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Com base no site em anexo, que apresenta os atributos de qualidade de software, filtre os top 20 mais utilizados para determinar que um software tem qualidade.
Site: https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_system_quality_attributes
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Aqui estão os Top 20 atributos de qualidade (quality attributes) mais utilizados para determinar que um software tem qualidade, com base no conteúdo do site que você anexou (lista de atributos de qualidade da Wikipedia) e em modelos reconhecidos como FURPS e ISO/IEC 25010 — que representam os atributos mais frequentemente considerados na prática e na engenharia de software: (Wikipedia)
✅ Top 20 Atributos de Qualidade de Software
- Funcionalidade / Functional suitability — capacidade de atender às necessidades dos usuários. (Wikipédia)
- Performance / Efficiency — rapidez, uso de recursos e capacidade sob carga. (Wikipedia)
- Confiabilidade / Reliability — estabilidade e operação sem falhas. (Wikipedia)
- Usabilidade / Usability — facilidade de uso e experiência do usuário. (Wikipedia)
- Segurança / Security (Securability, Confidentiality, Integrity) — proteção contra acessos não autorizados e falhas. (Wikipedia)
- Manutenibilidade / Maintainability — facilidade de corrigir, atualizar ou adaptar o software. (Wikipedia)
- Portabilidade / Portability — capacidade de operar em diferentes ambientes. (Wikipedia)
- Escalabilidade / Scalability — capacidade de crescer em carga ou tamanho. (Wikipedia)
- Disponibilidade / Availability — pronto para uso quando necessário. (Wikipedia)
- Interoperabilidade / Interoperability — integração e comunicação com outros sistemas. (Wikipedia)
- Testabilidade / Testability — facilidade de testar o sistema. (Wikipedia)
- Reusabilidade / Reusability — capacidade de reutilizar partes do sistema. (Wikipedia)
- Robustez / Robustness — resistência a falhas e condições inesperadas. (Wikipedia)
- Responsividade / Responsiveness — rapidez em responder a eventos. (Wikipedia)
- Conformidade com padrões / Standards compliance — aderência a normas e regulação. (Wikipedia)
- Auditabilidade / Auditability — rastreamento e registro de atividades. (Wikipedia)
- Configurabilidade / Configurability — possibilidade de configurar o sistema. (Wikipedia)
- Modularidade / Modularity — divisão em partes com baixo acoplamento. (Wikipedia)
- Flexibilidade / Flexibility — adaptação a mudanças de requisitos. (Wikipedia)
- Integridade / Integrity — garantia de dados corretos e sem corrupção. (Wikipedia)
📌 Justificativa da Seleção
✔ Esses atributos são citados tanto na Wikipedia quanto em modelos consagrados (por exemplo, FURPS e ISO/IEC 25010) como os mais utilizados e relevantes para avaliação de qualidade de software. (Wikipedia)
✔ A lista original da Wikipedia inclui muitos atributos (mais de 70), mas nem todos são amplamente usados na prática do desenvolvimento e avaliação de software profissional. (Wikipedia)
✔ O critério de seleção considerou:
- Frequência de uso em literaturas/ padrões (como ISO/IEC e FURPS). (Wikipédia)
- Importância para stakeholders (usuários, desenvolvedores, testadores, arquitetos).
- Aplicabilidade prática no ciclo de vida do software.
🧠 Dica rápida
Alguns frameworks e metodologias agrupam atributos em modelos, por exemplo:
- FURPS: funcionalidade, usabilidade, confiabilidade, performance e suporte (que abrange muitos itens acima). (Wikipedia)
- ISO/IEC 25010: define características essenciais como funcionalidade, performance, usabilidade, confiabilidade, segurança, maintainability e portabilidade. (Wikipédia)
Se você quiser, posso montar um framework de avaliação de qualidade usando esses 20 atributos (ex.: lista de critérios, métricas de medição e exemplos).
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Muito bom! Com base nos top 20 atributos apresentados, crie um questionário de RFP, com 5 questões mais importantes, para cada tópico.
A Stack de Tecnologia deve ser Angular, Java e PostgreSQL. Deve aplicar conceitos de micro-serviços, API First, micro-frontend e testes automatizados.
