wallet/SSL if connecting to Autonomous Database.
  • Store credentials securely in OIC’s credential store.

2. Secure REST Trigger with OAuth

  • When creating the REST Adapter trigger, configure OAuth 2.0 authentication:
    • Authorization Server: Define in OIC or integrate with Oracle Identity Cloud Service (IDCS).
    • Grant Types: Typically Client Credentials for system-to-system APIs, or Authorization Code for user-facing APIs.
    • Token Validation: OIC automatically validates incoming tokens before invoking the integration.
  • Example header in request:
GET /employees/101
Authorization: Bearer <access_token>

3. Database Adapter Invocation

  • Use SELECT for queries, INSERT/UPDATE/DELETE for mutations.
  • Parameterize queries to avoid SQL injection.
  • Example query:
SELECT employee_id, name, department, salary
FROM employees
WHERE employee_id = :employeeId

4. Implement Pagination

Large datasets should not be returned in one response. Add pagination support:

  • REST Request Parameters:
    • page (default = 1)
    • pageSize (default = 50)
  • SQL with OFFSET/FETCH:
SELECT employee_id, name, department, salary
FROM employees
ORDER BY employee_id
OFFSET :offset ROWS FETCH NEXT :pageSize ROWS ONLY
  • Response Example:
{
  "page": 2,
  "pageSize": 50,
  "totalRecords": 500,
  "data": [
    { "employeeId": 151, "name": "Jane Doe", "department": "Finance" }
  ]
}

5. Error Handling

  • Map database errors to HTTP codes:
    • 404 Not Found → No record found
    • 400 Bad Request → Invalid parameters
    • 500 Internal Server Error → DB connection issues

6. Document with OpenAPI/Swagger

  • Generate an OpenAPI specification for your REST API.
  • Example snippet:
openapi: 3.0.0
info:
  title: Employee API
  version: 1.0.0
servers:
  - url: https://<OIC-instance>/ic/api/integration/v1/flows/rest/EMPLOYEES/1.0
paths:
  /employees/{id}:
    get:
      summary: Get employee by ID
      security:
        - oauth2: [read]
      parameters:
        - name: id
          in: path
          required: true
          schema:
            type: integer
      responses:
        '200':
          description: Employee found
          content:
            application/json:
              schema:
                $ref: '#/components/schemas/Employee'
components:
  schemas:
    Employee:
      type: object
      properties:
        employeeId:
          type: integer
        name:
          type: string
        department:
          type: string
        salary:
          type: number
  securitySchemes:
    oauth2:
      type: oauth2
      flows:
        clientCredentials:
          tokenUrl: https://idcs.example.com/oauth2/v1/token
          scopes:
            read: Read employee data
            write: Modify employee data

✅ Best Practices Recap

  • 🔒 OAuth 2.0 for secure access
  • 📄 Pagination to handle large datasets
  • 📘 OpenAPI/Swagger for developer adoption
  • 🛡️ Error mapping for predictable responses
  • Parameterization to prevent SQL injection

👉 Would you like me to draft a full OpenAPI spec file for your Employee API (with GET, POST, PUT, DELETE endpoints), so you can import it directly into Swagger UI or API Gateway?

LeanIX Example

Prompt

Create a comprehensive example of a full Inventory for LeanIX, specifically tailored to the Human Resources (HR) domain. The inventory should include all relevant objects and demonstrate their interconnections. Please include the following components:

1. **Organization**: Define the HR department’s organizational structure, including:
– Department hierarchy (e.g., HR Director, Recruitment Manager, Training Manager)
– Key roles and responsibilities

2. **Business Capability**: Identify and describe key HR business capabilities, such as:
– Recruitment and Talent Acquisition
– Employee Onboarding
– Performance Management
– Training and Development
– Employee Engagement and Retention

3. **Business Context**: Outline the business context in which HR operates, including:
– Relevant business processes (e.g., hiring, employee data management, benefits administration)
– External factors influencing HR (e.g., labor laws, market trends)

4. **Data Object**: Define critical HR data objects, such as:
– Employee Records
– Job Descriptions
– Performance Reviews
– Training Records
– Payroll Information

5. **Application**: List and describe HR applications or systems used, including:
– HR Information System (HRIS)
– Recruitment Software
– Performance Management Tools
– Learning Management System (LMS)
– Time and Attendance Tracking Systems

6. **Interface**: Identify interfaces between HR applications and other systems, such as:
– Integration between HRIS and Payroll Systems
– API connections between Recruitment Software and Job Boards
– Single Sign-On (SSO) integration for HR applications

7. **IT Component**: Specify IT components supporting HR functions, including:
– Servers hosting HR applications
– Database management systems for HR data
– Cloud services used for HR (e.g., AWS for HRIS)

8. **Relationship Mapping**: Demonstrate how these inventory objects relate to each other. For example:
– How a Business Capability (e.g., Recruitment) is supported by Applications (e.g., Recruitment Software) and Data Objects (e.g., Job Descriptions)
– How Interfaces enable data flow between Applications and IT Components

9. **Additional Elements**: Include any other relevant LeanIX inventory objects that apply to the HR domain, such as:
– **Business Process**: Detailed workflows for HR processes
– **Technical Component**: Specific technologies used (e.g., programming languages, frameworks)

The example should be structured, detailed, and clearly illustrate the interconnectedness of the various inventory objects within the HR context. Ensure that the example is realistic and reflects common practices in HR management.

Abacus.AI

Overview

Below is a fictitious but realistic LeanIX inventory for the HR domain of “Acme Corporation”.
It is structured by LeanIX-style Fact Sheet types (Organization, Business Capability, Business Process, Application, Data Object, IT Component, Interface, etc.) and shows the end-to-end relationships.


1. Organization (HR Department Structure)

1.1 Organizational Units (LeanIX: Organization Fact Sheets)

Top-level Organization:

  • Name: Corporate Functions
  • Children:
    • Finance
    • Legal
    • Human Resources (HR)

HR Sub-structure:

  1. Human Resources (HR)
    • HR Leadership & Strategy
      • HR Director
      • HR Business Partners (by region or business unit)
    • Talent Acquisition & Employer Branding
      • Recruitment Manager
      • Talent Sourcers
      • Recruitment Coordinators
    • People Operations & HR Services
      • HR Operations Manager
      • HR Generalists
      • HR Administrators
    • Learning, Training & Development
      • Training Manager
      • L&D Specialists
    • Performance, Compensation & Benefits
      • Performance & Rewards Manager
      • Compensation Analysts
      • Benefits Specialists
    • Employee Relations & Engagement
      • Employee Relations Manager
      • Engagement Specialists
    • HR Systems & Analytics
      • HRIS Manager
      • HR Data Analysts
      • HR Tech Support

1.2 Key Roles & Responsibilities (examples)

  • HR Director
    • Defines HR strategy and roadmap
    • Owns HR Business Capabilities & Processes in LeanIX
    • Approves major HR system changes
  • Recruitment Manager
    • Owns Talent Acquisition processes and capabilities
    • Application owner for Recruitment Software (ATS)
    • Ensures compliance with hiring policies
  • Training Manager
    • Owns Training & Development processes
    • Business owner for LMS
    • Ensures learning content meets regulatory and business needs
  • HR Operations Manager
    • Owns Employee Data Management, Onboarding, Offboarding
    • Functional owner for HRIS
  • HRIS Manager
    • Technical owner of HRIS and HR integrations
    • Coordinates with IT for infrastructure, security, and upgrades

2. Business Capabilities (LeanIX: Business Capability)

2.1 Level-1 / Level-2 HR Capabilities

L1 Capability L2 Capability (examples) Description
HR Strategy & Governance Workforce Planning, HR Policy Management Strategic HR planning, policies, governance
Talent Acquisition Recruitment & Talent Acquisition Attract & hire talent, manage candidate lifecycle
Employer Branding Maintain employer reputation, careers site
Onboarding & Offboarding Employee Onboarding New hire setup, provisioning, orientation
Employee Offboarding Exits, knowledge transfer, access revocation
Workforce Administration Employee Data Management, Position Management Maintain core HR master data
Performance & Rewards Performance Management Set goals, evaluate performance, feedback cycles
Compensation & Benefits Management Salary structures, bonuses, benefits
Learning & Development Training & Development Learning programs, compliance training
Career & Succession Management Talent pools, succession plans
Employee Experience Employee Engagement & Retention Engagement surveys, initiatives, recognition
HR Compliance & Risk HR Compliance, Labor Relations Labor law adherence, unions, audits
HR Analytics & Reporting People Analytics, HR Dashboards HR KPIs, predictive analytics

Each capability in LeanIX can be linked to:

  • Owning Organization (e.g., Talent Acquisition ↔ Talent Acquisition & Employer Branding)
  • Business Processes
  • Supporting Applications
  • Consumed/produced Data Objects

3. Business Context (LeanIX: Business Context, Business Process)

3.1 Key HR Business Processes

Example Business Process Fact Sheets (often L2 or L3 beneath a value stream):

  • End-to-End Hiring Process
    • Requisition Creation & Approval
    • Job Posting & Sourcing
    • Candidate Screening & Interviewing
    • Offer Management & Contract Signing
    • Pre-boarding (pre-start checks, background checks)
  • Employee Onboarding Process
    • New Hire Data Collection
    • Account & Access Provisioning (SSO, email, applications)
    • Orientation & Welcome Session
    • Training Plan Assignment (LMS)
    • Probation Period Evaluations
  • Employee Data Management Process
    • Master Data Maintenance (name, address, job, manager)
    • Organization & Position Changes
    • Document Management (contracts, agreements)
  • Performance Management Cycle
    • Goal Setting
    • Mid-year Check-ins
    • Year-end Appraisals
    • Calibration & Rewards Input
  • Training & Development Process
    • Training Needs Analysis
    • Course Design & Approval
    • Training Delivery (classroom/e-learning)
    • Training Evaluation & Follow-up
  • Benefits & Payroll Process
    • Benefits Enrollment
    • Payroll Data Preparation (time, allowances)
    • Payroll Processing & Verification
    • Payslip Distribution & Queries
  • Employee Engagement & Retention Process
    • Survey Design & Distribution
    • Action Planning & Follow-up
    • Recognition Programs
    • Exit Interviews & Retention Analytics

Each process is linked in LeanIX to:

  • Business Capability (e.g., End-to-End Hiring ↔ Talent Acquisition)
  • Applications (ATS, HRIS, Payroll, LMS, Engagement Tool)
  • Data Objects (e.g., Candidate Profile, Employee Record)
  • Organization (process owners)

3.2 External Business Context

Typical external factors (modeled as attributes / references in Processes or Capabilities):

  • Labor & Employment Laws:
    • National labor laws (working hours, minimum wage, overtime)
    • Equal Employment Opportunity (EEO) / anti-discrimination regulations
    • Data privacy (e.g., GDPR, local privacy acts)
    • Health & Safety regulations
  • Market Trends:
    • Talent shortages in key roles
    • Remote/hybrid work patterns
    • Gig economy & contingent workforce
    • Evolving skills requirements (digital skills, AI literacy)
  • Industry Requirements:
    • Industry-specific certifications (e.g., safety, compliance)
    • Union agreements or collective bargaining

These are typically reflected as constraints/attributes on:

  • Business Processes (e.g., “Hiring – must retain candidate data no longer than X months”)
  • Data Objects (retention rules, legal basis)
  • Applications (compliance certifications, data residency)

4. Data Objects (LeanIX: Data Object)

4.1 Core HR Data Objects

Data Object Description Key Attributes (examples) Primary Systems Sensitivity
Employee Record Master record of an employee Employee ID, Name, Contact, Job, Manager, Org Unit, Start/End Dates HRIS (master), Payroll, LMS, Performance Tool Highly confidential (PII)
Candidate Profile All data related to an applicant Name, CV, Source, Status, Interviews, Offers ATS Confidential (PII, retention-limited)
Job Requisition Opening request for a position Position, Department, Location, Hiring Manager, Budget, Status ATS, HRIS Internal confidential
Job Description Role responsibilities and requirements Title, Mission, Responsibilities, Required Skills, Grade HRIS / Document Mgmt, ATS Internal
Performance Review Periodic evaluation data Period, Goals, Ratings, Manager Comments Performance Mgmt Tool, HRIS snapshot Confidential
Goal / Objective Individual or team goals Description, Weight, Target Date, KPI Performance Mgmt Tool Internal
Training Record Training completion record Employee, Course, Completion Date, Score, Certificate LMS, HRIS (sync) Internal/confidential (compliance-relevant)
Training Catalog Available courses Course ID, Title, Type, Owner, Tags LMS Internal
Payroll Information Pay & deduction details Salary, Bonus, Taxes, Deductions Payroll System, HRIS (read-only subset) Highly confidential
Time & Attendance Record Recorded hours & absences Employee, Date, Hours, Overtime, Leave Type T&A System, Payroll, HRIS Confidential
Benefits Enrollment Selected benefits per employee Plans, Coverages, Beneficiaries Benefits / Payroll System, HRIS Confidential
Engagement Survey Response Employee feedback Survey ID, Responses, Scores, Comments Engagement Platform Confidential / anonymized in analytics

These Data Objects are mapped to:

  • Applications that create/own them
  • Business Processes that use them
  • IT Components (DBMS, storage) where they are stored
  • Risk/compliance attributes (privacy, retention, classification)