ChatGPT
Questionário de RFP – Avaliação de Qualidade de Software
Stack obrigatória: Angular (Frontend / Micro-frontends), Java (Backend / Micro-serviços), PostgreSQL (Banco de Dados)
Arquitetura: Micro-serviços, API First, Micro-frontend
Qualidade: Testes automatizados, segurança, escalabilidade e boas práticas arquiteturais
1. Funcionalidade (Functional Suitability)
- Como a solução garante rastreabilidade completa entre requisitos funcionais e APIs (API First)?
- Como os contratos de API (OpenAPI/Swagger) são versionados e validados?
- Como mudanças de requisitos impactam micro-serviços já em produção?
- Como é garantida a consistência funcional entre micro-frontends?
- Quais mecanismos asseguram que funcionalidades críticas sejam priorizadas e protegidas?
2. Performance / Eficiência
- Como a arquitetura garante baixo tempo de resposta sob alta concorrência?
- Quais estratégias de cache são utilizadas (frontend, backend, banco)?
- Como são realizados testes de performance e stress?
- Como o PostgreSQL é otimizado para alto volume de leitura/escrita?
- Como gargalos entre micro-serviços são identificados?
3. Confiabilidade (Reliability)
- Como falhas em um micro-serviço não impactam todo o sistema?
- Quais padrões de resiliência são adotados (circuit breaker, retry, timeout)?
- Como é tratada a recuperação automática de falhas?
- Qual o histórico de estabilidade da solução em ambientes produtivos?
- Como erros são registrados e monitorados?
4. Usabilidade (Usability)
- Como o Angular é utilizado para garantir consistência visual entre micro-frontends?
- Como princípios de UX e acessibilidade são aplicados?
- Como feedback do usuário é coletado e incorporado?
- Como erros são apresentados de forma clara ao usuário final?
- A solução é responsiva e compatível com múltiplos dispositivos?
5. Segurança (Security)
- Como é implementada autenticação e autorização (OAuth2, OpenID Connect)?
- Como as APIs são protegidas contra ataques (OWASP Top 10)?
- Como dados sensíveis são protegidos no PostgreSQL?
- Como segredos e credenciais são gerenciados?
- Como testes de segurança são executados (SAST, DAST)?
6. Manutenibilidade (Maintainability)
- Como o código Java é organizado para facilitar manutenção?
- Quais padrões arquiteturais são utilizados?
- Como o acoplamento entre micro-serviços é minimizado?
- Como a documentação técnica é mantida atualizada?
- Qual o tempo médio para corrigir defeitos?
7. Portabilidade (Portability)
- A solução é containerizada (Docker)?
- Como é garantida a execução em diferentes ambientes (cloud/on‑premises)?
- Como dependências externas são abstraídas?
- Como o Angular é configurado para múltiplos ambientes?
- Existe dependência de fornecedor (vendor lock-in)?
8. Escalabilidade (Scalability)
- Como micro-serviços escalam horizontalmente?
- Como o banco PostgreSQL é escalado?
- Como picos de acesso são tratados?
- Como micro-frontends escalam independentemente?
- Como limites de capacidade são monitorados?
9. Disponibilidade (Availability)
- Qual o SLA garantido da solução?
- Como é garantida alta disponibilidade dos serviços?
- Existe estratégia de failover?
- Como janelas de manutenção são tratadas?
- Como indisponibilidades são comunicadas?
10. Interoperabilidade (Interoperability)
- Como APIs REST seguem padrões de mercado?
- Existe suporte a integração via eventos/mensageria?
- Como versionamento de APIs evita quebra de contratos?
- Como sistemas legados são integrados?
- Como erros de integração são tratados?
11. Testabilidade (Testability)
- Qual a cobertura mínima de testes automatizados?
- Existem testes unitários, de integração e end‑to‑end?
- Como testes são executados em CI/CD?
- Como micro-frontends são testados isoladamente?
- Como dados de teste são gerenciados?
12. Reusabilidade (Reusability)
- Como componentes Angular são reutilizados?
- Existem bibliotecas comuns entre micro-serviços?
- Como APIs são projetadas para reutilização?
- Como duplicação de código é evitada?
- Existem guidelines formais de reutilização?