5. Applications (LeanIX: Application)

5.1 Core HR Application Landscape

  1. HRIS – “Acme HR Core”
    • Type: HR Information System (system-of-record for employees)
    • Capabilities supported:
      • Workforce Administration
      • Employee Onboarding & Offboarding
      • Organization & Position Management
      • Basic Time-Off Management
    • Key Data Objects: Employee Record, Job Description (link), Org Structure, Benefits Enrollment (subset)
    • Main Users: HR Ops, HR Business Partners, Managers (self-service), Employees (self-service)
    • Lifecycle: In Use (core strategic system)
    • Interfaces:
      • Outbound to Payroll System
      • Outbound to LMS
      • Outbound to T&A System
      • Outbound to Identity Provider (for SSO user provisioning)
    • Hosting: SaaS (e.g. Workday / SAP SuccessFactors-style)
  2. ATS – “Acme Talent Recruit”
    • Type: Recruitment / Applicant Tracking System
    • Capabilities supported: Recruitment & Talent Acquisition, Employer Branding
    • Key Data Objects: Candidate Profile, Job Requisition, Offers
    • Main Users: Recruiters, Hiring Managers, HRBP
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (positions & org data for requisitions)
      • Outbound to HRIS (create new Employee Record on hire)
      • Outbound to external job boards via APIs
      • Inbound from SSO (authentication)
    • Hosting: SaaS
  3. Performance Management Tool – “Acme Performance”
    • Type: Performance & Goal Management
    • Capabilities supported: Performance Management, Goals & Objectives, Succession Planning (partial)
    • Key Data Objects: Performance Review, Goal / Objective
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (Employee, Org, Manager hierarchy)
      • Optional outbound to HRIS (store final rating, promotion recommendations)
      • Inbound from SSO
    • Hosting: SaaS
  4. LMS – “Acme Learning Hub”
    • Type: Learning Management System
    • Capabilities supported: Training & Development, Compliance Training
    • Key Data Objects: Training Catalog, Training Record
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (employees, org structure)
      • Outbound to HRIS (training completion summary)
      • Inbound from SSO
    • Hosting: Cloud (SaaS or IaaS-based)
  5. Time & Attendance – “Acme TimeTrack”
    • Type: Time & Attendance Tracking
    • Capabilities supported: Time & Attendance, Absence Management
    • Key Data Objects: Time & Attendance Record
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (employees)
      • Outbound to Payroll (approved time data)
      • Inbound from SSO
    • Hosting: Vendor SaaS
  6. Payroll System – “Acme Pay”
    • Type: Payroll & Benefits Administration
    • Capabilities supported: Payroll Processing, Benefits & Deductions, Tax Reporting
    • Key Data Objects: Payroll Information, Benefits Enrollment
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (employee master data)
      • Inbound from T&A system (hours/overtime)
      • Outbound to HRIS (net salary, cost center allocation)
    • Hosting: On-premise or hosted managed service (example)
  7. Engagement Platform – “Acme Pulse”
    • Type: Employee Engagement & Survey Tool
    • Capabilities supported: Employee Engagement & Retention, Pulse Surveys, Recognition
    • Key Data Objects: Engagement Survey Response, Engagement Scores
    • Interfaces:
      • Inbound from HRIS (employee list, org structure)
      • Inbound from SSO
    • Hosting: SaaS
  8. Document Management – “Acme HR Docs” (optional but common)
    • Stores contracts, policies, signed forms.
    • Integrated with HRIS (employee docs linked to Employee Record).

Each Application Fact Sheet in LeanIX is linked to:

  • Business Capabilities it supports (functional fit)
  • Business Processes it implements
  • Consumed/produced Data Objects
  • Underlying IT Components (DBMS, OS, cloud platform)
  • Provider (Vendor), Lifecycle, Technical/Functional quality

6. Interfaces (LeanIX: Interface)

6.1 Key Integrations

Interface Name Source App Target App Type Frequency Main Data Objects Direction
HRIS → Payroll Master Data Sync Acme HR Core Acme Pay API / SFTP Daily / On Change Employee Record, Org Data Outbound
T&A → Payroll Time Data Export Acme TimeTrack Acme Pay File / API Per pay period Time & Attendance Record Outbound
ATS → HRIS New Hires Acme Talent Recruit Acme HR Core API Event-based Candidate Profile → Employee Record Outbound
HRIS → LMS Learner Sync Acme HR Core Acme Learning Hub API / SCIM Daily / On Change Employee Record, Org Outbound
LMS → HRIS Training Completion Acme Learning Hub Acme HR Core API / File Daily Training Record Outbound
HRIS → Performance Mgmt Employee Sync Acme HR Core Acme Performance API / File Daily / On Change Employee Record, Org, Manager Outbound
Perf Mgmt → HRIS Final Ratings Acme Performance Acme HR Core API / File Cycle-end Performance Review (summary) Outbound
HRIS → Engagement Platform Acme HR Core Acme Pulse API / SCIM Daily Employee Record (minimal) Outbound
SSO / IdP → HR Apps IdP (e.g. Okta/AAD) All HR Apps SAML/OIDC On login Authentication / tokens N/A
ATS → External Job Boards Acme Talent Recruit Job Boards (3rd p.) REST API Event-based Job Requisition, Job Description Outbound

Each Interface in LeanIX is linked to:

  • Source and target Applications
  • Data Objects moved
  • IT Components used (e.g., iPaaS, ESB, API Gateway)
  • Security attributes (encryption, auth method)

7. IT Components (LeanIX: IT Component / Technical Component)

7.1 Infrastructure & Platforms

Examples of IT Component Fact Sheets:

  • AWS EC2 – HR Application Servers
    • Type: IaaS Compute
    • Used by: Payroll (if hosted), Integration Middleware
    • Linked Applications: Acme Pay (if not SaaS), Integration Hub
  • AWS RDS – HR Database Cluster
    • Type: DBaaS (e.g., PostgreSQL)
    • Used by: Acme Pay, Integration Hub, HR Reporting Datamart
    • Data Objects: Employee Record (replica), Payroll Information
  • Integration Platform – “Acme Integration Hub”
    • Type: iPaaS / ESB (e.g., Mulesoft, Boomi)
    • Supports: All API / file-based HR integrations
    • Linked to Interfaces (HRIS ↔ Payroll, ATS ↔ HRIS, etc.)
  • Identity Provider – “Acme IdP (Okta/Azure AD)”
    • Type: SSO / IAM (Technical Component)
    • Used by: All HR Apps
    • Capabilities: SAML/OIDC, SCIM provisioning
  • Object Storage – “Acme HR Archive Storage”
    • Type: Cloud Object Storage (e.g., AWS S3)
    • Used for: Export files, historical reports, backup archives
    • Data Objects: Historical Payroll Information, anonymized HR datasets

7.2 Software & Technical Components

  • PostgreSQL DBMS
    • Used by: Payroll, HR Reporting Datamart
  • Java / Spring Boot
    • Used by: Custom integrations, HR portals
  • Node.js / React
    • Used by: Custom Employee Self-Service extensions
  • Kafka (optional)
    • Event streaming for HR events (new hire, org change) to other systems

Each IT Component is:

  • linked to Applications using it
  • linked to Interfaces if they rely on middleware/gateways
  • given lifecycle, technical risk, and ownership (IT Ops / Platform team)

8. Relationship Mapping (End-to-End Examples)

8.1 Capability: Recruitment & Talent Acquisition

Trace 1 – From Capability to Infrastructure

  1. Business Capability:
    • Talent Acquisition → Recruitment & Talent Acquisition
  2. Related Business Processes:
    • End-to-End Hiring Process
    • Requisition Creation & Approval
    • Job Posting & Sourcing
    • Interview Management
    • Offer Management
  3. Supporting Applications:
    • Acme Talent Recruit (ATS) – Primary
    • Acme HR Core (HRIS) – for positions, hiring manager, org data
    • Acme HR Docs – for storing signed offers/contracts
    • Job boards – external systems via interfaces
  4. Key Data Objects & Ownership:
    • Job Requisition (primary in ATS, reference in HRIS)
    • Job Description (maintained in HRIS / DMS, replicated to ATS)
    • Candidate Profile (primary in ATS)
    • Employee Record (created in HRIS once candidate is hired)
  5. Interfaces:
    • HRIS → ATS (Org structure, open positions, Hiring Manager)
    • ATS → HRIS (New hire creation)
    • ATS → Job Boards (job postings)
    • SSO → ATS (authentication)
  6. IT Components:
    • ATS SaaS platform (vendor-managed)
    • Integration Hub (for HRIS ↔ ATS API flows)
    • IdP (SSO)
    • Object Storage (archived CVs, if applicable)

LeanIX Object Links:

  • Business Capability: Recruitment & Talent Acquisition
    • realizesBusiness Process: End-to-End Hiring
    • is realized byApplication: Acme Talent Recruit
    • requiresData Objects: Candidate Profile, Job Requisition
    • is supported byOrganization: Talent Acquisition & Employer Branding
  • Application: Acme Talent Recruit
    • runs onIT Component: ATS SaaS Platform
    • interfaces withApplication: Acme HR Core, External Job Boards
    • reads/writesData Objects: Candidate Profile, Job Requisition

8.2 Capability: Employee Onboarding

  1. Business Capability:
    • Onboarding & Offboarding → Employee Onboarding
  2. Processes:
    • New Hire Setup
    • Access Provisioning
    • Orientation & Training Assignment
  3. Applications:
    • HRIS: Acme HR Core (master employee record & onboarding tasks)
    • ATS: Trigger for new hire
    • LMS: Assign mandatory onboarding courses
    • IdP & ITSM (for account creation – often modeled outside HR domain)
  4. Data Objects:
    • Employee Record (created & enriched)
    • Job Description (used to determine onboarding path)
    • Training Record (onboarding courses completion)
  5. Interfaces:
    • ATS → HRIS (new hire event)
    • HRIS → IdP (user provisioning)
    • HRIS → LMS (course assignments / learner sync)
  6. IT Components:
    • HRIS SaaS
    • IdP
    • LMS SaaS
    • Integration Hub

8.3 Capability: Performance Management

  1. Business Capability:
    • Performance & Rewards → Performance Management
  2. Processes:
    • Goal Setting
    • Mid-Year Review
    • Year-End Appraisal & Calibration
  3. Applications:
    • Acme Performance (Performance Mgmt Tool)
    • Acme HR Core (for employee/manager data and storing final ratings)
  4. Data Objects:
    • Performance Review (detailed in Performance Tool, summary in HRIS)
    • Goal / Objective
  5. Interfaces:
    • HRIS → Performance Tool (employees, hierarchy)
    • Performance Tool → HRIS (final ratings, promotion recommendations)
  6. IT Components:
    • Performance Mgmt SaaS
    • Integration Hub
    • IdP (SSO)

9. Additional Elements

9.1 Business Process Fact Sheets (sample definitions)

Business Process: End-to-End Hiring

  • Owner: Recruitment Manager (Organization: Talent Acquisition)
  • Linked Capability: Talent Acquisition → Recruitment & Talent Acquisition
  • Steps (L3 / BPMN-level):
    1. Hiring Manager submits requisition in ATS
    2. HR approves requisition & budget
    3. Job is posted to job boards
    4. Candidates apply; ATS tracks applications
    5. Recruiter & Hiring Manager screen and interview candidates
    6. Offer is created and sent
    7. Candidate accepts; ATS sends new hire data to HRIS
    8. Onboarding tasks triggered in HRIS
  • Applications: Acme Talent Recruit, Acme HR Core, Job Boards, HR Docs
  • Data Objects: Job Requisition, Candidate Profile, Job Description, Employee Record

Business Process: Annual Performance Review

  • Owner: Performance & Rewards Manager
  • Capability: Performance Management
  • Apps: Acme Performance, Acme HR Core
  • Data Objects: Performance Review, Goal / Objective
  • HR Calendar: defined cycle dates, deadlines

9.2 Technical Component Fact Sheets

Examples of LeanIX Technical Component entries for HR domain:

Technical Component Type Used by Notes
Java 17 / Spring Boot Programming Custom HR Portals, Integrations Microservices wrapping HRIS APIs
React Frontend FW Employee self-service extensions Used for HR dashboards
REST APIs (JSON/HTTPS) Protocol All HR integrations Standardized for HRIS, ATS, LMS
SAML 2.0 / OIDC Auth Protocol SSO with HR Apps Provided by IdP
ETL Tool (e.g., Talend) Data Integration HR Datamart, HR Analytics For batch HR data into DW

These Technical Components are linked in LeanIX to:

  • Applications that use them
  • Interfaces (for protocol/technology)
  • IT Components (e.g., runtime platforms)

10. How to Use This as a LeanIX Inventory Blueprint

If you want to implement this in LeanIX, a practical approach is:

  1. Create Organization Fact Sheets for:
    • Corporate Functions → Human Resources → Sub-departments.
  2. Define Business Capabilities with up to 2–3 levels for HR, link each to its owning Organization.
  3. Model Business Processes and link:
    • To the capabilities they realize.
    • To the primary Applications and Data Objects used.
  4. Create Application Fact Sheets for each HR system (HRIS, ATS, LMS, etc.), capturing:
    • Lifecycle, owner, vendor, criticality.
    • Supported Capabilities & Processes.
  5. Define Data Object Fact Sheets for all HR data listed, and link them:
    • To Applications (CRUD responsibility).
    • To Processes and Capabilities (where they are used).
  6. Add IT Component / Technical Component Fact Sheets (DBMS, cloud platforms, IdP, frameworks) and link them to Applications and Interfaces.
  7. Create Interface Fact Sheets for each significant integration, linking:
    • Source/Target Applications
    • Data Objects
    • Technical Components (API gateways, protocols).

If you’d like, I can next:

  • Turn this into a tabular import template (e.g., CSV column suggestions) aligned to LeanIX’s import structure, or
  • Build a specific example for just one capability (e.g., Recruitment) with all Fact Sheet attributes fully filled out as you would see them inside LeanIX.

10 prompts for Knowledge Base

P1 – Build Context Around Every Topic You Save
I’m researching [TOPIC]. Give me a 360° overview — key concepts, major thinkers, historical background, and how this idea connects to other disciplines. Highlight what’s foundational versus what’s emerging, so I can build my notes with context, not clutter.

P2 – ConnectIdeas Across Domains
Find meaningful links between [TOPIC 1] and [TOPIC 2]. Explain how ideas or methods from one could inform the other.
Provide examples from research, business, or science that show this crossover in action so I can file it under ‘cross-disciplinary insights’ in my knowledge base.

P3 – Extract Key Concepts from Long Reads
Analyze this article or paper: [PASTE LINK OR TEXT]. Identify its 5 most important ideas, summarize each in 2–3 sentences, and explain how they fit into a broader intellectual framework.
Suggest short, memorable note titles for storing each concept in my knowledge system.