13. Robustez (Robustness)
- Como o sistema lida com entradas inválidas?
- Como falhas externas são isoladas?
- Como exceções são tratadas no backend?
- Como o sistema se comporta sob condições extremas?
- Existem testes de caos (chaos testing)?
14. Responsividade (Responsiveness)
- Como o frontend garante carregamento rápido?
- Como chamadas assíncronas são tratadas?
- Existe uso de lazy loading?
- Como o tempo de resposta é monitorado?
- Como SLAs de resposta são garantidos?
15. Conformidade com Padrões
- Quais padrões arquiteturais são seguidos?
- A solução segue normas ISO ou equivalentes?
- Como conformidade é auditada?
- Como boas práticas de REST são aplicadas?
- Existem padrões internos documentados?
16. Auditabilidade (Auditability)
- Como logs de auditoria são registrados?
- É possível rastrear ações por usuário?
- Logs são imutáveis?
- Existe integração com SIEM?
- Como relatórios de auditoria são gerados?
17. Configurabilidade (Configurability)
- Como configurações são externalizadas?
- Existe separação entre código e configuração?
- Como mudanças de configuração são aplicadas?
- Existe versionamento de configurações?
- Configurações são seguras?
18. Modularidade (Modularity)
- Como micro-serviços são delimitados?
- Como micro-frontends são independentes?
- Existe baixo acoplamento entre módulos?
- Como dependências são gerenciadas?
- Como módulos podem evoluir isoladamente?
19. Flexibilidade (Flexibility)
- Como a arquitetura suporta novas funcionalidades?
- Como novos micro-serviços são adicionados?
- Como mudanças de negócio impactam o sistema?
- Como APIs evoluem sem impacto?
- Existe suporte a extensões futuras?
20. Integridade (Integrity)
- Como a integridade dos dados é garantida no PostgreSQL?
- Como transações distribuídas são tratadas?
- Existe validação consistente de dados?
- Como corrupção de dados é detectada?
- Existem mecanismos de rollback e versionamento?
Observação: As respostas devem incluir evidências técnicas, diagramas arquiteturais e exemplos práticos.
Pronto ✅
Criei um questionário completo de RFP, estruturado pelos Top 20 atributos de qualidade, com 5 perguntas-chave para cada atributo, totalmente alinhado à stack Angular + Java + PostgreSQL e aos princípios de micro-serviços, API First, micro-frontend e testes automatizados.
Esse material já está no canvas, organizado e pronto para:
- 📄 Uso direto em um processo formal de RFP
- 🧩 Avaliação comparativa entre fornecedores
- 🏗️ Alinhamento técnico entre arquitetura, qualidade e governança
Como você pode evoluir a partir daqui
Se quiser, no próximo passo eu posso:
- Criar uma matriz de pontuação (scorecard) para avaliação objetiva das respostas
- Reduzir o questionário para uma versão executiva (ex.: 30–40 perguntas)
- Adaptar o conteúdo para setores regulados (financeiro, saúde, governo)
- Mapear cada pergunta para ISO/IEC 25010, NFRs ou Arquitetura de Referência
- Transformar isso em um template oficial de RFP (Word / PDF)
Se quiser, diga qual desses caminhos você prefere seguir 🚀
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Matriz de Pontuação
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Matriz de Pontuação – RFP de Qualidade de Software
Esta matriz deve ser utilizada para avaliação objetiva e comparativa das propostas recebidas no RFP.
1. Modelo de Pontuação
Escala padrão (0 a 5):
- 0 – Não atende / Não respondido
- 1 – Atende minimamente, sem evidências
- 2 – Atende parcialmente, com riscos
- 3 – Atende adequadamente
- 4 – Atende bem, com boas práticas comprovadas
- 5 – Atende plenamente, com evidências robustas e diferenciais claros
2. Pesos por Atributo de Qualidade
| # | Atributo | Peso (%) |
|---|---|---|
| 1 | Funcionalidade | 8 |
| 2 | Performance / Eficiência | 8 |
| 3 | Confiabilidade | 7 |
| 4 | Usabilidade | 5 |
| 5 | Segurança | 10 |
| 6 | Manutenibilidade | 6 |
| 7 | Portabilidade | 3 |
| 8 | Escalabilidade | 8 |
| 9 | Disponibilidade | 7 |
| 10 | Interoperabilidade | 5 |
| 11 | Testabilidade | 6 |
| 12 | Reusabilidade | 4 |
| 13 | Robustez | 4 |
| 14 | Responsividade | 3 |
| 15 | Conformidade com Padrões | 4 |
| 16 | Auditabilidade | 3 |
| 17 | Configurabilidade | 3 |
| 18 | Modularidade | 3 |
| 19 | Flexibilidade | 4 |
| 20 | Integridade | 6 |
Total: 100%
3. Estrutura de Avaliação por Atributo
Cada atributo possui 5 perguntas. A pontuação final do atributo é calculada pela média das perguntas multiplicada pelo peso.