P4 – Build Permanent Notes from Fleeting Thoughts
I wrote this quick idea: [PASTE NOTE OR IDEA]. Help me turn it into a ‘permanent note’ following Zettelkasten principles — clarify the main insight, add supporting examples, and suggest how it links to other concepts I might already have in my system

P5 – Turn Research into Actionable Insights
Summarize my recent research on [TOPIC], but go further extract actionable insights I can apply to real work or decision-making. Highlight what’s theoretical vs. what’s practical, and suggest tags or folders I could use to organize this effectively in my second brain.

P6 – Identify Gaps in Your Knowledge Graph
Review my current knowledge base notes on [TOPIC OR FOLDER]. Based on what’s missing, suggest related questions, missing perspectives, or contradictory viewpoints I should explore next.
Include 3–5 search queries I can use to fill those gaps

P7 – Create Smart Tags for Your Notes
Based on these notes: [PASTE NOTES / TITLES], generate an optimized tagging system. Suggest categories that balance breadth and depth enough to find ideas easily without over-tagging. Include examples of how similar knowledge workers organize comparable topics.

P8 – Build Summaries That Age Well
Summarize this topic: [TOPIC], but write it as a long-term reference note timeless, structured, and insight-rich.
Avoid short-term trends. Include definitions, relationships, and timeless principles so this note stays useful even a year from now.

P9 – Connect Your Digital and Real-World Learning
Based on my saved notes on [SUBJECT], show how these ideas could apply in my work, daily decisions, or creative process. Suggest real-world experiments or reflections I can document — bridging my knowledge base with lived experience.

P10 – Build a Continuous Learning Workflow
Design a daily or weekly knowledge workflow that integrates Perplexity,
Notion, and my note-taking habits. Include how to capture new information, process it into structured notes, and
revisit old entries to generate new connections or creative ideas.

 

Java Insert Map

Prompt

# Create Java Class to Insert a record in table.
Create a Java Repository layer that receive a java.sql.Connection, a Table Name and a LinkedHashMap.
## Parameters
1. java.sql.Connection – The connection to be used by PreparedStatement
2. Table Name – Name of table in database
3. LinkedHashMap – Content to be inserted. Each key represents a column of table.
## Important
1. Define the name of class as InsertSmartMap with method name “inserRecord”.
2. The method must have to identity the database (Oracle, Postgres, MySQL, SQL Server) and adopt the best strategy to use best algorithm to execute de INSERT (verify fields as sequence, identity, serial, bigserial, etc)
3. If database is Oracle, the method must find the SEQUENCE of table or use the table name concatenetade with suffix “_seq”.
If you consider any improvement algorithml or logic not specified above.
If you have any question, you can contact me.

Gemini

This is a great request! Creating a smart repository layer for insertion requires careful handling of different database specifics, especially around primary key generation (sequences, identity, serial types).

Since the exact mechanism for checking if a column is a sequence, identity, or serial differs greatly between databases and often requires metadata queries on the specific connection, which are complex and would make the simple insertRecord method very verbose and potentially inefficient, I’ll provide a robust design that simulates this smart logic based on the DatabaseMetaData and common practices.

Here is the InsertSmartMap class with the insertRecord method:

💾 InsertSmartMap.java

 

Java

import java.sql.Connection;
import java.sql.DatabaseMetaData;
import java.sql.PreparedStatement;
import java.sql.ResultSet;
import java.sql.SQLException;
import java.sql.Statement;
import java.util.LinkedHashMap;
import java.util.Map;
import java.util.Set;
import java.util.stream.Collectors;

/**
 * Repository layer class to insert a single record into a database table
 * using a LinkedHashMap for column-value pairs.
 * It attempts to handle database-specific primary key generation logic
 * (Sequences for Oracle/Postgres, Identity for MySQL/SQL Server).
 */
public class InsertSmartMap {

    // Common sequence/identity column types (simplified)
    private static final Set<String> AUTO_GENERATED_TYPES = Set.of(
        "SERIAL", "BIGSERIAL", "IDENTITY", "NUMBER", "INT" // Simplified list
    );

    /**
     * Inserts a record into the specified table using the provided connection and data.
     *
     * @param connection The active database connection.
     * @param tableName The name of the table to insert into.
     * @param content A LinkedHashMap where keys are column names and values are the data to insert.
     * @return The number of rows affected (usually 1) or the generated key if applicable.
     * @throws SQLException If a database access error occurs.
     */
    public long insertRecord(Connection connection, String tableName, LinkedHashMap<String, Object> content) 
            throws SQLException {
        
        // 1. Identify Database and Primary Key Strategy
        String dbName = connection.getMetaData().getDatabaseProductName().toUpperCase();
        
        // In a production system, you'd query metadata to find the *actual* PK column name.
        // For simplicity and common practice, we'll assume the PK is the first column 
        // in the map or we try to retrieve the generated key.
        
        // Get the list of columns to be inserted
        String columns = content.keySet().stream()
            .collect(Collectors.joining(", "));
        
        // Create the placeholders for the PreparedStatement
        String valuesPlaceholders = content.keySet().stream()
            .map(k -> "?")
            .collect(Collectors.joining(", "));

        // Base INSERT statement
        String insertSql = String.format("INSERT INTO %s (%s) VALUES (%s)", tableName, columns, valuesPlaceholders);

        long generatedKey = -1;
        boolean isSequenceBased = false;

        // 2. Adopt Best Strategy Based on Database Type
        
        // --- ORACLE/POSTGRES (Sequence/Serial) Strategy ---
        if (dbName.contains("ORACLE") || dbName.contains("POSTGRESQL")) {
            // Find PK (simulated) - we assume the first column in the map is the PK if it's typically sequence-managed.
            String pkColumn = content.keySet().iterator().next(); 
            isSequenceBased = isSequenceColumn(connection, tableName, pkColumn);
            
            if (isSequenceBased) {
                // If the PK is sequence/serial managed, we might need to query the sequence
                // and pass the value OR rely on RETURNING clause (Postgres) or an identity column (modern Oracle).
                
                // For a robust implementation, Oracle often requires fetching the sequence value:
                // SELECT MY_SEQ.NEXTVAL FROM DUAL;
                
                // For this smart map, we'll assume the primary key column (first column in map) 
                // is NOT in the 'content' map, and we'll use the DB's ability to generate it 
                // while expecting the generated key back.
                
                // If it's a sequence-managed PK, we need to try and get the generated key.
                // In a real scenario, if the PK is managed by an external sequence (Oracle/Postgres), 
                // you would need to modify the SQL to fetch the next value and include it in the INSERT, 
                // OR rely on the DB to fill it and use `getGeneratedKeys`.
                
                // We'll rely on `getGeneratedKeys` for simplicity and compatibility with RETURNING/IDENTITY.
                // Modern Oracle and Postgres often support this well.
                
                System.out.println("DEBUG: Sequence/Serial strategy applied for " + dbName);
            }
        } 
        // --- MYSQL/SQL SERVER (Auto-Increment/Identity) Strategy ---
        else if (dbName.contains("MYSQL") || dbName.contains("SQL SERVER")) {
            // These databases typically use AUTO_INCREMENT or IDENTITY, which are handled 
            // by setting the flag to retrieve generated keys.
            System.out.println("DEBUG: Auto-Increment/Identity strategy applied for " + dbName);
        }

        // 3. Execute the INSERT Statement
        try (PreparedStatement ps = connection.prepareStatement(
                insertSql, 
                Statement.RETURN_GENERATED_KEYS // Request generated keys back
             )) {

            // Set the parameters in the PreparedStatement
            int i = 1;
            for (Map.Entry<String, Object> entry : content.entrySet()) {
                // Handle different object types (simplified - production code needs full type handling)
                ps.setObject(i++, entry.getValue());
            }

            // Execute the update
            int rowsAffected = ps.executeUpdate();

            // 4. Retrieve Generated Keys (if applicable)
            try (ResultSet rs = ps.getGeneratedKeys()) {
                if (rs.next()) {
                    // Assuming the primary key is a long/integer type
                    generatedKey = rs.getLong(1); 
                }
            }

            // Return the generated key if found, otherwise the rows affected count.
            return generatedKey != -1 ? generatedKey : rowsAffected;
        }
    }

    /**
     * Helper method to determine if a column is likely managed by a sequence or serial.
     * This is a simplified check based on column metadata.
     *
     * @param connection The database connection.
     * @param tableName The table name.
     * @param columnName The column name (assumed PK).
     * @return true if the column is likely sequence/serial managed and should be skipped in INSERT data.
     */
    private boolean isSequenceColumn(Connection connection, String tableName, String columnName) {
        try {
            DatabaseMetaData dbmd = connection.getMetaData();
            
            // Try to find if the column is auto-generated based on the type name
            // Note: This is a *highly* simplified check. Production code would use 
            // database-specific catalog queries (e.g., pg_class, all_tab_columns, information_schema).
            
            try (ResultSet rs = dbmd.getColumns(null, null, tableName.toUpperCase(), columnName.toUpperCase())) {
                if (rs.next()) {
                    String typeName = rs.getString("TYPE_NAME").toUpperCase();
                    // Check if it's an auto-generated type like SERIAL, BIGSERIAL, IDENTITY, etc.
                    if (AUTO_GENERATED_TYPES.contains(typeName)) {
                         return true;
                    }
                }
            }
            
            // Oracle-specific check (simplified: check for sequence existence)
            if (dbmd.getDatabaseProductName().toUpperCase().contains("ORACLE")) {
                String sequenceName = tableName.toUpperCase() + "_SEQ";
                // A true check would involve querying ALL_SEQUENCES. For this layer, we'll assume the convention.
                System.out.println("DEBUG: Assuming Oracle PK is managed by sequence: " + sequenceName);
                return true; 
            }
            
        } catch (SQLException e) {
            System.err.println("Error accessing metadata: " + e.getMessage());
        }
        return false;
    }
}

💡 Improvements and Design Notes

 

1. Database Identification

 

The method uses connection.getMetaData().getDatabaseProductName() to identify the database. This is the standard and best practice in JDBC.

2. Primary Key Handling (The “Smart” Logic)

 

The most challenging part is determining if the Primary Key (PK) column should be excluded from the INSERT statement (because the database generates it) or if a value (like the next sequence number) should be explicitly included.

  • Simplified Approach: The provided code uses the Statement.RETURN_GENERATED_KEYS flag. This is the most portable strategy in modern JDBC.

    • For MySQL/SQL Server, which use AUTO_INCREMENT/IDENTITY, the key is generated, and getGeneratedKeys() returns it. The PK column should typically not be in the content map.

    • For PostgreSQL (using SERIAL/BIGSERIAL or IDENTITY), it uses a sequence internally and the RETURNING clause is used by the driver to fetch the key. The PK column should not be in the content map.

    • For Oracle, if it uses an IDENTITY column (since Oracle 12c), the key is returned. If it uses an external sequence, a truly robust solution would require:

      1. Querying the sequence name (e.g., TABLE_SEQ).

      2. Fetching the next value: SELECT TABLE_SEQ.NEXTVAL FROM DUAL.

      3. Adding this value to the content map before building the SQL.

  • The isSequenceColumn Helper: This method simulates checking the PK type using DatabaseMetaData. In a real application, you would use database-specific catalog views (like information_schema.columns in Postgres/MySQL or ALL_TAB_COLUMNS in Oracle) for a more accurate determination of auto-generation properties.

3. Efficiency

 

The code uses a PreparedStatement and placeholders (?), which is the most efficient and secure (prevents SQL injection) way to execute database operations in Java.

4. Oracle Sequence Logic

 

The helper method includes a simulated check for Oracle’s typical TABLENAME_SEQ convention. In a complete, production-ready system, you would need to execute a metadata query on Oracle to confirm the sequence’s existence and then use its NEXTVAL inside the INSERT or fetched separately, as noted above.

Would you like to see a simple example of how to use this class with a mock setup?

S3 Image Capture

Prompt

Atue como Arquiteto de Solução, com mais de 20 anos de experiência, definindo a arquitetura necessária para capturar o número de chassi, após a gravação, usando 2 câmeras, em ângulos diferentes.
A solução deve ser o máximo segura, não havendo possibilidade de falhas.
O objetivo é capturar a imagem e subir no AWS S3, via API RESTful.
Identifique todos os componentes necessários, descrevendo-os.
Aplique melhores práticas, utilizadas nesse cenário, em empresas de grande porte.

ChatGPT

Abaixo apresento uma arquitetura completa, robusta e corporativa, construída com a mentalidade de um Arquiteto de Soluções Sênior (20+ anos), para capturar o número de chassi após a gravação, usando duas câmeras em ângulos diferentes, garantindo alta confiabilidade, segurança e tolerância a falhas, e enviando as imagens ao AWS S3 via API RESTful.


ARQUITETURA DE REFERÊNCIA – Visão Geral

A solução envolve quatro camadas principais:

  1. Camada de Captura (Edge) – câmeras + gateway local.
  2. Camada de Processamento Local (Edge Computing) – validação, redundância e buffering.
  3. Camada de Integração / APIs – comunicação segura com a Nuvem.
  4. Camada de Armazenamento, Observabilidade e Governança na AWS.

A arquitetura privilegia:

  • Zero perda de imagem
  • Alta disponibilidade
  • Segurança de ponta a ponta
  • Governança corporativa
  • Escalabilidade horizontal
  • Observabilidade completa (logs, métricas, rastreamento)

🧩 1. COMPONENTES DE CAPTURA (CAMADA EDGE)

1.1 Câmeras Industriais (2 unidades)

Função: Capturar vídeo/fotos do número de chassi a partir de ângulos diferentes.

Requisitos corporativos:

  • Resolução mínima 1080p ou 4K conforme necessidade de OCR.
  • Lentes com foco fixo e ajuste de exposição automático.
  • Certificações IP66/IP67 para ambiente industrial.
  • Suporte a protocolo RTSP/ONVIF.
  • Capacidade de snapshot via API.

Melhores práticas:

  • Fonte redundante (PoE + UPS).
  • Cabos blindados e switches industriais.

1.2 Dispositivo Edge Gateway

Pode ser um:

  • AWS Snowcone,
  • AWS Panorama Appliance,
    ou
  • Gateway industrial robusto (Dell Edge, Advantech etc.).

Funções:

  • Sincronizar eventos de gravação.
  • Capturar frames das duas câmeras.
  • Aplicar regras de fallback (retentativas).
  • Executar compressão e criptografia local.
  • Buffer local (fila persistente) caso não haja conectividade.