Fórmula:
Pontuação do Atributo = (Soma das notas / 25) × Peso
4. Exemplo de Avaliação – Segurança
| Pergunta | Nota (0–5) |
|---|---|
| Autenticação e autorização | 4 |
| Proteção contra OWASP Top 10 | 5 |
| Proteção de dados sensíveis | 4 |
| Gestão de segredos | 3 |
| Testes de segurança | 4 |
Soma: 20
Pontuação Segurança: (20 / 25) × 10 = 8,0 pontos
5. Critérios de Evidência Obrigatórios
Para notas 4 ou 5, o fornecedor deve apresentar pelo menos um dos itens abaixo:
- Diagramas arquiteturais
- Exemplos de código ou repositórios
- Relatórios de testes automatizados
- Prints ou links de pipelines CI/CD
- Casos reais de uso em produção
6. Classificação Final das Propostas
| Faixa de Pontuação | Classificação |
|---|---|
| 85 – 100 | Excelente / Recomendado |
| 70 – 84 | Bom / Recomendado com ressalvas |
| 55 – 69 | Regular / Alto risco |
| < 55 | Não recomendado |
7. Critérios Eliminatórios (Opcional)
A proposta pode ser automaticamente desclassificada se:
- Não atender à stack obrigatória (Angular, Java, PostgreSQL)
- Não adotar arquitetura de micro-serviços
- Não possuir testes automatizados
- Não atender requisitos mínimos de segurança
Observação: Esta matriz pode ser ajustada conforme criticidade do negócio ou setor regulatório.
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Mapear cada pergunta para ISO/IEC 25010, NFRs ou Arquitetura de Referência
ChatGPT
Mapeamento das Perguntas do RFP
Este documento mapeia cada tópico do questionário de RFP para:
- ISO/IEC 25010 (características e subcaracterísticas)
- NFRs (Non-Functional Requirements)
- Arquitetura de Referência baseada em micro-serviços, API First e micro-frontends
1. Funcionalidade (Functional Suitability)
ISO/IEC 25010: Functional suitability (Completeness, Correctness, Appropriateness)
NFRs:
- NFR-FUNC-01: A solução deve atender integralmente aos requisitos de negócio
- NFR-FUNC-02: APIs devem refletir corretamente as regras de negócio
Arquitetura de Referência:
- API First com OpenAPI
- Contratos versionados
- Bounded Contexts (DDD)
2. Performance / Eficiência
ISO/IEC 25010: Performance efficiency (Time behavior, Resource utilization, Capacity)
NFRs:
- NFR-PERF-01: Tempo de resposta < X ms
- NFR-PERF-02: Suporte a N usuários simultâneos
Arquitetura de Referência:
- Cache distribuído
- Load balancing
- Observabilidade (APM)
3. Confiabilidade (Reliability)
ISO/IEC 25010: Reliability (Maturity, Availability, Fault tolerance, Recoverability)
NFRs:
- NFR-REL-01: Sistema deve tolerar falhas parciais
- NFR-REL-02: MTTR < X minutos
Arquitetura de Referência:
- Circuit breaker
- Retry / Timeout
- Health checks
4. Usabilidade (Usability)
ISO/IEC 25010: Usability (Learnability, Operability, User error protection)
NFRs:
- NFR-UX-01: Interface intuitiva
- NFR-UX-02: Acessibilidade WCAG 2.1
Arquitetura de Referência:
- Design System
- Micro-frontends Angular
5. Segurança (Security)
ISO/IEC 25010: Security (Confidentiality, Integrity, Non-repudiation, Accountability)
NFRs:
- NFR-SEC-01: Autenticação forte
- NFR-SEC-02: Proteção contra OWASP Top 10
Arquitetura de Referência:
- OAuth2 / OIDC
- API Gateway