Segurança no Edge:

  • Criptografia AES-256 at-rest.
  • TLS 1.3 para comunicação com a nuvem.
  • Hardening do SO (Linux mínimo).

🧩 2. CAMADA DE PROCESSAMENTO LOCAL (EDGE COMPUTING)

2.1 Módulo de Trigger/Orquestração

Recebe do sistema de gravação o sinal “Gravação Concluída”.

Responsável por:

  • Acionar simultaneamente as duas câmeras.
  • Gerenciar timeouts.
  • Garantir captura duplicada para tolerância a falhas.

2.2 Módulo de Processamento de Imagens

Executado localmente para garantir qualidade mínima antes do envio.

Funções:

  • Validação da imagem (nitidez, exposição, foco).
  • Redução de ruído.
  • Compressão (JPEG/WEBP).
  • Metadados EXIF e JSON com:
    • timestamp,
    • ID do veículo,
    • ID da câmera,
    • hash SHA-256 da imagem.

2.3 Módulo de Alta Disponibilidade e Buffering Local

  • Fila local persistente (ex: Apache Kafka Lite, SQLite + WAL, ou AWS IoT Greengrass Stream Manager).
  • Não perde imagens mesmo sem internet.
  • Reenvio automático com backoff exponencial.

🧩 3. CAMADA DE INTEGRAÇÃO – API RESTFUL (AWS)

3.1 API Gateway (REST ou HTTP API)

Funções:

  • Terminação TLS 1.3.
  • Autenticação (Cognito / IAM Roles / JWT).
  • Throttling para evitar ataques.
  • WAF (Web Application Firewall).

3.2 Lambda Functions (Processamento do Recebimento)

Responsável por:

  • Validar payload e headers.
  • Checar integridade via hash.
  • Normalizar metadados.
  • Gerar presigned URLs (opcional).
  • Gravar no S3 (putObject).

Observabilidade:

  • Logs estruturados no CloudWatch.
  • Correlation IDs por requisição.

🧩 4. CAMADA DE ARMAZENAMENTO E GOVERNANÇA (AWS)

4.1 Amazon S3 (Buckets dedicados)

Regras corporativas:

  • Bucket de produção com bloqueio total de acesso público.
  • Criptografia server-side com SSE-KMS.
  • Versionamento ativado.
  • Lifecycle policies (ex: movimentar para S3 Glacier Deep Archive após X dias).

Padrão de Organização:

s3://bucket-chassi/
    year=2025/
        month=11/
            day=14/
                vehicleId=123/
                    angle-front/
                    angle-side/

4.2 AWS KMS

  • Gerencia chaves para criptografia no S3.
  • Chaves dedicadas por ambiente (prod, staging).

4.3 Amazon DynamoDB (Opcional – Indexador)

  • Guarda metadados estruturados.
  • Indexa imagens por (vehicleId, timestamp).

4.4 Amazon CloudTrail

  • Auditoria completa para cada request no S3 e API Gateway.

4.5 Amazon EventBridge / SNS

  • Notificação de sucesso/falha no pipeline.
  • Integração com sistemas corporativos downstream.

🔐 5. SEGURANÇA (END-TO-END)

5.1 No Edge

  • Criptografia AES-256 local.
  • Certificados mutual TLS (mTLS).
  • Sistema operacional imutável/lockdown.

5.2 Na Nuvem

  • Zero trust: câmeras e gateway não acessam nada além da API.
  • IAM Roles com privilégio mínimo.
  • WAF com regras OWASP Top 10.
  • IDS/IPS corporativo integrado (por ex., AWS GuardDuty).

📈 6. OBSERVABILIDADE CORPORATIVA

Logs

  • CloudWatch Logs estruturados (JSON).
  • Retenção conforme normas corporativas.

Métricas

  • Latência por câmera.
  • Taxa de sucesso por envio.
  • Falhas por timeout.

Tracing

  • AWS X-Ray para rastrear ponta a ponta.

Dashboard

  • Grafana + CloudWatch (SLA: 99.9% de captura).

🛡️ 7. ALTA DISPONIBILIDADE E TOLERÂNCIA A FALHAS

✔ Captura redundante (2 câmeras).
✔ Buffer local persistido.
✔ Reenvio automático.
✔ API Gateway multi-AZ.
✔ Lambda multi-AZ.
✔ S3 altamente durável (11 9’s).


🏗️ 8. DIAGRAMA LÓGICO (descrição textual)

[Camera A] ----\
                 -> [Edge Gateway] -> [Buffer Local] -> [API Gateway] -> [Lambda] -> [S3]
[Camera B] ----/                                                         |
                                                                       [DynamoDB]

🏢 9. MELHORES PRÁTICAS UTILIZADAS EM GRANDES EMPRESAS

  • Edge computing para minimizar latência e perdas.
  • Criptografia end-to-end.
  • Hardened OS + zero trust networking.
  • Segregação de ambientes (dev/stage/prod).
  • Observabilidade full-stack.
  • Versionamento e lifecycle no S3.
  • Processos idempotentes, garantindo que reenvios não causem inconsistências.
  • Infra como código (Terraform / AWS CDK).
  • CI/CD com validação automática de segurança (SAST/DAST).
  • Runbooks operacionais e playbooks de incidentes.

CONCLUSÃO

A arquitetura acima oferece:

  • Robustez corporativa
  • Zero perda de imagem
  • Segurança ponta a ponta
  • Alta disponibilidade e tolerância a falhas
  • Governança, rastreabilidade e escalabilidade

Se quiser, posso também produzir:
📌 Diagrama em UML
📌 Diagrama arquitetural estilo AWS Well-Architected
📌 Fluxo detalhado do API Contract
📌 Estimativa de custos
📌 Terraform/CDK para provisionamento

Deseja avançar para alguma dessas próximas etapas?

Aplicações AI

Prompt

Quais as 20 aplicações que mais usam Inteligência Artificial? Estou pensando em criação de ebook, criação de código Java, criação de aplicativos Mobile, etc.

Copilot

As 20 aplicações mais populares de Inteligência Artificial em 2025 incluem criação de conteúdo, automação de código, análise de dados, personalização de experiências e muito mais. Elas estão transformando setores como educação, saúde, marketing, finanças e desenvolvimento de software.

Aqui está uma lista detalhada das 20 aplicações mais relevantes de IA atualmente:

🧠 Criação e automação de conteúdo

  1. Geração de eBooks e textos longos – IA como Copilot e ChatGPT são usadas para escrever livros, artigos e roteiros.
  2. Criação de imagens e design gráfico – Ferramentas como DALL·E e Midjourney geram ilustrações, logos e artes conceituais.
  3. Geração de vídeos e animações – Plataformas como Runway e Synthesia criam vídeos com avatares e narração automática.
  4. Tradução automática e localização – IA traduz textos com precisão contextual, útil para globalização de produtos.
  5. Criação de música e trilhas sonoras – IA compõe músicas originais com base em estilos e emoções desejadas.

💻 Desenvolvimento de software e automação

  1. Geração de código (Java, Python, etc.) – Ferramentas como GitHub Copilot ajudam a escrever e revisar código.
  2. Criação de aplicativos mobile e web – Plataformas low-code/no-code com IA aceleram o desenvolvimento de apps.
  3. Testes automatizados de software – IA identifica bugs e gera casos de teste com base no comportamento do usuário.
  4. Assistentes de programação – Chatbots que explicam código, sugerem melhorias e ajudam na depuração.
  5. DevOps inteligente – IA otimiza pipelines de CI/CD, monitoramento e deploys automáticos.

📊 Análise e tomada de decisão

  1. Análise preditiva de dados – IA antecipa tendências de mercado, comportamento do consumidor e riscos.
  2. Business Intelligence com IA – Dashboards inteligentes que interpretam dados em tempo real.
  3. Detecção de fraudes financeiras – Algoritmos que identificam padrões suspeitos em transações.
  4. Reconhecimento de padrões em imagens e vídeos – Usado em segurança, medicina e indústria.

🧬 Saúde, educação e experiência do usuário

  1. Diagnóstico médico assistido por IA – Análise de exames e imagens médicas com alta precisão.
  2. Tutoria personalizada em plataformas educacionais – IA adapta o conteúdo ao ritmo e estilo de aprendizagem do aluno.
  3. Chatbots e assistentes virtuais – Atendimento ao cliente, suporte técnico e vendas automatizadas.
  4. Recomendações personalizadas – Usado por plataformas como Netflix, Spotify e Amazon para sugerir conteúdo e produtos.
  5. Reconhecimento de voz e fala – Transcrição automática, comandos por voz e acessibilidade.
  6. IA em jogos e entretenimento – NPCs mais inteligentes, geração procedural de mundos e narrativa adaptativa.

Essas aplicações estão em constante evolução e se tornam cada vez mais acessíveis para criadores, desenvolvedores e empresas de todos os portes.

Se quiser, posso te ajudar a explorar ferramentas específicas para criação de eBooks, apps ou código Java com IA. Qual dessas áreas você quer aprofundar primeiro?

Prompt

Perfeito, pode listar as melhores ferramentas para criar ebook?

Copilot

As melhores ferramentas para criar eBooks em 2025 incluem Visme, Designrr, Canva, Jasper AI e FlipBuilder. Elas oferecem recursos como geração automática de conteúdo, design interativo, formatação profissional e integração com IA.

Aqui estão as principais opções para você considerar:

🛠️ Ferramentas com Inteligência Artificial para criação de eBooks

  1. Designrr
    • Gera eBooks automaticamente a partir de blogs, PDFs ou vídeos.
    • Ideal para criadores de conteúdo e infoprodutores.
  2. Jasper AI
    • Foco em geração de conteúdo com IA.
    • Cria textos envolventes para eBooks com tom e estilo personalizados.
  3. Canva + Magic Write
    • Combina design visual com geração de texto por IA.
    • Oferece modelos prontos e personalizáveis para eBooks.
  4. FlipBuilder
    • Cria eBooks interativos com efeito de virar páginas.
    • Suporta multimídia e é ótimo para educação e marketing.
  5. Visme
    • Ferramenta de design com modelos de eBooks e recursos interativos.
    • Ideal para empresas e freelancers que querem eBooks visuais e profissionais.
  6. Sqribble
    • Gera eBooks com IA em minutos.
    • Permite escolher entre dezenas de modelos e estilos.
  7. Simplified
    • Plataforma tudo-em-um com IA para texto, imagem e vídeo.
    • Criação de eBooks com design e conteúdo integrados.
  8. Copy.ai
    • Gera conteúdo textual com IA.
    • Útil para escrever capítulos, descrições e chamadas para ação.
  9. Creaitor.ai
    • Alternativa leve para geração de conteúdo com IA.
    • Foco em produtividade e simplicidade.
  10. Writesonic
  • Produz conteúdo longo com IA, ideal para eBooks técnicos ou informativos.
  • Integração com ferramentas de publicação e SEO.

Essas ferramentas variam entre gratuitas e pagas, e muitas oferecem testes grátis. A escolha ideal depende do seu foco: design visual, geração de conteúdo, interatividade ou automação.

Se quiser, posso te ajudar a escolher a melhor ferramenta com base no tipo de eBook que você quer criar — técnico, educativo, de marketing, romance, etc. Qual é o seu projeto?

Prompt

O meu projeto é criar um ebook que ensine Engenharia de Software, com foco em adolescentes.

Copilot

Excelente ideia! Criar um eBook de Engenharia de Software voltado para adolescentes é uma forma poderosa de despertar o interesse por tecnologia desde cedo. Aqui vai um plano com ferramentas ideais, estrutura sugerida e dicas de linguagem e design para atingir esse público:


🛠️ Ferramentas ideais para criar seu eBook

Finalidade Ferramenta Recursos úteis
Geração de conteúdo com IA Jasper AI, Writesonic, Copy.ai Criação de capítulos, explicações, exemplos e exercícios
Design visual e diagramação Canva, Visme, Designrr Modelos prontos, ilustrações, gráficos e exportação em PDF
Criação de imagens técnicas Lucidchart, Draw.io, Canva Diagramas UML, fluxogramas, arquitetura de software
Revisão e clareza textual Grammarly, LanguageTool Corrige gramática e melhora a fluidez do texto
Publicação e distribuição Amazon KDP, Hotmart, Notion Venda, download gratuito ou leitura online

📚 Estrutura sugerida para o eBook

  1. Introdução
    • O que é Engenharia de Software?
    • Por que ela é importante no mundo real?
    • Como adolescentes podem começar agora?
  2. Capítulo 1: Pensamento Computacional
    • Lógica, algoritmos e decomposição de problemas
    • Atividades lúdicas e desafios simples
  3. Capítulo 2: Ciclo de Vida do Software
    • Etapas: levantamento de requisitos, design, codificação, testes, manutenção
    • Explicações com analogias (ex: construir uma casa)
  4. Capítulo 3: Linguagens de Programação
    • Introdução ao Java, Python ou Scratch
    • Exemplos práticos e exercícios interativos
  5. Capítulo 4: Modelagem e Design
    • Diagramas UML simplificados
    • Ferramentas visuais para desenhar sistemas
  6. Capítulo 5: Boas Práticas
    • Versionamento com Git (explicado de forma visual)
    • Testes e documentação
  7. Capítulo 6: Projetos para praticar
    • Criar um jogo simples
    • Criar um app de lista de tarefas
    • Criar um site pessoal
  8. Conclusão e próximos passos
    • Plataformas para aprender mais (Alura, Coursera, YouTube)
    • Comunidades para adolescentes (GitHub, Discord, Code.org)

🎨 Dicas para engajar adolescentes

  • Use linguagem leve e divertida, com emojis e analogias do cotidiano.
  • Inclua desafios e quizzes ao final de cada capítulo.
  • Use ilustrações coloridas e exemplos visuais.
  • Conte histórias reais de jovens programadores ou startups fundadas por adolescentes.
  • Gamifique a leitura com conquistas, selos ou certificados.

Se quiser, posso te ajudar a gerar o conteúdo de um dos capítulos, criar um modelo visual no Canva ou até sugerir um título cativante para o eBook. Qual parte você gostaria de começar agora?