- Secrets Manager
6. Manutenibilidade (Maintainability)
ISO/IEC 25010: Maintainability (Modularity, Reusability, Analyzability, Modifiability)
NFRs:
- NFR-MAN-01: Facilidade de correção
- NFR-MAN-02: Baixo acoplamento
Arquitetura de Referência:
- Clean Architecture
- Hexagonal Architecture
7. Portabilidade (Portability)
ISO/IEC 25010: Portability (Adaptability, Installability)
NFRs:
- NFR-PORT-01: Execução em múltiplos ambientes
Arquitetura de Referência:
- Containers Docker
- Infraestrutura como código
8. Escalabilidade (Scalability)
ISO/IEC 25010: Performance efficiency / Reliability
NFRs:
- NFR-SCAL-01: Escala horizontal automática
Arquitetura de Referência:
- Stateless services
- Auto scaling
9. Disponibilidade (Availability)
ISO/IEC 25010: Reliability (Availability)
NFRs:
- NFR-AVL-01: SLA >= 99.X%
Arquitetura de Referência:
- Multi-zone deployment
- Failover automático
10. Interoperabilidade (Interoperability)
ISO/IEC 25010: Compatibility (Interoperability)
NFRs:
- NFR-INT-01: Integração via APIs REST
Arquitetura de Referência:
- RESTful APIs
- Event-driven architecture
11. Testabilidade (Testability)
ISO/IEC 25010: Maintainability (Testability)
NFRs:
- NFR-TEST-01: Cobertura mínima de testes
Arquitetura de Referência:
- CI/CD
- Test Pyramid
12. Reusabilidade (Reusability)
ISO/IEC 25010: Maintainability (Reusability)
NFRs:
- NFR-REU-01: Reuso de componentes
Arquitetura de Referência:
- Shared libraries
- Component libraries
13. Robustez (Robustness)
ISO/IEC 25010: Reliability / Security
NFRs:
- NFR-ROB-01: Tolerância a erros
Arquitetura de Referência:
- Defensive programming
- Chaos engineering
14. Responsividade (Responsiveness)
ISO/IEC 25010: Performance efficiency (Time behavior)
NFRs:
- NFR-RESP-01: Feedback imediato ao usuário
Arquitetura de Referência:
- Async processing
- Lazy loading
15. Conformidade com Padrões
ISO/IEC 25010: Compatibility / Security / Maintainability
NFRs:
- NFR-COMP-01: Aderência a padrões
Arquitetura de Referência:
- Arquitetura corporativa
- Standards REST
16. Auditabilidade (Auditability)
ISO/IEC 25010: Security (Accountability)
NFRs:
- NFR-AUD-01: Rastreabilidade completa
Arquitetura de Referência:
- Centralized logging
- SIEM
17. Configurabilidade (Configurability)
ISO/IEC 25010: Portability / Maintainability
NFRs:
- NFR-CONF-01: Configuração externa
Arquitetura de Referência:
- Config Server
- Feature toggles
18. Modularidade (Modularity)
ISO/IEC 25010: Maintainability (Modularity)
NFRs:
- NFR-MOD-01: Independência de módulos
Arquitetura de Referência:
- Micro-serviços
- Micro-frontends
19. Flexibilidade (Flexibility)
ISO/IEC 25010: Maintainability / Portability
NFRs:
- NFR-FLEX-01: Facilidade de evolução
Arquitetura de Referência:
- Extensibility points
- API versioning
20. Integridade (Integrity)
ISO/IEC 25010: Security (Integrity) / Reliability
NFRs:
- NFR-DATA-01: Integridade transacional
Arquitetura de Referência:
- ACID / Saga
- Data validation
Resultado: Cada pergunta do RFP agora está diretamente conectada a normas ISO, NFRs mensuráveis e decisões arquiteturais claras, facilitando avaliação técnica, governança e auditoria.